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Enchentes no Texas deixam 82 mortos e 41 desaparecidos; autoridades emitem novo alerta

07/07/2025


 

As autoridades do Texas, nos Estados Unidos, emitiram novo alerta para o risco de enchentes nesta segunda-feira 7, após fortes chuvas que atingem o estado desde sexta-feira 4. Segundo dados oficiais, 82 pessoas morreram e outras 41 continuam desaparecidas. O caso é considerado uma das piores inundações da história recente da região.

A área mais afetada está no entorno do Rio Guadalupe, na região central do Texas, que transbordou após receber um volume de chuva superior a 250 mm em algumas áreas — mais que o dobro do previsto. De acordo com o Serviço Nacional de Meteorologia, o nível do rio subiu cerca de 9 metros em apenas duas horas.

Um dos locais mais impactados foi o acampamento cristão Camp Mystic, voltado para crianças e adolescentes. O espaço abrigava cerca de 750 jovens no momento da tragédia. Dez meninas e uma monitora estão entre os desaparecidos. Pelo menos duas crianças e uma monitora morreram. O rio atingiu primeiro as cabanas mais próximas da margem durante a madrugada de sexta-feira 4, dificultando o resgate, que só chegou horas depois.

 

O presidente dos EUA, Donald Trump, declarou estado de desastre e autorizou o envio de ajuda federal. A tragédia ocorreu durante o feriado de Independência do país, atingindo com mais severidade municípios do Texas Hill Country, uma região turística conhecida por sua geografia montanhosa. O condado de Kerr, onde está a cidade de Hunt e o próprio Camp Mystic, concentra a maioria das vítimas: 68 dos 82 mortos, sendo 28 crianças.

Mais de 850 pessoas já foram resgatadas com vida por cerca de 1.700 profissionais, utilizando helicópteros e embarcações. O Serviço Nacional de Meteorologia prevê a continuidade das chuvas até, pelo menos, a terça-feira 8.

O vice-governador do Texas, Dan Patrick, destacou que o sistema de alertas funcionou, mas que muitos turistas presentes na região não estavam cadastrados para recebê-los, o que dificultou a prevenção.

As autoridades mantêm as buscas por desaparecidos e reforçam os alertas à população diante da possibilidade de novas tempestades nos próximos dias. 

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Brasil assume Mercosul com proposta de mais integração regional

04/07/2025


 

Ampliação comercial, promoção da transição energética, desenvolvimento tecnológico, combate ao crime organizado e enfrentamento das desigualdades sociais. Essas são as cinco prioridades para a próxima presidência do Mercosul, que será exercida pelo Brasil no segundo semestre deste ano.

As pautas foram apresentadas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, nesta quinta-feira (3), durante a 66ª Cúpula do Mercosul, em Buenos Aires, na Argentina, quando recebeu a coordenação do bloco sul-americano do presidente argentino, Javier Milei. 

O encontro reúne os líderes dos países-membros Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai, além da Bolívia, que está em processo de adesão, e países associados, para discutir temas prioritários do bloco.

A presidência brasileira também buscará o fortalecimento da Tarifa Externa Comum (TEC), a incorporação dos setores automotivo e açucareiro ao regime comercial do bloco, além do fortalecimento dos mecanismos de financiamento de infraestrutura e desenvolvimento regional. 

Em seu discurso, o presidente brasileiro defendeu a modernização do sistema de pagamento em moedas locais para facilitar as transações digitais.

Para Lula, o Mercosul é um refúgio para os países da região, diante de um mundo “instável e ameaçador”. 

“Ao longo de mais de três décadas, erguemos uma casa com bases sólidas, capaz de resistir à força das intempéries. Conseguimos criar uma rede de acordos que se estendeu aos Estados associados. Toda a América do Sul se tornou uma área de livre comércio, baseada em regras claras e equilibradas”, afirmou.

“Estar no Mercosul nos protege. Nossa Tarifa Externa Comum nos blinda contra guerras comerciais alheias. Nossa robustez institucional nos credencia perante o mundo como parceiros confiáveis. Enfrentaremos o desafio de resguardar nosso espaço de autonomia em um contexto cada vez mais polarizado”, acrescentou.

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Putin elogia Trump e afirma estar aberto a reunião com presidente americano

27/06/2025


 

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, afirmou nesta sexta-feira, 27, após visita à Belarus, que valoriza os esforços do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para resolver o conflito na Ucrânia e que, graças ao americano, “EUA e Rússia estão começando a se entender”. “O que ele faz dentro do país, o que faz em relação à situação no Oriente Médio, e seus esforços para resolver a crise ucraniana. Valorizamos muito”, disse Putin a jornalistas.

Em declaração exibida pela agência RT o líder russo disse que Trump demonstra empenho genuíno na busca por uma solução diplomática para a guerra. “Já disse isso antes e quero dizer publicamente agora: considero que o presidente Trump busca sinceramente uma solução para a questão ucraniana”, declarou.

Putin também manifestou respeito pessoal por Trump e destacou os desafios enfrentados pelo republicano nos Estados Unidos. “Tenho muito respeito pelo atual presidente dos Estados Unidos. Ele percorreu um caminho muito difícil, complexo e perigoso para voltar ao poder e à Casa Branca. Ele sobreviveu a uma tentativa de assassinato, e não foi a única”, afirmou.

Questionado sobre a possibilidade de um encontro com Trump, Putin disse estar aberto, mas ressaltou a importância da preparação. “Sempre estou aberto a contatos, a uma reunião. Sei que o senhor Trump também falou sobre a possibilidade de um encontro. Assim como ele, acredito que essas reuniões devem ser preparadas, e que, a partir delas, devemos alcançar novos patamares de cooperação”, concluiu.

 

Estadão Conteúdo

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Irã anuncia fim da “guerra de 12 dias” contra Israel

25/06/2025


 

O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, confirmou nesta terça-feira (24/6) o acordo de cessar-fogo e o fim da guerra contra Israel, 12 dias após o início das hostilidades. A declaração foi divulgada em um comunicado pela mídia estatal iraniana. Os israelenses também disseram que irão respeitar o que foi acordado e que, a partir de agora, se concentrarão em Gaza.

