Saúde

Saúde

Ministério da Saúde vai comprar até 20 mil doses da vacina contra mpox

06/11/2026


                                                                    Reprodução

 

O Ministério da Saúde vai adquirir até 20 mil doses da vacina contra a mpox para reforçar o estoque do imunizante no Sistema Único de Saúde (SUS). Segundo a pasta, a compra tem caráter preventivo e estratégico.

A mpox é uma doença viral zoonótica anteriormente conhecida como varíola dos macacos. Os sintomas costumam durar de duas a quatro semanas e incluem erupções cutâneas, febre, dor de cabeça, dores musculares, calafrios e fraqueza.

As erupções na pele começam como manchas, viram bolhas e formam crostas, frequentemente no rosto, mãos, pés, boca e região genital.

 

Segundo o Ministério da Saúde, a maioria dos casos apresenta evolução leve a moderada.

 

 

 

Cenário epidemiológico

Em 2026, o Brasil confirmou 665 casos de mpox, número 94% inferior ao registrado em 2022, quando houve mais de 10 mil ocorrências.

Mesmo com essa redução, o número de casos mantém a necessidade de vigilância e de disponibilidade de imunizantes para atender às demandas identificadas nos estados.

A estratégia nacional de vacinação prioriza pessoas vivendo com HIV/aids com contagem de linfócitos CD4 inferior a 100 células/mm³, grupo com maior risco de desenvolver formas graves da doença. 

A orientação é que essas pessoas procurem os centros de referência onde já realizam acompanhamento para cadastro e posterior agendamento da vacinação.

Também podem receber doses remanescentes pessoas vivendo com HIV/aids com CD4 inferior a 200 células/mm³, usuários de profilaxia pré-exposição ao HIV (PrEP) e profissionais de laboratório que manipulam amostras de mpox.  

 

O esquema vacinal é de duas doses, com intervalo de 28 dias. 

 

Transmissão

O vírus causador da doença pode ser transmitido principalmente por contato direto com:

 

Lesões ou erupções na pele de pessoa infectada;

Secreções corporais (pus, sangue das lesões, saliva);

Objetos contaminados (roupas, toalhas, lençóis, utensílios).

Também é possível contrair a mpox por meio do contato próximo e prolongado com secreções respiratórias de uma pessoa infectada.

 

Vigilância

O monitoramento epidemiológico é realizado em parceria com as secretarias estaduais e municipais de saúde.

As medidas incluem identificação e notificação de casos suspeitos, investigação epidemiológica, diagnóstico laboratorial, isolamento das pessoas infectadas e identificação e orientação de contatos. 

Pessoas com sintomas compatíveis com mpox, como lesões ou erupções na pele, devem procurar um serviço de saúde para avaliação.

Durante o atendimento, os profissionais investigam possíveis exposições, orientam sobre os cuidados necessários e, quando indicado, realizam a coleta de amostras para diagnóstico laboratorial. 

Quem teve contato próximo com pessoas com suspeita ou confirmação da doença também deve procurar um serviço de saúde para avaliação do risco de exposição. 

É recomendada vacinação pós-exposição preferencialmente nos primeiros quatro dias após o contato, mas a aplicação também pode ser realizada em até 14 dias. Nesse intervalo, a efetividade para evitar a infecção é menor, mas a imunização pode contribuir para reduzir o risco de evolução para formas graves.  

 

 

ANNA RUTH DANTAS

Essa publicação é um oferecimento

Open Master - Agência de Desenvolvimento Web

Saúde

Novembro Azul: Liga oferece 200 atendimentos gratuitos e realiza mutirão de cirurgias em Natal

05/11/2026


 

A Liga Norte-Riograndense Contra o Câncer realizará dois mutirões durante o Novembro Azul, campanha de conscientização sobre a saúde masculina e o câncer de próstata. As ações estão marcadas para os dias 7 e 14 de novembro, em Natal, e incluem 200 vagas para atendimentos gratuitos e a realização de cirurgias em pacientes acompanhados pela instituição. No Rio Grande do Norte, a estimativa do Instituto Nacional de Câncer (Inca) é de 1.190 novos casos da doença por ano no período de 2026 a 2028.

O primeiro mutirão acontecerá neste sábado 7 e será destinado a homens de 50 a 70 anos que nunca participaram das ações do Novembro Azul promovidas pela Liga. Homens a partir dos 45 anos também poderão participar, desde que tenham histórico familiar de câncer de próstata. O agendamento deverá ser realizado no Hospital Dr. Luiz Antônio, no bairro das Quintas, das 7h às 16h.

Durante o atendimento, os participantes receberão encaminhamentos para exames laboratoriais. Já no dia 14 de novembro, a instituição promoverá um mutirão de cirurgias voltado a pacientes que já estão em acompanhamento médico na Liga e possuem procedimentos previamente agendados.

O câncer de próstata é o segundo tipo de câncer mais incidente entre os homens no Brasil. Segundo o urologista Kallyandre Medeiros, da Liga Norte-Riograndense Contra o Câncer, a campanha busca ampliar o acesso à informação e combater o preconceito relacionado aos exames de avaliação da próstata.

“Quando o homem espera sentir algo para procurar o urologista, muitas vezes o diagnóstico já é tardio. O Novembro Azul lembra que cuidar da saúde também é coisa de homem”, afirma o médico.

Entre os fatores associados ao desenvolvimento da doença estão o envelhecimento, o histórico familiar, as condições genéticas e os hábitos de vida. O risco aumenta a partir dos 50 anos, principalmente entre homens que possuem pai ou irmão diagnosticado com a doença antes dos 60 anos. O especialista também aponta maior predisposição entre homens negros, grupo no qual o câncer pode apresentar características mais agressivas.

“Para a população geral, a recomendação é procurar o urologista para avaliação a partir dos 50 anos. Para esses grupos de maior risco, a recomendação é a partir dos 45 anos. Essa decisão deve ser individualizada com o médico”, explica.

“Quando o homem espera sentir algo para procurar o urologista, muitas vezes o diagnóstico já é tardio. O Novembro Azul lembra que cuidar da saúde também é coisa de homem”, afirma o médico.

Entre os fatores associados ao desenvolvimento da doença estão o envelhecimento, o histórico familiar, as condições genéticas e os hábitos de vida. O risco aumenta a partir dos 50 anos, principalmente entre homens que possuem pai ou irmão diagnosticado com a doença antes dos 60 anos. O especialista também aponta maior predisposição entre homens negros, grupo no qual o câncer pode apresentar características mais agressivas.

“Para a população geral, a recomendação é procurar o urologista para avaliação a partir dos 50 anos. Para esses grupos de maior risco, a recomendação é a partir dos 45 anos. Essa decisão deve ser individualizada com o médico”, explica.

Leia mais: Camila Araújo destina mais de meio milhão de reais em emendas a casas de apoio ao paciente com câncer

Uma das dificuldades na identificação da doença é a ausência de sintomas nos estágios iniciais. Quando o câncer está mais avançado, podem surgir alterações urinárias, como dor ou ardência ao urinar, presença de sangue na urina ou no sêmen, além de dores nas costas, nos ossos e nas pernas. Esses sintomas, no entanto, também podem estar associados a outras condições de saúde.

