Saúde

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Rio Grande do Norte é o 6º estado com mais casos de câncer infantojuvenil

08/03/2026


 

Com 627 diagnósticos, o Rio Grande do Norte ocupou a 6ª posição nacional no número de novos casos de câncer infantojuvenil em 2025. Um ano antes, o estado havia ocupado a 11ª posição no total de diagnósticos da doença na faixa etária de 0 a 19 anos, com 641 casos. Especialistas alertam para a importância do diagnóstico precoce da doença, que é a mais letal para crianças e adolescentes no Brasil, o que fortalece o tratamento e aumenta as chances de cura.

O número de novos casos de câncer infantojuvenil registrados no RN caiu 2,18% entre 2024 e 2025, mas houve redução mais expressiva em outros estados: o Espírito Santo, por exemplo, teve queda de 60%, de 295 para 118 diagnósticos. No Brasil, o total de novos casos nessa faixa etária recuou 24,2%, de 15.811 para 11.984 diagnósticos. Os dados são do Painel Oncologia Brasil, do Ministério da Saúde, e foram compilados pela Sociedade Brasileira para a Qualidade do Cuidado e Segurança do Paciente (Sobrasp) em 15 de janeiro de 2026.

Do total de casos da doença no Brasil, o Instituto Nacional de Câncer (Inca) estima que apenas 3% acometem o público infantojuvenil. Se diagnosticadas precocemente, cerca de 80% das crianças e adolescentes podem ser curadas e receber tratamento em centros especializados, segundo o Inca.

O pediatra Tiago Dalcin, membro da Sobrasp, observa que o câncer infantojuvenil é pouco debatido, pois a doença é mais associada a adultos e idosos. “Os sinais e sintomas do câncer na infância e na adolescência muitas vezes são inespecíficos. Eles podem acontecer ao longo do tempo, confundir-se com outras doenças e demorar para que seja feito o diagnóstico”, afirma.

“Os sintomas são, por exemplo, palidez, perda de peso, algum caroço ou nódulo que não dói, e manchas roxas pelo corpo”, explica. Para Dalcin, é importante investigar os sinais, caso existam, e realizar acompanhamento médico mesmo sem queixas, a fim de avaliar o desenvolvimento da criança ou adolescente.

Ana Járvis, superintendente da Casa de Apoio à Criança com Câncer Durval Paiva, resume a importância do diagnóstico precoce em “salvar vidas”. “O câncer existe, e a gente está perdendo [vidas] pela falta de suspeição, pela falta de investigação”, afirma. Ela lembra que há cerca de 80% de chances de cura em casos em que se descobre a doença cedo.

Contudo, a falta de diagnóstico e dificuldades de acesso ao tratamento atrapalham o combate ao câncer. A Casa Durval Paiva, em Natal, acolhe crianças, adolescentes e suas famílias, antes, durante e após o tratamento.

Para a Sobrasp, o câncer infantojuvenil causa “forte impacto social e emocional” e afeta a rotina das famílias. “Quem convive com criança sabe o quanto isso vai mobilizar tanto a criança quanto a sua família. A gente precisa dar atenção individualizada para cada caso. Cada criança importa”, diz Tiago Dalcin.

Sobre o impacto do tratamento na rotina familiar, Járvis destaca que os reflexos vão além da saúde: muitas mães abdicam de suas carreiras para acompanhar os filhos e se dedicar ao tratamento. Segundo ela, 80% dos assistidos pela Casa Durval Paiva são do interior do estado e 20% são de Natal e região metropolitana. Na maioria dos casos, as mães vêm até a capital potiguar com os filhos.

Ana Járvis diz ainda que a faixa etária afetada pelo câncer infantojuvenil é mais vulnerável. “Em princípio, o adulto não é um ser vulnerável. Ele já tem autonomia, fala, diz onde há dor, reclama e diz qual é o seu limite. E ele já tem a responsabilidade das suas decisões, de querer fazer o tratamento ou não”, afirma.

 

Osteossarcoma

 

 

Em março deste ano, a Casa Durval Paiva desenvolve uma campanha de conscientização sobre o osteossarcoma – um dos principais tipos de câncer ósseo. Segundo Ana Járvis, este é o terceiro tipo de câncer mais frequente entre crianças e adolescentes, depois da leucemia e de tumores do Sistema Nervoso Central.

A incidência de tumores ósseos é maior entre 10 e 19 anos, período marcado por intensas transformações físicas. A Sobrasp informa que a leucemia representa 30% desse total. Também são tipos frequentes de câncer nessa faixa etária: linfomas, neuroblastoma, sarcomas (ósseos e partes moles) e retinoblastoma.

“O osteossarcoma é mais presente na adolescência, por isso que é tão difícil o diagnóstico. Tem uma dor óssea persistente ou uma tumoração, uma saliência naquela região, como pernas e joelhos. Muitas vezes, o médico acha que é ‘dor do crescimento’. Quando o diagnóstico é realmente feito, o tumor já está muito evidente ou já está em outros locais do corpo”, explica a superintendente. Mais comum na fase de crescimento acelerado da adolescência, ele atinge com maior frequência ossos longos como o fêmur (região do joelho), a tíbia e o úmero.

A iniciativa da Casa Durval Paiva é uma continuação da Campanha Diagnóstico Precoce 2026. Todos os meses, a instituição dá destaque a um tipo de câncer que acomete crianças e adolescentes, com o tema “Seja um porta-voz do Diagnóstico Precoce”.