“Hoje, depois da posição corajosa da sua grande e histórica nação, estamos a testemunhar um cessar-fogo e o fim da guerra de 12 dias que foi imposta à nação iraniana pelo aventureirismo criminoso do regime sionista”, anunciou Pezeshkian. Ainda segundo o presidente, “toda a glória por esta vitória histórica pertence à grande e civilizada nação do Irã”.

Apesar do cessar-fogo, a guerra persiste nas versões sobre o que aconteceu. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, diz que “obliterou” as instalações nucleares do Irã e que a resposta do país, que foi um ataque com mísseis a uma base americana no Catar, foi “muito fraca”. O ataque não feriu nem matou ninguém no território do Catar.

Do lado de Israel, o chefe do Estado Maior das Forças Armadas, tenente-coronel Eyal Zamir, afirmou que foi concluída uma “fase significativa” da guerra, mas “a campanha contra o Irã ainda não terminou”.

“Apesar da conquista fenomenal, precisamos manter os pés no chão. Muitos desafios ainda estão por vir. Precisamos manter o foco, não há tempo para descansar sobre os louros. Agora, o foco volta para Gaza — para trazer os reféns de volta e desmantelar o regime do Hamas”, frisou.

 

Cessar-fogo

 

O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou nessa segunda-feira (23/6) que ambos os países concordaram com o cessar-fogo, que entrou em vigor na madrugada desta terça. No entanto, horas depois, Israel acusou Teerã de violar o acordo.

 

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, prometeu parar de retaliar o Irã, após conversas com o presidente norte-americano.

 

Alvos

 

Analistas em Israel avaliam que o programa nuclear e de mísseis do Irã foi adiado, mas não destruído. Apesar da vitória militar na campanha aérea contra o Irã, Israel considera que “não há tempo para descansar sobre os louros”. A retomada do foco em Gaza visa pressionar o Hamas à rendição, em um território já devastado pelo conflito que se arrasta desde 7 de outubro de 2023. A crise humanitária na Faixa de Gaza é alarmante, com mais de 90% dos prédios destruídos e grave escassez de alimentos.

Ainda há cerca de 50 reféns em poder do Hamas, o que continua a ser um trauma para a sociedade israelense. A decisão de Netanyahu de focar em Gaza, embora politicamente arriscada, é considerada inadiável por parte do governo israelense, enquanto críticos apontam que a política militarista do premiê visa protelar encontros com a Justiça.

 

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Irã anuncia fim do conflito com Israel; ambos países sinalizaram cessar-fogo

24/06/2025


 

O Irã declarou nesta terça-feira (24) o fim do conflito com Israel, após 12 dias de combates. Do lado israelense, o chefe do Estado-Maior das Forças Armadas, Eyal Zamir, confirmou o fim dos ataques ao território iraniano e afirmou que o foco agora voltará a ser a Faixa de Gaza.

A declaração iraniana ocorre horas após o início de um cessar-fogo, anunciado pelos Estados Unidos na noite anterior e mediado com apoio do Catar. Ambos os países sinalizaram adesão à trégua.

Segundo a imprensa estatal iraniana, o presidente Masoud Pezeshkian classificou o desfecho como uma “grande vitória” para a nação e afirmou que a guerra foi “imposta ao Irã pelo aventurismo de Israel”.

O aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do Irã, havia dito na véspera que “a nação iraniana não é uma nação que se rende”, sinalizando que o país manteria firmeza mesmo após os ataques americanos e israelenses.

O Comando Militar Conjunto do Irã afirmou que Israel e os Estados Unidos devem “aprender com os golpes esmagadores” sofridos durante os ataques iranianos — tanto no território israelense quanto na base americana de Al-Udeid, no Catar.

O Irã afirmou que deve reabrir seu espaço aéreo ainda esta noite após 12 dias fechado. Contudo, o site “FlightRadar 24”, que monitora voos em todo o mundo, informou que ainda nesta terça-feira alguns voos internacional estavam partindo e chegando por Teerã por meio de uma permissão especial.

O cessar-fogo entrou em vigor nas primeiras horas desta terça-feira (1h da manhã no horário de Brasília), segundo anúncio feito pelo presidente dos EUA, Donald Trump. No entanto, relatos de novos ataques em Teerã e declarações cruzadas entre os envolvidos colocaram o acordo sob incerteza logo nas primeiras horas.

Trump afirmou que tanto Israel quanto Irã violaram os termos da trégua, negociada com participação ativa do Catar, e que estava “insatisfeito com os dois lados”.

“Israel tem de se acalmar. Tenho de fazer Israel se acalmar”, disse Trump ao embarcar para a cúpula da Otan, em Haia. Em uma rede social, o presidente dos EUA alertou: “Israel, não jogue suas bombas. Se fizer isso, será uma grande violação.”

 

Israel diz que foco agora será Gaza

Do lado israelense, o chefe do Estado-Maior das Forças Armadas, Eyal Zamir, afirmou que Israel encerrou um “capítulo significativo” no confronto com o Irã e que as forças israelenses voltarão a concentrar esforços contra o grupo terrorista Hamas.

 

“Nosso foco agora é resgatar os reféns em Gaza e desmantelar o regime do Hamas”, disse.

 

Israel retomou bombardeios à Faixa de Gaza em março, após uma trégua de pouco mais de dois meses. Apesar de ter liberado ajuda humanitária, há relatos de filas longas e tiroteios nos pontos de distribuição de alimentos.

 

Papel dos EUA e do Catar na negociação

Trump anunciou o cessar-fogo após uma ligação com o premiê israelense, Benjamin Netanyahu. Segundo a Reuters, o Irã também aceitou a trégua após contato mediado pelo primeiro-ministro do Catar, com envolvimento direto de altos funcionários da Casa Branca.

