Esporte

A caótica CBF teve o que mereceu. Perdeu Ancelotti para a Copa de 2026. Italiano fugiu da seleção sem rumo. E renovou com o Real

29/12/2023


 

A informação veio do próprio estafe do destituído presidente Ednaldo Rodrigues.

A notícia se confirmou hoje, com a renovação de mais dois anos de Carlo Ancelotti, com o Real Madrid.

 

Nada de Copa do Mundo de 2026.

 

A confirmação da notícia chegou de maneira conformada a Ednaldo e seus aliados. O ex-presidente havia avisado que tinha liberado Ancelotti da palavra empenhada em assumir o Brasil em 2024.

Tudo havia sido acertado logo depois da quinta Copa do Mundo fracassada do Brasil. A segunda em seguida em que o país sucumbiu nas mãos de Tite. 

Ednaldo decidiu que iria buscar o "melhor técnico do mundo". E fez a proposta a Ancelotti. Dois anos comandando o Brasil, entre 2024 e 2026, até o Mundial.

Só que a empolgação do italiano foi diminuindo rapidamente, diante de uma análise mais profunda. Neymar, em plena decadência, ainda continuará como jogador privilegiado na CBF. A geração de atletas é média, sem protagonistas. Vinicius Jr. e Rodrygo, seus atletas, ainda estão no processo de maturação entre os melhores do mundo.

Ancelotti estava muito indeciso, até que houve a queda de Ednaldo. Sua eleição foi considerada irregular. Ele acabou tirado do cargo. Foi nomeado um interventor, José Perdiz. 

Os ex-presidentes banidos da CBF, Marco Polo del Nero e Ricardo Teixeira, são apontados como os articuladores da queda.

Ednaldo e seus assessores entraram em contato com a Fifa e ressaltaram a intervenção da Justiça comum na esportiva. A cúpula da entidade que controla o futebol no mundo, com a cumplicidade da Conmebol, decidiu vir ao Brasil.

 

R7

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