Economia
Fevereiro seguirá com bandeira tarifária verde na conta de luz, diz Aneel
31/01/2026

Foto: reprodução
Agência Brasil
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) confirmou nesta sexta-feira (30) a manutenção da bandeira tarifária no mês de fevereiro. Com isso, não haverá cobrança de custos adicionais na fatura de energia do consumidor.
“De um modo geral, as chuvas foram mais favoráveis nos últimos 15 dias de janeiro, em relação à primeira quinzena desse mês, havendo uma recuperação do nível dos reservatórios das usinas nas regiões Sudeste, Centro-Oeste, Nordeste e Norte. Dessa forma, não será necessário despachar as usinas termelétricas mais caras”, disse a Aneel.
Pelo calendário divulgado pela agência reguladora, no dia 27 de fevereiro sairá a definição sobre a bandeira a ser aplicada em março.
Custos extras
Criado em 2015 pela Aneel, o sistema de bandeiras tarifárias reflete os custos variáveis da geração de energia elétrica. Divididas em cores, as bandeiras indicam quanto está custando para o Sistema Interligado Nacional (SIN) gerar a energia usada nas residências, em estabelecimentos comerciais e nas indústrias.
A cada mês, as condições de operação do sistema de geração de energia elétrica são reavaliadas pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), que define a melhor estratégia de geração de energia para atendimento da demanda e traça uma previsão de custos a serem cobertos pelas Bandeiras.
Portanto, as cores das bandeiras tarifárias são definidas a partir da previsão de variação do custo da energia em cada mês. Quando a conta de luz é calculada pela bandeira verde, não há nenhum acréscimo. Quando são aplicadas as bandeiras vermelha ou amarela, a conta sofre acréscimo a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumido.
Anualmente, ao final do período úmido, em abril, a Aneel define o valor das Bandeiras Tarifárias para o ciclo seguinte.
Fonte: Agência Brasil
Essa publicação é um oferecimento
FPM: R$ 7,3 bilhões serão partilhados entre os municípios brasileiros, nesta sexta-feira (30)
28/01/2026

Imagem: Brasil 61
Brasil 61
O valor referente à terceira parcela de janeiro de 2026 do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) é cerca de 12% maior do que o registrado no mesmo período do ano passado.
Nesta sexta-feira (30), as prefeituras vão receber R$ 7,3 bilhões em repasses da União. Em 2025, o montante transferido no mesmo decêndio foi de R$ 6,5 bilhões.
No Nordeste, o estado que receberá o maior valor a ser partilhado entre suas cidades é a Bahia, com um total de R$ 586 milhões distribuídos entre municípios como Vitória da Conquista, Lauro de Freitas e Jequié.
No entanto, o maior volume entre todos os estados ainda será destinado a São Paulo, cujos municípios vão partilhar R$ 902 bilhões. Entre as cidades paulistas que recebem os maiores repasses estão São Bernardo do Campo, Santos e Ribeirão Preto, cada uma com R$ 3,9 milhões.
O especialista em orçamento público Cesar Lima considera este início de ano positivo em relação ao FPM, já que os três decêndios de janeiro registraram avanço em relação ao mesmo mês de 2024. Segundo ele, esse cenário está associado à melhora na empregabilidade, mas ainda é preciso observar algumas mudanças previstas para este ano, como a nova tabela do Imposto de Renda.
“Nós temos uma boa condição de empregabilidade no país e isso contribui muito para o Imposto de Renda, que é o principal componente do FPM. Vamos aguardar também a questão do impacto da mudança de legislação em relação a isenções do Imposto de Renda, verificar como isso vai se comportar nos próximos meses e saber concretamente como vai ficar a situação dos municípios nesse caso”, destaca.
Fonte: Brasil 61
Essa publicação é um oferecimento
RN é o terceiro estado do NE com maior percentual da população endividada
27/01/2026

O Rio Grande do Norte é o terceiro estado da região Nordeste com o maior percentual da população adulta endividada. Em dezembro de 2025, 49,65% desse público possuía alguma dívida, o que representa cerca de 1,24 milhão de pessoas. No comparativo com o mesmo período do ano anterior, quando o nível de endividamento foi de 45,65%, houve um aumento de quatro pontos percentuais. Os dados são do Mapa da Inadimplência no Brasil, realizado pela Serasa.