De acordo com uma fonte oficial americana, o Irã sinalizou que cumpriria o acordo caso não houvesse novos ataques de Israel. Participaram das negociações o vice-presidente J.D. Vance, o secretário de Estado Marco Rubio e o enviado especial Steve Witkoff.

O acordo foi costurado horas depois de o Irã lançar mísseis contra a base americana de Al Udeid, no Catar, como resposta ao bombardeio de três instalações nucleares iranianas pelos EUA no sábado (21).

 

Fonte: g1

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Trump diz que Irã e Israel violaram cessar-fogo e exige que Netanyahu não volte a bombardear Teerã

24/06/2025


 

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira (24) que tanto Israel quanto o Irã violaram o acordo de cessar-fogo, que deveria ter entrado em vigor no início desta manhã.

Trump, que anunciou na noite de segunda-feira (23) a trégua, mediada pelos EUA e pelo Catar, disse também que não está feliz com nenhum dos dois países. E exigiu que o aliado Israel não volte a bombardear o Irã.

“Não estou feliz com Israel. Não estou feliz com o Irã também, mas realmente não estou feliz com Israel”, afirmou o presidente norte-americano ao embarcar para a cúpula da Otan, em Haia.

“Israel tem de se acalmar, tenho que fazer Israel se acalmar”.Em uma mensagem pelas redes sociais, Trump também disse que se Israel voltar a bombarder o Irã estará comentendo uma “grande violação”.

“Israel, não jogue suas bombas. Se fizer isso, será uma grande violação. Traga seus pilotos para casa, agora! Donald J. Trump, presidente dos Estados Unidos”, escreveu.

 

Trégua mediada por Trump

 

O cessar-fogo no conflito entre Israel e Irã anunciado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, nesta segunda (23) ocorreu após uma ligação do republicano com o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Natanyahu.

A informação é da agência de notícias Reuters, com base na declaração de um alto funcionário da Casa Branca.O funcionário, que forneceu detalhes do cessar-fogo sob condição de anonimato, disse que Israel concordou com o cessar-fogo desde que o Irã não lance novos ataques.

O Irã sinalizou que cumpriria o acordo, afirmou o funcionário.Estavam em contato direto e indireto com os iranianos o vice-presidente dos EUA, JD Vance, o secretário de Estado, Marco Rubio, e o enviado especial dos EUA, Steve Witkoff, ainda de acordo com o funcionário.

A agência Reuters informou, também, que Trump e o vice-presidente J.D. Vance discutiram uma proposta de cessar-fogo entre Israel e Irã com o emir do Catar. A conversa ocorreu após o ataque iraniano a uma base americana no país, nesta segunda-feira.Segundo a Reuters, uma fonte com conhecimento das negociações afirmou que Trump disse ao emir que Israel havia concordado com o cessar-fogo.

Durante o diálogo, o presidente americano também pediu ajuda do Catar para convencer o Irã a aceitar o acordo. Horas depois, no entanto, o chanceler do país negou que um cessar-fogo havia sido fechado.

A agência noticiou ainda que o Irã concordou com a proposta durante uma ligação telefônica com a participação do primeiro-ministro do Catar.

Sob as condições anunciadas por Trump, o conflito será completamente encerrado a partir desta terça-feira (24). Até a publicação desta reportagem, os governos de Israel não havia confirmado o acordo oficialmente.

De acordo com Trump, nas próximas horas, os dois países concluirão as operações militares que ainda estão em andamento. Depois disso, os ataques serão suspensos, e a guerra chegará oficialmente ao fim no prazo de 24 horas.

“Partindo do princípio de que tudo funcionará como deve, o que acontecerá, gostaria de parabenizar ambos os países, Israel e Irã, por terem a Resistência, Coragem e Inteligência para encerrar o que deve ser chamado de A GUERRA DE 12 DIAS”, publicou.

Horas após o anúncio, entretanto, o chanceler iraniano, Abbas Araqchi, afirmou que não há acordo ou suspensão das operações militares.

 

O conflito

 

A ofensiva começou no dia 13 de junho, quando Israel lançou uma operação preventiva para conter o avanço do programa nuclear iraniano.

Nos últimos dez dias, dezenas de pessoas morreram e milhares ficaram feridas — a maioria civis, segundo autoridades dos dois países.Desde o início do conflito, forças israelenses bombardearam alvos militares e nucleares em território iraniano. Em resposta, o Irã prometeu vingança e lançou mísseis contra Tel Aviv, Haifa e Jerusalém.

Israel alega que o regime de Teerã está próximo de obter uma bomba atômica. Por isso, o governo de Benjamin Netanyahu justificou os ataques como uma tentativa de neutralizar o que considera uma ameaça à existência do país.No último fim de semana, os Estados Unidos lançaram um ataque contra alvos nucleares iranianos.

O principal foco da operação americana foi a usina de Fordow. A instalação subterrânea fica a 80 metros da superfície e abrigava centrífugas para enriquecimento de urânio.

 

Fonte: g1

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Israel diz ter matado comandante veterano do Irã em ataque aéreo

21/06/2025


 

Israel anunciou neste sábado (21) que matou Saeed Izadi, comandante do Corpo Palestino da Força Quds, durante ataques aéreos na cidade de Qom, no Irã. Izadi era acusado de financiar e armar o grupo terrorista Hamas antes do ataque contra Israel em 7 de outubro de 2023. 

Segundo o ministro da Defesa israelense, Israel Katz, a morte do comandante foi uma "grande conquista para a inteligência israelense e a Força Aérea". Autoridades iranianas não mencionaram Izadi, mas relataram a morte de cinco membros da Guarda Revolucionária em ataques a Khorramabad. O conflito, que já dura mais de uma semana, deixou pelo menos 430 mortos no Irã e 24 civis mortos em Israel, segundo autoridades locais.

Enquanto isso, o Irã descartou retomar negociações sobre seu programa nuclear enquanto enfrenta ataques israelenses. Abbas Araqchi, ministro das Relações Exteriores iraniano, afirmou que os bombardeios, com suposto apoio dos Estados Unidos, impossibilitam qualquer diálogo.

