Saúde

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Ganho de peso na juventude está fortemente associado a câncer de próstata agressivo

17/05/2023


 

Um estudo apresentado nesta terça-feira (16) no Congresso Europeu sobre Obesidade mostra que o risco aumentado ao câncer de próstata pode começar na segunda e na terceira décadas de vida devido ao ganho de peso.

O trabalho, que analisou dados de mais de 250 mil homens na Suécia, revelou uma forte ligação entre o câncer de próstata agressivo e o ganho de peso entre 17 e 29 anos.

Todos os participantes do estudo tiveram o peso medido pelo menos três vezes entre 17 e 60 anos, como parte de um programa prévio de estudo da obesidade. A média do período de acompanhamento foi de 43 anos, e nenhum deles tinha câncer de próstata no momento da inscrição.

Ao longo do período, 23,3 mil indivíduos desenvolveram um tumor na próstata. A idade média no momento do diagnóstico era de 70 anos. Desse total, 4.790 morreram por causa da doença.

Os pesquisadores identificaram que, na média, os participantes do estudo ganharam 0,45 kg por ano em um período de 16 anos, sendo maior no início da vida (0,73 kg/ano).

Eles constataram que a cada 1 kg que os homens ganhavam entre 17 e 29 anos, aumentava-se em 13% o risco de câncer de próstata agressivo e em 27% o risco de a doença ser fatal.

Há uma explicação para isso, segundo a pesquisadora Marisa da Silva, do Departamento de Medicina Translacional da Universidade de Lund, uma das autoras do trabalho.

"Pesquisas anteriores implicaram concentrações elevadas de fator de crescimento semelhante à insulina-1 (IGF-1), um hormônio que está envolvido no crescimento e desenvolvimento celular, com um risco aumentado de câncer de próstata. Os níveis desse hormônio são elevados em pessoas com obesidade, e um aumento acentuado no peso pode alimentar essa elevação e o desenvolvimento do câncer", disse em comunicado.

Os resultados do estudo servem de alerta sobre a prevenção da obesidade e do sobrepeso na juventude, de acordo com os autores. 

Os tumores de próstata são os mais frequentes em homens no Brasil, depois dos de pele. Também é o segundo tipo de câncer com maior letalidade, atrás do de pulmão.

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RÁDIO FAROL - TOUROS

Saúde

RN registra 13 mil tratamentos contra glaucoma na rede pública de saúde em 2022

16/05/2023


 

O Rio Grande do Norte é o quarto estado do Nordeste e o sétimo do país com maior número de tratamentos de glaucoma, registrados entre 2019 e 2023. Em média, 12,2 mil potiguares passam por procedimentos contra a doença anualmente no Sistema Único de Saúde (SUS). O levantamento é do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO).

Segundo a entidade, a doença é a maior causa de cegueira evitável no mundo. Entre janeiro de 2019 e fevereiro de 2023, médicos oftalmologistas realizaram 1,3 milhão tratamentos de pacientes, na rede pública de todo o país, por meio de medicamentos ou cirurgias, segundo o levantamento.

No Nordeste, em média, são registrados 143 mil tratamentos por ano. A região concentra o maior número de tratamentos. Na média anual, o Rio Grande do Norte fica atrás apenas da Bahia (56,8 mil), Pernambuco (32,8 mil) e Paraíba (18,2 mil).

Considerando as demais regiões, o estado também fica atrás de Minas Gerais (70,5 mil), São Paulo (36 mil) e Paraná (13,8 mil).

Em 2022, houve aumento do número de tratamentos em todo o país. Somente no Rio Grande do Norte, o número saltou de 12.163 em 2021 para 13.505 no ano passado - um crescimento de 11%. Na comparação com 2020, o crescimento foi superior a 20%.

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DROGARIA POUPE JÁ

Saúde

OMS deixa de recomendar adoçante para perda de peso

16/05/2023


 

Até a OMS concorda com o dênius: café tem que ser puro. A Organização Mundial da Saúde deixou de recomendar adoçantes sem açúcar no controle de peso — aqueles das receitas fit.

A recomendação vale para todo mundo, tirando os indivíduos com diabetes.

Por quê? Evidências sugerem que os produtos não contribuem para redução de gordura corporal e ainda podem provocar diabetes e doenças cardiovasculares em adultos.

Os açúcares de baixa caloria — como xilitol — continuam “liberados” e os produtos de higiene que contêm os adoçantes também podem continuar a ser usados.