Na região Nordeste, o percentual de endividamento do Rio Grande do Norte perdeu apenas para o registrado no Ceará (51,55%) e em Pernambuco (50,25%). Na sequência, aparecem Alagoas (47,32%), Maranhão (46,06%), Paraíba (44,33%), Bahia (44,07%), Sergipe (44,04%) e Piauí (40,08%).
No Brasil, o último balanço do Serasa aponta que 81,2 milhões de pessoas estavam endividadas no país em dezembro de 2025. No recorte das dívidas, a inadimplência junto a bancos e cartão de crédito lidera com 26,1%, seguida das contraídas com necessidades básicas (ex: conta de água e luz) e as financeiras (19,6%).
O economista Ricardo Valério, superintendente do Conselho Regional de Economia do Rio Grande do Norte (Corecon/RN), aponta que o crescimento no endividamento no Estado seguiu uma tendência nacional, sendo estimulado pela alta taxa Selic, em 15%, e a facilidade no acesso ao crédito pelos potiguares.
Ele aponta, por outro lado, que alguns fatores pontuais também podem ter favorecido o crescimento em dezembro. É o caso das despesas com Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU), Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), matrícula e material escolar das crianças.
“No Rio Grande do Norte, temos ainda as temporadas para quem pode veranear ou ainda curtir nosso verão pelas praias, o que gera gastos extras”, completa o economista.
O especialista em educação financeira da Serasa, Rodrigo Costa, também atribui o cenário à alta taxa de juros e afirma que a elevação está dentro do observado em toda série histórica da entidade. De acordo com ele, desde dezembro de 2024, a Selic apresentou aumentos que foram acompanhados pelo crescimento na inadimplência.
“Isso chega no bolso do consumidor, uma vez que a cesta básica, por exemplo, fica mais cara e a conta de energia flutua por conta dos impostos. Então, mesmo com o desemprego tendo apresentado uma melhora em 2025, ou seja, mais pessoas estão com acesso à renda, o custo de vida ainda é um desafio”, completa.
De acordo com Rodrigo Costa, diante da dificuldade financeira, muitas pessoas acabam cometendo o erro de enxergar no cartão de crédito uma “extensão da própria renda”. O problema é que quando a fatura não é paga integralmente, por exemplo, os juros rotativos vão se acumulando e elevando o valor da dívida. Outro risco está na realização de novos empréstimos para arcar com as contas.
No recorte por faixa etária, o Mapa da Inadimplência no Brasil aponta que a maior parte da população endividada se concentra na faixa etária entre 41 e 60 anos (35,6%), seguida pelos grupos de 26 a 40 anos (33,4%). Segundo Ricardo Valério, o perfil no Rio Grande do Norte acompanha a média nacional. Ele acrescenta que, no caso do público mais jovem, esse crescimento pode estar associado aos novos formatos de trabalho.
O superintendente do Corecon-RN aponta que a prestação de serviços por meio de contratos via Pessoa Jurídica tem sido cada vez mais comum nessa faixa etária, o que gera uma instabilidade na receita orçamentária. Isso porque, enquanto em alguns meses os contratos podem ser mais recorrentes, em outros a remuneração pode ficar abaixo do esperado.
Embora a taxa Selic esteja fixada em 15%, indicando um sinal de estabilidade, Rodrigo Costa aponta que é essencial que os cidadãos continuem tendo cautela para não exceder as despesas mensais ou utilizar o cartão de crédito para produtos não essenciais.
O ideal, de acordo com o especialista, é priorizar o pagamento à vista e evitar o parcelamento de longo prazo. “Mas, se for parcelar, é importante fazer os cálculos para verificar se a parcela cabe dentro do orçamento do mês e não comprometer as contas básicas do dia a dia”, ressalta Rodrigo.
