Saúde

Saúde

Anvisa: ‘pílula do câncer’ não tem autorização para uso ou eficácia contra a doença

24/07/2024


 

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) emitiu uma nota nesta terça-feira (23) em que esclarece que a fosfoetanolamina, conhecida como a “pílula do câncer’, não possui autorização ou registro para uso como suplemento alimentar ou medicamento no Brasil. Por isso, a venda do composto é proibida no país.

A Agência ainda alerta sobre os riscos do uso de medicamentos não registrados. “Esses produtos podem interferir negativamente nos tratamentos convencionais, além de apresentar riscos de contaminação. É crucial que os pacientes não abandonem tratamentos médicos estabelecidos para utilizar terapias não autorizadas e de eficácia desconhecida, como é o caso da fosfoetanolamina”, diz o texto.

Outro ponto destacado na nota é a disseminação de fake News sobre a pílula nas redes sociais. “Propagandas nas redes sociais que sugerem que a fosfoetanolamina combate o câncer ou qualquer outra doença, atribuindo-lhe propriedades funcionais ou de saúde, são irregulares e enganosas”, afirma a agência.

 

R7

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Saúde

Secretaria de Saúde reforça vigilância da Febre do Oropouche no RN

22/07/2024


 

A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) reforçou a vigilância da Febre do Oropouche no Rio Grande do Norte. De acordo com a Sesap, a medida foi necessária em virtude do cenário nacional com 16 estados com casos confirmados da doença.

Até o momento, no RN não há casos confirmados da Febre do Oropouche. A doença é causada por um arbovírus e tem sintomas muito parecidos com os de dengue e chikungunya, como dores de cabeça, musculares e articulares, náusea e diarreia. Por conta disso, o diagnóstico laboratorial é fundamental para o acompanhamento dos casos.

No início de junho a Sesap, por meio do Laboratório Central do RN (Lacen-RN), iniciou a testagem de amostras aleatórias tomadas a partir de casos que eram suspeitos para dengue, chikungunya ou zika vírus e não apontaram como positivos.

Em meados de junho, a Sesap emitiu uma nota técnica a todos os municípios potiguares tratando das ações de vigilância necessárias para a doença.

“A febre de Oroupuche é uma doença já conhecida pelos profissionais da Região Amazônica e, nos últimos meses, foram identificados casos em regiões não endêmicas. Por isso, desde então estamos realizando uma vigilância ativa, desde uma busca retrospectiva, por meio dos testes no Lacen, como proativa, na liberação de notas técnicas informativas e treinamento de equipes”, explica Diana Rego, coordenadora de vigilância em saúde da Sesap.

A transmissão da doença é feita principalmente por mosquitos, em especial o Culicoides paraenses, popularmente conhecido como maruim. O período de incubação do vírus pode variar de 3 a 8 dias, com ele permanecendo no sangue por 2 a 5 dias após o início dos sintomas.

A orientação quanto ao tratamento da doença é repouso e cuidados dos sintomas, com acompanhamento médico. O período de incubação do vírus pode variar de três a oito dias, com ele permanecendo no sangue por dois a cinco dias após o início dos sintomas. A fase aguda da doença geralmente dura de dois a sete dias.

A principal medida de prevenção deve ser evitar áreas com maruim. Caso esteja neste tipo de local, usar roupas que cubram a maior parte do corpo e repelentes nas áreas expostas; tal qual na dengue, manter a casa livre de criadouros de mosquitos. Para amenizar os ataques as pessoas podem adotar medidas preventivas como: óleos a base de citronela, cravo e folhas de neem aplicado no ambiente; telas de proteção nas portas e janelas das casas e escolas; eliminação de matéria orgânica nas imediações das propriedades.

As medidas visam diminuir a proliferação do mosquito, incluindo a eliminação de locais onde eles se reproduzem e descansam, como áreas úmidas e ricas em matéria orgânica. A limpeza urbana, o saneamento e o uso de repelentes são essenciais para o controle do vetor.

 

G1 RN

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MARE MOVEIS TOUROS

Saúde

Silvio Santos melhora, tem alta e deixa o hospital após quadro de Influenza A

21/07/2024


 

O empresário e apresentador Silvio Santos recebeu alta neste sábado (20) após ser diagnosticado com Influenza A. Ele havia sido internado na última terça-feira (16) para tratamento da doença.

A informação da saída de Silvio Santos do hospital foi confirmada à CNN pela assessoria de imprensa do Sistema Brasileiro de Televisão (SBT), que informou que ele “já está em casa”.

Aos 93 anos, Silvio Santos tinha a previsão de ser liberado ainda na sexta-feira (19). No entanto, os médicos optaram por mantê-lo mais um dia no hospital em tratamento, por conta da avançada idade.

Ele está afastado da televisão há pelo menos dois anos.

 

CNN Brasil

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Saúde

Quadro de saúde de Silvio Santos é estável, diz SBT

20/07/2024


 

A assessoria de imprensa do SBT informou, nesta sexta-feira (19), que o quadro de saúde do apresentador Silvio Santos, de 93 anos, é “estável”.

Silvio Santos está internado após ser diagnosticado com Influenza A.

Na quinta-feira (18), o SBT informou que, apesar da internação, o apresentador foi medicado e está bem.

A influenza A é um tipo do vírus da gripe encontrado em várias espécies de animais, além dos seres humanos. Ele pode ser classificado em dois subtipos — H1N1 e H3N2 — e costumam circular de maneira sazonal, sendo mais comum nas estações mais frias do ano, como outono e inverno.

