Possível camisa vermelha da Seleção provoca intenso debate
29/04/2025

São Paulo (AE) – Foi revelada a cor que a equipe brasileira usará no seu modelo reserva no próximo mundial, caso confirme a classificação. Segundo informado pelo Footy Headlines, site referência em “vazar” camisas de clubes e seleções antes do lançamento, nesta segunda-feira, a seleção vestirá um uniforme número 2 na cor vermelha na Copa do Mundo de 2026. A camisa da equipe nacional, tradicionalmente azul, conterá o selo da Jordan, e não da Nike – que é fornecedora do time de futebol masculino do País desde 1996.
Há poucos dias, o mesmo veículo já havia noticiado que a segunda camisa do Brasil seria de uma “cor inédita”. Na última semana, porém, não havia detalhes sobre qual seria essa cor. Agora, informações exclusivas confirmam que o uniforme será de um “vermelho moderno e vibrante”. Será a primeira vez que a seleção adotará esse tom.
Além disso, a produção deste uniforme estaria à cargo da Jordan, e não da tradicional Nike. Ainda de acordo com o Footy Headliners, a camisa vermelha da seleção estará disponível em março de 2026, ano do mundial sediado nos Estados Unidos, México e Canadá. No entanto, apesar de tudo parecer acertado para o lançamento do novo uniforme, a cor inédita da segunda camisa pode estar em discordância com as regras que a própria CBF tem para seus modelos.
Em seu estatuto, a Confederação determina que os uniformes “obedecerão às cores existentes na bandeira da CBF e conterão o emblema” da instituição, “podendo variar de acordo com exigências do clima, em modelos aprovados pela Diretoria, não sendo obrigatório que cada tipo de uniforme contenha todas as cores existentes na bandeira e sendo permitida a elaboração de modelos comemorativos em cores diversas, sempre mediante aprovação da Diretoria”.
Enquanto isso, em campo, Carlo Ancelotti se aproximou da CBF para assumir o comando da seleção ainda neste ano. Com contrato até junho de 2027, o treinador italiano vive crise na Espanha e pode deixar o clube merengue ao final desta temporada europeia, após insucesso na Liga dos Campeões. Esta, no entanto, não é a primeira vez que o nome do italiano esteve ligado a um acerto com a seleção.
Em 2023, a chegada de Ancelotti foi dada como certa por Ednaldo Rodrigues, presidente da CBF, para suceder Tite.
TRIBUNA DO NORTE
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