Já Ricardo Valério esclarece que, na hora de encarar as dívidas, o ideal é priorizar o pagamento daquelas com juros maiores, como as com cartão de crédito e cheque especial. Isso porque, apesar da expectativa de redução gradual da taxa de juros ao longo do ano, essa baixa deve começar somente após o carnaval. Ele destaca ainda a necessidade de realização do planejamento financeiro ou de ajustes para quem já se programou para este ano.
TRIBUNA DO NORTE
Essa publicação é um oferecimento
Petrobras reduz preço da gasolina para distribuidoras em 5,2%
26/01/2026

A Petrobras anunciou, nesta segunda-feira (26), que reduzirá seus preços de venda de “gasolina A” para as distribuidoras em 5,2% a partir desta terça-feira (27). Assim, o preço médio de venda da empresa para as distribuidoras será de R$ 2,57 por litro, o que representa uma redução de R$ 0,14 por litro. É a primeira redução do valor do combustível em 2026. Com informações do Metrópoles.
Desde dezembro de 2022, os preços de gasolina para as distribuidoras foram reduzidos em R$ 0,50/litro. Considerando a inflação do período, essa redução equivale a 26,9%.
Na nota em que anunciou a redução no preço da gasolina, a Petrobras também se pronunciou sobre o preço do diesel.
“Para o diesel, neste momento, a Petrobras está mantendo seus preços de venda para as companhias distribuidoras. Desde dezembro de 2022, a redução acumulada nos preços de diesel para as companhias distribuidoras, considerando a inflação, é de 36,3%”, afirmou a companhia na nota.
A redução no preço da gasolina tem relação com a defasagem acumulada em comparação aos valores praticados no exterior.
O último recuo no preço da gasolina foi realizado em outubro do ano passado. À época, a Petrobras diminuiu em 4,9% o valor cobrado pelo produto. A retração no preço por litro foi de R$ 0,14.
O preço médio de revenda da gasolina comum no Brasil ficou em R$ 6,32 de 11 a 17 de janeiro de 2026, conforme indicam os dados pesquisados pela Agência Nacional de Petróleo (ANP). O preço, no entanto, variava de R$ 5,09 a R$ 9,29.
No período, a gasolina aditivada custava, em média, R$ 6,55. O preço, no entanto, variava de R$ 5,49 a R$ 9,69. O valor médio praticado no Brasil pesquisado pela ANP mais recente, referente ao período de 18 a 24 de janeiro deste ano, será divulgado nesta segunda.
Preço ao consumidor
A redução anunciada pela Petrobras não significa, necessariamente, queda imediata nos preços cobrados nos postos. Isso porque o valor final ao consumidor depende de outros componentes, como tributos estaduais e federais, margens de distribuição e revenda, além dos custos logísticos de cada região.
Inflação
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apurou, na inflação referente a dezembro de 2025, que o preço dos combustíveis aumentou 0,45% em dezembro. Em novembro, houve um recuo de 0,32%.
Em dezembro de 2025, as variações dos preços dos combustíveis foram as seguintes:
- etanol: 2,83%
- gás veicular: 0,22%
- gasolina: 0,18%
- óleo diesel: -0,27%
96 FM NATAL
Essa publicação é um oferecimento
Inadimplência atinge mais de 1,2 milhão de potiguares, terceiro maior índice do NE
24/01/2026

Foto: Divulgação
Cerca de 1,24 milhão de potiguares encerraram 2025 com algum tipo de dívida em atraso. Dados do Mapa da Inadimplência no Brasil, da Serasa, indicam que 49,65% da população adulta do Rio Grande do Norte estava inadimplente em dezembro, acima dos 45,65% registrados no mesmo mês de 2024. A variação representa 100 mil novos inadimplentes em 12 meses.
O número ajuda a dimensionar o impacto das dívidas sobre o orçamento das famílias no estado. A virada do ano costuma concentrar despesas obrigatórias, como impostos, material escolar e reajustes de serviços, o que tende a aumentar a pressão financeira sobre quem já enfrenta dificuldades para manter as contas em dia.