Para ter uma ideia, 1 em 10 pessoas consome adoçantes no Brasil. Além disso, nos últimos anos, o consumo aumentou 200% entre as crianças e mais de 50% entre os adultos.

 

The News

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ATELIÊ DO AÇAÍ

Saúde

Vacinação contra a gripe é liberada para toda a população a partir de 6 meses de idade no RN

15/05/2023


 

A vacina contra a gripe está disponível para todas as pessoas com mais de 6 meses de idade no Rio Grande do Norte. A ampliação da vacinação vale a partir desta segunda-feira (15). Até então, apenas os grupos prioritários estavam recebendo a vacina no Sistema Único de Saúde (SUS).

A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) orienta a população a procurar a unidade de saúde mais próxima para atualizar sua proteção contra a gripe.

A ampliação da vacinação, viabilizada pela existência de estoque suficiente de doses, busca combater o aumento de internações decorrentes de infecções respiratórias, bem como diminuir atendimentos ambulatoriais.

A Sesap pontuou que, embora pessoas de todas as idades sejam suscetíveis ao vírus Influenza, alguns grupos são mais vulneráveis a desenvolver complicações em decorrência da doença, como gestantes, puérperas, acima de 60 anos, crianças abaixo de 5 anos e pessoas com comorbidades.

 

Dia D de vacinação

 

20 de maio será o Dia D de multivacinação, com a oferta das vacinas influenza, bivalente (contra a Covid-19) e febre amarela. A data é uma estratégia de reforçar as ações das campanhas, intensificando o incentivo à busca da proteção pela população.

 

Por G1 RN.

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101 FM

Saúde

Wanessa Camargo fala sobre diagnóstico de doença e medo de morrer: “Foi difícil acreditar”

11/05/2023


 

Wanessa Camargo já abriu o coração algumas vezes sobre os problemas que enfrentou com depressão e ansiedade ao longo da vida. Atualmente aos 40, a artista revelou que uma de suas primeiras lutas contra a ansiedade aconteceu quando tinha apenas 21 anos.

Em entrevista ao “PodDelas”, na quarta-feira (10), a cantora entregou que acreditou que fosse morrer quando teve a primeira crise, e que foi ainda mais difícil quando entendeu que o problema era uma construção dela mesma.

“Foi horrível. Fui ao médico, ele fez um check-up geral. Foi tão difícil acreditar que aquilo tudo sentido não era real, era uma construção que eu estava fazendo comigo mesma. Ia depender de uma coisa mais difícil ainda, de mim mesma“, explicou.

AGRAVAMENTO NA PANDEMIA

Durante a pandemia da Covid-19, Wanessa Camargo começou a ter problemas ainda mais graves com a doença, principalmente por causa do isolamento social. A filha de Zezé Di Camargo contou que tem muito medo de morrer e por isso entrava em desespero quando o nariz entupia.

“Cada um tem o seu gatilho. Eu entendendo os meus, eu evito que eles não aconteçam. Teve uma semana, que tive todo dia, tive que me afastar dos meus filhos. Fui para um retiro, aí fui com calma voltando a mim”, contou.

 

TV Foco

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Saúde

OMS encerra emergência de saúde global da mpox

11/05/2023


 

A OMS (Organização Mundial da Saúde) encerrou nesta quinta-feira (11) a ESPII (Emergência Sanitária de Importância Internacional) da mpox (anteriormente chamada de varíola do macaco).

O nível mais alto de alerta da agência estava em vigor desde 23 de julho de 2022, quando a doença já se espalhava em dezenas de países.

O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, ressaltou que desde o primeiro caso, em maio do ano passado, mais de 87 mil pessoas tiveram mpox em 111 países. Desse total, 140 morreram.

"Agora, vemos um progresso constante no controle do surto com base nas lições do HIV e trabalhando de perto com as comunidades mais afetadas. Quase 90% menos casos foram relatados nos últimos três meses em comparação com os três meses anteriores", afirmou. 

O Brasil foi o segundo país mais afetado pela doença, com 10.920 infecções e 16 mortes. Os Estados Unidos lideram a lista.

Segundo o chefe da organização, assim como ocorreu com a Covid-19, na semana passada, que deixou de ser uma emergência, o vírus causador da mpox continua circulando.

"O vírus continua afetando comunidades em todas as regiões, inclusive na África, onde a transmissão ainda não é bem compreendida. Casos relacionados a viagens em todas as regiões destacam a ameaça contínua", declarou.

