Policial

Policial militar é morto a tiros após briga em bar

03/11/2026


 

O cabo da Polícia Militar Danylo dos Santos Batista morreu após ser baleado durante uma discussão em um bar em Fronteira, no interior de Minas Gerais, na madrugada de segunda-feira (2). O suspeito, de 30 anos, foi preso em São José do Rio Preto, no interior de São Paulo. As informações são do Metrópoles.

Segundo a Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), o cabo estava de folga quando se envolveu no desentendimento com o homem, que não teve a identidade divulgada. A motivação da discussão não foi informada.

Além do suspeito, um casal foi preso sob suspeita de participação na fuga. Os policiais também recuperaram duas armas de fogo: uma pertencente ao militar e outra ao homem apontado como suspeito do crime.

Danylo era lotado no 28º Batalhão de Polícia Militar, em Unaí, no noroeste mineiro. Antes de ingressar na corporação, ele morou em Sobradinho, no Distrito Federal.

Em nota publicada nas redes sociais, a PMMG lamentou a morte e manifestou solidariedade aos familiares, amigos e colegas de farda. No comunicado, a instituição afirmou que recebeu a notícia com “profunda tristeza e indignação” e classificou a perda como irreparável.

A corporação também reafirmou o respeito e a honra à memória do cabo. O caso é investigado pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG).

 

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101 FM

Economia

13º salário terá segunda parcela antecipada em 2026; veja as datas de pagamento

03/11/2026


                                                             reprodução

 

O pagamento do 13º salário em 2026 terá dois prazos: a primeira parcela deve ser depositada até 30 de novembro, e a segunda, até 18 de dezembro. O pagamento da última parcela será antecipado porque o dia 20 de dezembro, prazo previsto na legislação, cai em um domingo.

Os trabalhadores com carteira assinada devem ficar atentos às datas, principalmente aqueles que já contam com o dinheiro para quitar dívidas, fazer compras de Natal ou organizar as despesas de fim de ano.

A primeira parcela corresponde à metade do salário, sem os descontos de INSS e Imposto de Renda. A empresa pode antecipar o pagamento, mas deve depositar o valor até 30 de novembro caso ainda não tenha feito isso.

Na segunda parcela, o trabalhador recebe o restante do 13º salário, já com os descontos de INSS e Imposto de Renda, quando houver cobrança. Por isso, o valor costuma ser menor que o recebido na primeira parte.

 

Quem tem direito ao 13º salário?

Têm direito ao 13º salário os trabalhadores com carteira assinada, incluindo empregados urbanos, rurais e domésticos, além dos trabalhadores avulsos.

O benefício também é garantido às trabalhadoras em licença-maternidade e aos empregados afastados por acidente de trabalho, conforme as regras aplicáveis a cada situação.

Quem trabalhou durante todo o ano recebe o 13º salário integral, equivalente a um salário mensal. Já quem foi contratado ao longo de 2026 recebe o valor proporcional ao tempo de serviço.

Para esse cálculo, cada mês em que o trabalhador tiver atuado por pelo menos 15 dias conta como um mês inteiro.

Quem for demitido sem justa causa também tem direito ao 13º proporcional, que deve ser pago junto com as verbas da rescisão.

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DROGARIA POUPE JÁ

Mundo

Americanos vão às urnas para renovar Congresso e definir força política de Trump

03/11/2026


 

Os eleitores dos Estados Unidos vão às urnas nesta terça-feira (3) para escolher os representantes do Congresso em uma votação que definirá o controle da Câmara e de parte do Senado durante a segunda metade do mandato do presidente Donald Trump.

Conhecidas como midterms, as eleições de meio de mandato ocorrem dois anos após a escolha presidencial. O resultado pode alterar a composição do Legislativo e as condições para o governo avançar com suas propostas.

Trump já enfrentou uma disputa desse tipo durante seu primeiro mandato, em 2018. Na ocasião, os republicanos ampliaram a maioria no Senado, passando de 51 para 53 cadeiras, mas perderam o controle da Câmara dos Representantes. Os democratas conquistaram 235 assentos, enquanto os republicanos ficaram com 199.

 

Pesquisas apontam vantagem democrata

 

A campanha deste ano foi marcada por preocupações dos eleitores com os preços dos combustíveis e dos alimentos, além da guerra no Irã. Pesquisas de intenção de voto também registraram vantagem dos democratas na disputa pelo controle da Câmara.

Levantamento da Universidade Quinnipiac, divulgado em 10 de setembro, mostrou que 49% dos entrevistados preferiam que os democratas assumissem a maioria na Câmara, contra 38% que optavam pelos republicanos. Outros 13% não souberam responder ou não opinaram.

A participação dos eleitores também é um fator importante, já que o voto não é obrigatório nos Estados Unidos. Uma pesquisa Reuters/Ipsos apontou que 46% dos democratas estavam muito entusiasmados para votar em novembro, ante 31% dos republicanos.

 

Com informações da Cnn Brasill

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DROGARIA POUPE JÁ

Política

Rogério quer voto aberto da direita para derrotar Alcolumbre no Senado

03/11/2026


 

O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), pretende defender que os parlamentares de direita anunciem publicamente seus votos na eleição para a presidência da Casa, marcada para 1º de fevereiro de 2027. A proposta busca impedir que senadores eleitos com apoio do bolsonarismo apoiem, sob o sigilo da votação, a reeleição do atual presidente, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).

“Vou defender. É difícil justificar em público o voto no Alcolumbre, né?”, afirmou Marinho, ao confirmar a intenção de apresentar a proposta.

Potiguar concorreu à presidência do Senado em 2023 e acabou derrotado — Foto: Edilson Rodrigues/Senado

A estratégia será discutida pela bancada do PL em reunião prevista para quarta-feira 4. O encontro deverá definir o posicionamento do partido na disputa e pode resultar no lançamento da candidatura de Marinho à presidência do Senado. Outra parlamentar de direita interessada no cargo é Tereza Cristina (PP-MS).

