Brasil convive com repetidos surtos de vírus sincicial respiratório, que põe bebês em risco
15/01/2023

Um velho conhecido dos médicos pediatras tem sido objeto de preocupação desde o afrouxamento das medidas restritivas impostas pela pandemia de Covid-19: o VSR (vírus sincicial respiratório), que afeta crianças e pode causar doença grave especialmente em bebês.
No ano passado, o Brasil teve pelo menos dois picos de infecções, um no primeiro semestre e o outro no segundo. Entretanto, 2022 terminou com um novo sinal de aumento.
O boletim InfoGripe, um monitoramento periódico feito pela Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), mostrava que o VSR representava apenas 0,5% das internações por SRAG (síndrome respiratória aguda grave) no mês de novembro e começo de dezembro.
Já no período entre 11 de dezembro e 7 de janeiro, a prevalência de VSR entre os internados por complicações respiratórias saltou para 12,6%, sendo as principais vítimas pacientes até 4 anos.
A Secretaria de Estado da Saúde informou ao R7 que, nas últimas quatro semanas, os dois hospitais infantis de referência — Darcy Vargas e Cândido Fontoura — "registraram aumento de cerca de 20% nos atendimentos para o vírus sincicial respiratório".
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