A ESPII da mpox foi a sexta vez em dez anos que a OMS usou o nível máximo de alerta.

As demais foram: ebola na África Ocidental (2014), poliomielite (2014), zika (2016), ebola na República Democrática do Congo (2019) e Covid-19 (2020).

No auge do surto, a média diária de novos casos chegou a mais de mil. O último boletim da OMS mostra que esse número atualmente é inferior a 20.

"Após duas semanas com menos de cem casos por semana, observou-se um ligeiro aumento globalmente na última semana. A maioria dos novos casos é da região das Américas da OMS, seguida pela região do Pacífico Ocidental. Um ligeiro aumento de casos também foi observado na região europeia."

A reação de governos e comunidades afetadas, especialmente gays e bissexuais, foi fundamental para frear o surto, na avaliação de Nicola Low, vice-presidente do Comitê de Emergência do Regulamento Sanitário Internacional sobre Mpox.

"A queda no número de pessoas infectadas foi impressionante, como resultado de ações de saúde pública, intervenções, cooperação internacional e intensa atividade principalmente das comunidades envolvidas."

Ela ressaltou, porém, que "há uma incerteza compreensível sobre a probabilidade de um grande ressurgimento das infecções".

"Existem lacunas no conhecimento, que admitimos, inclusive, sobre os modos de transmissão em alguns países, sobre a eficácia das vacinas e a contínua falta de contramedidas eficientes, principalmente em países africanos, onde a transmissão e os casos de mpox ocorrem regularmente", disse.

O surto de 2022 ganhou dimensões internacionais por viajantes, e as viagens continuam a ser uma preocupação quando se fala de mpox, segundo a líder do Comitê de Mpox da OMS, Rosamund Lewis.

"Gostaria apenas de salientar um ponto também em relação não apenas à África, mas a outros países: as viagens continuam sendo uma característica crítica desse surto. Continuamos monitorando nossos dados, continuamos vendo que todos os casos estão relatando informações detalhadas, e a maioria deles, e muitos deles mostram, ligações com viagens."

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ATELIÊ DO AÇAÍ

Saúde

Ministra da Saúde diz que é hora de intensificar a vacinação contra a Covid-19

08/05/2023


 

A ministra da Saúde, Nísia Trindade, disse em pronunciamento nas redes de televisão e rádio, neste domingo (7), que é hora de intensificar a vacinação contra a Covid-19. Ela advertiu que as hospitalizações e os óbitos pela doença ocorrem principalmente em indivíduos que não tomaram as doses de vacina recomendadas.

“Por essa razão, o Ministério da Saúde, ao lado de estados e municípios, realiza desde fevereiro um movimento nacional pela vacinação de reforço para Covid-19”, acrescentou.

A ministra destacou os esforços de cientistas e dos laboratórios que desenvolveram e produziram as vacinas. “Um agradecimento especial ao papel desempenhado no Brasil pelo Instituto Butantan, pela Fiocruz e pela Anvisa. Mesmo com todos os desmontes da ciência e tecnologia, nossas universidades e institutos de pesquisa não mediram esforços na busca de soluções”, afirmou.

“Devemos agradecer também aos governadores e prefeitos que não se deixaram levar pelo negacionismo e contribuíram decisivamente para o enfrentamento da pandemia. E também à sociedade civil, que se engajou nesse processo”, completou.

Fim da emergência de saúde pública de importância internacional

O pronunciamento veio depois do anúncio da Organização Mundial da Saúde (OMS) de que a Covid-19 não é mais uma emergência de saúde pública de importância internacional. Durante a sua fala, a ministra reforçou a importância da vacinação contra a doença e que a pandemia ainda não acabou de fato.

 

R7

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Saúde

CIRURGIA INÉDITDA: Médicos salvam bebê da morte ao operar o cérebro dela ainda no útero da mãe

06/05/2023


 

Um grupo de médicos nos Estados Unidos realizou uma cirurgia inédita ao reparar uma condição potencialmente fatal no cérebro de um bebê ainda no útero da mãe.

Durante exames de rotina, os médicos identificaram que o bebê tinha uma condição pré-natal rara, chamada de malformação da veia de Galeno (VOGM, na sigla em inglês).

O problema afeta as artérias que levam sangue de alto fluxo e alta pressão do coração para o cérebro. Se fosse mantida após o nascimento, essa malformação teria efeitos graves no coração, cérebro e pulmões, podendo causar a morte logo após o parto

O procedimento, conduzido por equipes do Boston Children’s Hospital e no Brigham and Women’s Hospital, envolveu uma técnica chamada de embolização in-utero, que foi feita quando o feto tinha 34 semanas (fase final da gestação).

