Mundo
Sem Lula, presidentes de países da América Latina se reúnem com Trump em Miami por cooperação de combate ao crime no continente
08/03/2026

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, se reuniu neste sábado (07) com o presidente da Argentina, Javier Milei, durante uma cúpula internacional realizada em Doral, na região de Miami, nos Estados Unidos. O encontro integra um evento com líderes da América Latina e do Caribe voltado à cooperação em segurança e combate ao crime organizado no continente
A reunião ocorreu sem a presença do presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, que não foi convidado para a cúpula. Entre os temas discutidos está a iniciativa conhecida como Shield of the Americas (Escudo das Américas), proposta que prevê maior compartilhamento de inteligência e coordenação entre países para enfrentar cartéis de drogas e organizações criminosas na região.
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Os Estados Unidos já gastaram mais de US$ 5,3 bilhões na guerra com o Irã em seis dias
06/03/2026

Os custos militares diretos dos Estados Unidos na guerra contra o Irã já chegam a cerca de US$ 1 bilhão por dia, o equivalente a aproximadamente US$ 41 milhões por hora, segundo estimativas preliminares sobre as operações realizadas nos primeiros dias do conflito.
Os valores incluem despesas com deslocamento de tropas, uso de aeronaves, navios de guerra e equipamentos militares, além da manutenção das operações em diferentes frentes.
O alto custo reflete a intensidade das ações militares desde o início do conflito, no começo de março. Especialistas apontam que os gastos podem crescer ainda mais nas próximas semanas, à medida que as operações forem ampliadas.
Analistas militares ressaltam que conflitos dessa magnitude exigem uma grande mobilização logística e tecnológica, o que eleva rapidamente os custos diários das forças armadas envolvidas. A expectativa é que novas estimativas sejam divulgadas conforme o avanço das operações e a ampliação do envolvimento militar na região.
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Israel bombardeia prédio onde 88 aiatolás escolhiam o novo líder supremo do Irã
03/03/2026

O Exército de Israel atacou, nesta terça-feira, 3, o prédio da Assembleia dos Peritos em Teerá, órgão máximo responsável pela sucessão do comando no Irã. Segundo informações do jornal The Jerusalem Post, os 88 aiatolás que compõem o colegiado estavam presentes no edifício no momento do bombardeio para deliberar sobre o sucessor de Ali Khamenei, morto no sabado, 28.
Embora o governo iraniano ainda não tenha emitido um pronunciamento oficial sobre as baixas, agências de notícias locais relatam que o prédio foi
“arrasado” pela ofensiva. Imagens divulgadas em redes sociais mostram colunas de fumaça e a destruição parcial da estrutura que sediava o encontro dos clérigos. […]
O ataque atinge o coração do sistema teocrático no momento de maior fragilidade institucional das últimas décadas.
Reportagem de Erich Mafra
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Chefe de Segurança do Irã diz que não haverá negociação com Trump
02/03/2026

Ali Larijani, chefe de Segurança do Irã, afirmou nesta segunda-feira (2), na Rede Social X, que o país não fará acordo com o presidente Donald Trump. “Não haverá negociação com os Estados Unidos”, escreveu ele.
A mensagem de Larijani vai na contramão do que disse Trump neste domingo (1), quando afirmou que o novo líder do país estaria interessado em negociar.
Larijani publicou outras mensagens na rede social e escreveu que “Trump traiu o ‘América Primeiro’ e adotou o ‘Israel Primeiro”. Em outra postagem, o chefe de Segurança iraniano escreveu que o presidente norte-americano “puxou toda a região para uma guerra desnecessária e agora está devidamente preocupado com as mortes de norte-americanos. É muito triste ele sacrificar o tesouro e o sangue americano para avançar nas ambições expansionistas ilegítimas de Netanyahu”.
O ataque conjunto dos EUA e Israel ao Irã, que teve início no sábado (28), não deve parar tão cedo. Segundo o próprio Trump, as agressões continuarão até que os objetivos militares dos EUA sejam atingidos.
Trump também pediu que a Guarda Revolucionária iraniana entregue as armas sob o risco de “encarar a morte.”
Os bombardeios ao Irã causaram a morte do Líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Hamenei. O ex-presidente do país, Mahmoud Ahmadinejad, também morreu.
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Senado da Argentina aprova redução da maioridade penal para 14 anos
01/03/2026