A investigação médica pode incluir o exame de sangue PSA, que mede os níveis de uma proteína produzida pela próstata, e o toque retal, utilizado para avaliar possíveis alterações no tamanho e na consistência da glândula. O aumento do PSA não significa necessariamente a presença de câncer, pois também pode ocorrer em casos de infecção ou crescimento benigno da próstata. Da mesma forma, alguns tumores podem se desenvolver sem provocar elevação desse marcador.

De acordo com Kallyandre Medeiros, a identificação do tumor em estágios iniciais permite tratamentos com menores riscos de sequelas e maior possibilidade de recuperação. Segundo ele, quando a doença é diagnosticada precocemente, as chances de cura ultrapassam 90%.

“O tumor inicial tem tratamento mais simples, com menos sequelas, menor custo, retorno mais rápido ao trabalho e à vida normal e, principalmente, chance muito maior de cura. Cuidar da próstata é cuidar da vida. Um simples check-up anual pode fazer toda a diferença”, conclui.

“Quando o homem espera sentir algo para procurar o urologista, muitas vezes o diagnóstico já é tardio. O Novembro Azul lembra que cuidar da saúde também é coisa de homem”, afirma o médico.

Entre os fatores associados ao desenvolvimento da doença estão o envelhecimento, o histórico familiar, as condições genéticas e os hábitos de vida. O risco aumenta a partir dos 50 anos, principalmente entre homens que possuem pai ou irmão diagnosticado com a doença antes dos 60 anos. O especialista também aponta maior predisposição entre homens negros, grupo no qual o câncer pode apresentar características mais agressivas.

“Para a população geral, a recomendação é procurar o urologista para avaliação a partir dos 50 anos. Para esses grupos de maior risco, a recomendação é a partir dos 45 anos. Essa decisão deve ser individualizada com o médico”, explica.

Leia mais: Camila Araújo destina mais de meio milhão de reais em emendas a casas de apoio ao paciente com câncer

Uma das dificuldades na identificação da doença é a ausência de sintomas nos estágios iniciais. Quando o câncer está mais avançado, podem surgir alterações urinárias, como dor ou ardência ao urinar, presença de sangue na urina ou no sêmen, além de dores nas costas, nos ossos e nas pernas. Esses sintomas, no entanto, também podem estar associados a outras condições de saúde.

A investigação médica pode incluir o exame de sangue PSA, que mede os níveis de uma proteína produzida pela próstata, e o toque retal, utilizado para avaliar possíveis alterações no tamanho e na consistência da glândula. O aumento do PSA não significa necessariamente a presença de câncer, pois também pode ocorrer em casos de infecção ou crescimento benigno da próstata. Da mesma forma, alguns tumores podem se desenvolver sem provocar elevação desse marcador.

De acordo com Kallyandre Medeiros, a identificação do tumor em estágios iniciais permite tratamentos com menores riscos de sequelas e maior possibilidade de recuperação. Segundo ele, quando a doença é diagnosticada precocemente, as chances de cura ultrapassam 90%.

“O tumor inicial tem tratamento mais simples, com menos sequelas, menor custo, retorno mais rápido ao trabalho e à vida normal e, principalmente, chance muito maior de cura. Cuidar da próstata é cuidar da vida. Um simples check-up anual pode fazer toda a diferença”, conclui.

 

Leia mais: TJ derruba parte de reforma administrativa de Parnamirim e manda realizar concurso

 

Serviço

Mutirão de atendimentos – Novembro Azul

Data: 7 de novembro de 2026

Local de agendamento: Hospital Dr. Luiz Antônio, bairro das Quintas, Natal

Horário informado: das 7h às 16h

Vagas: 200 atendimentos gratuitos

Público: homens de 50 a 70 anos ou a partir dos 45 anos com histórico familiar da doença

Condição: não ter participado anteriormente das ações do Novembro Azul da Liga

Mutirão de cirurgias

Data: 14 de novembro de 2026

Público: pacientes acompanhados pela Liga, com procedimentos previamente agendados

 

 

AGORA RN

Essa publicação é um oferecimento

Open Master - Agência de Desenvolvimento Web

Saúde

Anvisa aprova versão em comprimido do Wegovy para tratamento da obesidade

04/11/2026


 

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta quarta-feira (4) o registro do medicamento Wegovy (semaglutida) em formato de comprimidos para administração oral. Até então, a fórmula só podia ser encontrada no mercado farmacêutico brasileiro na apresentação de canetas injetáveis de aplicação subcutânea, representando um marco ao se tornar o primeiro agonista do receptor de GLP-1 por via oral autorizado no país para a perda de peso.

A autorização sanitária contempla o tratamento de adultos diagnosticados com obesidade ou com sobrepeso acompanhado de comorbidades, funcionando como suporte complementar à reeducação alimentar e à prática de exercícios físicos regulares. Segundo o órgão regulador, a opção em comprimido amplia as alternativas terapêuticas disponíveis na rede de saúde, facilitando a adesão de pacientes com aversão a agulhas e permitindo uma transição gradual entre os formatos sob supervisão médica.

 

Regras para uso diário

 

A formulação oral exige disciplina na rotina matinal e seguirá um cronograma gradual de adaptação para garantir a absorção correta do princípio ativo no organismo.

 

Esquema de dosagem: administração prevê um comprimido ao dia com escalonamento inicial de 1,5 miligrama, avançando para 4 miligramas e 9 miligramas até alcançar a dose de manutenção de 25 miligramas diários.

Condições de ingestão: medicamento deve ser ingerido estritamente em jejum com pequeno volume de água, exigindo intervalo mínimo de 30 minutos antes de consumir alimentos, bebidas ou outros fármacos.

Mecanismo de ação: substância atua diretamente nos centros cerebrais responsáveis pela saciedade, diminuindo a ingestão calórica e auxiliando no equilíbrio metabólico geral.

Eficácia comprovada 

 

O aval técnico da agência sanitária teve como sustentação os dados científicos obtidos em estudos globais de segurança e desempenho em larga escala.

 

Ensaio clínico de fase 3: avaliação considerou os resultados do estudo internacional OASIS 4, que monitorou voluntários adultos submetidos à dosagem de 25 miligramas ao longo de 64 semanas.

Redução expressiva de peso: participantes que receberam o fármaco apresentaram redução média de peso corporal superior a 13%, superando amplamente os índices observados no grupo submetido a placebo.

Controle de comorbidades: testes apontaram melhora significativa em indicadores cardiovasculares e metabólicos, mitigando riscos associados à hipertensão arterial, ao diabetes tipo 2 e à apneia do sono.

A inclusão da semaglutida oral no arsenal terapêutico nacional oferece novo fôlego ao combate da obesidade crônica, condição associada a graves complicações circulatórias e sobrecarga nas redes públicas de saúde. O produto passa agora pelos trâmites finais de precificação junto à Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) antes de ser disponibilizado para prescrição e venda nas farmácias do país.