"É óbvio que não posso negociar com os EUA quando nosso povo está sob bombardeios", declarou Araqchi em uma reunião da Organização de Cooperação Islâmica (OCI) na Turquia. Israel acusa o Irã de estar próximo de desenvolver armas nucleares, enquanto Teerã insiste que seu programa tem fins pacíficos.

 

Escalada no Conflito

Os bombardeios intensificaram-se após Israel atacar a instalação nuclear de Isfahan e alvos estratégicos relacionados a mísseis balísticos. O Irã relatou ataques a hospitais e ambulâncias, enquanto Israel alega focar em alvos militares. O presidente turco, Tayyip Erdogan, acusou Israel de sabotar negociações nucleares entre Teerã e os EUA, que estavam previstas para começar. O presidente Donald Trump declarou que está "pronto para conversar", mas reforçou o apoio aos ataques israelenses, afirmando que "não permitirá que o Irã desenvolva armas nucleares".

 

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ONU alerta para risco de guerra sair do controle entre Irã e Israel

21/06/2025


                                               Foto: Miki Schauder/Xinhua

 

As Forças Armadas do Irã lançaram um novo ataque com mísseis balísticos contra Israel na tarde desta sexta-feira, 20. Segundo o Exército israelense, ao menos 35 mísseis foram disparados contra as cidades de Haifa, Bersheeva e Tel-Aviv.

Em Nova York, o Conselho de Segurança da ONU também se reuniu nesta sexta para discutir o confronto entre Israel e Irã. Antonio Guterres alertou para o risco de a guerra sair de controle.

“Não estamos caminhando lentamente em direção a uma crise, estamos correndo em direção a ela”, disse o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, ao Conselho de Segurança em Nova York. Ele pediu a Israel e ao Irã que resolvessem suas diferenças pacificamente.

O ataque em Haifa teve como principal alvo a área do porto da cidade, um dos principais em Israel. Grandes colunas de fumaça foram vistas na região, depois de o sistema de defesa aéreo israelense não conseguir interceptar todos os mísseis balísticos iranianos.

Sarit Golan-Steinberg, vice-prefeito de Haifa, disse que edifícios próximos ao principal porto da cidade foram danificados após um míssil iraniano ter caído nas proximidades. “Estamos indo de prédio em prédio para avaliar os danos”, disse. Em resposta, a Força Aérea israelense atacou baterias antiaéreas no sudoeste iraniano.

O Irã atacou ainda instalações militares e centros de apoio operacional em ataques noturnos contra o centro de Israel e a área do Aeroporto Ben Gurion, informou a Guarda Revolucionária Islâmica em um comunicado publicado pela mídia estatal iraniana. O país utilizou drones Shahed-136 e mísseis de propulsão sólida e líquida, segundo o documento.

No início do sábado, as Forças de Defesa de Israel disseram que a força aérea israelense havia iniciado ataques no centro do Irã visando o que disseram ser locais de armazenamento e lançamento de mísseis.

No centro-norte do Irã, em Qom, um ataque israelense atingiu o quarto andar de um prédio, matando um adolescente de 16 anos e ferindo outros dois, que foram transferidos para centros médicos, informou um porta-voz do governo provincial de Qom em um comunicado divulgado pela IRNA, a agência de notícias oficial do Irã.

O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, afirmou que Saeed Izadi, comandante do Corpo Palestino da Força Quds do Irã, também foi morto em um ataque a um apartamento em Qom. Izadi “financiou e armou o Hamas” antes dos ataques de 7 de outubro, disse Katz, chamando o ataque de “uma grande conquista para a inteligência israelense e a Força Aérea”.

O líder da segunda brigada de veículos aéreos não tripulados do IRGC, que estava envolvido em ataques de drones contra Israel a partir do sudoeste do Irã, foi morto nos ataques de sexta-feira, segundo as Forças de Defesa de Israel.

O chefe do exército de Israel, o general Eyal Zamir, alertou para que a população se prepare para uma “guerra longa” contra o Irã. A mensagem foi dada em meio aos ataques do oitavo dia de conflito entre israelenses e iranianos. “Lançamos a campanha mais complexa da nossa história”, disse o general. “Devemos nos preparar para uma campanha prolongada. Apesar dos avanços importantes, dias difíceis nos aguardam.”

Entre os avanços, segundo Zamir, está a redução do arsenal iraniano. Antes da operação, o Irã possuía cerca de 2,5 mil mísseis terra-terra e planejava produzir outros 5,5 mil nos próximos dois anos, e estava promovendo avanços no campo nuclear – que Israel diz, sem apresentar provas, que caminhava para a fabricação de uma bomba atômica, embora Teerã negue que o programa tenha fins militares.

 

Reunião na ONU

 

Vasili Nebenzya, embaixador da Rússia na ONU, acusou os Estados Unidos, a Grã-Bretanha, a França e a Alemanha de espalharem a “invenção infundada” de que o Irã planejava construir armas nucleares.

 

Na reunião do Conselho de Segurança, ele disse que essas nações e a AIEA, órgão da ONU responsável pela fiscalização nuclear que declarou que o Irã havia violado o tratado de não proliferação, eram “cúmplices” dos ataques israelenses.

 

Negociações em Genebra

 

Os ataques ocorrem em meio a negociações entre diplomatas iranianos e europeus que discutem o programa nuclear iraniano e o futuro do conflito em Genebra, na Suíça.

Apesar da disposição em negociar, os principais líderes iranianos condicionam o sucesso das negociações ao fim das hostilidades de Israel, que lançou um ataque na semana passada com o objetivo de destruir o programa nuclear iraniano.

 

Protestos no Oriente Médio

 

Milhares de pessoas no Iraque, Líbano e Irã – países de maioria xiita – foram às ruas na sexta-feira de preces para protestar contra a guerra.