Além do crescimento no total de inadimplentes, o levantamento detalha a composição dessas dívidas. Bancos e cartões de crédito concentram 26,1% dos débitos, seguidos por contas básicas, como água, luz e gás (22,1%), e por financeiras (19,6%). O valor médio de cada dívida é de R$ 1.593,27, indicador que ajuda a explicar a dificuldade de regularização para parte dos consumidores sem um planejamento financeiro estruturado.
O cenário observado no estado acompanha uma tendência nacional. Em dezembro, o Brasil chegou a 81,2 milhões de inadimplentes, o maior número já registrado na série histórica, após 12 meses consecutivos de alta. A maior concentração de pessoas com o nome negativado está na faixa etária entre 41 e 60 anos (35,6%), seguida pelos grupos de 26 a 40 anos, acima de 60 anos e jovens entre 18 e 25 anos.
Para o consultor de negócios da Central Sicredi Nordeste, Erli Bandeira, os números reforçam a importância da organização financeira como ponto de partida para a reversão do endividamento. “Quando o consumidor entende exatamente quanto ganha, quanto gasta e onde estão os principais compromissos financeiros, ele passa a ter condições reais de tomar decisões mais equilibradas e evitar o acúmulo de novas dívidas”, afirma.
Segundo o especialista, outro aspecto relevante é a definição de prioridades. “Não é possível resolver tudo de uma vez. Priorizar dívidas com juros mais altos, renegociar prazos e valores e, ao mesmo tempo, criar o hábito de guardar pequenas quantias mensalmente já produz efeito. Mesmo valores baixos, quando organizados, ajudam a reduzir a dependência do crédito”, diz Erli.
Bandeira destaca que, para quem busca avançar na regularização das contas para uma estratégia de longo prazo, a divisão do orçamento pode ajudar. “No planejamento financeiro, uma referência bastante utilizada é a organização da renda em blocos percentuais. Um modelo simples é destinar cerca de 30% da renda para despesas essenciais, como moradia, água, luz e alimentação”, explica.
“Outros 30% podem ser direcionados a compromissos financeiros e objetivos, como pagamento de dívidas, educação ou aquisição de bens, enquanto os 40% restantes ficam para poupança, investimentos e despesas pessoais. Essa estrutura facilita o controle do orçamento e a visualização dos limites de gasto”, completa o consultor.
Essa publicação é um oferecimento
RN acelera vendas de veículos novos e cresce 2,6 vezes acima do Brasil
23/01/2026

As vendas de veículos novos no Rio Grande do Norte cresceram 20,62% em 2025, o que representa mais que o dobro da média nacional, segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). No ano passado, foram vendidos 67.351 veículos no estado, enquanto no ano anterior esse dado foi de 55.836. O crescimento foi puxado principalmente pelas motos, que responderam por 61,30% do total das vendas, com 41.288 unidades comercializadas em 2025.
O crescimento acumulado nas vendas do setor no estado no ano passado foi cerca de 2,6 vezes maior que a média nacional, que foi de 8,02%, o que correspondeu à comercialização de 5.124.544 unidades. No RN, apenas em dezembro foram vendidos 7.388 veículos novos, incluindo todas as categorias, o que corresponde a um crescimento de 44,83% ante o mesmo período de 2024, quando foram vendidos 5.101.
Em relação à alta participação do segmento de motos nas vendas do Rio Grande do Norte, o gestor da unidade da Nacional Veículos em Natal, Erick Guilherme, aponta que a acessibilidade financeira, “uberização”, mobilidade urbana e preços dos combustíveis são os principais fatores que levam os consumidores a investirem nesses veículos. “Tem muitas pessoas que trabalham por meio do Uber, seja na entrega de mercadorias, alimentação, entre outros [serviços]”, aponta.
Rodolfo Sales, gerente da Natal Veículos, observa, por outro lado, que o menor ticket médio e valores de entrada mais baixos, diante da Taxa Selic de 15%, podem explicar o protagonismo tanto das motos quanto dos veículos seminovos nas vendas. “Escolher ter uma mobilidade adquirindo um seminovo ou até mesmo uma moto é mais acessível”, ressalta.