A eleição é realizada por votação secreta, mecanismo que Alcolumbre considera favorável à sua tentativa de permanecer no comando da Casa. O presidente do Senado mantém relações pessoais e políticas com parlamentares de diferentes legendas e trabalha para conquistar votos inclusive entre integrantes dos partidos de oposição.

A possibilidade de uma candidatura própria divide o PL. Parte da bancada defende uma aproximação com Alcolumbre após a derrota de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na eleição presidencial, argumentando que um confronto poderia deixar o partido novamente afastado dos principais cargos do Senado. Outra ala considera que o crescimento da direita nas eleições criou condições para derrotar o atual presidente.

A nova composição do Senado favorece numericamente os partidos conservadores. O PL terá 29 parlamentares, enquanto o Novo contará com outros três. Republicanos, PP, Podemos e PSDB reunirão mais 15 senadores, boa parte deles eleita com apoio de lideranças bolsonaristas. A eleição para a presidência exige maioria absoluta, correspondente a 41 dos 81 votos.

Tanto Marinho quanto Alcolumbre afirmam contar com o apoio de 48 senadores. Como as duas projeções superam, juntas, o número de integrantes da Casa, há parlamentares incluídos simultaneamente nas contas dos dois grupos.

Além de Rogério Marinho, a bancada do Rio Grande do Norte no Senado terá, a partir de 2027, o início do novo mandato de Styvenson Valentim (Podemos) e a estreia de Samanda Alves (PT). Os dois foram eleitos no pleito de outubro. Até agora, nenhum dos dois revelou intenção de voto na disputa para a presidência da Casa.

Espera-se uma aproximação de Samanda com Alcolumbre, por causa do apoio já anunciado da bancada do PT. A incógnita maior é Styvenson. Ele também é próximo do atual presidente da Casa, mas foi reeleito em 2026 com apoio do PL no RN.

 

Pressão sobre parlamentares

A defesa da divulgação dos votos está relacionada ao discurso adotado pelos candidatos de direita durante a campanha eleitoral. Muitos deles foram eleitos com críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF) e promessas de pressionar pela abertura de processos de impeachment contra ministros da Corte.

 

Alcolumbre, por sua vez, resiste a dar andamento a esses pedidos. A posição provocou desgaste com o eleitorado bolsonarista e tornou politicamente difícil, para determinados senadores, justificar um eventual apoio à sua reeleição.

A intenção dos aliados de Marinho é explorar essa contradição. Embora a votação permaneça formalmente secreta, os parlamentares poderiam declarar suas escolhas e mostrar suas cédulas antes de depositá-las na urna. A exposição pública serviria como instrumento de pressão contra possíveis dissidências.

A iniciativa tem precedente na própria trajetória de Alcolumbre. Em 2019, quando disputou pela primeira vez a presidência do Senado, ele defendeu a votação aberta para enfraquecer a candidatura de Renan Calheiros (MDB-AL).

Na ocasião, Alcolumbre contava com o apoio do então presidente Jair Bolsonaro (PL) e procurava aproveitar a chegada de novos senadores eleitos sob um discurso de renovação política. A tentativa de tornar a votação aberta foi barrada por uma decisão liminar do ministro Dias Toffoli, do STF, durante a madrugada.

Mesmo com a decisão judicial, alguns parlamentares anunciaram voluntariamente seus votos e exibiram as cédulas antes de colocá-las na urna. Agora, aliados de Alcolumbre na direita poderão enfrentar situação semelhante àquela vivida pelos apoiadores de Renan.

 

Candidatura provoca divergências

Na terça-feira 27 de outubro, a federação formada por União Brasil e PP anunciou apoio à candidatura de Alcolumbre à reeleição. A manifestação, entretanto, não representou uma adesão pública de todos os integrantes das duas legendas.

A maioria dos senadores e dos parlamentares eleitos pelos partidos não declarou apoio ao atual presidente. Tereza Cristina e Guilherme Derrite (PP-SP), por exemplo, criticaram o anúncio nas redes sociais.

O histórico recente do PL também influencia a discussão. Em 2023, Rogério Marinho concorreu à presidência do Senado contra Rodrigo Pacheco (PSB-MG), então candidato à reeleição. Pacheco venceu por 49 votos a 32.

A derrota teve consequências para a participação do PL na estrutura de comando do Legislativo. Durante os dois anos seguintes, o partido ficou sem a presidência de comissões consideradas estratégicas e sem representação na Mesa Diretora.

Em 2025, a legenda mudou de posição e apoiou Alcolumbre, em uma negociação que lhe garantiu espaços de maior relevância, incluindo a vice-presidência do Senado.

A aliança, porém, sofreu desgaste durante a atual gestão. Parlamentares bolsonaristas avaliam que Alcolumbre deu mais atenção às demandas do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) do que às prioridades da oposição.

Uma das principais reclamações envolve a discussão sobre a anistia aos condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023. A direita acusa o presidente do Senado de enfraquecer a articulação pela medida e favorecer uma alternativa de redução das penas, que ainda não havia sido concretizada.

A resistência de Alcolumbre à abertura de processos de impeachment contra ministros do STF também alimenta as críticas. O assunto ganhou importância na campanha eleitoral e passou a ser apresentado por candidatos bolsonaristas como uma das prioridades da próxima legislatura.

Outro episódio apontado pela oposição ocorreu durante a disputa presidencial deste ano. Alcolumbre colocou em votação a proposta de emenda à Constituição que encerrou a escala de trabalho de seis dias de serviço para um de descanso, conhecida como jornada 6×1. A medida era uma das principais bandeiras de Lula e contribuiu para fortalecer sua campanha no segundo turno.

