Esporte

Magoada, família de Pelé se cala diante do desprezo dos ídolos brasileiros ao velório de Pelé. Kaká dá resposta constrangedora

06/01/2023


 

Passaram-se dois dias do enterro de Pelé, e Kaká deu sua "resposta" às críticas que recebeu.

Quando se completaram sete dias do falecimento.

Foi longa a resposta: ele se desculpou com Ronaldo, a quem se referiu, no canal inglês BelN Sports, como só "um gordo qualquer" no Brasil. 

E disse que sua frase "brasileiros não valorizam seus ídolos" foi tirada do contexto.

Quando, na verdade, isso foi exatamente o que disse, completamente contextualizado.

A negativa é sem sentido.

Só não manteve o que falou.

Elogiou Pelé em um longo texto.

Lembrou que recebeu das mãos do maior jogador de todos os tempos o troféu de melhor do mundo em 2007.

Escreveu, escreveu, escreveu.

Mas fugiu da resposta que precisava dar.

Por que não foi ao velório, demonstrar respeito, despedir-se de Pelé?

Kaká está aposentado.

É milionário.

E um dos maiores ídolos da história moderna do futebol brasileiro.

Faz parte de estranha coincidência que uniu os pentacampeões, que não foram à Vila Belmiro dar adeus ao maior personagem do futebol mundial e que nasceu no Brasil.

Dos 23 jogadores convocados por Felipão, e mais o então capitão Emerson, cortado às vésperas do Mundial, nenhum apareceu.

Nada de Cafu, Ronaldo, Rivaldo, Roberto Carlos.

Nem Scolari.

De 1994, dos 22 convocados, apenas Mauro Silva, que também é vice-presidente da FPF, esteve no velório. Nada de Romário, Bebeto, Dunga. Parreira também não foi.

Nenhum deles joga mais futebol.

Rogério Ceni trabalha no São Paulo. Dida é preparador de goleiros no Milan.

Essa publicação é um oferecimento

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