Médicos dizem que bebê tinha morrido no útero, mas mãe insiste e dá à luz “bebê milagre”
27/12/2022

Um dos maiores medos de qualquer grávida é ouvir que algo está errado com o seu bebê. Foi o que aconteceu com Hannah Cole, 27, da Inglaterra. A bolsa dela estourou cedo, com apenas 20 semanas de gestação e, por isso, precisou ser internada.
No dia seguinte, os médicos deram a notícia que mãe nenhuma quer escutar: eles não foram capazes de identificar batimentos cardíacos ativos no útero, o que significava que o bebê estava sem vida. Ela seria, então, enviada para uma indução de parto, para ajudar seu corpo a expulsar o corpo do pequeno.
No entanto, um forte “instinto” de mãe dizia a Hannah que aquilo não era verdade. Não era uma negação da realidade, era quase uma certeza de que, no fundo, por algum motivo, ela sabia que seu filho estava vivo. Por isso, a mãe insistiu e pediu que os médicos realizassem uma nova avaliação antes da indução, só para se certificar. Os médicos aceitaram, fizeram uma nova varredura e encontraram um batimento cardíaco.
Hannah mal podia acreditar, mas seu bebê “milagre”, a quem ela chamou de Oakley, nasceu vivo, embora prematuro extremo com 24 semanas e 3 dias de gravidez, no último dia 30 de outubro, pesando 780 gramas.
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