 

BNews RN

Essa publicação é um oferecimento

MARE MOVEIS TOUROS

Saúde

Câncer de próstata matou 50 homens por dia no país em 2025

02/11/2026


                                            Imagem: Sociedade Brasileira de Urologia

Agência Brasil

 

Cerca de 18,5 mil homens morreram no Brasil em 2025 vítimas do câncer de próstata. Isso equivale a 50 mortes por dia, segundo dados do Ministério da Saúde, divulgados pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU).

De acordo com a SBU, de 2017 a setembro deste ano, foram registradas mais de 160 mil mortes pela doença. E há uma tendência de alta. O número de óbitos em 2025, é 20% maior do que há dez anos (15,4 mil óbitos).

Neste ano, a previsão é de que mais de 77 mil novos casos do agravo sejam diagnosticados no país, fazendo com que esse seja o tipo de câncer mais comum entre os homens.

De acordo com a SBU, quando diagnosticada na fase inicial, a doença tem 90% de chances de cura. O problema é que, nessa fase, o paciente ainda não consegue perceber os sinais do câncer.

Apenas quando o tumor está em estágios mais avançados, costumam surgir sintomas como presença de sangue na urina ou no sêmen, aumento da frequência urinária, fluxo urinário fraco ou interrupções ao urinar, disfunção erétil e dores nos ossos.

“Uma doença silenciosa em suas fases iniciais, como é o câncer de próstata, que oferece nessa fase inicial 90% de chance de cura, ela precisa ser procurada e rastreada, pois esperar que os sintomas apareçam pode levar a uma perda da chance de cura. Esperar sentir dor ou ter dificuldade para urinar significa muitas vezes chegar tarde demais ao diagnóstico”, alerta o presidente da SBU, Roni Carvalho Fernandes.

 

Campanha

Neste mês, a SBU realiza a campanha Novembro Azul, que busca conscientizar a população masculina para os riscos desse tipo de tumor, o qual afeta a glândula responsável por produzir o líquido do sêmen que nutre e protege os espermatozoides.

“O homem brasileiro, historicamente, se cuida menos do que a mulher. E essa campanha é uma chance para que este homem assuma o protagonismo da sua própria saúde e passe a entender que prevenção e diagnóstico precoce também é uma atitude de homem”, explica.

Segundo ele, a SBU tem notado uma preocupação maior do homem com a saúde de seu aparelho urológico e reprodutor, nas últimas duas décadas.

“É uma mudança cultural importante. O homem, que antes nem queria ouvir falar de ir ao urologista, agora busca informações e agenda suas consultas com mais naturalidade. No entanto, o desafio continua gigante”, destaca.

A investigação é feita com dois exames de rotina: medição do nível de PSA (antígeno prostático específico) no plasma sanguíneo e avaliação do tamanho, forma e textura da próstata, através do exame de toque retal. O diagnóstico é feito por biópsia caso haja suspeita de tumor.

A recomendação da SBU é que homens a partir de 50 anos procurem um urologista para uma avaliação individualizada. Para pessoas com histórico familiar da doença, para negros e para obesos, a recomendação é começar com o rastreio aos 45 anos.

 

Novidades no tratamento

Em 2026, de acordo com a SBU, a cirurgia da próstata assistida por robô foi incorporada ao Sistema Único de Saúde (SUS). Além disso, o Conselho Federal de Medicina (CFM) aprovou a realização de ultrassom focado de alta intensidade (HIFU) e crioblação.

O HIFU é um método pouco invasivo, que direciona ondas de ultrassom para o local exato do tumor. A grande quantidade de energia focada no ponto resulta na destruição do tecido canceroso.

Já a crioblação é feita através de agulhas muito finais que são inseridas no local do tumor e injetam um gás congelante, o que provoca a  morte das células tumorais.

 

Fonte: Agência Brasil

Essa publicação é um oferecimento

DROGARIA POUPE JÁ

Saúde

Mais de 3 milhões de adolescentes estão com vacinação contra dengue incompleta

27/10/2026


 

Mais de 3 milhões de adolescentes que receberam a primeira dose da vacina contra a dengue ainda precisam completar o esquema vacinal no Brasil. Os dados foram apresentados por Eder Gatti, diretor do Programa Nacional de Imunizações (PNI), durante a 28ª Jornada Nacional da Sociedade Brasileira de Imunizações, realizada na semana passada, no Rio de Janeiro.

A vacina Qdenga, disponibilizada pelo Sistema Único de Saúde (SUS), é aplicada em duas doses, com intervalo de três meses. Por isso, quem recebeu apenas a primeira aplicação precisa retornar à unidade de saúde para completar a imunização.

Segundo Gatti, mais de 11,8 milhões de doses já foram aplicadas no país. Desse total, 7,6 milhões correspondem à primeira dose e 4,2 milhões à segunda. Além disso, quase 4 milhões de doses distribuídas aos municípios ainda não foram utilizadas.

Atualmente, a vacinação contra a dengue está disponível em todo o país para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos. A escolha dessa faixa etária levou em consideração os dados de segurança disponíveis quando o imunizante foi incorporado ao SUS e o risco de desenvolver formas graves da doença.

O diretor do PNI destacou a importância de completar a vacinação antes do período de maior circulação do vírus, quando os casos de dengue costumam aumentar no Brasil.

“Vacinar adolescente, sem eles terem percepção de risco, é muito difícil. No caso da dengue, o ideal é vacinar no período intersazonal, para que a pessoa entre na sazonalidade protegida”, afirmou Gatti.

Apesar de a capacidade de produção da farmacêutica Takeda, fabricante da Qdenga, não ser suficiente para imunizar toda a população brasileira, o fornecimento para o público-alvo está garantido, segundo o diretor do PNI.

Além das doses entregues em 2024 e 2025, o contrato vigente prevê a entrega de 9 milhões de doses em 2026 e outras 9 milhões em 2027.

A possibilidade de ampliar a vacinação para outras faixas etárias também está em avaliação. De acordo com Gatti, a decisão depende de questões relacionadas à segurança do imunizante, à capacidade operacional e ao orçamento disponível.

Durante a apresentação, Gatti também informou que a aplicação da vacina contra a dengue desenvolvida pelo Instituto Butantan permanece suspensa. A medida foi adotada pelo Ministério da Saúde em junho, após a identificação de três casos de dengue grave em pessoas vacinadas, incluindo dois óbitos, entre mais de 500 mil pessoas que receberam o imunizante.

Até o momento, não há confirmação de que a vacina tenha provocado os casos. A ocorrência foi considerada um sinal de segurança que precisa ser investigado por meio de estudos complementares.

Segundo o diretor do PNI, a suspensão não significa o cancelamento definitivo da vacina. A retomada depende da análise dos dados de segurança.

Essa publicação é um oferecimento

RÁDIO FAROL - TOUROS

Saúde

Papa não precisará de mais tratamento contra o câncer, dizem médicos

22/10/2026


 

O papa Leão XIV não precisará de mais nenhum tratamento após ter sido submetido a uma cirurgia de câncer de pulmão na semana passada. A informação foi dada por seus médicos nessa quarta-feira (21), indicando que o tumor não havia se espalhado.