Taxa Selic
O economista Ricardo Valério, superintendente do Conselho Regional de Economia do Estado (Corecon/RN), aponta que o aumento nas vendas, mesmo com a Taxa Selic fixada em 15% em 2025, pode ser explicado por fatores econômicos e sociais. É o caso da chamada “uberização”, com trabalhadores investindo na compra de veículos para realizarem corridas por aplicativo, e da necessidade de melhorar a própria mobilidade diante da precariedade do transporte público.
A necessidade de se locomover com maior praticidade, de acordo com ele, também pode ter contribuído para o aumento nas vendas de motos. “Fora isso, teve o barateamento de alguns carros elétricos que chegaram a um preço mais acessível no Brasil, além do crescimento bastante expressivo desse setor. Isso teve interferência e influência nesse volume de crescimento superior aos 20% nas vendas”, explica Ricardo Valério.
Novos lançamentos
Nas concessionárias de Natal, o crescimento é atribuído aos lançamentos desejados pelo mercado, além da qualidade e garantia dos novos produtos. É o que aponta Erick Guilherme, da Nacional Veículos. Entre os modelos que lideraram a procura do público, ele aponta o Volkswagen Tera, que é um SUV compacto, além do T-Cross.
Rodolfo Sales, da Natal Veículos, aponta ainda a migração dos condutores para os modelos SUV como determinante para o aumento nas vendas. Aliado a isso, ele esclarece que a chegada de marcas chinesas no Rio Grande do Norte favoreceu a entrada de modelos que se destacam pela tecnologia.
TRIBUNA DO NORTE
Essa publicação é um oferecimento
Piso do magistério é reajustado para R$ 5.130,63 com aumento de 5,4%
22/01/2026

reprodução
O piso salarial nacional dos profissionais do magistério público da educação básica foi reajustado para R$ 5.130,63, conforme Medida Provisória assinada nesta quarta-feira (21). O novo valor representa um aumento de 5,4% em relação ao piso anterior, que era de R$ 4.867,77, e vale para a rede pública em todo o país, considerando jornada de 40 horas semanais.
O percentual garante ganho real de 1,5% acima da inflação, uma vez que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) de 2025 foi de 3,9%. O piso salarial corresponde ao valor mínimo que deve ser pago aos professores no Brasil, com atualização anual prevista em legislação federal.
A lei define que o reajuste resulta da soma do INPC do ano anterior com 50% da média da variação percentual da receita real, também corrigida pelo INPC, referente às contribuições de estados, do Distrito Federal e dos municípios ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), apuradas nos cinco anos anteriores ao ano de referência.
O texto legal também estabelece que o percentual aplicado nunca seja inferior à inflação do ano anterior. Em 2024, seguindo o mesmo critério, o reajuste do piso foi de 6,27%.
As remunerações dos profissionais da educação básica são custeadas por estados e municípios com recursos do Fundeb, além das complementações financeiras da União. Por se tratar de Medida Provisória, o reajuste passa a valer imediatamente, mas ainda depende de aprovação do Congresso Nacional para conversão definitiva em lei.
A publicação da Medida Provisória está prevista para a edição do Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira (22).
ANNA RUTH DANTAS
Essa publicação é um oferecimento
Mega-Sena acumula e prêmio chega a R$ 41 milhões no concurso 2.960
16/01/2026

Nenhum apostador acertou as seis dezenas do concurso 2.960 da Mega-Sena, realizado na noite desta quinta-feira (15), no Espaço da Sorte, em São Paulo.
Os números sorteados foram: 03 – 13 – 15 – 16 – 46 – 47
O valor estimado para o próximo sorteio, no sábado (17), é de R$ 41 milhões.
A quina teve 46 apostas ganhadoras e cada uma receberá R$ 38.114,61. Outras 3.175 apostas fizeram a quadra e irão ganhar um prêmio de R$ 910,23 cada.