 

Em Teerã, capital do Irã, multidões saíram das mesquitas e invadiram as praças centrais, pisoteando e queimando bandeiras israelenses e americanas enquanto erguiam retratos do líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei. Gritos de “Morte a Israel” e “Morte aos Estados Unidos” ecoaram da multidão de manifestantes enquanto marchavam no que a mídia estatal iraniana chamou de protestos de “raiva e vitória”.

 

Estadão

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Israel bombardeia áreas nucleares do Irã; Khamenei desafia Trump

18/06/2025


Israel bombardeou nesta quarta-feira (18) centros de produção de centrífugas de urânio no Irã, cujo líder supremo Ali Khamenei respondeu com um tom desafiador à declaração do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de que deseja uma “rendição incondicional”.

“Temos que dar uma reposta forte ao regime sionista terrorista. Não teremos clemência com os sionistas”, escreveu o aiatolá Khamenei em sua conta na rede social X.

Trump também advertiu que seu país poderia matar Khamenei, alimentando as especulações sobre um envolvimento direto de Washington no conflito iniciado por Israel na sexta-feira da semana passada.

“Sabemos exatamente onde se esconde o chamado ‘Líder Supremo’. É um alvo fácil, mas está seguro lá. Não vamos tirá-lo (matá-lo!), pelo menos por enquanto”, escreveu Trump em sua rede Truth Social.

A guerra começou na sexta-feira da semana passada, quando Israel bombardeou o território iraniano, uma ofensiva que justificou pela necessidade de evitar que o Irã desenvolva a bomba atômica, um objetivo repetidamente negado por Teerã.

A ofensiva paralisou as negociações que estavam em curso entre Teerã e Washington para, justamente, limitar o programa nuclear do país islâmico em troca da retirada das sanções econômicas.

O governo dos Estados Unidos garante que não teve envolvimento no ataque inicial e que privilegia uma solução diplomática com o Irã, embora as últimas declarações mais hostis de Trump possam indicar uma mudança de postura.

 

– Mísseis hipersônicos –

O Exército iraniano emitiu um alerta sobre ataques “punitivos” iminentes em Israel e pediu a evacuação das grandes cidades de Tel Aviv e Haifa.

Pouco depois, a Guarda Revolucionária, o exército ideológico iraniano, anunciou na televisão estatal um bombardeio contra o território israelense com o uso de mísseis balísticos hipersônicos Fattah-1.

As Forças Armadas israelenses ativaram temporariamente, durante a noite, as sirenes aéreas após a detecção de 10 mísseis balísticos lançados pelo Irã, que em sua maioria foram interceptados, afirmou uma autoridade militar.

Os sistemas de defesa israelenses também derrubaram dois drones na região do Mar Morto nas primeiras horas da quarta-feira.

O Exército israelense informou nesta quarta-feira que um de seus drones foi derrubado por um míssil terra-ar quando operava no Irã.

Também anunciou um ataque com “mais de 50 aviões” contra um centro de produção de centrífugas de urânio em Teerã e várias unidades de fabricação de armas, incluindo instalações de produção de componentes de mísseis terra-terra.

A agência de notícias iraniana Mehr publicou na madrugada de quarta-feira um vídeo que mostra explosões no céu da capital.

Nenhum país divulgou até o momento um balanço de vítimas ou danos materiais da sexta noite de confrontos.

 

– “Rendição incondicional” –

O conflito direto entre Irã e Israel, que estavam há décadas em uma guerra oculta, levou Trump a abandonar prematuramente a cúpula do G7 e a reunir na terça-feira seu Conselho de Segurança.

Em uma mensagem na rede Truth Social, o republicano afirmou que seu país controla totalmente o espaço aéreo iraniano e exigiu uma “rendição incondicional” de Teerã.

Embora os ataques israelenses tenham fragilizado o comando militar e o programa nuclear de Teerã, apenas os Estados Unidos possuem armamento com capacidade para destruir as instalações nucleares iranianas situadas em grande profundidade, a bomba GBU-57.

Até o momento, Washington reforçou seu “dispositivo de defesa” no Oriente Médio e enviou o porta-aviões Nimitz para a região. Também está preparando uma “força especial” para ajudar seus cidadãos na área.

Na terça-feira, o governo americano anunciou o fechamento de sua embaixada em Jerusalém até sexta-feira por motivos de segurança e pediu aos funcionários e suas famílias que buscassem abrigo.

 

– Retorno –

Israel, Estados Unidos e seus aliados ocidentais suspeitam que o programa nuclear do Irã, com um objetivo apenas civil, segundo Teerã, tem como meta final desenvolver a bomba atômica.

Desde o início dos ataques na sexta-feira, Israel atingiu centenas de instalações militares e nucleares e matou vários comandantes do Exército e cientistas do Irã.

O Exército israelense afirmou na terça-feira que matou Ali Shadmani, apresentado como o chefe do Estado-Maior em tempos de guerra e comandante militar de maior escalão, próximo ao líder supremo do país.

A troca de bombardeios provocou mortes de civis dos dois lados: 224 no Irã, segundo o balanço oficial mais recente, divulgado no domingo, e 24 em Israel, segundo o governo do país.

Na terça-feira, longas filas foram registradas em postos de gasolina e padarias em Teerã. Os moradores buscam desesperadamente obter combustível e alimentos nos poucos estabelecimentos que permanecem abertos.

Israel anunciou o retorno ao país nesta quarta-feira de um primeiro grupo de cidadãos que ficaram bloqueados no exterior pelo fechamento do espaço aéreo no início da guerra com o Irã.

O Ministério dos Transportes informou que entre 100.000 e 150.000 israelenses ficaram retidos no exterior e serão repatriados nos próximos dias.

 

© Agence France-Presse

 

 

R7

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Justiça da Argentina concede prisão domiciliar para Cristina Kirchner

18/06/2025


 

A Justiça da Argentina concedeu nesta terça-feira (17) prisão domiciliar para a ex-presidente Cristina Kirchner. Ela terá que usar tornozeleira eletrônica.