proposta recebeu 44 votos favoráveis, 27 contrários e uma abstenção no Senado. Foto: Reprodução/Instagram @senadoargentina
O Congresso argentino concluiu nesta sexta-feira (27) a tramitação do projeto que reduz de 16 para 14 anos a idade mínima para responsabilização criminal no país. A proposta recebeu 44 votos favoráveis, 27 contrários e uma abstenção no Senado, após já ter sido aprovada pela Câmara dos Deputados no último dia 12.
A iniciativa, impulsionada pela gestão do presidente Javier Milei, altera o regime de punição para adolescentes e permite que jovens a partir de 14 anos possam ser julgados e submetidos a medidas que incluem privação de liberdade em domicílio, em instituições abertas ou especializadas, ou em alas separadas de penitenciárias.
O texto também estabelece que, nos casos em que a pena não ultrapasse três anos, a prisão poderá ser substituída por medidas alternativas, como proibição de contato com a vítima e seus familiares, restrição de frequentar determinados locais, impedimento de sair do país, prestação de serviços comunitários, monitoramento eletrônico e reparação integral dos danos causados.
Além das sanções, a proposta prevê ações voltadas à reinserção social dos adolescentes, incluindo acompanhamento por equipe multidisciplinar, participação obrigatória em programas educacionais para conclusão dos estudos, capacitação profissional e formação cidadã.
Governo comemora aprovação
Pouco depois da votação no Senado, o governo federal divulgou nota destacando que a nova legislação “encerra quatro décadas de inação legislativa” e moderniza um marco jurídico considerado ultrapassado diante da criminalidade atual.
Segundo a administração de Milei, a mudança representa um ato de “justiça para a sociedade” e corrige o que classificou como uma dívida histórica. O comunicado afirma ainda que a reforma devolve ao Judiciário instrumentos para enfrentar a impunidade.
Em suas redes sociais, o presidente argentino resumiu a posição do governo com a frase: “Quem faz, paga.”
Com informações da CNN Brasil
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Em apenas dois meses de 2026, Trump prendeu Maduro, eliminou líder de cartel no México e ditador iraniano
01/03/2026

Foto: Reprodução
O início de 2026 tem sido marcado por uma série de operações ousadas e de grande repercussão internacional atribuídas ao governo dos Estados Unidos sob o comando do presidente Donald Trump. Em um período de cerca de dois meses, autoridades americanas participaram diretamente de três eventos que mexeram com a geopolítica global.
No começo de janeiro, forças americanas executaram uma operação militar na Venezuela que resultou na captura do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa. A ação, batizada de “Absolute Resolve” e apoiada por meses de planejamento, foi descrita pelas autoridades como uma operação conjunta entre unidades de elite dos EUA para deter o líder venezuelano e retirá-lo do país.
Em fevereiro, uma operação militar no México — conduzida pelas forças do país com apoio de inteligência americana — terminou com a morte de Nemesio Oseguera Cervantes, conhecido como “El Mencho”, chefe do poderoso Cartel Jalisco Nueva Generación. Considerado um dos narcotraficantes mais influentes do México, sua eliminação marcou um golpe significativo nos grupos de crime organizado, mas também desencadeou episódios de violência e retaliações em solo mexicano.
No fim de fevereiro, Trump anunciou que o líder supremo do Irã, Ali Khamenei, foi morto durante uma ofensiva militar conjunta com Israel contra alvos estratégicos no Irã. A ação envolveu ataques coordenados que, segundo autoridades americanas, miravam reduzir as capacidades do regime iraniano e pressionar por mudanças, incluindo o debate sobre o programa nuclear. A confirmação da morte do líder foi feita pelo próprio Trump em redes sociais e por governos aliados, e posteriormente divulgada por veículos internacionais após a confirmação de fontes estatais iranianas.
Esses eventos, em rápida sequência, ilustram uma postura altamente assertiva da administração americana em relação a líderes e grupos que Washington classifica como ameaças diretas à segurança internacional ou à estabilidade regional. Especialistas ouvidos por agências de notícias destacam que os desdobramentos podem gerar impactos duradouros, tanto em termos de relações diplomáticas quanto de equilíbrio geopolítico global.
Embora cada operação tenha gerado reações variadas no cenário internacional — com aliados celebrando ou criticando as ações e regimes atingidos denunciando intervenções unilateralistas — a série de eventos coloca os Estados Unidos no centro de um novo capítulo de tensões e redefinições estratégicas no início de 2026.
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Trump faz discurso histórico de 1h48, ataca Suprema Corte, endurece fronteiras e mira Irã
25/02/2026