 

 

 

Fonte: CNN

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ATELIÊ DO AÇAÍ

Saúde

Mais de 92% das crianças do Nordeste consomem ultraprocessados

17/07/2024


 

O Senac está com inscrições abertas para quem deseja concorrer a bolsas de estudo em Cursos de Ensino a Distância – EAD. São 86 cursos disponíveis, totalizando 2.130 vagas nas áreas de Comunicação, Gestão, Vendas, Turismo, Gastronomia, Beleza, Tecnologia da Informação.

As inscrições podem ser feitas até o dia 10 de setembro no site do Senac. As inscrições são limitadas ao número de vagas disponíveis para cada capacitação.

Os cursos de aperfeiçoamento são de início imediato, em que o candidato realiza a inscrição e já pode iniciar o curso. Já as capacitações voltadas para qualificação possuem cronograma de oferta com data de início a ser informada após processo de inscrição.

Ao finalizar a formação, o aluno receberá certificado com validade em todo território nacional.

Serão considerados os seguintes critérios: seleção por Estado; seleção para o curso oferecido no Rio Grande do Norte conforme disponibilidade de vagas; e comprovação do atendimento da documentação exigida para a matrícula.

Ao efetuar a inscrição, é importante que candidato guarde seu login e senha, pois esses dados serão necessários para que o usuário possa acessar a plataforma.

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DROGARIA POUPE JÁ

Saúde

Brasil sai da lista dos 20 países com mais crianças não vacinadas

15/07/2024


 

O Brasil saiu da lista dos 20 países com mais crianças não vacinadas, de acordo com um novo relatório global da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Fundo das Nações Unidas para Infância (Unicef). O documento foi divulgado nesta segunda-feira, 15.

Em 2021, o Brasil ocupava o 7º lugar no ranking. Os dados do documento mostram que o número de crianças brasileiras que não receberam nenhuma dose da vacina pentavalente (DTP1) caiu de 687 mil em 2021 para 103 mil em 2023. Para a DTP3, o número de não crianças não vacinadas caiu de 846 mil para 257 mil no mesmo período.

No Brasil, a DTP faz parte do Programa Nacional de Imunizações (PNI), do Sistema Único de Saúde (SUS).

Em 2023, 13 dos 16 principais imunizantes do calendário infantil apresentaram aumento das coberturas vacinais em todo o Brasil, quando comparadas às coberturas registradas em 2022.

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Saúde

Anvisa aprova projeto-piloto para bula digital de medicamentos

13/07/2024


 

A diretoria colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta quarta-feira (10) o projeto-piloto para implementação da bula digital de medicamentos no Brasil. A proposta é que seja incluído nas embalagens de medicamentos específicos um código de barras bidimensional (QR Code) para leitura rápida.

O projeto terá vigência até 31 de dezembro de 2026. As informações coletadas e monitoradas durante o período, segundo a Anvisa, devem servir como subsídio para futura regulamentação definitiva da bula digital.

Em seu voto, o relator diretor Daniel Pereira avaliou que a proposta de implementação da bula digital no Brasil caminha na direção da modernização e da transformação digital no setor da saúde e está alinhada com a tendência mundial.

“Constitui o primeiro passo para que se inicie a transição da informação sobre medicamentos em papel para a eletrônica, e gerando uma oportunidade para aprimorar a acessibilidade e personalização das informações de saúde”, disse.

 

Entenda

 

Além de direcionar o usuário para a bula digital do medicamento, o QR Code disponibilizado nas embalagens dos medicamentos também vai permitir o acesso a informações adicionais, como vídeos e outras instruções que ajudem no uso adequado do remédio.

 

Nesse primeiro momento, a bula digital será permitida para os seguintes tipos de medicamentos:

 

– embalagens de amostras grátis de medicamentos: a entrega das amostras grátis só pode ser feita pelo profissional de saúde ao paciente durante consulta, com a devida prescrição de uso e orientações pertinentes a cada tratamento;

– medicamentos com destinação a estabelecimentos de saúde, exceto farmácias e drogarias: de venda permitida em hospitais, clínicas, ambulatórios e serviços de atenção domiciliar, por exemplo, foram selecionados por serem utilizados sob supervisão de profissionais de saúde;

– Medicamento Isento de Prescrição (MIP), comercializados em embalagens múltiplas: são produtos de baixo risco e que atualmente a legislação já permite que sejam disponibilizados nas gôndolas das farmácias, em embalagens primárias (por exemplo, blister), sem o acompanhamento de bulas. Caso o consumidor queira a bula física, pode solicitar ao estabelecimento;

– medicamentos com destinação governamental, acondicionados em embalagens que contenham as marcas governamentais próprias do Ministério da Saúde: a legislação vigente já isenta, em grande parte, a obrigatoriedade de bulas impressas nas embalagens. Da mesma forma que os MIP, já existe redução considerável na disponibilização de bula física.

 

Bula impressa

 

Em nota, a Anvisa reforçou que, mesmo nos casos em que a implementação da bula digital passa a ser permitida, as bulas impressas devem ser oferecidas caso sejam solicitadas por pacientes ou profissionais de saúde.

A norma aprovada prevê também que estabelecimentos que comercializam medicamentos informem aos consumidores, por meio de comunicação visual, a possibilidade de solicitar a bula impressa, com a seguinte frase: “Atenção: Este estabelecimento dispensa medicamentos com bula digital! Você pode acessá-la online. Caso prefira, solicite a bula impressa a um de nossos atendentes”.