Diante desse histórico, Marinho pretende transformar o posicionamento dos senadores em relação a Alcolumbre em um compromisso público. O resultado dependerá da capacidade do PL de unificar a bancada e atrair integrantes de outras legendas, especialmente aquelas que elegeram parlamentares com apoio do bolsonarismo, mas mantêm relações políticas com o atual presidente do Senado.

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Open Master - Agência de Desenvolvimento Web

Geral

Senado retoma PEC da Segurança Pública após impasse sobre maioridade penal; saiba como será a votação

03/11/2026


                                                   Foto: Ton Molina/Agência Senado

 

O Senado Federal inicia nesta terça-feira (3) a discussão da PEC da Segurança Pública. O presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), marcou a sessão na semana passada.

A base aliada do governo pretende votar e aprovar o texto em dois turnos no mesmo dia. Líderes governistas se reúnem pela manhã no Palácio do Planalto para definir a estratégia. A informação é da CNN Brasil.

Alcolumbre convocou reunião de líderes às 11h para tratar da proposta e do restante da pauta da semana. O regimento exigiria cinco dias úteis e três sessões entre os turnos, mas o plenário aprovou em outubro um calendário especial que dispensa o intervalo.

A PEC estava na pauta de 15 de outubro, mas Alcolumbre a retirou após impasse entre governo e oposição. A divergência envolve a redução da maioridade penal, tema que surgiu quando o texto chegou ao plenário.

A oposição apresentou emenda que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos em todos os crimes e para 14 anos nos hediondos. Segundo o texto, a intenção era adiar a votação para depois do segundo turno das eleições e impedir que Lula usasse a aprovação como ativo eleitoral.

O governo diz apoiar a redução, mas quer tratá-la em PEC separada. Mudanças de mérito obrigariam o texto a voltar à Câmara e atrasariam a criação do Ministério da Segurança Pública, planejada por Lula.

O líder do PT, Camilo Santana (CE), apresentou emenda alternativa que reduz a maioridade para 16 anos apenas em crimes hediondos. A bancada se dividiu: uma ala vê estratégia em pautar tema de amplo apoio, e outra mantém a posição histórica contrária.

Pesquisa Datafolha de junho de 2026 mostra 79% dos brasileiros a favor da redução, 17% contra, 3% sem opinião e 1% indiferentes. O governo afirma ter votos para derrubar a emenda da oposição, e o senador Efraim Filho (PL-PB) defende a mudança como resposta ao avanço da violência.

A aprovação exige três quintos dos senadores, ou 49 votos favoráveis, em cada turno. Se passar sem alterações, a proposta segue para promulgação.

O texto prevê integração entre União, estados, Distrito Federal e municípios, com forças-tarefa, compartilhamento de informações e provas e operação integrada de sistemas. Também amplia as atribuições da PRF, que poderá policiar ferrovias e hidrovias federais.

A PEC estabelece regras mais rígidas para líderes e integrantes de facções, milícias e organizações paramilitares, como restrições à progressão de regime e confisco de bens. Inclui ainda direitos das vítimas, proteção a denunciantes e a inserção do Susp na Constituição.

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RÁDIO FAROL - TOUROS

Economia

Inadimplência no Brasil chega a 84,2 milhões de pessoas, aponta Serasa; dívida média é de R$ 7 mil

03/11/2026


 

O número de brasileiros com contas em atraso chegou a 84,2 milhões em setembro, o maior já registrado pela Serasa. O total representa um aumento de 6% em relação ao mesmo mês de 2025 e supera os 83,9 milhões registrados em agosto.

Os dados fazem parte do Mapa da Inadimplência e Negociação de Dívidas no Brasil, divulgado pela Serasa e publicado pelo portal UOL nesta segunda-feira (2). Desde 2020, o número de consumidores negativados cresceu 34,17%.

As dívidas acumuladas somam R$ 597,4 bilhões, alta de 0,9% em relação a agosto. Em média, cada pessoa inadimplente deve R$ 7.093,83, valor equivalente a aproximadamente 4,4 salários mínimos.

Bancos e cartões de crédito concentram a maior parcela das dívidas, com 27,16% do total. Em seguida aparecem as financeiras, com 20,66%, e as contas básicas de água, luz e gás, que representam 20,32%.

Entre os inadimplentes, 50,5% são mulheres e 49,5% homens. A faixa etária de 41 a 60 anos concentra a maior parcela, com 35,7%, seguida pelos brasileiros de 26 a 40 anos (33,2%). Pessoas acima de 60 anos representam 20,1%, enquanto os jovens de 18 a 25 anos correspondem a 11% do total.

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101 FM

Geral

Flávio Bolsonaro recorre contra apreensão de passaportes e pede afastamento de Moraes

03/11/2026


 

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar reverter a decisão do ministro Alexandre de Moraes que determinou, no último domingo (25), a apreensão de seus passaportes e proibiu sua saída do Brasil.

Ja na terça (27), ele saiu do País com esposa e filhas rumo aos Estados Unidos. Os advogados do candidato a presidente derrotado também pediram que Moraes seja declarado impedido ou suspeito para conduzir a investigação sobre a relação do parlamentar com o advogado Willer Tomaz.

Entre as solicitações está a transferência do caso para o ministro André Mendonça. Os pedidos foram protocolados na sexta-feira (30), segundo o g1.

Ao todo, foram apresentadas três petições a Corte. Duas delas foram encaminhadas ao presidente do STF, Edson Fachin, e questionam a permanência de Moraes na relatoria do inquérito.

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DROGARIA POUPE JÁ

Esporte

LUTO NO FUTEBOL: Atacante morre após parada cardiorrespiratória durante jogo da 2ª divisão espanhola

03/11/2026


                                                       Fotos: Reprodução/Redes Sociais

 

O centroavante Jesús de Miguel, do Tenerife, morreu nesta terça-feira (3), aos 30 anos. O atacante sofreu uma parada cardiorrespiratória em campo após uma dividida com o goleiro Owono, durante partida contra o FC Andorra pela segunda divisão do Campeonato Espanhol.