O anúncio foi feito no momento em que ainda não estava claro se o papa, nascido nos Estados Unidos, seguiria adiante com a viagem planejada ao Uruguai, à Argentina e ao Peru, marcada para o período de 6 a 17 de novembro.

O pontífice, de 71 anos, passou por uma cirurgia em 13 de outubro para a remoção do lobo inferior do pulmão direito e foi diagnosticado com adenocarcinoma pulmonar, a forma mais comum de câncer de pulmão.

Exames histológicos finais e análises de biologia molecular do tecido removido confirmaram o diagnóstico, com a doença permanecendo localizada, afirmaram os médicos em comunicado divulgado pelo Vaticano.

“Uma avaliação oncológica posterior confirmou que não é necessária nenhuma terapia adicional”, afirmaram o cirurgião-chefe do papa, Stefano Margaritora, e seu médico pessoal, Luigi Carbone.

 

 

BLOG DO JAIR SAMPAIO

Essa publicação é um oferecimento

MARE MOVEIS TOUROS

Saúde

A cada 72 segundos, uma pessoa morre por doença cardiovascular no Brasil

18/10/2026


                                                         Foto: Reprodução

 

Uma pessoa morre por doença cardiovascular a cada 72 segundos no Brasil. Até 16 de outubro, o país havia registrado 318.945 mortes por essas doenças em 2026, uma média de 1.194 óbitos por dia, segundo o Cardiômetro, ferramenta da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC). Os dados integram o novo Hub de Doenças Cardiovasculares, plataforma lançada pela entidade em parceria com a World Heart Federation (WHF).

A ferramenta reúne informações do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde, e estimativas do estudo Global Burden of Disease (GBD) 2023. A plataforma também disponibiliza séries históricas de mortalidade entre 2000 e 2024 e projeções para os próximos anos.

Segundo as estimativas, se a tendência das últimas duas décadas continuar, o Brasil poderá registrar um aumento de 10,8% nas mortes por doenças cardiovasculares até 2030. O número passaria de 417.550 óbitos, em 2024, para 462.573 em 2030.

O cardiologista Antonio Luiz Pinho Ribeiro, coordenador da plataforma, explica que a projeção representa um cenário provável caso as tendências atuais sejam mantidas. Ele ressalta, porém, que mudanças nos fatores de risco, no acesso ao diagnóstico e ao tratamento e nas políticas públicas de prevenção podem alterar esse resultado.

Entre as medidas apontadas para reduzir as mortes estão o controle da hipertensão e do diabetes, a redução do tabagismo, o combate à obesidade e ao sedentarismo e o atendimento rápido em casos de infarto e acidente vascular cerebral (AVC).

De acordo com Ribeiro, iniciativas nessa área contribuíram para reduzir a taxa de mortalidade por doenças cardiovasculares nas últimas duas décadas. Em 2024, o índice foi de 195 mortes por 100 mil habitantes, 36% abaixo do registrado em 2000, quando chegou a 306,4 óbitos por 100 mil habitantes.

A plataforma também permite comparar os indicadores entre os estados brasileiros. Alagoas apresenta a maior taxa de mortalidade por doenças cardiovasculares, com 245,5 óbitos por 100 mil habitantes. Em seguida aparecem o Amapá, com 225,1, e Mato Grosso do Sul, com 220,4.

 

Plataforma reúne dados de saúde cardiovascular

O Hub de Doenças Cardiovasculares foi apresentado na abertura do 81º Congresso Brasileiro de Cardiologia, realizado no Rio de Janeiro em conjunto com o Congresso Mundial de Cardiologia.

A ferramenta reúne dados sobre as principais doenças cardiovasculares no Brasil, com informações sobre números absolutos, taxas de mortalidade, séries históricas e estimativas comparáveis internacionalmente. Também permite consultar indicadores por estado, sexo e faixa etária.

A iniciativa busca facilitar o acesso a informações para pesquisadores, jornalistas, profissionais de saúde e gestores públicos. A plataforma oferece ainda recursos de visualização, comparação e exportação de dados para apoiar a produção de conteúdos e análises baseados em evidências.

 

 

98 FM NATAL

Essa publicação é um oferecimento

DROGARIA POUPE JÁ

Saúde

Ministério da Saúde aprova protocolo para tratar crianças com hemofilia A

15/10/2026


                                                  Foto: Andre Borges/Agência Brasília

 

O Ministério da Saúde aprovou o protocolo nacional para o uso de emicizumabe no tratamento de crianças de 0 a 6 anos com hemofilia A que não apresentam inibidores do fator VIII da coagulação sanguínea. A medida estabelece critérios para o tratamento e orienta a organização da assistência pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

A aprovação foi formalizada por portaria assinada pelos secretários de Atenção Especializada à Saúde e de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde.

 

Protocolo estabelece critérios para o tratamento

O documento reúne orientações sobre o uso do medicamento, critérios de diagnóstico, requisitos para inclusão e exclusão de pacientes, além de mecanismos de regulação, controle e avaliação do tratamento.

De caráter nacional, o protocolo deverá ser utilizado pelas secretarias de Saúde dos estados, do Distrito Federal e dos municípios para regular o acesso ao atendimento, autorizar e registrar os procedimentos e organizar os respectivos processos de ressarcimento.

 

Pacientes e responsáveis devem ser informados sobre riscos

A portaria determina que os pacientes ou seus responsáveis legais sejam informados sobre os possíveis riscos e efeitos adversos relacionados ao uso do emicizumabe.

A medida também atribui aos gestores do SUS a responsabilidade de organizar a rede assistencial, definir os serviços de referência e estabelecer os fluxos de atendimento para os pacientes, conforme as competências e pactuações do sistema.

O protocolo completo pode ser consultado na página oficial do Ministério da Saúde dedicada aos Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas (PCDT).A portaria entrou em vigor na data de sua publicação.

Essa publicação é um oferecimento

DROGARIA POUPE JÁ

Saúde

Setembro Verde: idosos também podem ser doadores vivos de órgãos

28/09/2026


                                                               Reprodução

 

Em 2023, Arivaldo Sampaio, à época com 69 anos, viu o filho perder a função do único rim que tinha após passar por hemodiálise quase diária. Com o transplante como única opção, toda a família se colocou à disposição como um possível doador – inclusive Arivaldo. O resultado: compatibilidade total entre pai e filho.

De acordo com o Ministério da Saúde, um doador vivo pode doar um dos rins, parte do fígado, parte da medula ou parte dos pulmões, sendo que a compatibilidade sanguínea é necessária em todos os casos.

Para doar um órgão em vida, o médico deve avaliar a história clínica do doador e doenças prévias, mas a idade não é limitação.

“Tive a felicidade de descobrir que eu era compatível. Esse momento, para mim, foi um momento de graça. Foi uma graça divina mesmo”, contou Arivaldo à Agência Brasil.