 

Consulta pública

 

A discussão sobre bula digital surgiu a partir da publicação da Lei 14.338/22, que determina que a autoridade sanitária pode definir quais medicamentos terão apenas um formato de bula.

 

A proposta aprovada nesta quarta-feira pela Anvisa passou por consulta pública entre dezembro de 2023 e março de 2024.

 

 

 

Fonte: Agência Brasil

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101 FM

Saúde

Pesquisa mostra presença de álcool em pães de forma

12/07/2024


 

Pesquisa da Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste), divulgada nesta quinta-feira 11, mostra que há presença de álcool em produtos de diversas marcas populares de pães de forma.

De acordo com o levantamento, se os pães fossem bebidas, os produtos de cinco marcas seriam considerados alcoólicos, ou seja, com teor de álcool superior a 0,5%: Visconti (teor alcoólico de 3,37%), Bauducco (1,17%), Wickbold 5 Zeros (0,89%), Wickbold Sem Glúten (0,66%), Wick Leve (0,52%), e Panco (0,51%).

Algumas marcas de pães também poderiam não passar no teste do bafômetro, dependendo da quantidade ingerida pelo consumidor. Considerando os índices do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), a quantidade segura de álcool no organismo (circulando no sangue) seria abaixo de 3,3 gramas (g) de álcool. De acordo com a pesquisa, duas fatias do pão de forma da marca Visconti teriam o equivalente a 1,69 g de álcool; da Bauducco, a 0,59 g; e da Wickbold 5 Zeros, a 0,45 g.

“Para grávidas e lactantes, a ingestão recorrente de álcool, mesmo que em baixas doses, pode afetar o aprendizado e ocasionar problemas de memória. A síndrome alcoólica fetal (SAF), ocasionada pela ingestão de álcool, é caracterizada por anormalidades no neurodesenvolvimento do sistema nervoso central, retardo de crescimento e problemas de saúde mental, como depressão e ansiedade”, diz o texto da pesquisa.

O estudo mostra ainda que, caso os pães fossem medicamentos fitoterápicos, seria necessário haver advertências nas embalagens de oito marcas brasileiras. De acordo com as diretrizes pediátricas europeias, o valor limítrofe de advertência para a presença de álcool em medicamentos fitoterápicos é de 6 miligrama por quilo (mg/kg) de peso corporal para crianças. Considerando uma criança de 12,5 kg, a taxa limite seria de 75 mg.

Essa quantidade é superada, em uma única fatia de pão, nas marcas Visconti (843 mg de etanol), Bauducco (293 mg), Wickbold 5 Zeros (233 mg), Wickbold Sem Glúten (165 mg), Wickbold Leve (130 mg), Panco (128 mg), Seven Boys (125 mg), Wickbold (88 mg).

De acordo com o levantamento, a contaminação dos pães com o álcool pode ocorrer no momento de a indústria acrescentar conservantes nos produtos. “O álcool usado para diluição do conservante [colocado após o pão passar pelo forno] deve ser evaporado até o consumo em si do pão, mas se houver um abuso na quantidade do antimofo ou em sua diluição, isso pode não ocorrer e ocasionar em um pão com um teor de etanol muito elevado”, diz o texto da pesquisa.

Em nota, a Pandurata Alimentos, responsável pela fabricação dos produtos Bauducco e Visconti, disse que que adota rigorosos padrões de segurança alimentar em todo seu processo produtivo e na cadeia de fornecimento. “A empresa possui a certificação BRCGS (British Retail Consortium Global Standard), reconhecida como referência global em boas práticas na indústria alimentícia, e segue toda a legislação e regulamentações vigentes.”

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Saúde

Ministério implanta rede de atenção à saúde indígena no RN e mais um estado

07/07/2024


 

O Ministério da Saúde está implantando a rede de assistência à saúde indígena no Rio Grande do Norte e no Piauí, com criação de unidades do Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI), polos de atenção e inserção de equipes formadas por profissionais de múltiplas especialidades, para atendimento das comunidades que vivem nos estados. Com a conclusão dessas ações, pela primeira vez, todas as unidades da federação farão parte do Subsistema de Atenção à Saúde Indígena do Sistema Único de Saúde (SUS). 

A medida vai impactar cerca de 9,5 mil indígenas: 5,4 mil de 4 etnias que vivem no Rio Grande do Norte e 4,1 mil de 7 etnias residentes no Piauí. “Vamos garantir uma política de saúde específica e diferenciada a essas populações, que tiveram o direito à saúde historicamente negado”, conta o coordenador-Geral de Gestão das Ações de Atenção à Saúde Indígena, Antônio Fernando.

No Rio Grande do Norte, um dos primeiros passos para início da assistência foi um processo de escuta com as lideranças indígenas dos mais diversos municípios, incluindo comunidades indígenas que vivem de forma tradicional, com apoio do DSEI Potiguara, localizado na Paraíba. 

Esse levantamento apontou, inicialmente, que o Rio Grande do Norte conta com 4 etnias indígenas que vivem de forma tradicional: os povos Tapuia Paiacu, Tapuia Tarairiú, Potiguara e Caboclos do Açu. 

