Policial

Força Nacional vai para Mossoró para procurar fugitivos de presídio

20/02/2024


 

 

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, autorizou nesta segunda-feira 19 o emprego da Força Nacional em Mossoró, onde dois detentos fugiram da penitenciária federal de segurança máxima.

A Força Nacional é composta por policiais militares, bombeiros militares, policiais civis e profissionais de perícia. Eles passam por treinamento específico e atuam em todo o território nacional mediante autorização do Ministério da Justiça.

A medida foi tomada no 6º dia de buscas. Serão enviados 100 homens e 20 viaturas para a região. O emprego da Força Nacional foi um pedido do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Passos Rodrigues.

Segundo informações da pasta, a medida também teve anuência da governadora Fátima Bezerra (PT).

A tropa se somará aos cerca de 500 agentes da Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e das forças locais que atuam na operação de recaptura dos detentos.

A operação de recaptura dos detentos envolve atualmente 13 forças de segurança, incluindo Polícia Penal Federal, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Militar, Polícia Civil e Corpo de Bombeiros do estado.

O ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, visitou Mossoró no domingo 18 para acompanhar as buscas.

Perguntado a respeito de relatórios que já teriam apontado vulnerabilidades no presídio, ele minimizou. “Na administração pública, isso [produção de relatórios] é comum. É preciso avaliar a qualidade dos relatórios, se foram sanados os problemas avaliados, e tudo isso será analisado pelo doutor André [Garcia, secretário de Políticas Penais] na sindicância que foi aberta”, disse o ministro.

“Não vamos deixar nenhum defeito, falha de procedimento ou nenhum problema de equipamento para trás. Daqui para frente, como sempre tivemos presídios muito seguros, eles serão ainda mais seguros”, completou.

A operação de recaptura dos detentos envolve atualmente 13 forças de segurança, incluindo Polícia Penal Federal, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Militar, Polícia Civil e Corpo de Bombeiros do estado.

 

O ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, visitou Mossoró no domingo 18 para acompanhar as buscas.

Perguntado a respeito de relatórios que já teriam apontado vulnerabilidades no presídio, ele minimizou. “Na administração pública, isso [produção de relatórios] é comum. É preciso avaliar a qualidade dos relatórios, se foram sanados os problemas avaliados, e tudo isso será analisado pelo doutor André [Garcia, secretário de Políticas Penais] na sindicância que foi aberta”, disse o ministro.

“Não vamos deixar nenhum defeito, falha de procedimento ou nenhum problema de equipamento para trás. Daqui para frente, como sempre tivemos presídios muito seguros, eles serão ainda mais seguros”, completou.

Os fugitivos foram vistos em uma granja próxima a Mossoró, próximo à divisa com o Ceará, sendo que agentes do estado vizinho também participam das buscas. Os detentos, considerados de alta periculosidade, escaparam por uma brecha nas celas.

Um cerco com barreiras foi montado para fiscalização nas cidades do interior do Rio Grande do Norte, conforme informações da PM. Buscas aéreas e terrestres estão sendo realizadas para localizar vestígios dos criminosos indicados por moradores da região. Novas pegadas foram encontradas nas proximidades da RN-015 no domingo 18, mas até o momento da publicação, os fugitivos não foram recapturados.

A má qualidade das câmeras de segurança do presídio de segurança máxima em Mossoró pode ter prejudicado o monitoramento da unidade na noite em que dois detentos fugiram. Há apenas um registro da saída de Rogério Mendonça e Deibson Nascimento, na quarta 14, segundo investigadores disseram à reportagem do programa Fantástico, da TV Globo.

Na sequência que mostra a fuga dos dois detentos, a qualidade do vídeo é ruim. É possível ver que eles passam por baixo da tela de segurança para sair do presídio.

De acordo com a reportagem, a investigação confirmou que os detentos usaram uma mistura de sabonete e papel higiênico para camuflar os buracos feitos nas paredes ao longo de vários dias. Peritos do Instituto Nacional de Criminalística querem calcular quanto tempo eles levaram para retirar a luminária e abrir o buraco na cela. A estimativa é de mais de três dias.

 

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