Além disso, Kirchner deverá “abster-se de qualquer comportamento que possa perturbar a tranquilidade do bairro e/ou perturbar a convivência pacífica de seus moradores”.

Outra determinação da Justiça é que a ex-presidente apresente, em até “48 horas úteis”, uma lista com nomes de familiares, policiais, profissionais médicos que a atendem regularmente e advogados que a representam para que possam acessar a residência dela enquanto cumpre a pena.

“Qualquer acesso de qualquer outra pessoa não incluída nessa lista deverá ser solicitado e justificado”, alerta o documento.

O advogado de defesa da ex-presidente, Carlos Beraldi, pontuou que o presidente Luis Inácio Lula da Silva (PT) não deve ser impedido de visitá-la.

Cristina Kirchner foi condenada por um esquema de corrupção envolvendo 51 licitações de obras rodoviárias no sul argentino durante os governos da peronista. Ela deveria se apresentar às autoridades nesta quarta-feira (18) para ser presa, assim como outros condenados.

Porém, com a concessão da prisão domiciliar, a ex-presidente não precisará ir até o tribunal nesta quarta.

A pena foi confirmada pela Suprema Corte da Argentina no dia 10 de junho. Desde então, apoiadores da líder peronista têm feito vigílias em frente à casa dela em Buenos Aires.

A defesa de Kirchner afirma que ela foi condenada por um ato do qual não participou e alega proscrição política, já que ela também foi proibida de ocupar cargos públicos de forma vitalícia.

 

Com informações de CNN Brasil.

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Israel afirma ter matado o chefe do Estado-Maior iraniano

17/06/2025


                                                             Foto: Reuters

 

Israel afirmou que seus ataques noturnos mataram o chefe do Estado-Maior do Irã “em tempo de guerra”, Ali Shadmani, poucos dias após ele ter sido nomeado para substituir um comandante morto em ataques anteriores.

Após “informações precisas” recebidas pelas Forças de Defesa de Israel (IDF) e “uma oportunidade repentina nesta terça-feira (17), a Força Aérea Israelense (IAF) atacou um centro de comando com efetivo no coração de Teerã e eliminou Ali Shadmani”, afirmou a IDF em um comunicado.

 

O Irã ainda não se pronunciou sobre as alegações de Israel sobre a morte de Shadmani.

 

Ele assumiu o cargo na sexta-feira (13), após os ataques iniciais de Israel ao Irã terem matado vários comandantes de alto escalão, incluindo seu antecessor, o Tenente-General Gholam Ali Rashid.

Rashid e Shadmani lideravam o Quartel-General Central Khatam al-Anbiya, uma entidade que coordena o exército regular e a Guarda Revolucionária do Irã.

A declaração da IDF disse que “em suas várias funções, [Shadmani] influenciou diretamente os planos operacionais do Irã visando o Estado de Israel”.

 

CNN

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Israel diz ter destruído um terço dos lançadores de mísseis do Irã

16/06/2025


     Israel diz ter destruído um terço dos lançadores de mísseis do Irã - Foto: Reprodução/X

 

As Forças de Defesa de Israel (FDI) afirmaram ter destruído mais de 120 lançadores de mísseis do Irã, o que, segundo elas, representa um terço do total, ao longo de quatro dias de conflito no Oriente Médio.

A Força Aérea israelense destruiu mais de 20 mísseis terra-terra na noite de domingo (15), antes de serem lançados em direção ao território israelense, informou a porta-voz das FDI, Effie Defrin, nesta segunda-feira (16).

Defrin afirmou que a Força Aérea utilizou cerca de 50 caças e aeronaves para atingir cerca de 100 alvos militares em Isfahan, no centro do Irã.

“Nesses ataques, mais de 20 mísseis foram atingidos simultaneamente, minutos antes de serem lançados em direção ao território do Estado de Israel”, disse o porta-voz.

 

Fonte: CNN

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Donald Trump apoia ataque de Israel ao Irã: “Foi excelente”

13/06/2025


      Donald Trump apoia ataque de Israel ao Irã: “Foi excelente” - Foto: Reprodução

 

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, apoiou o ataque israelense ao Irã e disse, nesta sexta-feira 13, que o bombardeio foi “excelente”. Trump alertou, ainda, que há muito mais por vir. As afirmações foram feitas em uma entrevista à ABC News.

“Acho que foi excelente. Demos a eles uma chance e não aproveitaram. Eles foram atingidos com força, muita força. E há mais por vir. Muito mais”, disse o presidente, citado por um repórter da ABC News no X.

O presidente dos Estados Unidos ainda pressionou o Irã, horas após o ataque, a estabelecer um acordo sobre o programa nuclear que a capital do Irã, Teerã possui, além de fazer ameaças ao dizer que o regime do país “tem que fazer um acordo antes que não sobre mais nada”.

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Em visita a Israel, secretário municipal de Natal se refugia em bunker após bombardeio ao Irã

13/06/2025


 

O secretário municipal de Planejamento de Natal, Vagner Araújo, passou parte da madrugada desta sexta-feira (13) em um bunker, um abrigo contra ataques aéreos, após Is

rael bombardear a capital do Irã, Teerã.

 

Araújo está em Israel junto com uma comitiva de representantes de cidades brasileiras e de outros países da América Latina, a convite do governo local, para conhecer sistemas de tecnologia em diversas áreas de segurança, de educação, e de cidades inteligentes.

De acordo com ele, por volta das 3h da madrugada no horário local, cerca de 21h da quinta-feira (12) no horário de Brasília, todos os membros do grupo receberam um alerta nos telefones determinando que se dirigissem a um abrigo.

O grupo chegou a Israel no dia 9 de junho e está na cidade de Kfar Saba, na região central de Israel. A princípio, a viagem se encerraria no dia 20.