 

Formação de parceiros em saúde indígena

Com o apoio da Funai, da Escola de Saúde Pública e das secretarias municipais e estadual de saúde do estado, a Secretaria de Saúde Indígena (Sesai) iniciou um processo de formação dos parceiros em saúde indígena, realizados em três módulos com abordagem pedagógica, antropológica e de saúde. 

 

Contratação de profissionais e aquisição de insumos.

 

O próximo passo para início das atividades é o processo seletivo dos profissionais, que está em fase de conclusão, com a contratação de médicos, enfermeiros, dentistas, psicólogos, farmacêuticos, nutricionista, técnicos de enfermagem, auxiliar de saúde bucal, agente indígena de saúde, agente indígena de saneamento, apoiador de saúde e assessores indígenas. 

Enquanto isso, estão sendo desenvolvidas ações para estruturação física, com aquisição de insumos como material médico hospitalar, medicamentos, veículos e mobiliários. Também estão sendo firmadas parcerias com a gestão municipal para uso de unidades de saúde que vão permitir que a assistência de saúde para os povos indígenas que vivem no Rio Grande do Norte seja iniciada no segundo semestre de 2024.

 

AGORA RN

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ATELIÊ DO AÇAÍ

Saúde

Menina de 10 anos volta à vida após 70 minutos de reanimação cardíaca

07/07/2024


 

Para Lara Sousa, de 10 anos, foi como nascer de novo. Para a mãe dela, Helen, de 29, aconteceu um milagre. A menina brasiliense passou por 70 minutos de manobras de ressuscitação no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) até conseguir voltar à vida no dia 9 de junho. Em geral, não há sobreviventes após 50 minutos de reanimação cardíaca.

Lara, que nunca havia apresentado nenhum sintoma de problemas cardíacos, teve um infarto enquanto brincava em uma piscina, em Planaltina, no Distrito Federal. Quando o coração da garotinha parou, ela começou a se afogar.

“Minha filha estava brincando com a irmã dela na piscina, no aniversário de uma amiga. Estávamos perto, e ela sempre nadou bem. De repente, ouvi um grito desesperado da Clara (irmã). Quando tiraram a Lara da piscina, ela estava com a pele roxa, os dentes travados e os olhos arregalados. Nunca vou esquecer a angústia de vê-la assim”, lembra a dona de casa Helen Ketlen Sousa.

Uma técnica de enfermagem que estava na festa tentou fazer ressuscitação cardiopulmonar (RCP) e respiração boca a boca em Lara, mas a menina estava com a mandíbula travada e era impossível tirar a água de dentro dela.

As pessoas presentes na comemoração pediram ajuda ao Corpo de Bombeiros, mas os profissionais também não conseguiram reanimar a criança.

Lara foi levada ao Hospital de Planaltina, e lá os médicos perceberam que ela necessitava de uma UTI com urgência, mas não havia leito disponível. A criança foi colocada em uma ambulância, que partiu a toda velocidade para o Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF). No banco da frente, ao lado do motorista, a mãe acompanhava tudo.

“Nem me lembro direito o que passava na minha cabeça. Estava tão angustiada com aquilo. A imagem dela daquele jeito, tão perto de morrer, não sai da minha cabeça nem por um dia. Não consigo processar até agora tudo aquilo que aconteceu”, resume a mãe.

Quando a menina chegou ao HBDF, foi colocada imediatamente no desfibrilador. O coração dela já não estava batendo, e os médicos decidiram mantê-la ali por 70 minutos até que o coração voltasse a bater. “Foi emocionante ver a reação do coração após quase termos perdido a esperança”, conta o médico Edvagner Carvalho, cardiologista especialista em estimulação cardíaca do HBDF, um dos responsáveis pela reanimação de Lara.

O passo seguinte foi retirar a água dos pulmões da garotinha com drenos. A criança ficou intubada por cinco dias – período em que os médicos não faziam ideia exata de qual seria a extensão dos danos ocasionados pela parada cardíaca.

Após alguns exames, os médicos descobriram que a menina tinha uma arritmia cardíaca que nunca havia sido diagnosticada. Pessoas com essa condição têm um problema no funcionamento do coração que aumenta o risco de paradas cardíacas. A arritmia, em geral, é causada por algum problema na estrutura do músculo cardíaco, mas os médicos ainda não sabem exatamente qual é o de Lara.

Apesar do prognóstico ruim, Lara sobreviveu quase sem sequelas e conseguiu ter alta hospitalar nesta quinta-feira (4/7). Após quase um mês de internação no HBDF, a menina voltou para casa.

Antes, no entanto, precisou passar por uma cirurgia inédita. Ela foi a primeira criança brasilense a receber um cardiodesfibrilador implantável (CDI) na rede pública do DF. O equipamento funciona de forma parecida ao marcapasso, que ajuda pessoas com batimento cardíaco lento a ter uma frequência mais rápida e mais constante.

Só que o cardiodesfibrilador implantável (CDI) não atua em tempo integral. Ele é um pequeno desfibrilador implantado dentro do coração de pessoas que já tiveram infartos. Ao detectar uma arritmia, o desfibrilador aplica um choque dentro da intensidade adequada para trazer o ritmo cardíaco de volta ao normal.

Apesar do tratamento ter funcionado bem, a vida nova de Lara está cercada de cuidados. A menina deverá tomar medicamentos para o resto da vida e precisará evitar esforços intensos.

“Ela ainda está muito assustada. Tem medo que as pessoas a toquem e tem estudado muito sobre seu tratamento. Até nos acostumarmos a essa vida nova, cada momento será um aprendizado”, conclui Helen.