Os médico se orientaram por ultrassom e conseguiram reparar a malformação da veia de galeno com sucesso.

Devido à cirurgia, entretanto, o bebê nasceu dois dias depois, de parto natural. Os exames mostraram que a pequena Denver já estava com o coração praticamente normalizado.

Não foi necessário nenhum suporte cardiovascular. O exame neurológico foi normal e ela também não apresentou derrames, acúmulo de líquido ou hemorragia em uma ressonância magnética do cérebro.

“Ficamos emocionados ao ver que o declínio agressivo geralmente observado após o nascimento [caso a malformação continuasse] simplesmente não apareceu. Temos o prazer de informar que, com seis semanas, o bebê está progredindo notavelmente bem, sem medicamentos, comendo normalmente, ganhando peso e voltando para casa. Não há sinais de quaisquer efeitos negativos no cérebro”, comemorou o médico Darren B. Orbach, do Boston Children’s Hospital, que integrou a equipe.

 

R7

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DROGARIA POUPE JÁ

Saúde

OMS decreta fim da emergência de saúde da pandemia de covid-19 após três anos

06/05/2023


 

A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou nesta sexta-feira, 5, o fim da pandemia do coronavírus no planeta. O alerta havia sido decretado pela entidade em janeiro de 2020, quando o número de casos e mortes começou a explodir na China. “É com grande esperança que declaramos que a covid-19 não é mais uma emergência global”, disse o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom.

Nos últimos três anos, a doença causada pelo vírus Sars-CoV-2 provocou mais de 764 milhões de casos e 20 milhões de infecções – especialistas apontam ainda que a quantidade está bastante subnotificada. O Brasil foi um dos países mais afetados pela nova doença.

A alteração do status foi possível graças ao avanço da vacinação O desenvolvimento do imunizante, fruto de um esforço científico global sem precedentes, ocorreu em tempo recorde. As primeiras doses começaram a ser dadas em dezembro de 2020 – no Brasil, a aplicação começou só no mês seguinte.

Embora a emergência planetária tenha acabado, alerta Adhanom, o surgimento de novas variantes ainda é uma preocupação.

 

Estadão Conteúdo 

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DROGARIA POUPE JÁ

Saúde

Médica Lyane Ramalho assume chefia da Sesap

05/05/2023


 

A médica pediatra Lyane Ramalho assumiu nesta quinta-feira 4 o comando da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap). Ela substitui o médico Cipriano Maia, que estava à frente da pasta desde o início de 2019. Lyane ocupava a função de secretária-adjunta e ainda antes, desde 2020, tinha atuado como subsecretária de gestão.

“Esse é um momento de gratidão, em primeiro lugar, a Cipriano. Lutamos juntos há anos. Foi um orgulho ter ele junto conosco, o primeiro secretário que anunciei ainda antes de assumir e que deu sua imensa contribuição para a saúde do estado, especialmente durante uma das maiores crises sanitárias da história”, disse a governadora Fátima Bezerra. “Vejo de perto a dedicação de Lyane, pessoa que aprendi a admirar. Fico feliz de hoje estar rodeada dela e de outras mulheres que agora assumem a gestão, liderando a saúde pública”, complementou a chefe do Executivo.

Além da nova secretária, a Sesap também passa por outras mudanças, formando um núcleo gestor totalmente feminino. Assumem a secretaria-adjunta, a subsecretaria de gestão das regiões e de redes de atenção e a chefia de gabinete, respectivamente, Leidiane Queiroz, Kátia Queiroz Correia e Talita Araújo de Souza. “Queremos fazer a diferença na vida das pessoas. O SUS precisa de muita renúncia e trabalho, que é o que essa equipe vai continuar fazendo. Vamos dar continuidade nesse momento de virada de chave da saúde pública do Rio Grande do Norte”, afirmou a secretária Lyane Ramalho.

A passagem de cargo foi realizada no auditório Escola de Saúde Pública do Rio Grande do Norte, instituição que é um dos legados da gestão de Cipriano dentro da Sesap, além da abertura de leitos de UTI e enfermaria em todas as regiões do estado, recuperação de unidades, inauguração do Hospital da Mulher em Mossoró e convocação de milhares de servidores, entre várias outras ações.