Foto: Kenny Holston-Pool/Getty Images
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, proferiu, nessa terça-feira (24), o mais longo discurso da história do Estado da União ao Congresso, com 1 hora e 48 minutos de duração — superando todos os registros anteriores no Capitólio, em Washington, D.C.
No balanço de seu primeiro ano de governo, Trump criticou duramente a Suprema Corte dos Estados Unidos após a corte derrubar suas tarifas comerciais, descrevendo a decisão como “lamentável” e reafirmando que seguirá defendendo suas medidas econômicas apesar das limitações legais.
Uma parte significativa de sua fala foi dedicada à política de imigração, que o presidente defendeu com veemência, exaltando medidas de repressão a imigrantes ilegais enquanto propõe restrições mais rígidas, como o fim de cidades-santuário e limitações ao acesso a carteiras de motorista para estrangeiros sem documentação.
No campo internacional, Trump lançou um alerta ao Irã, acusando o país de perseguir ambições nucleares e reiterando que jamais permitirá que a nação do Oriente Médio desenvolva uma arma nuclear — ainda que enfatize preferência por soluções diplomáticas.
Além de sua defesa de políticas duras, o presidente tentou traçar um quadro otimista da economia americana, falando em uma suposta “era de ouro” de crescimento e fortalecimento, enquanto enfrenta opiniões públicas e reações divergentes no Congresso.
O discurso ocorre em um momento crítico nos EUA, com as eleições de meio de mandato se aproximando, e tem servido tanto como plataforma para as posições de Trump quanto como munição para opositores que criticam seu tom e prioridades.
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México vive onda de violência após morte de chefe de cartel
23/02/2026


O México viveu um fim de semana de tensão após o Exército confirmar a morte de Nemesio Oseguera Cervantes, o “El Mencho”, apontado como líder do Cartel Jalisco Nueva Generación. Segundo as autoridades, ele foi ferido durante uma operação em Tapalpa, no estado de Jalisco, e morreu enquanto era transferido de helicóptero para a Cidade do México.
Considerado um dos narcotraficantes mais procurados pelos Estados Unidos, “El Mencho” tinha recompensa de 15 milhões de dólares oferecida por Washington. Sob seu comando, o CJNG se consolidou como uma das organizações criminosas mais poderosas e violentas do país.
Após a ação das forças federais, criminosos reagiram com bloqueios de rodovias e incêndios de veículos em Jalisco, Michoacán e Tamaulipas. Também houve registros de ataques e queima de estabelecimentos comerciais em Guanajuato. Governadores locais confirmaram confrontos e ativaram protocolos de segurança, incluindo o chamado “código vermelho”.
No Aeroporto Internacional de Guadalajara, relatos de disparos e presença de homens armados causaram pânico entre passageiros. Terminais rodoviários suspenderam atividades em algumas regiões, e autoridades pediram que a população permanecesse em casa diante do risco de novos confrontos.
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Ex-príncipe Andrew é preso no Reino Unido
19/02/2026

A emissora britânica BBC noticiou nesta quinta-feira (19) que a polícia prendeu Andrew Mountbatten-Windsor, irmão mais novo do rei Charles III, sob suspeita de má conduta em cargo público.
Jornais haviam noticiado que seis carros da polícia descaracterizados e cerca de oito policiais à paisana chegaram à Wood Farm, na propriedade de Sandringham, no leste da Inglaterra, na manhã desta quinta-feira.
A Polícia do Vale do Tâmisa afirmou no início deste mês que seus agentes estavam investigando alegações de que Mountbatten-Windsor teria repassado documentos confidenciais do governo ao falecido criminoso sexual, Jeffrey Epstein, segundo arquivos recentemente divulgados pelo governo dos Estados Unidos.
Mountbatten-Windsor, o segundo filho da falecida rainha Elizabeth, sempre negou qualquer irregularidade em relação a Epstein e disse lamentar a amizade entre eles, mas não respondeu a pedidos de comentários desde a divulgação dos documentos.
Sem mencionar o nome de Andrew, a polícia britânica informou que um homem por volta dos 60 anos foi preso sob suspeita de má conduta em cargo público, acrescentando que não divulgaria o nome dele “em conformidade com as diretrizes nacionais”.
CNN
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Câmara da Argentina aprova redução da idade mínima para punição, para 14 anos
13/02/2026