 

 Fonte: Blog de Rudimar Ramon

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DROGARIA POUPE JÁ

Saúde

Saúde amplia vacinação contra o HPV para quem usa PrEP

04/07/2024


                                                     Foto: reprodução

 

 Usuários da chamada profilaxia pré-exposição (PrEP) ao HIV, com idades entre 15 e 45 anos, passaram a integrar o público-alvo para vacinação contra o HPV no Brasil. A orientação consta em nota técnica publicada nesta quarta-feira (3) pelo Ministério da Saúde.

Segundo o documento, o grupo deve receber a vacina quadrivalente (HPV4), que protege contra os tipos 6, 11, 16 e 18 do vírus. Nesse caso, o esquema indicado é de três doses, com intervalos de dois meses após a primeira e de quatro meses após a segunda.

Usuários de PrEP com esquema completo de vacinação contra o HPV não devem ser imunizados novamente. Já usuários de PrEP que já foram imunizados contra o HPV, mas estão com esquema incompleto, devem completar as três doses.

Para ser imunizado, basta procurar uma sala de vacina da rede pública e apresentar algum tipo de comprovação de que faz PrEP, incluindo formulário de prescrição do imunizante, prescrição de PrEP, cartão de seguimento ou mesmo o próprio medicamento.

 

Quem pode tomar

 

Até então, o público-alvo para vacinação contra o HPV incluía:

 

crianças e adolescentes de 9 e 14 anos, com esquema de dose única;

 

indivíduos imunocomprometidos de 9 a 45 anos, incluindo pessoas que vivem com HIV e Aids, pacientes oncológicos e transplantados, com esquema de três doses;

pessoas de 15 a 45 anos vítimas de violência sexual, com esquema de duas doses para os de 9 a 14 anos (intervalo de seis meses entre elas) e de três doses para os de 15 a 45 anos (intervalos de dois meses após a primeira e de quatro meses após a segunda).

O Ministério da Saúde informou que “oportunizar o acesso à vacina HPV4 para usuários de profilaxia pré-exposição de risco à infecção pelo HIV pode ser considerada uma ação com impacto na prevenção das neoplasias relacionadas ao HPV, principalmente o câncer anal, nas populações que são desproporcionalmente afetadas por essas neoplasias”.

A nota técnica esclarece que estudos realizados na França, por exemplo, apontam alta prevalência de HPV em usuários de PrEP. “Destaca-se, ainda, que a oferta da vacina HPV aos usuários de PrEP amplia o acesso à prevenção e ao tratamento das IST [infecções sexualmente transmissíveis] aplicadas no âmbito individual e coletivo”.

“A ampliação do público-alvo para vacinação, aos usuários de PrEP, sem prejuízo à população inicialmente coberta pela indicação da vacina é fundamental para prevenção dos cânceres diversos causados pelo HPV”, conclui o documento.

 

PrEP

 

A profilaxia pré-exposição ao HIV consiste na tomada de medicamentos antirretrovirais de forma preventiva, com a finalidade de permitir ao organismo estar preparado para enfrentar um possível contato com o vírus. A estratégia começou a ser oferecida pelo Sistema Único de Saúde (SUS) no fim de 2017.

No Brasil, a PrEP está indicada para pessoas a partir de 15 anos, com peso corporal maior ou igual a 35 quilos, sexualmente ativas e que apresentam risco aumentado para infecção por HIV.

O ministério cita como “populações-chave” para PrEP: gays e homens que fazem sexo com homens (HSH), trabalhadoras do sexo, pessoas privadas de liberdade, pessoas trans e pessoas que usam álcool e outras drogas. Menciona, ainda, como “população prioritária” para PrEP: negros, adolescentes e jovens, indígenas e pessoas em situação de rua.

 

 

 

Agência Brasil

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MARE MOVEIS TOUROS

Saúde

Brasil tem mais mortes por dengue em seis meses que em sete anos somados

04/07/2024


 

O Brasil acumulou 4.367 mortes por dengue desde o começo do ano. O número é maior do que a soma dos óbitos registrados entre 2017 e 2023 (4.331). Outras 2.659 mortes estão sendo investigadas até esta quarta-feira (3). Os dados são do painel de monitoramento do Ministério da Saúde.

O número deste ano é o mais alto da série histórica. O registro mais alto era, até então, de 2023, com 1.179. Além disso, o Brasil tem, em 2024, a maior contabilização de casos prováveis. Veja abaixo o número de óbitos dos últimos anos:

 

4.367 em 2024;

1.179 em 2023;

1.053 em 2022;

315 em 2021;

583 em 2020;

820 em 2019;

201 em 2018; e

180 em 2017.

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101 FM

Saúde

RN vacina somente 55% do público-alvo contra a gripe

03/07/2024


 

O RN atingiu somente 55,16% do público-alvo da vacinação contra a gripe. Segundo dados da Secretaria de Saúde do Estado, cerca de 717 mil potiguares foram vacinados desde o início da campanha, sendo que o público-alvo total é de 1,3 milhão de pessoas, todas dos grupos prioritários no Estado, incluindo povos indígenas, gestantes, puérperas e idosos com 60 anos ou mais. Em Natal, foram vacinadas apenas 55 mil pessoas, quando o público-alvo é de 183 mil natalenses. Um percentual, portanto, de 30% do total.