“Enfrentamos o quadro mais desafiador, com crise orçamentária, pandemia e um Ministério da Saúde sem presença. Todos os êxitos dessa reconstrução do SUS no RN só foram alcançados pelo comprometimento dos servidores, em especial aqueles que assumiram cargos de gestão, e as parcerias com municípios e a sociedade”, ressaltou o ex-secretário no discurso de despedida.

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DROGARIA POUPE JÁ

Saúde

Cirurgias eletivas ortopédicas no Hospital Walfredo Gurgel estão suspensas

04/05/2023


 

As cirurgias eletivas ortopédicas do hospital Walfredo Gurgel estão suspensas por falta de pagamentos. O estado deve os meses de janeiro, fevereiro, março e abril. Os médicos reclamam do descaso do governo com os pacientes, afinal o serviço tem que ser remunerado.

Com informações do Blog do Gustavo Negreiros

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BUGA AQUATICUS PARK

Saúde

Saúde lança campanha após aumento da dengue, Zika e chikungunya

04/05/2023


 

Em meio ao aumento de casos de dengue, Zika e chikungunya no Brasil, o Ministério da Saúde lançou nesta quinta-feira (4) a campanha nacional de combate às três arboviroses. Com a mensagem Brasil unido contra a dengue, Zika e chikungunya, a pasta alerta para sinais, sintomas, prevenção e controle das doenças, transmitidas por um mesmo vetor, o mosquito, em particular o Aedes aegypti, popularmente conhecido como pernilongo rajado em razão das listras brancas nas pernas.

A reintrodução do vírus da dengue no Brasil aconteceu em 1986. Já o chikungunya foi registrado pela primeira vez em 2014, enquanto o Zika foi identificado no país em 2015.

De acordo com a diretora do Departamento de Doenças Transmissíveis da Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente do ministério, Alda Cruz, o Brasil registra epidemias sucessivas de dengue com intervalos cada vez mais curtos entre os surtos, enquanto Zika e chikungunya também se mantêm com taxas endêmicas ao longo dos anos.

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RÁDIO FAROL - TOUROS

Saúde

Hospital Walfredo Gurgel registra aumento de 12% nos atendimentos por acidente de trânsito

03/05/2023


 

Maior hospital de traumas do Rio Grande do Norte, o Hospital Walfredo Gurgel registrou aumento de 12,4% no número de atendimentos provocados por acidentes de trânsito no primeiro quadrimestre de 2023.

O número de acidentados subiu para 2.635 de janeiro a abril de 2023 ante os 2.343 casos registrados no mesmo período de 2022. Os dados são da Secretaria Estadual de Saúde Pública.

Ao longo do ano de 2022, somente as pessoas vitimadas em acidentes com motocicletas representaram 11% de todos os atendimentos realizados na unidade de saúde. Foram 7,6 mil atendimentos do tipo.

Na lista dos principais tipos de atendimento no hospital, também aparecem os ciclistas. 872 se envolveram em acidentes de trânsito e sofreram algum trauma em 2022.

Diante do cenário de aumento de casos de acidentes, o mês de maio conta com programações de conscientização sobre a segurança no trânsito, dentro do projeto Maio Amarelo.

O lançamento da campanha aconteceu nesta terça-feira (2) no cruzamento das avenidas Nevaldo Rocha e Salgado Filho, com música, exposição de faixas e distribuição de folhetos.

“O índice maior envolve motos, consequentemente o motociclista, e o pedestre, por atropelamento. Nós tentamos conscientizar as pessoas para que o comportamento delas mude, para que o número atual mude”, diz Luzia Fernandes, pedagoga da Secretaria de Mobilidade Urbana de Natal (STTU).

 

Por G1 RN.

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ATELIÊ DO AÇAÍ

Saúde

Remédio em teste ajuda pacientes a perder mais de 15 kg em 72 semanas, diz farmacêutica

01/05/2023


 

A farmacêutica Eli Lilly and Co. afirmou que seu remédio tizerpatida, aprovado nos Estados Unidos para tratar diabetes tipo 2 sob o nome comercial de Mounjaro, ajudou pessoas com sobrepeso ou obesidade a emagrecer até 15,6 kg em um período de 72 semanas.

O estudo, diz a empresa, já está em estágio avançado, mas ainda não foi publicado em revistas científicas nem passou por revisão de pesquisadores independentes.

Nos últimos anos, a corrida entre as farmacêuticas no desenvolvimento de remédios contra a obesidade tem se acelerado. Dois deles — o Ozempic e o Wegovy — têm recebido recomendação off label (fora das indicações da bula) de médicos e ampla divulgação de influenciadores nas redes sociais.