Ele conta que ficou aflito por receio de o rim não estar saudável. “Me perguntava como estará esse rim. Funcionalmente ele estará bem? Pode mesmo ser doado? Fizemos todos os exames e, graças a Deus, fui considerado apto.”

Segundo Arivaldo, a recuperação após a doação do órgão ao filho foi tranquila, sobretudo por ter sido acompanhado por uma equipe altamente qualificada e com muita empatia. “Meu filho já saiu com o rim funcionando”.

Três anos depois, Arivaldo tem uma rotina de praticar atividade física pelo menos cinco vezes na semana, incluindo corrida, musculação e alongamento. Uma vez ao ano, ele passa por consultas e exames no Hospital Universitário de Brasília (HUB), que coordenou todo o processo do transplante.

“Tudo isso é uma prova de que, quando você procura se cuidar, você consegue chegar numa idade mais avançada com mais qualidade de vida. Sou formado em educação física, sou professor, lecionei por 30 anos na rede pública e sempre ensinei aos meus alunos que nossa velhice é consequência do que a gente faz antes, no dia a dia.”

 

Cenário

Em 2025, o Brasil teve o registro de 4.335 doadores efetivos – uma taxa de 20,3 doadores por milhão de pessoas, o maior número já registrado. Ainda assim, 49,4 mil brasileiros aguardam atualmente na fila de transplantes, segundo dados do Sistema Nacional de Transplantes.

No caso de doadores vivos, a legislação brasileira permite a doação entre parentes de até o quarto grau, além de cônjuges, sem necessidade de autorização judicial.

Para pessoas que não têm esse grau de parentesco, a doação também pode ser realizada, mas depende de autorização judicial.

 

Cuidados

O médico nefrologista da Unidade de Transplantes do HUB, Geraldo Freitas, explicou que, no caso específico de doadores vivos, a avaliação é mais cuidadosa, já que tem como objetivo principal garantir a segurança tanto de quem recebe como também de quem doa.

“Afinal, trata-se de uma pessoa saudável que, de forma voluntária e altruísta, decide doar um de seus órgãos. Nosso objetivo é minimizar ao máximo os riscos desse procedimento e garantir que o doador possa seguir sua vida com segurança e boa saúde após a doação.”

Quando o doador vivo tem mais de 60 anos, a análise, segundo o médico, tende a ser ainda mais cuidadosa em relação a riscos futuros decorrentes da retirada do órgão. A avaliação é individualizada e envolve exames de sangue, urina, avaliação da função dos rins, exames de imagem, avaliação cardiovascular.

“É uma questão interessante. Por um lado, com o envelhecimento, aumenta a possibilidade de a pessoa apresentar doenças como hipertensão, diabetes ou problemas cardiovasculares, que podem aumentar os riscos da cirurgia e da própria doação.”

A decisão, de acordo com Freitas, é baseada não apenas em números e envolve o estado geral de saúde, a expectativa de vida, a possibilidade de a pessoa permanecer saudável com um único rim e também se os riscos da cirurgia são aceitáveis. “Envolve uma avaliação completa do doador”.

“Ao mesmo tempo, também avaliamos o receptor e o próprio órgão que será doado, verificando se ele apresenta condições adequadas para o transplante e se há uma boa perspectiva de funcionamento prolongado após a cirurgia. Em resumo, precisamos encontrar equilíbrio: garantir que a doação seja segura para quem doa e que o órgão ofereça uma boa perspectiva para quem recebe.”

O médico reforçou que, de maneira isolada, a idade avançada não representa exclusão automática para a doação em vida, mas, à medida em que uma pessoa envelhece, há maior probabilidade de desenvolver quadros como hipertensão, diabetes ou alterações da função renal, exigindo investigação detalhada.

“É verdade que, com o envelhecimento, aumenta a frequência de algumas doenças que podem contraindicar a doação. Mas, quando essas doenças estão ausentes, associado à função renal adequada, e a avaliação médica demonstra que o indivíduo apresenta boas condições para o procedimento, ela pode ser uma doadora.”

 

ANNA RUTH DANTAS

Essa publicação é um oferecimento

DROGARIA POUPE JÁ

Saúde

Anvisa aprova remédio oral contra câncer de mama avançado com mutação no gene ESR1

24/09/2026


 

Um novo remédio oral para câncer de mama avançado ou metastático foi liberado para venda no Brasil. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou na segunda-feira 21 o registro do Etcamah, tratamento voltado a um grupo específico de tumores: aqueles que dependem do estrogênio para crescer.

O registro da Anvisa é a autorização para vender o produto no país; não define, sozinho, se e quando ele chega à rede pública. De nome científico camizestranto — Etcamah é a marca com que chega às farmácias —, o medicamento pertence a uma geração de terapias classificadas como degradadoras seletivas do receptor de estrogênio. Em vez de agir de forma ampla sobre a doença, o remédio mira uma característica presente nas células do tumor.

 

Como o remédio age

Em certos tipos de câncer de mama, o estrogênio funciona como combustível. O Etcamah trava o receptor desse hormônio e ainda provoca a degradação dele, o que derruba a capacidade do estrogênio de estimular o crescimento das células doentes.

A indicação, porém, não vale para todos os casos. O alvo são os tumores que reúnem três características: receptor de estrogênio positivo (ER+), HER2 negativo e mutação no gene ESR1. A autorização da Anvisa alcança as pacientes que ficam dentro desses critérios.

Essa mutação costuma aparecer ao longo do tratamento com terapia hormonal e está ligada ao desenvolvimento de resistência aos medicamentos endócrinos. Identificar a alteração molecular ajuda, por isso, a definir quem pode se beneficiar de uma troca de tratamento.

Essa publicação é um oferecimento

RÁDIO FAROL - TOUROS

Saúde

José Sarney recebe alta após três dias internado com pneumonia

16/09/2026


                                           Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

 

O ex-presidente José Sarney recebeu alta hospitalar na manhã desta quarta-feira (16). De acordo com um boletim médico, ele seguirá recebendo “acompanhamento ambulatorial, com cuidados domiciliares”.

Sarney estava internado desde o último domingo (13), no Maranhão, quando precisou de atendimento médico em decorrência de uma pneumonia.

Aos 96 anos, o ex-presidente precisou passar por tratamento com medicamentos administrados por via intravenosa.

 

José Sarney presidiu o Brasil entre 1985 e 1990.

 

Com informações da CNN

Essa publicação é um oferecimento

MARE MOVEIS TOUROS

Saúde

ALERTA: Estudo relaciona remédios para emagrecer a depressão e pensamentos suicidas

15/09/2026


                                                        Foto: Reprodução

 

Um estudo publicado na revista científica sul-coreana Korean Journal of Family Practice encontrou associação entre o uso de medicamentos prescritos para emagrecer e maiores chances de sintomas depressivos e pensamentos suicidas. A pesquisa, porém, não estabelece relação de causa e efeito e não avaliou especificamente as chamadas canetas emagrecedoras da classe GLP-1.