Apesar da meta de 90% do público-alvo não ter sido alcançada, nas Unidades Básicas de Saúde de Natal a procura pela vacina segue constante. Na UBS Brasília Teimosa, no bairro de Santos Reis, no decorrer da terça-feira (02) foram aplicadas doses do imunizante em 16 pessoas. A equipe de vacinação da UBS explica que a procura costuma ser constante, até o fim ou que as doses sejam recolhidas pelo poder público.

Na UBS São João, em Tirol, a vacinação está entre cerca de 60 a 70 pessoas vacinadas contra Influenza por dia. Embora a procura seja maior do que na UBS Brasília Teimosa, a equipe da UBS São João informa que comumente são aplicadas pelo menos 120 doses do imunizante por dia, e alega que a baixa procura se dá devido ao período de férias e tempo chuvoso, que alteram as rotinas dos natalenses.

A vacinação é a única forma de prevenção contra o vírus da gripe, e não é contraindicada para nenhum público. A vacina contra Influenza está incluída no Calendário de Vacinação recomendado pelo Ministério de Saúde, sendo indicada para indivíduos a partir do sexto mês de vida.

 

Tribuna do Norte

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DROGARIA POUPE JÁ

Saúde

Mais Médicos terá novo edital com 3.184 vagas e direito a cotas

02/07/2024


 

A ministra da Saúde, Nísia Trindade, divulgou, nesta segunda-feira (1º), que o programa Mais Médicos terá novo edital com 3.184 vagas. O anúncio ocorreu pelo X.

“Quando assumimos, eram menos de 13 mil médicos pelo programa. Hoje, temos cerca de 25 mil”, afirmou a ministra pela rede social. 

Nas postagens, Nísia Trindade afirmou que o novo edital vai permitir a reposição de vagas com vista a chegar à meta de 28 mil médicos. 

“O Mais Médicos é uma realidade, e faz diferença, numa Saúde da Família que hoje permite horários de atendimento estendidos, como na Bahia, onde já temos 80% de cobertura”.

 

Cotas

A ministra da Saúde acrescentou que, pela primeira vez, o edital seguirá a política de cotas. “São 20% das vagas para grupos étnico-raciais, e 9% para pessoas com deficiência. Seguimos assim nossa visão de inclusão. Vamos divulgar o edital! Temos muitos médicos aguardando essa oportunidade”.

A assessoria do ministério da Saúde informou que outras informações, como datas de inscrição, devem ser anunciadas ainda nesta noite de segunda. 

 

AGORA RN

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MARE MOVEIS TOUROS

Saúde

Após morte , Fiocruz alerta para meningite transmitida por caramujo

02/07/2024


 

A Fundação Oswaldo Cruz faz um alerta para a transmissão de meningite por meio de caramujos (meningite eosinofílica). A preocupação surgiu depois da morte de um paciente em abril, no município de Nova Iguaçu, na região metropolitana do Rio de Janeiro. Análises laboratoriais identificam a presença do verme causador da doença em um caramujo na região onde o caso foi registrado.

A meningite é uma doença caracterizada pela inflação das meninges, membranas que revestem o encéfalo e a medula espinhal.

A investigação foi conduzida pelo Laboratório de Malacologia do Instituto Oswaldo Cruz (IOC). Malacologia é o ramo da biologia que estuda os moluscos. Após a Fiocruz ser notificada do caso, agentes da Vigilância Ambiental em Saúde (Suvam) de Nova Iguaçu e do IOC realizaram a coleta de caramujos em diferentes pontos do bairro Ipiranga, onde o paciente contraiu a doença.

De um total de 22 moluscos analisados, o verme causador da doença, Angiostrongylus cantonensis, foi encontrado em um caramujo da espécie Pomacea maculata, conhecido popularmente como lolô ou aruá.

Caso de meningite transmitida por caramujo não era registrado no estado do Rio desde 2014. No Brasil, há episódios desde 2006.

Estudos do Serviço de Referência para Esquistossomose-Malacologia da Fiocruz feitos entre 2008 e 2021 detectaram a presença do verme Angiostrongylus cantonensis em 14 unidades da federação.

Para a chefe do Laboratório de Malacologia do IOC/Fiocruz, Silvana Thiengo, o cenário reforça a necessidade de atenção dos serviços de saúde para diagnosticar a doença. “Desde 2006, temos casos de meningite eosinofílica no Brasil. Porém, muitos profissionais de saúde ainda desconhecem a doença. Os médicos precisam lembrar essa possibilidade para fazer o diagnóstico e oferecer o tratamento adequado”, disse.

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RÁDIO FAROL - TOUROS

Saúde

Dengue: Brasil tem, em 6 meses, 6,1 milhões de casos e 4,2 mil mortes

01/07/2024


 

O Brasil encerrou o primeiro semestre de 2024 registrando 6.159.160 casos prováveis de dengue e 4.250 mortes pela doença. Segundo o painel de monitoramento de arboviroses do Ministério da Saúde, há ainda 2.730 óbitos em investigação. O coeficiente de incidência da dengue no país é, agora, de 3.033 casos para cada 100 mil habitantes e a taxa de letalidade é de 0,07.

Dados divulgados nesta segunda-feira (1º), em Brasília,  mostram que a maior parte dos casos prováveis de dengue em 2024 foi anotada entre mulheres (54,8%), contra 45,2% entre homens.

 

Faixa etária

 

Ao todo, 49,6% das ocorrências foram identificadas em pessoas brancas, 42,5% entre pardos, 6,2% entre pretos e 0,3% entre indígenas. A faixa etária de 20 a 29 anos concentra a maior parte das vítimas, seguida pela de 30 a 39 anos e pela de 40 a 49 anos.