O choque ocorreu nos minutos finais do confronto disputado na segunda-feira (2). Socorrido de urgência, Jesús de Miguel passou por procedimentos de reanimação no gramado, o que motivou a suspensão definitiva da partida.

 

Com informações do Metrópoles

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MARE MOVEIS TOUROS

Geral

Filha de seridoense de Florânia, brasileira de 20 anos é copiloto de avião que caiu nos Estados Unidos

02/11/2026


 

A jovem Nathalia Gadelha Figueiras, de 20 anos, natural de Florânia, na região do Seridó potiguar, foi identificada como copiloto do Learjet 60 que caiu na Flórida, nos Estados Unidos, no último domingo, 1º de novembro. O acidente provocou a morte das nove pessoas que estavam a bordo.

A identidade da jovem foi confirmada por sua mãe e seu padrasto ao jornal New York Post, nesta segunda-feira (2).

Nathalia tinha uma paixão pela aviação desde muito cedo. Em 2023, quando ainda estudava na West Boca Raton High School, na Flórida, ganhou destaque na CBS12 News por uma conquista impressionante: obteve sua licença de piloto privado aos 17 anos, antes mesmo de tirar a carteira de motorista.

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101 FM

Saúde

Câncer de próstata matou 50 homens por dia no país em 2025

02/11/2026


                                            Imagem: Sociedade Brasileira de Urologia

Agência Brasil

 

Cerca de 18,5 mil homens morreram no Brasil em 2025 vítimas do câncer de próstata. Isso equivale a 50 mortes por dia, segundo dados do Ministério da Saúde, divulgados pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU).

De acordo com a SBU, de 2017 a setembro deste ano, foram registradas mais de 160 mil mortes pela doença. E há uma tendência de alta. O número de óbitos em 2025, é 20% maior do que há dez anos (15,4 mil óbitos).

Neste ano, a previsão é de que mais de 77 mil novos casos do agravo sejam diagnosticados no país, fazendo com que esse seja o tipo de câncer mais comum entre os homens.

De acordo com a SBU, quando diagnosticada na fase inicial, a doença tem 90% de chances de cura. O problema é que, nessa fase, o paciente ainda não consegue perceber os sinais do câncer.

Apenas quando o tumor está em estágios mais avançados, costumam surgir sintomas como presença de sangue na urina ou no sêmen, aumento da frequência urinária, fluxo urinário fraco ou interrupções ao urinar, disfunção erétil e dores nos ossos.

“Uma doença silenciosa em suas fases iniciais, como é o câncer de próstata, que oferece nessa fase inicial 90% de chance de cura, ela precisa ser procurada e rastreada, pois esperar que os sintomas apareçam pode levar a uma perda da chance de cura. Esperar sentir dor ou ter dificuldade para urinar significa muitas vezes chegar tarde demais ao diagnóstico”, alerta o presidente da SBU, Roni Carvalho Fernandes.

 

Campanha

Neste mês, a SBU realiza a campanha Novembro Azul, que busca conscientizar a população masculina para os riscos desse tipo de tumor, o qual afeta a glândula responsável por produzir o líquido do sêmen que nutre e protege os espermatozoides.

“O homem brasileiro, historicamente, se cuida menos do que a mulher. E essa campanha é uma chance para que este homem assuma o protagonismo da sua própria saúde e passe a entender que prevenção e diagnóstico precoce também é uma atitude de homem”, explica.

Segundo ele, a SBU tem notado uma preocupação maior do homem com a saúde de seu aparelho urológico e reprodutor, nas últimas duas décadas.

“É uma mudança cultural importante. O homem, que antes nem queria ouvir falar de ir ao urologista, agora busca informações e agenda suas consultas com mais naturalidade. No entanto, o desafio continua gigante”, destaca.

A investigação é feita com dois exames de rotina: medição do nível de PSA (antígeno prostático específico) no plasma sanguíneo e avaliação do tamanho, forma e textura da próstata, através do exame de toque retal. O diagnóstico é feito por biópsia caso haja suspeita de tumor.

A recomendação da SBU é que homens a partir de 50 anos procurem um urologista para uma avaliação individualizada. Para pessoas com histórico familiar da doença, para negros e para obesos, a recomendação é começar com o rastreio aos 45 anos.

 

Novidades no tratamento

Em 2026, de acordo com a SBU, a cirurgia da próstata assistida por robô foi incorporada ao Sistema Único de Saúde (SUS). Além disso, o Conselho Federal de Medicina (CFM) aprovou a realização de ultrassom focado de alta intensidade (HIFU) e crioblação.

O HIFU é um método pouco invasivo, que direciona ondas de ultrassom para o local exato do tumor. A grande quantidade de energia focada no ponto resulta na destruição do tecido canceroso.

Já a crioblação é feita através de agulhas muito finais que são inseridas no local do tumor e injetam um gás congelante, o que provoca a  morte das células tumorais.

 

Fonte: Agência Brasil

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Geral

Brasil registra 945 mil casos de violência doméstica entre janeiro e setembro de 2026 e supera números de anos anteriores

02/11/2026


                                                                     Foto: ISD

 

 

O Brasil registrou 945.015 casos de violência doméstica entre janeiro e setembro de 2026, número que já supera os totais anuais de 2020 a 2023. Os dados são do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), com base no painel de violência contra a mulher do DataJud.

O volume representa um recorde para os primeiros nove meses do ano. Em 2025, foram registrados 842.927 casos no mesmo período. Em 2024, o total havia sido de 755.126.

Na série histórica, os registros passaram de 597.824 em 2020 para 692.620 em 2021, 755.098 em 2022, 916.790 em 2023, 1.014.792 em 2024 e 1.133.894 em 2025.