Fonte: Caixa
Essa publicação é um oferecimento
Crise na Venezuela dificulta negociação sobre tarifaço e desanima setores do RN
14/01/2026

Foto: José Aldenir/Agora RN
Mesmo com esforços de adaptação das empresas e apoio do governo estadual, setores estratégicos da economia do Rio Grande do Norte continuam pressionados pelo tarifaço imposto pelos Estados Unidos, em um ambiente externo que se tornou ainda mais adverso após a escalada da crise política na Venezuela.
A avaliação é do presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte (Fiern), Roberto Serquiz, para quem a retirada de Nicolás Maduro do poder, por ação apoiada pelo governo de Donald Trump, elevou de forma significativa o grau de dificuldade das negociações comerciais com Washington.
A situação se agravou com o posicionamento do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que se manifestou contra a ação militar na Venezuela e em desalinhamento com os Estados Unidos. “Esse novo arranjo geopolítico aumenta a incerteza e tende a travar ou, no mínimo, retardar negociações comerciais que já eram complexas”, afirma Serquiz. Para ele, ainda que a crise venezuelana não tenha relação direta com as tarifas, o ambiente político contamina o diálogo econômico.
No fim de novembro, Trump começou a aliviar o tarifaço aplicado sobre o Brasil. O receio agora é que as negociações esfriem com a oposição entre Brasil e EUA na crise da Venezuela.
Na prática, isso significa que segmentos relevantes da pauta exportadora potiguar — como pescados, sal marinho, confeitaria e ração para pets — seguem reféns das tarifas adicionais de até 50% impostas pelo governo americano. “Quando o cenário político fica mais tenso, o espaço para concessões diminui. E quem paga a conta são setores produtivos que dependem fortemente do mercado externo”, diz Serquiz.
Empresas recebem apoio
Apesar do quadro mais difícil, o Governo do Estado avalia que parte da competitividade foi preservada em 2025 graças a incentivos fiscais e à diversificação de mercados. Secretário adjunto da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico (Sedec), Hugo Fonseca, reconhece que os impactos persistem, sobretudo em pescados e sal, mas afirma que as empresas conseguiram se manter ativas no comércio internacional.
Apesar do tarifaço, o RN encerrou 2025 com um superávit comercial de US$ 649,6 milhões. O saldo positivo representa um crescimento de 18,7% em relação ao resultado observado em 2024.
O Panamá foi o principal destino das exportações potiguares, com US$ 468,4 milhões. Os EUA ficaram na 4ª posição, com US$ 91,2 milhões).
Entre as principais medidas adotadas para preservar o comércio exterior a partir do RN, estão a ampliação da desoneração do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), que pode chegar a 95%, e a antecipação de créditos fiscais. “Essas ações compensaram a perda de competitividade provocada pelo tarifaço. Sem isso, muitas empresas não conseguiriam manter preços no mercado americano”, afirma Fonseca.
Segundo ele, a expectativa inicial era apenas preservar o nível de exportações e os empregos, mas o desempenho acabou superando as projeções. Ainda assim, o setor de pescados segue como o mais sensível. A indústria de atum oceânico do Estado, altamente especializada, chegou a concentrar cerca de 80% do mercado americano e foi diretamente afetada pelo aumento das tarifas.
No caso do sal marinho, a estratégia tem sido reforçar o mercado interno para compensar perdas externas, enquanto confeitaria e ração para pets conseguiram preservar espaço nos EUA com apoio dos incentivos estaduais.
Para Serquiz, no entanto, o atual contexto internacional exige mudanças estruturais. Ele defende a aceleração da diversificação de mercados, com maior presença na Europa, Ásia e Oriente Médio, além de investimentos em certificações, padrões sanitários mais rigorosos e agregação de valor aos produtos. “Exportar apenas commodities aumenta a vulnerabilidade a decisões políticas externas”, avalia.
Paralelamente, empresas têm buscado ajustes logísticos, redução de custos operacionais e ganhos de eficiência para enfrentar um ambiente externo mais competitivo.
Ainda assim, a leitura predominante entre empresários é de cautela. “Com a crise na Venezuela, a postura de Lula e o endurecimento dos Estados Unidos, negociar ficou mais difícil. O momento exige menos dependência de decisões externas e mais estratégia, competitividade e articulação institucional”, resume Serquiz. Para ele, enquanto a tensão geopolítica persistir, os setores potiguares continuarão operando sob forte pressão no comércio internacional.