O levantamento analisou dados de 27.741 adultos na Coreia do Sul, dos quais 846 relataram uso de medicamentos para perder ou manter peso. Entre os usuários, 22,1% apresentaram sintomas depressivos, contra 11,4% entre quem não utilizava esses remédios. Pensamentos suicidas foram relatados por 9,9% dos usuários e 4,5% dos não usuários.

Após ajustes por fatores como idade, sexo, renda, escolaridade e estado civil, os pesquisadores identificaram entre os usuários chance 93% maior de sintomas depressivos e 2,68 vezes maior de pensamentos suicidas. Também houve associação com procura por aconselhamento de saúde mental, planejamento e tentativa de suicídio.

O estudo apontou ainda relação entre reganho de peso e problemas de saúde mental. Entre participantes que recuperaram 10 kg ou mais, a chance de relatar pensamentos suicidas foi 3,67 vezes maior na comparação com aqueles que ganharam entre 3 kg e menos de 6 kg.

Os próprios pesquisadores destacam limitações importantes: o estudo é observacional e transversal, não identificou quais medicamentos foram utilizados e não permite concluir que os remédios provoquem depressão ou comportamentos suicidas. Novos estudos serão necessários para investigar a relação.

 

Com informações do Metrópoles

Essa publicação é um oferecimento

101 FM

Saúde

Pílula contra câncer de pâncreas que fez médicos chorarem é aprovada nos EUA

27/08/2026


 

A pílula contra o câncer de pâncreas que fez médicos chorarem e levantou a plateia no maior congresso de oncologia do mundo foi aprovada nesta quarta-feira (26) nos Estados Unidos.

A Food and Drug Administration (FDA), agência reguladora americana, autorizou o uso do daraxonrasib, vendido no país com o nome comercial Rasonque, para determinados pacientes adultos com câncer de pâncreas metastático.

Em junho, os resultados do medicamento haviam provocado uma rara ovação durante a sessão plenária da American Society of Clinical Oncology (ASCO), em Chicago.

Na ocasião, médicos se levantaram para aplaudir os dados de um estudo de fase 3 com 500 pacientes. O tratamento praticamente dobrou a sobrevida mediana em comparação com a quimioterapia.

Essa publicação é um oferecimento

Open Master - Agência de Desenvolvimento Web

Saúde

Dia D da Multivacinação acontece neste sábado em todo o Brasil

22/08/2026


 

Crianças e adolescentes menores de 15 anos devem procurar uma unidade básica de saúde (UBS) ou outro ponto de vacinação neste sábado (22), durante o Dia D da Campanha Nacional de Multivacinação 2026. A mobilização tem como objetivo atualizar a caderneta de vacinação e ampliar a cobertura vacinal no país.

A campanha começou em 3 de agosto e segue até 1º de setembro, com a oferta de 20 vacinas do Calendário Nacional de Vacinação, conforme a faixa etária, o histórico vacinal e as indicações de cada imunizante.

Entre as vacinas disponíveis estão BCG, hepatite B, poliomielite, rotavírus, pneumocócicas, meningocócicas, influenza, covid-19, febre amarela, tríplice viral, varicela, DTP, hepatite A, HPV e dengue.

 

Nova vacina contra o pneumococo

Uma das novidades desta edição é a oferta da vacina pneumocócica 20-valente (pneumo 20), que amplia a proteção contra doenças provocadas pelo pneumococo, incluindo pneumonias e meningites. O imunizante é indicado para crianças menores de 5 anos.

 

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, convocou as famílias para participarem da mobilização e destacou a necessidade de recuperar as coberturas vacinais do calendário infantil.

 

“Não deixem que as notícias falsas coloquem em risco a saúde das nossas crianças”, afirmou Padilha.

 

Vacinação contra o sarampo

A campanha também reforça a vacinação contra o sarampo, diante do aumento de casos na Região das Américas e do registro de casos importados no Brasil.

O Ministério da Saúde mantém a estratégia de vacinação indiscriminada contra a doença para pessoas de 6 meses a 59 anos em Guarulhos, São Bernardo do Campo e na capital paulista.

Entre 3 e 14 de agosto, mais de 529,8 mil doses da vacina tríplice viral foram aplicadas nos três municípios. Desse total, 87,2 mil foram destinadas a crianças de 5 a 11 anos.

 

Dia D em Natal

Em Natal, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) também realiza neste sábado o Dia D da campanha. A abertura oficial será às 9h, na Unidade de Saúde Mãe Luiza.

 

As salas de vacinação funcionarão das 8h às 12h, enquanto 20 unidades terão atendimento ampliado até as 16h. Também haverá pontos extras no Midway Mall e no Partage Norte Shopping, das 10h às 15h.

 

A SMS orienta as famílias a verificarem a situação vacinal, principalmente em relação ao sarampo. Em Natal, a imunização contra a doença é feita com a tríplice viral, que também protege contra caxumba e rubéola.

Segundo dados do LocalizaSUS consultados em 11 de agosto, a cobertura da primeira dose entre crianças de 1 ano em Natal era de 78,71%, enquanto a segunda dose alcançava 59,88%.

 

Leia: Natal terá Dia D de Multivacinação neste sábado (22)

 

Unidades com horário ampliado em Natal

Distrito Leste: UBS São João, UBS Lagoa Seca, UBS Alecrim e Unidade Mista de Mãe Luiza.

 

Distrito Norte I: USF Vista Verde, USF Nova Natal, UBS Pajuçara e USF África.

 

Distrito Norte II: USF Vale Dourado, USF Igapó, USF Soledade II e USF Potengi.

 

Distrito Oeste: USF Dix-Sept Rosado, UBS Esperança, Unidade de Saúde Felipe Camarão III e USF Bom Pastor.

 

Distrito Sul: UBS Mirassol, UBS Pirangi, USF Ponta Negra e USF Enf. Rosângela Lima.

 

Além das unidades de saúde, os pontos de vacinação do Midway Mall e do Partage Norte Shopping funcionarão das 10h às 15h.

 

A campanha tem como objetivo recuperar as coberturas vacinais e garantir a proteção contra doenças como meningites, tuberculose e cânceres associados à infecção pelo HPV. Até quarta-feira (18), o Ministério da Saúde havia distribuído mais de 180 milhões de doses para garantir a vacinação em todo o país ao longo do ano.

 

 

98 FM NATAL

Essa publicação é um oferecimento

101 FM

Saúde

Doadores regulares poderão continuar doando sangue após os 70 anos

13/08/2026


                                                                reprodução

 

Doadores de sangue poderão continuar doando após os 70 anos de idade, desde que estejam saudáveis e sejam considerados aptos na avaliação clínica. A mudança faz parte do novo regulamento técnico da hemoterapia no Brasil e elimina a idade máxima para doadores regulares.

A nova regra foi estabelecida pela Portaria GM/MS nº 11.685/2026, publicada em 3 de julho, e entra em vigor em outubro. O objetivo é ampliar a quantidade de doadores e adaptar os critérios ao aumento da expectativa de vida, mantendo a segurança de quem doa e de quem recebe o sangue.