Os dados incluem ocorrências de violência física e psicológica, lesões cometidas em razão da condição de mulher e crimes previstos na Lei Maria da Penha. Os casos de feminicídio são contabilizados separadamente e não entram nesse levantamento.

São Paulo lidera o ranking estadual, com 158.178 registros até 30 de setembro. Na sequência aparecem Paraná, com 94.690 casos, e Minas Gerais, com 83.762.

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MARE MOVEIS TOUROS

Política

Moraes e Alcolumbre celebraram vitória de Lula em almoço reservado

01/11/2026


 

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre e o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), mantêm uma rotina de almoços semanais em Brasília. No encontro mais recente, os dois celebraram a vitória de Lula sobre Flávio Bolsonaro nas eleições presidenciais.

Há motivos para a celebração. A derrota de Flávio favoreceu os planos de Alcolumbre de permanecer no comando do Senado e reduziu a pressão por um eventual processo de impeachment contra Moraes, outrora dado como certo até para integrantes do STF.

Alcolumbre trabalha com uma estimativa de até 48 votos para continuar no comando do Senado. O senador considera ter um piso de 43 apoios, suficiente para superar os 41 votos necessários à eleição.

Para Moraes, a permanência de Alcolumbre na presidência do Senado tem importância particular. Cabe ao comando da Casa decidir sobre o encaminhamento inicial das representações por crime de responsabilidade apresentadas contra ministros do STF.

Alcolumbre tem resistido à abertura de processos contra integrantes do Supremo. A oposição, por sua vez, procura eleger um presidente disposto a examinar as representações e permitir o avanço das acusações.

A aproximação entre o senador e o ministro ocorre há meses. Em abril, a dupla se encontrou duas vezes na semana que antecedeu a votação da indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, ao STF. Um dos jantares ocorreu na residência de Moraes, na véspera da sabatina. A indicação acabou rejeitada pelo Senado, numa derrota para o governo Lula.

Em agosto, Moraes teve papel decisivo na reaproximação entre Alcolumbre e o presidente da República, que haviam rompido politicamente depois da rejeição do nome de Messias para a Corte. O ministro recebeu os dois em casa, em Brasília, para um jantar que também contou com a presença de Cristiano Zanin. O encontro abriu caminho para a retomada do diálogo entre o Planalto e o comando do Senado.

 

 

Com informações da Revista Oeste

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101 FM

Policial

Filho é preso suspeito de tentar matar a própria mãe a facadas em São José de Mipibu

01/11/2026


                             Foto: divulgação/Guarda Municipal de São José de Mipibu

 

Um homem foi preso em flagrante neste sábado (31), suspeito de tentar matar a própria mãe com golpes de faca em São José de Mipibu, na Região Metropolitana de Natal. Segundo informações preliminares, a mulher foi atacada enquanto dormia.

A Guarda Municipal foi acionada e, ao chegar ao local, encontrou a vítima com vários ferimentos pelo corpo. Ela foi socorrida em estado grave e encaminhada ao Hospital Deoclécio Marques, em Parnamirim.

O suspeito foi detido pelos agentes e conduzido à delegacia.

Suspeito relatou desentendimento com o irmão

De acordo com as informações repassadas pelos agentes, o homem teria contado que atacou a mãe por causa de uma briga com o irmão. Segundo o relato, a mulher teria defendido o outro filho durante o desentendimento.

Ainda conforme as informações iniciais, o suspeito seria paciente com acompanhamento psiquiátrico. A condição de saúde, no entanto, não esclarece por si só a motivação do ataque.

O caso deve ser investigado pela Polícia Civil. A situação de saúde da vítima e os detalhes da ocorrência ainda precisam ser confirmados oficialmente.

 

 

PORTAL DA TROPICAL

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DROGARIA POUPE JÁ

Esporte

Mansão de zagueiro brasileiro é assaltada e prejuízo passa de R$ 2 milhões

01/11/2026


 

O zagueiro brasileiro Éder Militão, do Real Madrid, entrou para a incômoda lista de jogadores vítimas da criminalidade na Europa. A mansão do atleta, localizada no luxuoso bairro de La Moraleja, em Madri, foi invadida e saqueada por criminosos durante o clássico contra o Barcelona, disputado no último dia 25 de outubro, no momento em que o defensor estava no estádio com a delegação merengue.

A ousadia dos bandidos chamou a atenção das autoridades espanholas. Segundo informações divulgadas pela imprensa local neste sábado (31), dois assaltantes entraram por uma janela aberta no terceiro andar da residência entre 21h e 22h. A ação foi tão silenciosa que os familiares do jogador, que assistiam ao jogo no andar de baixo, não perceberam que a casa estava sendo roubada.

O crime só foi descoberto graças à vigilância externa. Por volta das 21h50, policiais e agentes de segurança do condomínio bateram à porta perguntando à família se haviam visto dois homens carregando malas. Com a negativa, a polícia pediu autorização para revistar o imóvel e acabou encontrando o quarto de Militão, no segundo andar, completamente revirado e com a câmera de segurança arrancada.

O baque financeiro para o zagueiro da Seleção Brasileira foi pesado. Estima-se que a dupla tenha levado um montante superior a 350 mil euros — o equivalente a cerca de R$ 2,1 milhões na cotação atual. O foco dos criminosos foi direto em artigos de altíssimo luxo guardados pelo atleta no cômodo.

O inventário do roubo impressiona: ao retornar para casa, Militão deu falta de um relógio Rolex avaliado em 53 mil euros e de um cobiçado Richard Mille, que custa em torno de 170 mil euros. Além disso, os ladrões esvaziaram parte do closet, levando três bolsas da Chanel, malas de viagem exclusivas e dezenas de joias, anéis e pulseiras da grife Cartier.