Paralelamente, o Governo do Estado intensificou a estratégia de diversificação geográfica. Em 2025, o Rio Grande do Norte abriu 14 novos mercados internacionais e lançou um programa de qualificação de exportadores em parceria com a ApexBrasil e o Sebrae, que já atraiu cerca de 50 empresas e deve preparar quase 70 novas para exportar a partir de 2026. Atualmente, cerca de 140 empresas potiguares exportam regularmente.
Agora RN
Essa publicação é um oferecimento
Etanol tem alta de 11,76% no RN, quase 13 vezes acima da média nacional
13/01/2026

Foto: reprodução
O preço do etanol registrou alta de 11,76% no RN no período mais recente analisado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). A informação é do portal Novo Notícias
O percentual é muito superior à média nacional, que ficou em 0,89% no mesmo intervalo. Os dados mostram que, em nível nacional, 20 estados apresentaram aumento no preço do combustível.
Outros cinco estados registraram redução, enquanto o Amazonas manteve estabilidade, sem variação no valor médio do etanol.
No comparativo direto, o reajuste observado no RN foi quase 13 vezes maior do que o registrado no conjunto do país, o que evidencia uma diferença relevante no comportamento dos preços, conforme divulgado pela 98 FM Natal.
De acordo com os números da ANP, o movimento nacional foi de leve elevação, enquanto no RN o aumento foi mais expressivo. O estado figura entre aqueles que apresentaram variação acima da média brasileira no período analisado.
O levantamento não detalha os fatores específicos que levaram ao aumento em cada unidade da federação, mas confirma que o reajuste no RN ocorreu de forma mais intensa do que na maior parte do país.
Fonte: Novo Notícias
Essa publicação é um oferecimento
Aposentados e pensionistas denunciam atraso no 13º e sindicatos organizam protesto
10/01/2026

O pagamento do 13º salário de 2025 pelo Governo do Rio Grande do Norte segue gerando repercussão. A finalização da gratificação, anunciada para essa sexta-feira (9), alcançou os servidores ativos, mas aposentados e pensionistas reclamaram ainda não terem recebido os valores, conforme denúncias a entidades sindicais. Diante desse cenário, inclusive, sindicatos estão organizando um protesto para a manhã da próxima segunda-feira (12), em frente à Governadoria.
Segundo o Sindicato dos Trabalhadores do Serviço Público da Administração Direta do Estado (Sinsp/RN), aposentados e pensionistas relataram ainda não terem recebido o pagamento. A presidente do Sinsp, Janeayre Souto, afirmou ainda que não foi dado prazo para a regularização.
A TRIBUNA DO NORTE procurou o Governo do Estado, por meio da assessoria de imprensa, nessa sexta-feira (9) para questionar sobre o pagamento do 13º salário de aposentados e pensionistas, mas não obteve resposta até a publicação desta matéria. O espaço segue aberto.
Em dezembro, o Governo do RN havia emitido nota anunciado o pagamento da gratificação natalina aos servidores públicos estaduais, incluindo ativos, aposentados e pensionistas, no mesmo dia: 9 de janeiro.
O protesto para a próxima segunda, em cobrança ao pagamento do 13º salário, incluía a confirmação de participação de nove sindicatos até a manhã deste sábado (10): Sinsp, Sinai, Sindsaúde, Sinte, Astran, Sindppen, Aduern, Sinter/Sefaz e SINDPCI.
TRIBUNA DO NORTE
Essa publicação é um oferecimento
Mega-Sena sorteia nesta terça-feira prêmio estimado em R$ 3,5 milhões
06/01/2026

As seis dezenas do concurso 2.956 da Mega-Sena serão sorteadas, a partir das 21h (horário de Brasília), no Espaço da Sorte, localizado na Avenida Paulista, nº 750, em São Paulo.
O prêmio da faixa principal está estimado em R$ 3,5 milhões.