Foto: Martin Zabala
Um dia após aprovar com folga o projeto de reforma trabalhista no Senado, o governo de Javier Milei resolveu testar novamente sua força no Legislativo, desta vez na Câmara, e aprovou um novo regime penal na Argentina que reduz a idade de responsabilidade penal de 16 para 14 anos.
O projeto aprovado nesta quinta-feira (12), com 149 votos favoráveis e 100 contrários, ainda precisa passar pelo aval dos senadores.
A fotografia captura o interior de uma grande sala de reuniões, possivelmente um parlamento ou assembleia, com várias pessoas reunidas, sugerindo uma sessão importante. A composição da cena é dominada pela forma circular da sala, com as cadeiras e mesas dispostas em semicírculos concêntricos, direcionando o olhar para o centro. As pessoas estão sentadas, algumas parecem estar a interagir, enquanto outras observam. A câmara está posicionada num ponto elevado, oferecendo uma vista ampla da sala, capturando a interação e a dinâmica do grupo, indicando um momento institucional.
A discussão não é nova, mas ganhou força em meio a um debate sobre segurança e violência juvenil, influenciado pelo caso do adolescente Jeremías Monzón, que foi assassinado por outros menores em Santa Fé. O crime renovou a pressão para que o governo levasse a proposta a discussão.
O adolescente, de 15 anos, foi morto a punhaladas em dezembro do ano passado, tendo sido filmado pelos outros três jovens.
No início do ano passado, Milei também cobrou a renúncia do governador da província de Buenos Aires, Axel Kicillof, após a morte de uma criança que foi arrastada após o carro de sua mãe ser roubado por dois menores.
A medida era uma das propostas de campanha do presidente, em 2023, e o governo contava com o apoio de aliados tradicionais como PRO (do ex-presidente Mauricio Macri), UCR e MID, além do apoio parcial de grupos independentes, como Províncias Unidas e Renovação Federal, o que permitiu alcançar a maioria confortável.
A coligação oposicionista União pela Pátria (peronismo), foi majoritariamente contrária à reforma penal, ainda que parte do bloco Frente Renovador tenha apoiado a nova idade mínima para a imputabilidade. Parte do peronismo argumentou que a questão deve ser tratada em um contexto mais amplo de reforma do Código Penal.
Folha de S. Paulo
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Ataque a tiros em escola no Canadá deixa ao menos 10 mortos; suspeita foi encontrada sem vida
11/02/2026

Foto: Trent Ernst/AFP
Um ataque a tiros em uma escola de ensino médio na cidade de Tumbler Ridge, na Colúmbia Britânica, no Canadá, deixou pelo menos dez pessoas mortas nesta terça-feira (10), segundo informações da Polícia Montada Real Canadense (RCMP). A tragédia também deixou dezenas de feridos e mobilizou equipes de emergência em toda a região.
De acordo com as autoridades, seis vítimas foram encontradas dentro da escola e outras duas em uma residência ligada ao caso. Uma terceira pessoa morreu a caminho do hospital. A suspeita do ataque foi localizada sem vida dentro da unidade escolar, com indícios de ferimento autoinfligido, e não há outros suspeitos foragidos.
Ainda não foi confirmada a motivação do crime nem quantas das vítimas eram estudantes. Duas pessoas seguem em estado grave após serem transferidas de helicóptero, enquanto cerca de 25 feridos leves recebem atendimento médico local. O alerta que orientava moradores a permanecerem em casa foi suspenso no fim da tarde.
Autoridades locais classificaram o episódio como uma “tragédia devastadora”. A escola e outra unidade de ensino da cidade permanecerão fechadas durante a semana, enquanto equipes policiais continuam buscas e investigações para esclarecer o ocorrido.
Massacres desse tipo são raros no Canadá, país que possui leis rígidas de controle de armas. O caso reacende o debate sobre segurança e violência armada, especialmente após episódios históricos que levaram à criação de normas mais severas para a posse de armamentos.
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CONSELHO DE PAZ: 23 países aceitam convite e 6 dizem não a Trump; Brasil evita resposta direta
24/01/2026