Entidades médicas alertam para os riscos do uso indiscriminado desses produtos. Ponderam também sobre a necessidade de avaliar, em cada caso, as melhores estratégias para a perda de peso, que incluem mudanças na dieta e exercícios físicos.

Segundo o laboratório, os novos dados reforçam estudos anteriores em que o medicamento ajudou participantes sem diabetes a perder até 22% do peso com injeções semanais. Para pacientes comuns tratados com a maior dose possível do remédio, nos testes anteriores, diz a Eli Lilly que a perda superou 22 quilos.

"Não tínhamos visto esse grau de redução do peso", diz Nadia Ahmad, diretora médica de desenvolvimento clínico para a obesidade da Eli Lilly.

A farmacêutica pretende pedir registro na FDA (Food and Drug Administration), equivalente à Anvisa nos Estados Unidos, para que o produto seja vendido para emagrecimento.

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ATELIÊ DO AÇAÍ

Saúde

Hospitais universitários são referência em transplantes de órgãos

01/05/2023


 

Segundo a Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos, qualquer indivíduo pode ser um doador. Para isso, basta apresentar um quadro de boa saúde atestado por um médico.

As doações de órgãos também seguem alguns limites de idade como 75 anos para rins; 70 anos para fígado; 69 anos para sangue; 65 anos para pele, ossos e válvulas cardíacas; 55 anos para pulmão, coração e medula óssea; e 50 anos para pâncreas. Não há limite para doação de córneas.

“Na medida em que não produza danos em si, qualquer pessoa juridicamente capaz tem a permissão da lei para desfazer-se de tecidos, órgãos e partes do próprio corpo para fins terapêuticos ou transplantes, em benefício de cônjuge e parentes consanguíneos até o quarto grau. Aos não parentes, é preciso obter autorização judicial, a qual é dispensada para os casos de doação de medula óssea.”

De acordo com a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), campanhas de esclarecimento e conscientização sobre doação de órgãos têm permitido bons resultados, elevando o número de doadores e reduzindo casos de recusa por parte das famílias. O estado de Santa Catarina, segundo a entidade, é um bom exemplo, pois apresentou apenas 28% de recusa no ano de 2022, conforme o Registro Brasileiro de Transplantes.

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Saúde

Mais de meio milhão de pessoas estão à espera de cirurgias eletivas no SUS

01/05/2023


 

Dezesseis estados e o Distrito Federal informaram ao Ministério da Saúde que mais de 566 mil pessoas estão na fila do Sistema Único de Saúde (SUS) para a realização de cirurgias eletivas. O número aparece no relatório mais recente da pasta sobre o andamento de um novo programa do governo federal, que pretende repassar recursos para reduzir a espera por cirurgias, exames e consultas na rede pública de saúde.

Lançado em janeiro, o Programa Nacional de Redução das Filas (PNRF) foi uma das bandeiras dos primeiros 100 dias da terceira gestão de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Na primeira etapa, a prioridade são as cirurgias eletivas, que são procedimentos já marcados e sem urgência.

Pelas regras do programa, cada estado deverá apresentar suas demandas ao ministério, com detalhamento sobre a quantidade de pessoas na fila e os procedimentos cirúrgicos mais aguardados.

Até o dia 27 de abril, o Ministério da Saúde tinha aprovado os planos de 17 unidades da federação: Acre, Alagoas, Amazonas, Amapá, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Paraíba, Piauí, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima e Santa Catarina.

 

No total, o tamanho da fila declarada por esses estados foi de 566.923 pessoas.

Dessas, 256.215 cirurgias serão realizadas por meio do programa do governo federal.

De acordo com o ministério, a redução da fila declarada até agora será de 45,2%.

Ainda faltam informações sobre a espera por cirurgias eletivas no SUS em 10 estados: oito elaboram os planos para enviar ao Ministério da Saúde e dois aguardam a análise da pasta, de acordo com os dados mais atuais.

Até então, não havia um número exato de pessoas na chamada ‘fila do SUS’. O detalhamento feito pelos estados está ajudando o governo federal a ter uma noção sobre a espera pelos procedimentos de saúde na rede pública de uma maneira nacional.

Ainda em janeiro, o secretário de Atenção Especializada do Ministério da Saúde, Helvecio Magalhães, afirmou que era “um mistério completo esse número exato”.