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MARE MOVEIS TOUROS

Esporte

Arena das Dunas tem contrato suspenso e futuro é incerto

01/11/2026


 

A proibição das apostas esportivas no Brasil, determinada pelo governo federal, colocou a Arena das Dunas diante de um problema financeiro e contratual que ainda não tem solução definida. O consórcio responsável pela administração do estádio potiguar confirmou a suspensão do contrato de naming rights firmado com a Casa de Apostas, no valor de R$ 6 milhões, mas evita esclarecer quais serão as consequências da interrupção do acordo. A situação faz parte de uma disputa nacional que envolve clubes, administradores de estádios, patrocinadores e o governo, com uma batalha prevista no Supremo Tribunal Federal (STF).

A parceria havia sido anunciada em maio de 2024, quando o estádio construído para a Copa do Mundo passou a utilizar comercialmente a denominação Casa de Apostas Arena das Dunas. O contrato estabeleceu vigência de cinco anos, até abril de 2029, com pagamentos anuais de R$ 1,2 milhão. Além da exploração comercial do nome, o acordo contemplava investimentos na modernização do equipamento esportivo, incluindo um novo sistema de iluminação cênica e esportiva em LED, com padrão FIFA e recursos de automação para espetáculos luminosos.

A suspensão foi provocada pela Medida Provisória nº 1.394, editada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 25 de setembro. A norma proibiu a exploração, oferta, intermediação e publicidade das apostas de quota fixa em território nacional, atingindo tanto as apostas esportivas quanto os jogos virtuais. A decisão alterou profundamente o mercado de patrocínios do futebol, que havia incorporado as empresas de apostas entre suas principais fontes de financiamento.

Procurada pela TRIBUNA DO NORTE para explicar o futuro da parceria, a administração da Arena das Dunas preferiu não conceder entrevista. A reportagem encaminhou uma série de perguntas sobre as consequências da suspensão, mas recebeu apenas uma nota oficial. Segundo a assessoria de comunicação, a direção do consórcio autorizou apenas a divulgação do comunicado.

No documento, a Arena informa que acompanha atentamente as determinações estabelecidas pela medida provisória e seus desdobramentos. Acrescenta que o contrato de naming rights com a Casa de Apostas está temporariamente suspenso, até a definição das providências necessárias à adequação do acordo ao novo marco regulatório.

A administração também afirma manter diálogo permanente com seus parceiros comerciais e reforça o compromisso com a legalidade, a transparência e o cumprimento das normas aplicáveis. Entretanto, não estabelece prazo para uma solução nem informa se trabalha com a possibilidade de rescisão definitiva do contrato.

Entre as perguntas encaminhadas pela reportagem está a existência de alguma cláusula que obrigue a Casa de Apostas a indenizar o consórcio caso o acordo seja encerrado antes do prazo. Também foi solicitado esclarecimento sobre o impacto percentual da suspensão na arrecadação do estádio e sobre a existência de outras empresas interessadas em adquirir os direitos de nomeação da Arena das Dunas.

A ausência de informações impede dimensionar o prejuízo financeiro. Pelas condições originalmente estabelecidas, o contrato representava uma receita de R$ 1,2 milhão por ano, equivalente a R$ 100 mil mensais. Entretanto, não é possível afirmar quanto desse dinheiro já foi efetivamente recebido, quais parcelas permanecem pendentes ou quanto a interrupção representa no faturamento total do consórcio.

As demonstrações financeiras da administradora registram a venda dos direitos de nomeação por R$ 6 milhões, com vigência de 5 de abril de 2024 a 5 de abril de 2029 e pagamento em cinco parcelas anuais. O documento confirma a dimensão econômica do compromisso, mas não permite concluir se a patrocinadora terá alguma obrigação de compensação diante da mudança na legislação.

 

O impasse envolve ainda os investimentos estruturais associados à parceria. A modernização da iluminação foi apresentada como uma das contrapartidas do acordo comercial. A direção do estádio não esclareceu se existem obrigações relacionadas a essas melhorias ainda pendentes, nem se a suspensão altera compromissos assumidos pelas partes.

Até agora, a Arena das Dunas não anunciou o encerramento definitivo da parceria. Isso significa que o vínculo contratual permanece sujeito a uma definição jurídica e comercial. Uma eventual indenização, multa ou dispensa de pagamentos dependerá das cláusulas do acordo e dos efeitos legais da proibição federal.

O problema surge num momento em que a comercialização dos direitos de nomeação se consolidava como alternativa de receita para os estádios brasileiros. Diferentemente da bilheteria e da locação de espaços, os contratos de naming rights permitem estabelecer pagamentos por períodos prolongados, oferecendo maior previsibilidade financeira aos administradores dos equipamentos esportivos.

 

Arena Salvador já tem um novo patrocinador

A dimensão do problema pode ser observada em Salvador. A Arena Fonte Nova, que também havia negociado seus direitos de nomeação com a Casa de Apostas, seguiu um caminho diferente do adotado em Natal. Depois da interrupção da parceria com a empresa de apostas, a administração do estádio baiano encontrou um novo patrocinador e passou a utilizar a denominação Arena Acelen Fonte Nova.

O novo acordo foi anunciado em outubro, com validade até março de 2028. A Acelen, empresa do setor energético responsável pela Refinaria de Mataripe, substituiu a Casa de Apostas, que havia firmado um contrato de aproximadamente R$ 52 milhões por quatro anos, equivalente a R$ 13 milhões anuais. O valor da nova parceria não foi oficialmente detalhado na divulgação inicial.

 

 

TRIBUNA DO NORTE

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Geral

Congresso acumula há 11 anos projetos para tornar condenados por violência contra a mulher inelegíveis

01/11/2026


Atualmente, a Lei de Inelegibilidades não cita expressamente a violência doméstica e familiar contra a mulher entre as situações que impedem uma candidatura. Foto: Agência Senado

 

Deputados e senadores apresentam, há pelo menos 11 anos, propostas para incluir expressamente a violência contra a mulher entre os motivos que impedem uma candidatura a cargo eletivo. Apesar das iniciativas, nenhuma delas foi aprovada pelo Congresso Nacional até o momento.