Entre as unidades federativas, o Distrito Federal registra o maior coeficiente de incidência de dengue (9.626 casos por 100 mil habitantes). Em seguida, estão Minas Gerais (8.035), Paraná (5.478), Santa Catarina (4.607) e São Paulo (4.301). Em números absolutos, São Paulo lidera com 1,9 milhão de ocorrências. Em seguida, aparecem Minas Gerais (1,6 milhão), Paraná (626,8 mil), Santa Catarina (350,6 mil) e Goiás (301,5 mil). 

 

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LOJAS MG

Saúde

Medicamento para fazer crescer dentes será testado em humanos pela 1° vez

01/07/2024

 

A partir de setembro, 30 homens vão receber um medicamento intravenoso capaz de fazer crescer dentes. O teste é a fase 1, avaliando segurança e eficácia, de um estudo japonês, que marca a primeira vez que um medicamento desse tipo será testado em humanos.

Caso o ensaio clínico seja bem-sucedido, uma droga capaz de regenerar dentes poderia chegar ao mercado já em 2030.

Durante as fases anteriores da pesquisa com animais, a fórmula mostrou um enorme potencial para desencadear o ressurgimento da dentição perdida. De acordo a pesquisa, uma única dose foi suficiente para fazer crescer novamente um dente em furões. O estudo também obteve sucesso em um cachorro da raça beagle.

Segundo os cientistas que lideram o ensaio, a versão atual do medicamento foi bem tolerada pelos roedores, sem relatos de efeitos adversos, indicando que agora pode ser administrado a pessoas para estudos mais aprofundados.

O medicamento suprime os efeitos do gene USAG-1, que inibe o crescimento dos dentes ao se ligar a um fator de crescimento chamado BMP.

 

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RÁDIO FAROL - TOUROS

Saúde

OMS alerta para variante mais perigosa da varíola dos macacos

29/06/2024


 

A Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou para uma variante mais perigosa da mpox, doença anteriormente conhecida como varíola dos macacos. De acordo com a entidade, a República Democrática do Congo enfrenta, desde 2022, um surto da doença e a intensa transmissão do vírus entre humanos levou a uma mutação até então desconhecida.

Dados da OMS indicam que a taxa de letalidade pela nova variante 1b na África Central chega a ser de mais de 10% entre crianças pequenas, enquanto a variante 2b, que causou a epidemia global de mpox em 2022, registrou taxa de letalidade de menos de 1%. A entidade contabiliza atualmente mais de 95 mil casos confirmados da doença em 117 países, além de mais de 200 mortes.

“É um número impressionante quando se considera que apenas alguns milhares de casos de mpox haviam sido relatados até então em todo o mundo e, de repente, estamos nos aproximando de 100 mil casos”, destacou a líder técnica sobre varíola dos macacos do Programa de Emergências Globais da OMS, Rosamund Lewis.

Segundo a especialista, um surto específico, registrado desde setembro de 2023 no leste da República Democrática do Congo, na província de Kivu do Sul, é causado por uma cepa de mpox com mutações até então não documentadas. “Essas mutações sugerem que o vírus tem sido transmitido apenas de humano para humano”, disse.

Rosamund lembrou que a epidemia global de mpox em 2022 registrou um fator incomum: a transmissão do vírus aconteceu sumariamente por via sexual. Dados recentes da OMS já indicam que um terço dos casos da nova variante 1b foi identificado entre profissionais do sexo. Há ainda evidências de que a infecção em mulheres grávidas pode causar sérios impactos no feto.

Questionada se há risco de que a mutação possa levar a uma maior transmissibilidade da doença e, consequentemente, a nova propagação global da mpox, Rosamund respondeu: “Sim, o risco claramente existe. Já vimos isso antes e sabemos que é possível. Já vimos isso acontecer com a variante 2b”.

“Estamos vendo a variante 1 sendo transmitida de pessoa para pessoa por meio do contato sexual em áreas com alta densidade populacional e com grande fluxo de pessoas cruzando fronteiras. Estamos apoiando países para que estejam alertas naquela região”, concluiu, ao citar medidas como vigilância de casos, detecção precoce e capacidade laboratorial, além de, “eventualmente”, imunização contra a doença.

 

A doença

 

A mpox é zoonótica viral. A transmissão para humanos pode ocorrer por meio do contato com animais silvestres infectados, pessoas infectadas pelo vírus e materiais contaminados. Os sintomas, em geral, incluem erupções cutâneas ou lesões de pele, linfonodos inchados (ínguas), febre, dores no corpo, dor de cabeça, calafrio e fraqueza.

De acordo com o Ministério da Saúde, o intervalo de tempo entre o primeiro contato com o vírus até o início dos sinais e sintomas (período de incubação) varia de três a 16 dias, mas pode chegar a 21 dias. Depois que as crostas na pele desaparecem, a pessoa infectada deixa de transmitir o vírus. As erupções na pele geralmente começam dentro de um a três dias após o início da febre, mas podem aparecer antes.

As lesões podem ser planas ou levemente elevadas, preenchidas com líquido claro ou amarelado, podendo formar crostas que secam e caem. O número de lesões em uma pessoa pode variar de algumas a milhares. As erupções tendem a se concentrar no rosto, na palma das mãos e na planta dos pés, mas podem ocorrer em qualquer parte do corpo, inclusive na boca, nos olhos, nos órgãos genitais e no ânus.