 

Novos prazos para doação

O regulamento também reduz o período de espera para alguns procedimentos. Após endoscopia ou uso de anabolizantes sem prescrição médica, por exemplo, o prazo passa de seis para quatro meses.

Para tatuagem, maquiagem definitiva e procedimentos como botox, preenchimento e microagulhamento, a doação poderá ocorrer após sete dias, desde que o procedimento tenha sido realizado em local que siga as normas de segurança. Caso não seja possível avaliar essas condições, o prazo será de quatro meses.

 

No caso de piercing na boca ou na região genital, a doação poderá ser feita quatro meses após a retirada.

 

Mais segurança nas transfusões

O Brasil também passou a exigir o teste de malária em 100% das triagens de sangue. O NAT Plus, desenvolvido por Bio-Manguinhos/Fiocruz, já identifica HIV e hepatites B e C e agora também detecta o parasita causador da malária.

Com a mudança, pessoas que tiveram exposição em áreas de risco para malária terão prazo de impedimento de 30 dias, em situações previstas pela regulamentação. Antes, o período poderia chegar a 12 meses.

O novo regulamento ainda adota o padrão internacional ISBT 128 para identificar bolsas e amostras de sangue, reforçando a rastreabilidade e reduzindo riscos de erros.

 

Plaquetas poderão durar mais

O prazo de validade das plaquetas poderá aumentar de cinco para até sete dias, desde que sejam cumpridos os controles de qualidade exigidos. A medida pode reduzir perdas e ampliar a disponibilidade desse componente usado em tratamentos de câncer, quimioterapia e doenças hematológicas.

 

Doação continua necessária

Em 2025, o SUS registrou 3.264.138 coletas de sangue, o equivalente a 15,29 doações por mil habitantes. Para doar, é necessário estar em boas condições de saúde, pesar pelo menos 50 quilos, estar descansado e alimentado e apresentar documento oficial com foto. Adolescentes a partir de 16 anos também podem doar, mediante autorização do responsável.

Os interessados devem procurar o hemocentro mais próximo para verificar os horários e passar pela triagem de saúde antes da doação.

 

 

ANNA RUTH DANTAS

Essa publicação é um oferecimento

DROGARIA POUPE JÁ

Saúde

Farmácia Popular pode oferecer exames e testes rápidos

13/08/2026


 

Uma nova regulamentação do Programa Farmácia Popular, publicada esta semana, prevê a modernização tecnológica, a ampliação do acesso e a melhoria do monitoramento do serviço.

Em nota, o Ministério da Saúde informou que um grupo de trabalho vai discutir a oferta de exames de sangue e urina, testes rápidos, teleatendimento e monitoramento terapêutico.

Segundo a pasta, também será avaliado o credenciamento de unidades em áreas vulneráveis, considerando critérios como densidade demográfica e priorizando periferias de grandes centros.

Para locais com maior dificuldade logística, como regiões ribeirinhas, será estudada a possibilidade de estruturas alternativas para assistência, como unidades volantes ou avançadas de atendimento.

Ainda de acordo com o ministério, o uso de inteligência artificial poderá permitir a identificação de pacientes por meio de biometria e reconhecimento facial, reforçando o combate a fraudes no programa.

Essa publicação é um oferecimento

Open Master - Agência de Desenvolvimento Web

Saúde

Sarampo volta a preocupar e RN reforça importância da vacinação após surto em SP

11/08/2026


 

A identificação de novos casos de sarampo no Brasil em 2026, com um surto ativo em São Paulo, acendeu um alerta. Diante desse cenário, o Rio Grande do Norte reforça a necessidade de que a população mantenha a vacinação contra a doença em dia, especialmente porque o estado ainda registra baixa cobertura vacinal, o que o torna suscetível a casos importados e relacionados à importação do vírus.

No Rio Grande do Norte, os dados de cobertura vacinal demonstram que um número significativo de pessoas permanece suscetível à doença. Entre crianças menores de dois anos, a cobertura registrada é de 84,73% para a primeira dose (D1) e de apenas 67,26% para a segunda dose (D2) da vacina tríplice viral.

Esses indicadores estão abaixo do nível necessário (cobertura de 95%) para garantir uma proteção coletiva adequada e evidenciam a importância de intensificar a busca pela vacinação e a atualização das cadernetas.

A recomendação é que a população de 12 meses a 59 anos de idade procure uma unidade de vacinação para verificar sua situação vacinal e, quando houver indicação, receber a vacina contra o sarampo, conforme as orientações do Programa Nacional de Imunizações.

Para adolescentes e adultos, a situação vacinal deve ser avaliada individualmente. Pessoas de 12 meses a 29 anos sem vacinação ou sem comprovação adequada devem receber duas doses, enquanto as de 30 a 59 anos devem receber pelo menos uma dose, de acordo com o histórico vacinal.

 

Casos em São Paulo

No Brasil, foram confirmados 24 casos de sarampo em 2026. Entre junho e julho, um surto ativo foi registrado no estado de São Paulo, com 21 casos concentrados nos municípios de São Paulo, São Bernardo do Campo e Guarulhos. Os demais casos identificados no início do ano foram encerrados sem risco de transmissão. O cenário está associado à introdução do vírus e à intensa mobilidade de pessoas, incluindo o fluxo internacional de viajantes.

A situação levou o Ministério da Saúde a ampliar a recomendação de vacinação nos municípios de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo, orientando a vacinação indiscriminada contra o sarampo para pessoas de 6 meses a 59 anos durante a Campanha de Multivacinação.

 

Sarampo: doença altamente transmissível

O sarampo é uma doença viral altamente transmissível e pode se espalhar rapidamente entre pessoas não imunizadas. A principal medida de prevenção é a vacinação.

O Brasil conseguiu eliminar a circulação endêmica do sarampo e recebeu novamente, em novembro de 2024, a certificação de eliminação da doença. Entretanto, a manutenção desse status depende de altas coberturas vacinais, vigilância epidemiológica ativa e resposta rápida diante da identificação de casos.

A população do Rio Grande do Norte deve procurar uma unidade de saúde, levar a caderneta de vacinação e verificar se está protegida. Quem não possui registro vacinal ou apresenta esquema incompleto deve receber a vacina conforme as recomendações vigentes.

A vacinação contra o sarampo é gratuita pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e está disponível na rede pública de saúde. Manter a caderneta atualizada é uma responsabilidade individual e, ao mesmo tempo, uma importante estratégia coletiva para impedir a reintrodução e a disseminação do vírus no Rio Grande do Norte.

 

TRIBUNA DO NORTE

Essa publicação é um oferecimento

Open Master - Agência de Desenvolvimento Web

Saúde

Anvisa libera Shopee para anunciar e vender medicamentos na plataforma

08/08/2026


A autorização, porém, não permite que a Shopee venda medicamentos de forma irrestrita. Foto: Freepik

 

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) revogou a proibição que impedia a Shopee de anunciar e comercializar medicamentos em sua plataforma. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) nesta quinta-feira (6).