Um levantamento da CNN Brasil identificou pelo menos 13 projetos de lei apresentados na Câmara e no Senado desde 2015. As propostas estabelecem a inelegibilidade de pessoas condenadas por violência doméstica, familiar ou outros crimes praticados contra mulheres. Nenhuma, porém, recebeu aprovação em plenário para alterar a Lei de Inelegibilidades.

O tema voltou ao debate na quinta-feira (29), após o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidir que a condenação por órgão colegiado por lesão corporal contra a mulher, quando motivada pela condição do sexo feminino, pode tornar o réu inelegível.

A decisão unânime ocorreu durante o julgamento do registro de candidatura de João Francisco de Assis Neto, que tentou disputar uma vaga de deputado federal por Alagoas neste ano. Ele recebeu uma pena de quatro anos e dois meses de prisão, mantida pelo Tribunal de Justiça do estado.

Atualmente, a Lei de Inelegibilidades não cita expressamente a violência doméstica e familiar contra a mulher entre as situações que impedem uma candidatura. A legislação prevê, entretanto, a inelegibilidade de pessoas condenadas por órgão colegiado por determinados grupos de crimes, entre eles os praticados contra a vida e contra a dignidade sexual.

Relator do processo, o ministro Dias Toffoli afirmou que a Justiça Eleitoral deve considerar o bem jurídico protegido pela norma penal, em vez de se limitar à posição do crime no Código Penal ou à sua classificação formal.

Os ministros ressaltaram que o julgamento não criou uma nova hipótese de inelegibilidade, mas estabeleceu a interpretação de uma categoria já prevista na legislação. Mesmo assim, defenderam que o Congresso inclua o tema de maneira explícita na lei.

Ao acompanhar o relator, o ministro Ricardo Villas Bôas Cueva apontou a existência de uma “relevante dúvida de natureza técnico-jurídica”, uma vez que as hipóteses de inelegibilidade dependem de lei complementar. Ele sugeriu que Câmara e Senado sejam comunicados para analisar, com urgência, a inclusão desses crimes na legislação.

Na avaliação de Cueva, a alteração proporcionaria mais clareza e segurança jurídica, além de reduzir divergências na interpretação das regras eleitorais.

 

Projetos se acumulam

Na Câmara dos Deputados, 11 propostas buscam modificar a Lei Complementar 64/1990, que estabelece as regras de inelegibilidade. Os textos apresentam diferenças quanto aos crimes abrangidos, ao tipo de condenação exigida e ao período em que a restrição deve permanecer em vigor.

 

Entre as iniciativas estão:

 

PLP 40/2015: prevê a inelegibilidade de condenados por crimes contra a mulher e por crimes hediondos.

PLP 194/2015: abrange condenados por crimes contra mulheres em situação de violência doméstica e familiar, com decisão transitada em julgado ou proferida por órgão colegiado. A restrição vai da condenação até oito anos após o cumprimento da pena.

PLP 195/2015: estende a inelegibilidade para qualquer cargo a pessoas condenadas civil ou criminalmente por violência doméstica e familiar contra a mulher.

PLP 247/2016: inclui a violência contra a mulher entre as causas de inelegibilidade.

PLP 87/2019: alcança condenados, com decisão transitada em julgado ou de órgão colegiado, por crimes previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente, no Estatuto do Idoso e na Lei Maria da Penha.

PLP 219/2024: estabelece a inelegibilidade, para qualquer cargo, de condenados criminalmente por violência doméstica e familiar contra a mulher.

PLP 53/2025: inclui condenados com base na Lei Maria da Penha, além de pessoas condenadas por maus-tratos e tráfico de animais silvestres ou vinculadas a facções e milícias.

PLP 87/2025: prevê a inelegibilidade de condenados por feminicídio ou por crimes previstos na Lei Maria da Penha, da condenação até oito anos após o cumprimento da pena e a comprovação de reabilitação.

PLP 255/2025: exige condenação com trânsito em julgado por violência doméstica e familiar, nos termos da Lei Maria da Penha.

PLP 47/2026: inclui crimes contra a mulher em contextos de violência doméstica, familiar ou política de gênero.

PLP 103/2026: abrange violência política, violência política de gênero, violência institucional, assédio sexual e estupro.

No Senado, uma das propostas em estágio mais avançado é o PLP 197/2024, apresentado pela senadora Augusta Brito (PT-CE). O texto foi aprovado pela Comissão de Direitos Humanos em maio de 2025 e encaminhado à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Desde 30 de maio daquele ano, aguarda a designação de um relator.

Outra iniciativa é o PLP 277/2025, do senador Cleitinho (Republicanos-MG), eleito governador de Minas Gerais. Além de prever a inelegibilidade de condenados por violência contra a mulher, o projeto propõe a criação de um cadastro nacional dessas pessoas e estabelece restrições administrativas, civis e digitais. A matéria aguarda despacho no Senado desde dezembro do ano passado.

Enquanto o Congresso não aprova uma previsão específica, o TSE passou a interpretar a legislação vigente para enquadrar casos de violência contra a mulher nas hipóteses de inelegibilidade já existentes. A Corte também defendeu que a mudança seja formalizada pelo Legislativo.

 

 

RADIO 98 FM

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RÁDIO FAROL - TOUROS

Política

Campanhas eleitorais de 2026 gastaram mais de R$ 11 bilhões, aponta levantamento

01/11/2026


 

As campanhas eleitorais de 2026 já registraram R$ 11,03 bilhões em despesas, segundo levantamento da CNN Brasil com dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O valor é R$ 2,36 bilhões inferior ao gasto nas eleições gerais de 2022, mas ainda pode aumentar: os candidatos têm até 3 de novembro para declarar despesas do primeiro turno e até 14 de novembro para informar os custos do segundo.