Foto: REUTERS/Denis Balibouse
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou na quinta-feira (22) a criação do chamado “Conselho da Paz”, iniciativa voltada à manutenção da paz e à reconstrução da Faixa de Gaza, com possibilidade de atuação em outros conflitos no futuro.
23 aceitaram, seis recusaram e oito ainda analisam
Cerca de 60 países foram convidados. Até o momento, 23 aceitaram, seis recusaram e oito ainda analisam o convite. O Canadá foi o único país que teve o convite cancelado por decisão direta de Trump, após troca de críticas com o primeiro-ministro Mark Carney durante o Fórum Econômico Mundial.
Países que aceitaram
Armênia
Arábia Saudita
Argentina
Azerbaijão
Bahrein
Belarus
Bulgária
Catar
Cazaquistão
Egito
Emirados Árabes Unidos
Hungria
Indonésia
Israel
Jordânia
Kosovo
Marrocos
Mongólia
Paquistão
Paraguai
Turquia
Uzbequistão
Vietnã
Países que recusaram
França
Noruega
Eslovênia
Suécia
Espanha
Alemanha
Países que estão analisando
Brasil
Reino Unido
China
Croácia
Itália
Rússia
Singapura
Ucrânia
Desde o anúncio, diplomatas alertam que o novo conselho pode enfraquecer a ONU. Segundo o estatuto obtido pela Reuters, Trump terá mandato vitalício como presidente do órgão. Países interessados em assento permanente deverão pagar US$ 1 bilhão, valor que será administrado pelo próprio Trump.
Posição do Brasil
Nesta sexta-feira (23), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou a iniciativa e afirmou que o mundo vive um momento político “muito crítico”, com a Carta da ONU sendo desrespeitada.
“Em vez de corrigir a ONU, o presidente Trump está propondo criar uma nova ONU, como se fosse dono dela”, afirmou Lula.
O governo brasileiro não pretende responder imediatamente ao convite. A estratégia é solicitar esclarecimentos técnicos e jurídicos sobre o funcionamento do conselho. O tema será usado como argumento para defender uma reforma do Conselho de Segurança da ONU durante a Assembleia Geral, em setembro.
Segundo diplomatas, o Brasil pretende mobilizar outros países para pressionar por mudanças no sistema multilateral e alertar que, sem reforma, o mundo tende a ser governado por modelos unilaterais como o proposto por Trump.
Para integrantes da diplomacia, o plano do presidente americano expõe a fragilidade do atual sistema internacional, sobretudo diante da incapacidade do Conselho de Segurança de lidar com crises como a de Gaza.
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Estátua de Cristiano Ronaldo é incendiada em Portugal
21/01/2026

Um ato de vandalismo atingiu um dos principais pontos turísticos da Ilha da Madeira, em Portugal. A estátua de Cristiano Ronaldo instalada na área externa do Museu CR7 foi incendiada por um homem que filmou toda a ação e divulgou as imagens nas redes sociais.
Nas gravações, o autor despeja um líquido inflamável sobre a escultura em tamanho real e, em seguida, ateia fogo.
O caso é tratado como crime pelas autoridades portuguesas.
Em nota oficial, a Polícia de Segurança Pública (PSP) informou que abriu investigação para apurar o ocorrido. Segundo a imprensa local, o suspeito já teria sido identificado e seria conhecido por outros episódios semelhantes registrados anteriormente na região.
CNN
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Portugal: candidato da extrema direita enfrentará socialista de centro-esquerda no 2º turno
19/01/2026