Nesta quinta-feira (27), durante reunião da Comissão Intergestores Tripartite (CIT), o diretor de programa da mesma secretaria, Aristides Vitorino De Oliveira Neto, afirmou que o caminho para a redução das filas do SUS “é longo”.

“A gente sabe que [a fila] é ainda maior [que 566 mil]. Existe um esforço para a gente conseguir captar a totalidade desta fila em todo o território nacional, em parceria com os estados e municípios”, disse.

“O percurso para que a gente atinja os objetivos é longo, mas a gente está trilhando, asfaltando essa estrada, para que a gente consiga chegar lá”, afirmou ainda o representante do Ministério da Saúde.

 

g1

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Saúde

Virose da mosca: sintomas e prevenção

28/04/2023


 

A Virose da mosca é a forma popular de chamar a Doença Diarreica Aguda (DDA), grupo de doenças provocadas por vírus, bactérias, fungos e parasitas.

Durante o período chuvoso, quando a água em excesso contribui para a proliferação das moscas, elas hospedam vírus e bactérias que são facilmente transmitidos para os seres humanos, podendo ser por meio de alimentos ou utensílios contaminados.

Quais os sintomas da Virose da Mosca?

Os principais sintomas da contaminação permanecem no paciente em torno de 2 a 5 dias e podem ser:

 

Febre;

Náuseas;

Vômitos;

Diarreias;

Cólicas abdominais;

Desidratação (apenas nos casos mais graves).

Como podemos nos prevenir da Virose da mosca?

 

Por seu uma infecção que ocorre facilmente através do consumo de alimentos ou uso de utensílios e superfícies contaminadas, a prevenção pode ocorrer de forma simples.

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Saúde

Paciente com câncer terminal faz tratamento criado por brasileiro e tem remissão total da doença

27/04/2023


 

Após realizar um tratamento inovador criado por um médico brasileiro, o paciente Scott Miller teve remissão completa de um câncer de próstata em estágio terminal. A doença chegou a se espalhar para ossos, vesícula e outros órgãos.

O caso clínico foi apresentado pelo médico e pesquisador brasileiro Marc Abreu, nesta quarta-feira (26), na 38ª edição do Congresso Anual da Society for Thermal Medicine, em San Diego, nos Estados Unidos.

Na ocasião, foi detalhado que Miller recebeu o diagnóstico do câncer no estágio IV em julho de 2021, quando ele tinha 66 anos. No entanto, por seis meses, foi tratado com a tecnologia BTT, que realizava a indução das proteínas de choque térmico pelo cérebro através do aumento da temperatura de forma controlada.

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Saúde

Ministério da Saúde lança campanha contra malária

25/04/2023


 

O Ministério da Saúde (MS) lançou hoje 25 uma campanha voltada para a prevenção e combate à malária. Com o slogan O combate à malária acontece com a participação de todos: cidadãos, comunidade e governo, a campanha tem como foco a Região Amazônica, que concentra 99% dos casos no país. A doença, cuja incidência ocorre nas populações de maior vulnerabilidade social, representa um grande problema de saúde pública no país. A data marca o Dia Mundial de Luta Contra a Malária e os 20 anos de atuação do Programa Nacional de Prevenção e Controle da Malária.

Em 2019, o Brasil registrou mais 153 mil casos de malária; em 202 0 foram 143 mil; em 2021, 193 mil casos e em 2022, foram registrados 129 mil casos da doença e 50 óbitos. Dados preliminares da pasta, mostram que nos dois primeiros meses de 2023, já foram registrados 21.273 casos, um aumento de 12,2% em relação ao mesmo período do ano passado.

Segundo o MS, a campanha de publicidade será veiculada na televisão, rádio, internet, redes sociais e outdoors nos estados da Região Amazônica (AC, AM, AP, MA, MT, PA, RO, RR e TO). A campanha será divulgada também em carros e barcos de som, para que a informação chegue à população das localidades mais vulneráveis.

A malária, também conhecida como impaludismo, paludismo, febre palustre, febre intermitente, febre terçã benigna, febre terçã maligna, é transmitida por meio da picada da fêmea do mosquito do gênero Anopheles infectada por uma ou mais espécies de protozoário do gênero Plasmodium.

A doença tem cura e o tratamento é eficaz, simples e gratuito. Entretanto, a doença pode evoluir para suas formas graves se não for diagnosticada e tratada de forma oportuna e adequada.