"Nós recebemos um alerta bastante barulhento no telefone, nos telefones de todo mundo, dizendo para a gente se dirigir imediatamente a um abrigo antiaéreo que tem em vários lugares, inclusive nesse lugar onde a gente está hospedado aqui, que é um uma espécie de um campus universitário. Nós então nos nos dirigimos para lá e ficamos aguardando notícias. Há nesse momento uma expectativa de que haja uma é, vamos dizer assim, um retorno do Irã. Um ataque de volta contra Israel", afirmou o secretário.

De acordo com o secretário, o prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena, que faz parte da comitiva, ligou para o presidente da Câmara, Hugo Mota, relatando a situação e pedindo apoio do governo brasileiro para uma possível retirada da delegação brasileira de Israel.

Vagner explicou que o espaço aéreo do país foi fechado por 48 horas, mas ele acredita que esse tempo deve se estender.

"Quando isso acontece, as companhias aéreas internacionais não operam voos. Mesmo que o espaço seja reaberto, as companhias levam um certo tempo, talvez uma semana, para voltar a operar no país. Dentro das circunstâncias, da gravidade, da tensão que se estabeleceu com esse ataque contra um país com como o Irã - são dois países importantes, com grande capacidade militar e com toda a complexidade que a gente sabe - nós não acreditamos na possibilidade de operação de voos de companhias internacionais nos próximos dias", pontuou.

Apesar da tensão que se estabeleceu no país, o secretário afirmou que a comitiva está tranquila, especialmente porque o grupo não está em uma região central como Tel Aviv, que tem mais propensão a receber ataques.

"É uma região que fica um pouco afastada e isso é um fator de segurança, um fator que nos dá um pouco mais de tranquilidade porque tem menor risco de se tornar alvo de algum ataque", pontuou.

 

O ataque de Israel ao Irã

As Forças de Defesa de Israel realizaram um ataque no Irã na madrugada de sexta-feira (13), noite de quinta-feira (12) no horário de Brasília. O bombardeio mirou infraestruturas nucleares iranianas. Teerã prometeu responder ao ataque.

A TV estatal do Irã disse que o chefe da Guarda Revolucionária, Hossein Salami, e o chefe das Forças Armadas do país, Mohammad Bagheri, morreram nos ataques. Dois cientistas nucleares também foram mortos.

Israel afirmou que o Irã lançou mais de 100 drones contra o território isralense. A população foi orientada a permanecer próxima de abrigos e evitar áreas abertas.

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Trump faz alerta para Irã fechar acordo nuclear “antes que seja tarde”

13/06/2025


                                                      Foto: Reprodução

 

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, instou o Irã na sexta-feira a fechar um acordo sobre seu programa nuclear, afirmando que ainda há tempo para o país evitar novos conflitos com Israel.

“Já houve muita morte e destruição, mas ainda há tempo para pôr fim a esse massacre, com os próximos ataques já planejados sendo ainda mais brutais”, escreveu Trump em uma publicação no Truth Social.

Israel lançou ataques contra o Irã nesta sexta-feira (13), afirmando ter atingido instalações nucleares, fábricas de mísseis balísticos e comandantes militares durante o início de uma operação para impedir que Teerã construísse uma arma nuclear.

 

CNN

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MARE MOVEIS TOUROS

Mundo

Não há sobreviventes entre as 242 pessoas a bordo de avião que caiu na Índia, segundo autoridades

12/06/2025


                                                         Foto: Reprodução

 

O acidente aéreo ocorrido na Índia, na manhã desta quarta-feira (12), não deixou sobreviventes, segundo autoridades do país. Estavam a bordo do Boeing 787-8 Dreamliner, da Air India, 242 pessoas — 169 indianos, 53 britânicos, sete portugueses e um canadense.

Oficiais da Índia afirmam que há possibilidade de vítimas em solo, já que a aeronave atingiu um alojamento de estudantes de medicina localizado em uma área residencial na cidade de Ahmedabad. A queda do avião, que tinha como destino Londres, na Inglaterra, aconteceu pouco depois da decolagem do Aeroporto Internacional Sardar Vallabhbhai Patel.

 

R7

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Avião com mais de 240 pessoas a bordo cai perto de aeroporto na Índia

12/06/2025


 

Um avião com 242 pessoas a bordo caiu na Índia nesta quinta-feira (12). O incidente ocorreu próximo ao aeroporto da cidade de Ahmedabad, no oeste da Índia, no início da manhã, no horário de Brasília, início da tarde no horário local.

O voo era operado pela Air India e tinha como destino o aeroporto de Gatwick, em Londres, no Reino Unido. Mais de 50 britânicos estavam a bordo. A linha aérea indiana e o aeroporto britânico confirmaram a queda.

Até a última atualização desta reportagem, não havia sido divulgado o número de mortos e de feridos.

Segundo autoridades indianas de aviação, havia um total de 242 pessoas a bordo do avião, 232 passageiros, e 10 membros da tripulação. Entre os passageiros, 169 eram indianos, 53 britânicos, sete portugueses e um canadense, confirmaram a Air India e a agência de notícias Reuters.

Um ex-ministro indiano da região de Gujarat estava na aeronave, segundo o jornal “India Today”.

 

Fonte: g1

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DROGARIA POUPE JÁ

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Pré-candidato da direita à presidência da Colômbia sofre atentado a tiros e leva vários disparos na nuca

08/06/2025


 

O senador colombiano Miguel Uribe, pré-candidato à presidência da direita nas eleições de 2026, foi alvo de um atentado a tiros neste sábado (7) durante um evento de campanha no distrito de Fontibón, em Bogotá.

Segundo o jornal El Espectador, Uribe foi atingido por cinco ou seis disparos na região da nuca e se encontra em estado de saúde considerado delicado.

O prefeito de Bogotá, Carlos Fernando Galán, confirmou que o autor dos disparos foi capturado pela polícia local. “O senador Miguel Uribe está recebendo atendimento de emergência após ser vítima de um ataque esta tarde em Fontibón. O atirador foi capturado. Toda a rede hospitalar de Bogotá está em alerta caso ele precise ser transferido”, declarou Galán em publicação na plataforma X/Twitter.