O sorteio terá transmissão ao vivo pelo canal da Caixa no YouTube e no Facebook das Loterias Caixa.
As apostas podem ser feitas até as 20h30 (horário de Brasília), nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet.
O jogo simples, com seis números marcados, custa R$ 6.
Essa publicação é um oferecimento
Contribuição mensal do MEI sobe para R$ 81,05 com novo mínimo
06/01/2026

A contribuição mensal do MEI (Microempreendedor Individual) subiu para R$ 81,05 a partir desta quinta (1.jan.2026). O reajuste ocorre porque o valor base é calculado sobre 5% do salário mínimo, que foi atualizado para R$ 1.621. Até dezembro de 2025, o valor pago era de R$ 75,90. A informação é do Poder360.
O pagamento é realizado por meio do DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional), que deve ser quitado até o dia 20 de cada mês. A guia pode ser emitida no Portal do Simples Nacional, pelo app MEI ou paga via boleto, Pix e débito automático
VALORES POR ATIVIDADE
Além da contribuição previdenciária de R$ 81.05, o empreendedor deve pagar impostos específicos dependendo do seu setor de atuação:
Comércio e Indústria (ICMS): acréscimo de R$ 1 por mês;
Serviços (ISS): acréscimo de R$ 5 na soma total;
Atividade mista (ICMS + ISS): o empreendedor paga os dois impostos, desembolsando R$ 6 a mais.
Dessa forma, o valor total do boleto mensal pode chegar a R$ 87,05 para quem atua em ambas as frentes.
VANTAGENS E REGRAS
A formalização como MEI permite a obtenção de CNPJ, emissão de notas fiscais e acesso a empréstimos com taxas reduzidas. O sistema também garante benefícios de seguridade social e contagem de tempo para aposentadoria.
Para manter o enquadramento, o empreendedor deve respeitar o limite de faturamento anual:
MEI geral: faturamento de até R$ 81 mil por ano;
MEI Caminhoneiro: o limite para transportador autônomo é de até R$ 251,6 mil.
O registro como MEI é considerado a forma mais simples de formalização empresarial no Brasil.
Essa publicação é um oferecimento
MARÉ MÓVEIS: JÁ COMEÇOU... A maior liquidação da história da Maré Móveis vai parar o Rio Grande do Norte e a Paraíba!
05/01/2026
Ver esta publicação no Instagram
Essa publicação é um oferecimento
Reajuste do ICMS eleva preços da gasolina e do diesel em todo o país; aumento já está valendo
03/01/2026

A partir desta quinta-feira, 1º de janeiro, gasolina e diesel ficam mais caros em todo o Brasil com a entrada em vigor do novo reajuste do ICMS sobre os combustíveis. A medida, aprovada pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), vale para todos os estados e já pressiona os preços logo no início do ano.
No caso da gasolina, o ICMS passa de R$ 1,22 para R$ 1,47 por litro, um aumento de R$ 0,25. Já o diesel sofre elevação de R$ 0,18, com a alíquota subindo de R$ 0,94 para R$ 1,12 por litro. Desde 2023, o imposto passou a ser cobrado em valor fixo por litro, o que faz com que qualquer reajuste tenha impacto direto no preço final pago pelo consumidor.
Com a nova cobrança, a gasolina pode ficar entre R$ 0,20 e R$ 0,30 mais cara nos postos, a depender do percentual de repasse adotado por distribuidoras e revendedores. No diesel, a estimativa é de um aumento que varia entre R$ 0,15 e R$ 0,20 por litro.
Segundo o Confaz, o reajuste foi definido com base na média nacional dos preços dos combustíveis, dentro do modelo de ICMS fixo, que prevê atualizações periódicas para adequar a arrecadação dos estados às oscilações do mercado.
Apesar do argumento de maior previsibilidade fiscal para os cofres estaduais, o aumento do imposto volta a pesar diretamente no bolso do consumidor, além de impactar o custo do transporte e, consequentemente, os preços de produtos e serviços em todo o país.
Essa publicação é um oferecimento


