O líder do partido de extrema direita Chega, André Ventura, ficou em segundo lugar nas eleições presidenciais de Portugal neste domingo, 18, em um resultado surpreendente, e enfrentará um adversário de centro-esquerda em um segundo turno no próximo mês, o que pode representar mais um avanço político para os partidos de extrema direita em crescimento na Europa, de acordo com resultados quase completos.
Com quase 98% dos votos contados, Ventura capturou 24% dos votos e ficou em segundo lugar, atrás do candidato socialista de centro-esquerda António José Seguro, que liderou com quase 31%. Eles se enfrentarão em uma segunda rodada de votação entre os dois principais candidatos em 8 de fevereiro.
O forte desempenho de Ventura foi outro marco na guinada da Europa para a extrema direita, à medida que partidos populistas têm alcançado, ou se aproximado, das alavancas do poder nos últimos anos.
O aumento do apoio público ao Chega o tornou o segundo maior partido no parlamento de Portugal no ano passado, apenas seis anos após sua fundação. Ventura e seus apoiadores foram encorajados pela ascensão mais ampla de partidos nacionalistas de ideologia semelhante em toda a Europa, como na França, Alemanha, Itália e na vizinha Espanha.
Outros nove candidatos concorreram em um campo recorde nas eleições presidenciais, mas nenhum chegou perto dos mais de 50% necessários para uma vitória no primeiro turno.
O vencedor substituirá o presidente Marcelo Rebelo de Sousa, que cumpriu o limite de dois mandatos de cinco anos.
TRIBUNA DO NORTE
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Em carta à Noruega, Trump diz que “não se sente obrigado” a pensar na paz
19/01/2026

Foto: Reuters
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse em uma carta ao primeiro-ministro da Noruega que não se sente mais obrigado a “pensar puramente na paz” por não ter recebido o Prêmio Nobel da Paz, e reiterou sua exigência de controle da Groenlândia.
A carta, vista pela agência de notícias Reuters, foi uma resposta a uma breve mensagem enviada a Trump pelo premiê norueguês, Jonas Gahr Störe, e pelo presidente da Finlândia, Alexander Stubb, opondo-se à sua decisão de impor tarifas a aliados europeus por se recusarem a permitir que os EUA assumam o controle da Groenlândia, disse Störe em um comunicado.
“Considerando que seu país decidiu não me conceder o Prêmio Nobel da Paz por ter impedido mais de 8 guerras, não me sinto mais obrigado a pensar puramente na paz, embora ela sempre seja predominante, mas agora posso pensar no que é bom e apropriado para os Estados Unidos da América”, escreveu o presidente americano na carta.
Stoere afirmou ter dito repetidamente a Trump que o Comitê Norueguês do Nobel, responsável pela atribuição do prêmio da paz, é independente e que o governo da Noruega não tem controle sobre ele.
Trump fez campanha abertamente pelo Prêmio Nobel da Paz, que no ano passado foi concedido à líder da oposição venezuelana, Maria Corina Machado.
Machado entregou sua medalha de ouro a Trump durante uma reunião na Casa Branca na semana passada, embora o Comitê Nobel Norueguês tenha afirmado que o prêmio não pode ser transferido, compartilhado ou revogado.
Em sua carta, Trump também questionou novamente a soberania dinamarquesa sobre a Groenlândia, dizendo: “A Dinamarca não pode proteger essa terra da Rússia ou da China, e por que eles teriam um ‘direito de propriedade’ afinal?”
“Não existem documentos escritos, apenas se sabe que um barco atracou lá há centenas de anos, mas nós também tivemos barcos atracando lá.”
“O mundo não estará seguro a menos que tenhamos controle total e completo da Groenlândia”, acrescentou Trump.
A Groenlândia, uma vasta ilha ártica rica em minerais, é uma parte autônoma do Reino da Dinamarca.
Trump concluiu a mensagem para Stoere afirmando: “Eu fiz mais pela OTAN do que qualquer outra pessoa desde a sua fundação, e agora, a OTAN deveria fazer algo pelos Estados Unidos. O mundo não estará seguro a menos que tenhamos o controle completo e total da Groenlândia. Obrigado! Presidente DJT.”
CNN
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Número de mortos em protestos no Irã passa de 3 mil, diz organização
17/01/2026