A maior parte dos recursos foi destinada a repasses financeiros entre candidatos e partidos, que somaram R$ 5,72 bilhões, cerca de 52% do total. Na sequência aparecem publicidade em materiais impressos (R$ 976 milhões), serviços de terceiros (R$ 795 milhões), mobilização de rua (R$ 662 milhões) e despesas com pessoal (R$ 538 milhões).

 

Facebook lidera recebimentos

 

Entre os gastos digitais, o Facebook, plataforma da Meta, liderou os recebimentos, com R$ 352 milhões em 28,6 mil contratos de impulsionamento de campanhas. O valor representa um aumento de 272% em relação a 2022, quando a empresa recebeu R$ 129 milhões.

O levantamento também aponta R$ 488 milhões em impulsionamento de conteúdo, R$ 302 milhões em serviços advocatícios e R$ 282 milhões na produção de programas de rádio, televisão e vídeos. Para especialistas ouvidos pela CNN, o crescimento das plataformas digitais reflete a mudança na forma de comunicação das campanhas com os eleitores.

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101 FM

Geral

“A eleição foi uma desgraça”, afirma Trump ao comentar derrota de Flávio Bolsonaro: vídeo

01/11/2026


 

Ao ser perguntado neste sábado (31/10) se teria algum plano para se encontrar com Flávio Bolsonaro (PL) nos Estados Unidos, o presidente Donald Trump afirmou a jornalistas que não.

Hospedado em seu clube Mar-a-Lago em Palm Beach, Flórida, Trump afirmou: “Sem planos de encontrá-lo. Mas acho que ele foi tratado muito mal, muito injustamente. Ee pode ficar aqui o tempo que quiser. A eleição foi uma desgraça”, afirmou, em entrevista ao pool de imprensa norte-americano.

O senador Flávio Bolsonaro está no país desde quarta (28/10), quando fugiu do Brasil depois de ter sido derrotado nas eleições para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

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DROGARIA POUPE JÁ

Geral

Moraes mantém suspensa lei da dosimetria há quase 6 meses e impede revisão de penas de Jair Bolsonaro e condenados do 8 de janeiro

01/11/2026


                             Foto: Pedro Gontijo/Senado Federal/Felipe Sampaio/STF

 

A lei que prevê a redução de penas para condenados pelos atos de 8 de Janeiro, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro, continua sem aplicação quase seis meses após sua aprovação pelo Congresso.

Relator das ações que questionam a norma, o ministro do STF Alexandre de Moraes mantém a legislação suspensa há 177 dias, sem decidir sobre sua constitucionalidade ou encaminhar o caso ao plenário.

A Lei 15.402 foi publicada em 8 de maio de 2026. Na mesma data, chegaram ao Supremo duas ações diretas de inconstitucionalidade, apresentadas pela Associação Brasileira de Imprensa (ABI) e pela federação Psol-Rede. Moraes solicitou manifestações da Procuradoria-Geral da República (PGR), da Presidência e do Congresso, que foram entregues entre maio e junho.

 

PGR defendeu aplicação da lei até julgamento sobre constitucionalidade

 

Os posicionamentos foram divergentes. A PGR defendeu a aplicação da lei até o julgamento definitivo, enquanto a Advocacia-Geral da União (AGU) pediu a manutenção da suspensão. Câmara e Senado defenderam a competência do Congresso para definir mudanças na legislação penal, e o Senado solicitou que o plenário revertesse a decisão individual de Moraes.

 

O que diz a lei da dosimetria

 

A norma altera o cálculo das penas para crimes contra o Estado Democrático de Direito, impede a soma de punições em determinadas situações e prevê redução de um terço a dois terços para participantes de atos praticados em contexto de multidão, sem liderança ou financiamento. Também estabelece progressão de regime após o cumprimento de 16% da pena.

A suspensão impede que juízes revisem as condenações com base nas novas regras. Moraes justificou a medida pelo risco de decisões difíceis de reverter caso o STF declare a lei inconstitucional.

A legislação foi vetada integralmente pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em janeiro, mas o Congresso derrubou o veto em 30 de abril. Se entrar em vigor, a norma poderá beneficiar condenados pelos atos de 8 de Janeiro, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), sentenciado a 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe.

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MARE MOVEIS TOUROS

Luto

Morre Julyana Barbosa, a Mulher Banana, ex-estrela da Furacão 2000

31/10/2026


 

O cenário do funk amanheceu mais triste neste sábado (31). A cantora Julyana Barbosa, nacionalmente conhecida como Mulher Banana, faleceu. A notícia pegou fãs e colegas de surpresa, mas até o momento a família não divulgou detalhes oficiais sobre a causa da morte, nem informações a respeito do velório e sepultamento.

A confirmação do falecimento foi feita por Tati Quebra Barraco através de suas redes sociais. Em tom de forte comoção, a funkeira se despediu da antiga parceira de palco: “Uma grande perda para o mundo do funk! Nossa querida Mulher Banana nos deixou. Descanse em paz! Que Deus conforte o coração de todos neste momento difícil”.

Julyana, que também se apresentava sob a alcunha de "Garota X", foi um dos grandes nomes da explosão do funk carioca no início dos anos 2000. Sua carreira ganhou os holofotes do país inteiro após integrar a icônica equipe da Furacão 2000, principal celeiro de talentos do gênero na época.

Foi durante sua passagem pelos bailes do projeto que a artista lançou o sucesso estrondoso "Mulher Banana". O hit fez tanto barulho nos paredões e programas de televisão que acabou sendo adotado como sua marca registrada e o nome artístico definitivo pelo qual o público a consagrou.

 

 

96 FM NATAL

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