Esporte

Ancelotti descobre: não há segredos na Seleção. Quis enganar os jornalistas. Mas o time, que treinou para enfrentar o Equador, está revelado

04/06/2025


 

Alisson, Vanderson, Marquinhos, Alexsandro e Alex Sandro;

 

Casemiro, Bruno Guimarães e Gerson;

 

Estêvão, Richarlison e Vini Junior.

 

Este foi o time que Carlo Ancelotti preparou no Centro de Treinamento do Corinthians.

 

 

Antes de falar sobre as características dessa sua primeira equipe no comando da Seleção, vale destacar a sua tentativa de enganar a imprensa.

 

E ele fez questão de colocar coletes em 12 jogadores, com a intenção de confundir os repórteres.

 

Danilo, Andreas Pereira e Andrey Santos estavam entre esses atletas.

 

Alguns jornalistas se precipitaram e montaram equipes com esse trio, já que não conseguiram ver o prosseguimento da preparação da equipe.

 

Mas as paredes têm olhos, e até algumas escutas e câmeras escondidas, no Corinthians.

 

Logo no começo da noite, assim que os atletas embarcavam para o Equador, a verdade veio à tona.

 

Com o verdadeiro time de Ancelotti.

 

Testemunhas fizeram questão de espalhar a formação para alguns veículos de comunicação.

 

O treinador pode, mas é muito improvável, que faça mudanças neste time para a estreia de quinta-feira.

 

A aposta é em uma equipe que proponha o jogo.

 

Com forte marcação na intermediária, mas com atletas com potencial para sair com a bola com talento e velocidade.

 

Na frente, velocidade e habilidade pelos lados.

 

Com o canhoto Estêvão na direita, já que Raphinha está suspenso.

 

O destro Vinícius Júnior na esquerda.

 

E a maior surpresa de todas, Richarlison, como referência, no centro do ataque.

 

Pelas laterais, deficiência há anos na Seleção, o vigor de Vanderson, que fez ótimas temporadas no Monaco.

 

E Alex Sandro que, aos 34 anos, tem se superado no Flamengo.

 

Jogador firme e de muita personalidade.

 

Como em todos os times em que passou, Ancelotti aposta na força do conjunto.

 

Ele sabe da expectativa que despertou não só no Brasil, mas no mundo.

 

E tem a plena consciência que o momento da Seleção não é dar espetáculo.

 

Ser convincente, impositiva e conseguir resultados.

 

É o que se espera dos brasileiros nas suas mãos italianas...

 

 

R7

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