Veículos em chamas durante protestos antigovernamentais no Irã no dia 8 de janeiro - Foto: WANA VIA REUTERS
Mais de 3 mil pessoas morreram nos protestos que assolam o Irã, afirmou o grupo HRANA (Agência de Notícias dos Ativistas dos Direitos Humanos) neste sábado (17), enquanto um “ligeiro aumento” na atividade da internet foi relatado no país após oito dias de apagão.
O grupo HRANA, com sede nos EUA, afirmou ter verificado 3.090 mortes, incluindo 2.885 manifestantes, após moradores relatarem que a repressão parece ter, de modo geral, sufocado os protestos por ora e a mídia estatal noticiar mais prisões.
A capital, Teerã, está relativamente tranquila há quatro dias, disseram vários moradores contatados pela Reuters.
Drones sobrevoavam a cidade, mas não havia sinais de grandes protestos na quinta (15) ou sexta-feira (16), disseram os moradores, que pediram para não serem identificados por questões de segurança.
Um morador de uma cidade ao norte do país, banhada pelo Mar Cáspio, disse que as ruas também pareciam calmas.
Os protestos eclodiram em 28 de dezembro devido às dificuldades econômicas e se transformaram em manifestações generalizadas exigindo o fim do regime clerical na República Islâmica, culminando em violência em massa no final da semana passada.
De acordo com grupos de oposição e um funcionário iraniano, mais de 2 mil pessoas foram mortas nos piores distúrbios internos desde a Revolução Islâmica de 1979 no Irã.
“Métricas mostram um ligeiro aumento na conectividade da internet no #Irã esta manhã”, após 200 horas de interrupção, publicou o grupo de monitoramento de internet NetBlocks na rede social X.
A conectividade permaneceu em torno de 2% dos níveis normais, afirmou.
Alguns iranianos no exterior disseram nas redes sociais que conseguiram enviar mensagens para usuários que vivem no Irã no início da manhã deste sábado.
O presidente dos EUA, Donald Trump, que havia ameaçado com “medidas muito duras” caso o Irã executasse manifestantes, disse que os líderes de Teerã haviam cancelado os enforcamentos em massa.
“Respeito muito o fato de que todos os enforcamentos programados para ontem (mais de 800) foram cancelados pela liderança do Irã. Obrigado!”, publicou ele nas redes sociais.
O Irã não havia anunciado planos para tais execuções nem dito que as havia cancelado.
Estudantes e peregrinos indianos que retornavam do Irã disseram que ficaram praticamente confinados em suas acomodações enquanto estavam no país, sem poder se comunicar com suas famílias.
“Só ouvimos relatos de protestos violentos, e um homem pulou na frente do nosso carro segurando um bastão em chamas, gritando algo no idioma local, com raiva visível nos olhos”, disse Z Syeda, estudante do terceiro ano de medicina em uma universidade de Teerã.
O Ministério das Relações Exteriores da Índia afirmou na sexta-feira que havia voos comerciais disponíveis e que Nova Déli tomaria medidas para garantir a segurança e o bem-estar dos cidadãos indianos.
Fonte: CNN Brasil
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EUA suspendem a emissão de vistos do Brasil e mais 74 países, diz ‘Fox News’
14/01/2026

O Departamento de Estado dos Estados Unidos suspendeu o processamento de solicitação de vistos para 75 países, incluindo o Brasil. A informação foi publicada pela Fox News Digital. Segundo o jornal, a suspensão terá início na próxima quarta-feira (21), e continuará por tempo indeterminado. O objetivo é coibir solicitantes aos vistos considerados propensos a se tornarem um gasto público.
Um memorando do Departamento de Estado, ao qual a Fox News teve acesso, orienta os funcionários consulares a recusarem vistos de acordo com a legislação vigente, enquanto a pasta reavalia os procedimentos de triagem e verificação.
O jornal não divulgou todos os países afetados pela medida, mas afirmou que, além do Brasil, Somália, Rússia, Afeganistão, Irã, Iraque, Egito, Nigéria, Tailândia e Iêmen também estão na lista.
A Fox News já havia divulgado, em novembro do ano passado, que o Departamento de Estado orientou os consulados a aplicarem novas regras de triagem baseadas na disposição de “encargo público” da lei da imigração. Com isso, os funcionários foram instruídos a negarem vistos a candidatos que provavelmente dependerão de benefícios públicos, com base em fatores variados, como saúde, idade, proficiência em inglês, situação financeira e possível necessidade de cuidados médicos de longo prazo.
Ainda segundo o jornal, candidatos idosos ou com sobrepeso tinham chances de ter seus pedidos negados.
“O Departamento de Estado usará sua autoridade de longa data para considerar inelegíveis potenciais imigrantes que se tornariam um fardo para os Estados Unidos e explorariam a generosidade do povo americano”, disse o porta-voz da pasta, Tommy Piggott, em comunicado divulgado pela Fox News.
“A imigração desses 75 países será suspensa enquanto o Departamento de Estado reavalia os procedimentos de processamento de imigração para impedir a entrada de estrangeiros que se beneficiariam de programas de assistência social e benefícios públicos.”
Estadão Conteúdo
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Pelo menos 61 pessoas são presas na Nicarágua do ditador Daniel Ortega por comemorarem prisão de Maduro nas redes sociais
10/01/2026