Em nota oficial, o governo da Colômbia condenou o atentado. “O Governo Nacional condena de forma categórica e veemente o ataque que recentemente visou o Senador Miguel Uribe Turbay. Este ato de violência constitui um atentado não apenas à integridade pessoal do senador, mas também à democracia, à liberdade de pensamento e ao exercício legítimo da política na Colômbia”, diz o comunicado.

Uribe, que atualmente integra a oposição ao presidente Gustavo Petro, é um dos principais nomes do campo liberal-conservador na disputa presidencial.

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101 FM

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Trump abre processo contra Moraes por censura na Justiça dos EUA

06/06/2025


Trump abre processo contra Moraes por censura na Justiça dos EUA - Foto: Casa Branca e Agência Brasil

 

A Trump Media, empresa ligada ao ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump, entrou com uma ação judicial nesta sexta-feira (6) no Distrito Central da Flórida contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), alegando que o magistrado teria promovido censura a cidadãos e empresas americanas. A petição foi apresentada pela plataforma Rumble, controlada pela Trump Media, e acusa Moraes de violar a Primeira Emenda da Constituição dos EUA, que protege a liberdade de expressão.

Com 62 páginas, o documento alega que Moraes emitiu “ordens secretas de censura extraterritorial” com base em investigações conduzidas no Brasil, incluindo o inquérito das fake news e uma apuração recente envolvendo o deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que atualmente reside nos Estados Unidos. Segundo a ação, as determinações do ministro teriam forçado empresas como a Rumble a remover conteúdos e bloquear usuários sediados em território americano.

Os advogados da Trump Media argumentam que as ações do ministro seriam ilegais por aplicarem leis brasileiras fora do Brasil, e pedem que a Justiça dos EUA reconheça a impossibilidade de executar essas ordens em solo americano. Além disso, solicitam medidas como:

 

Declaração de que as ordens de Moraes são inexequíveis nos EUA por violarem a Primeira Emenda e leis locais;

Concessão de liminar que impeça a aplicação dessas ordens nos Estados Unidos;

Proibição de que o ministro acione empresas como Apple e Google para remover o aplicativo Rumble de suas lojas;

Indenizações por supostos danos comerciais, reputacionais e à liberdade de expressão;

Reconhecimento da responsabilidade pessoal de Moraes pelas alegadas violações;

Outras medidas que o tribunal considerar cabíveis.

A petição afirma ainda que o ministro teria tentado obrigar a Rumble a aceitar notificações judiciais brasileiras e a nomear um representante legal no Brasil, embora a empresa não possua operação direta no país. Segundo a Trump Media, isso configuraria uma atuação “ultra vires”, ou seja, além da autoridade legal de Moraes.

Procurado pela CNN, o Supremo Tribunal Federal não se pronunciou sobre o caso até o momento.

Interlocutores da empresa americana afirmaram ao veículo que o processo representa um “teste histórico” sobre os limites da atuação de autoridades estrangeiras frente às garantias constitucionais dos Estados Unidos.

 

A Justiça americana ainda não decidiu se aceitará ou não julgar o caso.

 

Fonte: CNN

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MARE MOVEIS TOUROS

Mundo

Presidente mandou me matar, diz Evo Morales , foragido no meio da mata boliviana

04/06/2025


 

As horas que antecederam a viagem foram tensas. Após quatro tentativas frustradas, surgiu enfim uma chance real de entrevistar Evo Morales. Hoje com 65 anos, ele foi presidente da Bolívia por três mandatos consecutivos, de 2006 a 2019.

Foragido após receber uma ordem de prisão por suposto estupro, que ele nega, Morales estava escondido em uma comunidade indígena no estado de Cochabamba, protegido por apoiadores que barravam até militares. Com o prazo das eleições de 2025 se encerrando, e ele decidido a concorrer, tentei mais uma vez. E funcionou.

Patricia Castillo, prestigiada jornalista da Rede Uno de TV em La Paz e amiga de vários anos e coberturas, apresentou-me um importante sindicalista e braço-direito de Evo Morales. Após duas semanas de contatos na madrugada, veio a resposta: na segunda, 12 de maio, a entrevista foi autorizada.

 

As incertezas persistiam: ele nos receberia? Seria preso antes? Onde seria o encontro?

 

Na quinta, dia 15, defini a equipe: o repórter de vídeo Fabio Mengatti, o cinegrafista Juarez Rossi de Oliveira e o auxiliar Alberes dos Santos.

 

Segunda-feira, 19 – A viagem

Saímos de São Paulo e chegamos a Cochabamba à noite, sem saber onde seria o encontro com Morales. Suspeitávamos de Lauca Ñ, no Chapare (o que se confirmou depois). No aeroporto, alertas: se a candidatura de Morales fosse rejeitada, haveria protestos. A crise de combustíveis era grave. Do hotel, acompanhei as notícias. À meia-noite, Morales estava fora das eleições e sem partido legalizado; algo inédito em 24 anos.

 

Terça-feira, 20 – Rumo ao Chapare

Às duas da madrugada, uma ligação da minha fonte confirmava nossa entrevista. Pela manhã, ele disse temer “um banho de sangue”, mas garantiu que Morales não convocaria confrontos. Nosso guia nos levou até Villa Tunari. Foram mais de sete horas por estradas precárias, ladeadas por penhascos, floresta e bonecos enforcados com ameaças a ladrões.

 

A crise de combustível era visível. Longas filas e revenda clandestina em garrafas. Na ida, a caminhonete perdeu os freios. Na volta, tivemos que sair da estrada e parar com o freio de mão.

 

 

Quarta-feira – O exército popular

Pela manhã, seguimos para Lauca Ñ. Enfrentamos estradas de terra e barricadas. Em cada uma, nossos guias se identificavam. Chegamos à Rádio Kawsachun Coca, protegida por indígenas com lanças e escudos. Cada grupo se identifica pela cor da lança. Revezam-se em turnos e controlam o acesso com corredores humanos. A entrada foi autorizada após alguns minutos. Estávamos dentro.

 

 

R7

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