O Plasmodium falciparum é considerado o mais agressivo, por ser associado à forma grave da doença, cujos sintomas são: prostração, alteração da consciência, dispneia ou hiperventilação, convulsões, hipotensão arterial ou choque e hemorragias.

No Brasil, 30 municípios concentraram 80% dos casos da doença. Considerando apenas malária por P. falciparum, 16 municípios concentram 80% dos casos. Na região extra-amazônica, composta pelas demais unidades federativas, as ações se concentram em evitar a transmissão autóctone (local).

A diretora do Departamento de Doenças Transmissíveis da Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente do MS, Alda Cruz, disse que a campanha vai ser veiculada nas regiões, consideradas especiais e mais afetadas, com foco em alertas, as formas de prevenção e tratamento da doença.

“O dever de casa é diagnosticar e tratar todos os casos de forma adequada e oportuna, com a realização das atividades de prevenção e controle, incluindo educação em saúde e evitar o restabelecimento nas áreas sem transmissão autóctone nos últimos três anos, que vem sendo implementado na região extra-amazônica”, destacou.

Alda informou que todos os medicamentos para o tratamento de malária estão disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS) e que o ministério distribuiu 171,9 mil testes, para atender estados da federação e Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEIs). Outros 300 mil testes serão entregues em duas etapas ao longo do ano de 2023. Ainda para este ano, o SUS está preparado para tratar mais de 800 mil pessoas com a doença, incluindo malária grave.

Os dados do MS, mostram que houve, entre 2021 e 2022, uma redução na transmissão de malária em áreas especiais, a exceção da área de garimpo, que apresentou um aumento de 11, 4% dos casos, passando de 20.554, em 2021, para 22.889 no ano seguinte.

Na área rural, o número de casos caiu de 50.896 para 47.621, uma redução no período de 6,4%; no assentamento houve diminuição de 7.727 para 6.961, queda de 9,9%; na área urbana o número de casos caiu de 11.976 para 10.483, redução de 12,5%; e na área indígena a queda foi de 15,7%, passando de 46.048 para 38.807.

Para a oficial nacional de malária e doenças neglicenciadas da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), Sheila Rodovalho, é preciso ter atenção detalhada porque a forma de transmissão da doença varia em cada área. Ela destacou que a organização estuda fortalecer o apoio para a equipe nacional que trabalha na área, especialmente no estado do Amapá.

“Estamos avaliando um apoio para fortalecer a equipe nacional, mas também em um estado específico que estamos trabalhando hoje, que é o Amapá. É um estado que conseguimos identificar várias situações: temos área indígena, temos garimpo, ribeirinhos, temos áreas de fronteira onde tem uma ameaça de resistência a medicamentos”, disse.

A secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente do MS, Ethel Maciel, disse que, além da campanha, a pasta deve lançar nos próximos dias, um plano estratégico de combate à malária específico para a Amazônia Legal. Entre as ações que devem ser realizada estão a capacitação de lideranças para a eliminação da doença.

“Trabalharemos nessas duas frentes: um plano específico visando o preenchimento de alguns vazios, tanto na vigilância quanto na assistência. Quando olhamos a distribuição, inclusive dos equipamentos de saúde no Brasil, eles são um tanto diferenciados por região e a Região Norte é aquela que precisamos olhar de forma diferenciada para efetivar a equidade em saúde”, explicou.

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DROGARIA POUPE JÁ

Saúde

Virose faz busca por atendimento aumentar 48% nas UPAs de Natal

25/04/2023


 

A superlotação nas unidades de saúde de Natal tem provocado espera de até cinco horas e muita reclamação por parte da população. Sintomas relacionados a viroses são as principais queixas dos pacientes, que relatam febre, dor no corpo, tosse, coriza, diarreia e cólica.

De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde de Natal (SMS), o aumento na procura por atendimento é comum para a época devido à sazonalidade das doenças respiratórias. A procura cresceu 48,1% neste mês, quando os atendimentos passaram dos habituais 270 para 400 pessoas por dia, de acordo com a SMS.

A infectologista Marise Reis explica que com a chegada do período chuvoso, é comum que os natalenses percebam o aumento das viroses e procurem atendimento médico com mais frequência. Além da influenza e da covid, Marise estende o alerta para a virose da mosca, outra doença muito comum para a época.

As chuvas também contribuem para a proliferação das moscas, que podem hospedar vírus e bactérias facilmente transmissíveis para os humanos por meio de alimentos, água e utensílios.

 

Tribuna do Norte

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RÁDIO FAROL - TOUROS

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