A medida ocorreu após uma mudança na legislação brasileira, que passou a permitir que farmácias e drogarias licenciadas utilizem plataformas de comércio eletrônico para realizar a logística e a entrega de produtos aos consumidores.

A autorização, porém, não permite que a Shopee venda medicamentos de forma irrestrita. A comercialização continua condicionada às regras sanitárias e deve ocorrer por meio de farmácias e drogarias devidamente licenciadas.

 

O que pode ser vendido

A liberação também não vale para qualquer produto anunciado como medicamento. Somente itens regularizados junto à Anvisa podem ser comercializados.

Produtos sem registro ou anúncios que atribuam propriedades terapêuticas falsas continuam proibidos. Nesses casos, a plataforma pode remover o anúncio e bloquear a conta do vendedor.

 

Mudança na legislação

A alteração foi estabelecida pela Lei nº 15.357, sancionada em 20 de março deste ano. A norma autorizou a instalação de farmácias e drogarias em supermercados e permitiu a comercialização de produtos tanto nos estabelecimentos físicos quanto pelos canais virtuais.

A lei também acrescentou um parágrafo ao artigo 6º da Lei nº 5.991/1973, que regulamenta o comércio de medicamentos no país.

Com a mudança, farmácias e drogarias regularmente licenciadas podem contratar canais digitais e plataformas de comércio eletrônico para serviços de logística e entrega. A atividade, no entanto, deve seguir as normas sanitárias em vigor.

Essa publicação é um oferecimento

DROGARIA POUPE JÁ

Saúde

Julho Verde: Liga Contra o Câncer chama atenção para primeiros sinais do câncer de cabeça e pescoço

07/07/2026


                                                    Dra. Isabel - Foto: Divulgação

 

O Rio Grande do Norte deve registrar cerca de 740 novos casos de câncer de cabeça e pescoço em 2026, segundo estimativas do Instituto Nacional de Câncer (INCA). Diante desse cenário, a Liga Contra o Câncer aproveita a campanha Julho Verde para reforçar a importância da prevenção e do diagnóstico precoce, fundamentais para aumentar as chances de cura e reduzir as sequelas da doença.

De acordo com a médica Isabel Almeida, coordenadora do setor de Cirurgia de Cabeça e Pescoço da Liga Contra o Câncer, esse grupo reúne tumores que acometem a cavidade oral, orofaringe, hipofaringe, nasofaringe, laringe, cavidade nasal, seios paranasais, glândulas salivares e tireoide.

Ela destaca que o câncer da cavidade oral está entre os mais incidentes na população masculina do Rio Grande do Norte, o que reforça a necessidade de ampliar a conscientização sobre os fatores de risco e os sinais de alerta.

“Feridas na boca que não cicatrizam, rouquidão persistente, dor de garganta, dificuldade para engolir, caroço no pescoço, manchas na boca, sangramentos, perda de peso sem causa aparente e mau hálito persistente são sintomas que merecem atenção e devem ser investigados”, explica a especialista.

Segundo Isabel Almeida, a persistência desses sinais por mais de duas semanas é um indicativo para procurar avaliação médica ou odontológica. “Quanto mais cedo o diagnóstico é realizado, maiores são as chances de cura e menos agressivo tende a ser o tratamento”, reforça.

A médica destaca ainda que a prevenção passa pela adoção de hábitos saudáveis, como não fumar, evitar o consumo excessivo de bebidas alcoólicas, manter uma boa higiene bucal, ter uma alimentação equilibrada, utilizar proteção solar nos lábios, manter a vacinação contra o HPV em dia e realizar consultas médicas e odontológicas regularmente.

 

A Liga Contra o Câncer

 

Instituição filantrópica, a Liga Norte-Riograndense Contra o Câncer é responsável por atender 65% da demanda oncológica do Rio Grande do Norte, sendo 70% dos pacientes provenientes do Sistema Único de Saúde.

Com sete unidades assistenciais em funcionamento, sendo quatro em Natal (Cecan, Policlínica, Hospital Dr. Luiz Antônio e Unidade de Oncologia Pediátrica) e três no interior (Hospital de Oncologia do Seridó, Centro de Diagnóstico e Ensino no Seridó e Centro de Diagnóstico e Ensino do Vale do Açu), a Liga é o único Centro de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia do estado, oferecendo uma assistência integral ao paciente oncológico, desde o diagnóstico até o cuidado paliativo.

Além dos serviços assistenciais, a instituição também conta com uma casa de acolhimento para pacientes e é referência em ensino, pesquisa e inovação, estando em 6º lugar no ranking dos principais centros de pesquisa do país, segundo relatório da Anvisa.

Essa publicação é um oferecimento

MARE MOVEIS TOUROS

Saúde

Ministério Saúde inaugura a primeira UTI inteligente do SUS

29/06/2026


 

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, inaugurou, neste sábado (27/6), a primeira Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Inteligente do SUS. A iniciativa foi lançada no Hospital Universitário Clementino Fraga Filho, no Rio de Janeiro, e marca o início da Rede Nacional de UTIs Inteligentes e da transformação digital da atenção hospitalar, com sistemas mais avançados, tecnologias de conectividade e inteligência de dados assistenciais para ajudar os profissionais na tomada de decisões que podem salvar vidas.

Essa é uma inovação que coloca o SUS no mesmo nível de grandes instituições de referência da Europa e da Ásia, com atendimento 100% gratuito.

“Hoje estamos dando mais um passo para que o SUS e a universidade pública brasileira liderem a revolução tecnológica e digital. A integração dos dados dos monitores permite identificar precocemente sinais de melhora ou de agravamento do quadro clínico, possibilitando intervenções mais rápidas, com ajustes na conduta e no tratamento antes que o paciente apresente uma piora. Com isso, aumentamos as chances de recuperação, reduzimos o tempo de permanência na UTI, ampliamos a rotatividade dos leitos e diminuímos a espera de quem precisa de atendimento”, explicou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

Com investimento de mais de R$ 180 milhões, as novas tecnologias avisam quando o paciente piora, usam inteligência artificial (IA) para prever riscos e priorizar atendimentos, e mostram os dados mais importantes diretamente no prontuário. Além disso, ambulâncias 5G transmitirão os sinais vitais em tempo real para acelerar o atendimento pré?hospitalar. Também serão adotadas cirurgia robótica, medicina de precisão e análises por IA para melhorar resultados e eficiência.

A unidade carioca é a primeira das sete instituições selecionadas para a fase inicial do projeto, que também contempla hospitais de referência no Amazonas, Distrito Federal, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco e Porto Alegre. Nesta etapa, serão conectados 60 leitos de terapia intensiva em todo o país, com 10 leitos em cada hospital participante.

A inauguração no Hospital Universitário Clementino Fraga Filho marca mais uma etapa da modernização da rede pública de saúde e deve servir como modelo para a expansão dessa estratégia em todo o país. Depois da validação da primeira fase, o Ministério da Saúde prevê a ampliação da rede para 280 leitos inteligentes em 14 UTIs, em 13 estados brasileiros:

Essa publicação é um oferecimento

101 FM

Primeira páginaAnterior Próxima Última página