 

Emergência

 

Em maio de 2023, quase uma semana após alterar o status da covid-19, a OMS declarou que a mpox não configurava mais emergência em saúde pública de importância internacional. Em julho de 2022, a entidade havia decretado status de emergência em razão do surto da doença em diversos países.

“Assim como com a covid-19, o fim da emergência não significa que o trabalho acabou. A mpox continua a apresentar desafios de saúde pública significantes que precisam de resposta robusta, proativa e sustentável”, declarou, à época, o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus.

“Casos relacionados a viagens, registrados em todas as regiões, demonstram a ameaça contínua. Existe risco, em particular, para pessoas que vivem com infecção por HIV não tratada. Continua sendo importante que os países mantenham sua capacidade de teste e seus esforços, avaliem os riscos, quantifiquem as necessidades de resposta e ajam prontamente quando necessário”, finalizou Tedros em 2023.

 

 

 

Fonte: Agência Brasil

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Saúde

DNA Center comemora um ano de franquia em João Câmara, com mais de 30 mil exames realizados

28/06/2024


 

Há um ano, o grupo DNA Center deu início ao seu processo de expansão no modelo de franquias. A primeira delas foi aberta na cidade de João Câmara, no Mato Grande. A escolha foi acertada. A unidade está consolidada como laboratório de referência para a região e, neste período, realizou mais de 30 mil exames.

A chegada do DNA Center na cidade levou tecnologia de ponta no quesito análises clínicas e estimulou a promoção à saúde, com uma vasta gama de exames oferecidos à população. A franquia também faz constantemente ações com serviços de saúde gratuitos e está em sintonia com os eventos que acontecem na cidade, sempre participando como parceira.

“Estamos muito felizes com os resultados alcançados durante este primeiro ano. São mais de 30 mil exames realizados. Estamos cumprindo o nosso papel de levar uma assistência à saúde de qualidade, auxiliando o médico no seu diagnóstico, sempre ao lado das pessoas. Esse balanço positivo demonstra também a viabilidade desse modelo de negócio”, disse o sócio-diretor do grupo DNA Center, Roberto Chaves.

Após João Câmara, a empresa firmou novas parcerias e abriu franquias nas cidades de São Paulo do Potengi, Touros e Macaiba. Em breve, novas unidades serão inauguradas em Santa Cruz, Nova Cruz e Currais Novos.

O DNA Center de João Câmara funciona de segunda a sexta-feira, das 6h às 15h, e no sábado, das 6h às 12h, oferecendo exames de análises clínicas, sexagem fetal e o serviço de coleta domiciliar e empresarial. Mais informações em www.dnacenter.com.br

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RÁDIO FAROL - TOUROS

Saúde

Descubra o ingrediente anti-inflamatório que ajuda a controlar a diabetes

27/06/2024


 

O azeite de oliva, um ingrediente amplamente utilizado na culinária, não apenas adiciona sabor aos pratos, mas também é reconhecido por seus benefícios à saúde. Recomenda-se o consumo diário de cerca de 30g (ou duas colheres de sopa) desse óleo dourado, conhecido por suas propriedades benéficas.

“A melhor forma de consumir o azeite é in natura, em pratos frios. Ele também pode ser utilizado para cozinhar, desde que seja usado com cuidado para evitar que suas propriedades se percam devido ao seu ponto de fumaça mais baixo em comparação com outros óleos vegetais”, afirma a nutricionista Aline Maldonado F. de Alcântara, consultora da Josepar, empresa detentora da marca Azeite Nova Oliva.

 

A especialista destaca os benefícios do azeite de oliva:

 

Melhora a Saúde Cerebral

Estudos recentes, incluindo pesquisas realizadas em Harvard, indicam que o azeite de oliva, rico em polifenóis, pode prevenir ou até mesmo reverter déficits de memória associados a doenças como Alzheimer. Além disso, ele melhora a ação de importantes químicos cerebrais como BNDF e NGF, essenciais para a saúde dos neurônios.

 

Contribui para a Saúde do Coração

 

Rico em ácidos graxos monoinsaturados e polifenóis, o azeite de oliva auxilia na redução do colesterol ruim (LDL) e na elevação do colesterol bom (HDL), ajudando a diminuir o risco de doenças cardiovasculares.

 

Ajuda no Controle da Diabetes

Ao regular os níveis de açúcar no sangue, o azeite de oliva pode reduzir o risco de resistência à insulina e diabetes tipo 2. Estudos mostram que ele também pode beneficiar pessoas que já possuem diabetes, protegendo as células produtoras de insulina no pâncreas.

 

Possui Ação Anti-inflamatória

 

Suas propriedades anti-inflamatórias ajudam a combater toxinas no organismo, reduzindo o risco de doenças crônicas como artrite reumatoide e síndrome metabólica, condições associadas à inflamação.

 

Auxilia no Emagrecimento

 

Apesar de ser calórico, o consumo moderado de azeite de oliva pode contribuir para o emagrecimento ao aumentar a capacidade antioxidante, melhorar a digestão e substituir gorduras menos saudáveis na dieta.

“Integrar o azeite de oliva na alimentação diária não só melhora o sabor dos pratos como também oferece uma série de benefícios para a saúde. É importante consumi-lo de maneira equilibrada e conforme orientação nutricional”, conclui a Dra. Aline.

 

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