Foto: EFE/ Imprensa Miraflores
Pelo menos 61 pessoas foram presas na Nicarágua por comemorarem ou demonstrar apoio à captura do ex-presidente venezuelano Nicolás Maduro nas redes sociais, informou nesta sexta-feira (9) o grupo de direitos humanos Monitoreo Azul y Blanco.
Maduro foi detido por forças dos Estados Unidos em Caracas no último sábado (3) e levado a Nova York para ser julgado por acusações de tráfico de drogas e outros crimes.
Segundo a ONG, as detenções ocorreram de forma arbitrária e sem ordem judicial, baseadas apenas em publicações online, comemorações privadas ou recusa em divulgar a propaganda oficial.
As prisões foram registradas em pelo menos oito departamentos do país, incluindo Managua, Matagalpa, Chontales, Jinotega, Chinandega, Estelí, Granada e Masaya, além das regiões do Caribe Norte e Sul.
Do total, 49 continuam detidos sem informações sobre sua situação legal, nove foram liberados após a prisão e três permanecem temporariamente retidos.
A organização denunciou que a repressão constitui violação dos direitos humanos e fez apelo à comunidade internacional para atenção ao caso.
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Drogas: Depois da Venezuela, Trump mira o México
10/01/2026

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou, na noite desta quinta-feira 8, que o país realizará ataques terrestres contra cartéis de drogas no México e em outras regiões, em declaração concedida à emissora Fox News.
Trump declarou que “cortamos 97% das drogas que entram por via marítima e agora vamos começar a atacá-las em terra, visando os cartéis”. “Os cartéis estão controlando o México. É muito, muito triste ver o que aconteceu com aquele país”, afirmou o presidente, segundo reportagem do Metrópoles.
O presidente dos EUA também disse que os cartéis estão causando mortes nos Estados Unidos. “Estão matando 250, 300 mil pessoas no nosso país todos os anos. As drogas — é horrível. Devastaram famílias. Você perde um filho ou um pai. Quero dizer, pais também estão morrendo por causa das drogas”, afirmou Trump à Fox News.
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Trump age com pulso firme: EUA assumem controle do petróleo e ficam na Venezuela “por anos”
08/01/2026

Foto: Reprodução
O presidente Donald Trump confirmou que os Estados Unidos vão ficar por muito tempo na Venezuela, com presença política e estratégia econômica voltadas ao controle do petróleo — o ativo mais valioso do país sul-americano. A declaração foi dada em entrevista ao New York Times, quando questionado se a intervenção teria prazo curto: “Eu diria que muito mais tempo”, afirmou.
Trump detalhou que o governo interino venezuelano, agora alinhado com os EUA, está cooperando com Washington e que o plano inclui usar o petróleo venezuelano para reconstruir o país “de forma muito lucrativa”, baixando preços e gerando receita para os próprios venezuelanos e para os americanos.
Parte dessa estratégia já começou: Trump anunciou que entre 30 e 50 milhões de barris de petróleo venezuelano serão enviados para os EUA e vendidos a preço de mercado, com o controle financeiro da operação sob comando americano para garantir que os fundos “beneficiem o povo da Venezuela e dos Estados Unidos”.
Autoridades do governo Trump também afirmam que os EUA vão controlar indefinidamente a comercialização desse petróleo e decidir como usar os recursos, abrindo espaço para empresas americanas investirem na recuperação da produção.
Essa ação coloca os Estados Unidos como protagonistas na reconstrução e redirecionamento da indústria energética venezuelana — um golpe estratégico que frustra regimes de esquerda e assegura liderança americana na região.
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