 

Números

 

Novos casos de crianças e adolescentes com câncer (2025)

São Paulo: 2.391 casos

Ceará: 1.013 casos

Minas Gerais: 988 casos

Rio Grande do Sul: 837 casos

Santa Catarina: 732 casos

Rio Grande do Norte: 627 casos

Rio de Janeiro: 570 casos

Pará: 539 casos

Pernambuco: 472 casos

Maranhão: 464 casos

 

 

Fonte: Painel Oncologia Brasil / Sobrasp

 

4 em cada dez mortes por câncer no Brasil são evitáveis

 

Um estudo internacional sobre mortes por câncer no mundo estima que 43,2% dos óbitos provocados pela doença no Brasil poderiam ser evitados com medidas de prevenção, diagnóstico precoce e melhor acesso ao tratamento.

A pesquisa estima que, dos casos de câncer diagnosticados no país em 2022, cerca de 253,2 mil devem resultar em morte até cinco anos após a detecção. Dessas, 109,4 mil poderiam ser evitadas.

O estudo Mortes evitáveis por meio da prevenção primária, detecção precoce e tratamento curativo do câncer no mundo faz parte da edição de março da revista científica The Lancet, uma das publicações médicas mais conceituadas internacionalmente. O artigo está disponível na internet.

O trabalho é assinado por 12 autores, oito deles vinculados à Agência Internacional para Pesquisa em Câncer (Iarc, na sigla em inglês), ligada à Organização Mundial da Saúde (OMS) e sediada em Lyon, na França.

Os pesquisadores dividem as quase 110 mil mortes por câncer evitáveis no Brasil em dois grupos: 65,2 mil são preveníveis, ou seja, a doença poderia nem ter ocorrido, e as outras 44,2 mil são classificadas como evitáveis por diagnóstico precoce e acesso adequado a tratamento.

O levantamento apresenta um olhar global sobre mortes por câncer. O estudo apurou informações sobre 35 tipos de câncer em 185 países.

Em termos mundiais, o percentual de óbitos evitáveis é de 47,6%. Isso representa que, dos 9,4 milhões de mortes causadas pela doença, quase 4,5 milhões poderiam não ter acontecido.

O grupo de pesquisa detalha que, do total de mortes, uma em cada três (33,2%) é prevenível, e 14,4% poderiam não acontecer caso houvesse diagnóstico precoce e acesso a tratamento.

Ao comparar países, regiões geográficas e nível de desenvolvimento, o estudo identifica disparidades ao redor do mundo.

Os países do norte da Europa apresentam percentual de mortes evitáveis bem próximo de 30%. O mais bem posicionado é a Suécia (28,1%), seguido por Noruega (29,9%) e Finlândia (32%). Isso significa que, de cada dez mortes, apenas três poderiam ser evitadas.

Já no outro extremo, as dez maiores proporções de mortes evitáveis estão em países africanos. A pior situação é em Serra Leoa (72,8%). Em seguida, figuram Gâmbia (70%) e Malaui (69,6%).

Nesses países, sete em cada dez mortes poderiam ser evitadas com mais prevenção, melhor diagnóstico e acesso a tratamento.

As desigualdades também aparecem quando os países são agrupados por Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), um indicador da Organização das Nações Unidas (ONU) que leva em consideração os níveis de saúde, educação e renda.

Nos países de baixo IDH, que significa pior qualidade de vida, seis em cada dez (60,8%) mortes por câncer poderiam ter sido evitadas.

Em seguida, situam-se os grupos de IDH alto (57,7%), médio (49,6%) e muito alto (40,5%). O Brasil é considerado um país de IDH alto.

A pesquisa revela que no grupo de países com baixo e médio IDH, o câncer de colo de útero é o primeiro na lista de mortes evitáveis.

Já nos grupos de IDH alto e muito alto, esse tipo de câncer sequer aparece entre os cinco principais tipos da doença em número de mortes evitáveis.

Outra forma de enxergar a disparidade entre os países é a diferença entre as taxas de mortalidade por câncer do colo do útero. Em países com IDH muito alto, a proporção é de 3,3 de vítimas da doença a cada 100 mil mulheres. Já nos de IDH baixo, essa relação sobe para 16,3 por 100 mil.

 

 

TRIBUNA DO NORTE

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Saúde

Campanha Março Azul no RN reforça rastreamento do câncer colorretal

05/03/2026


 

O mês de março marca a campanha de conscientização e prevenção ao câncer colorretal, conhecido como Março Azul, que reforça a importância do rastreamento da doença a partir dos 45 anos e da atenção a sintomas como sangramento nas fezes e alteração do hábito intestinal. Em entrevista à TV Tropical, a presidente da Sociedade de Gastroenterologia do RN, médica Andréa Fonseca, explicou orientações sobre diagnóstico, exames e ações de prevenção no Rio Grande do Norte.

“Os principais sintomas são o sangramento nas fezes, uma alteração do hábito intestinal, o intestino que não funcionava bem de uma hora para a outra prende ou diarreia inexplicada. Mas o grande foco dessa campanha é a gente rastrear, a gente prevenir esse câncer, procurar antes dele chegar”, afirmou.

De acordo com Andréa Fonseca, o rastreamento deve começar aos 45 anos. “A partir dos 45 anos, o câncer de intestino é um dos cânceres mais frequentes aqui no Brasil e no mundo. E a gente viu que existem vários trabalhos mostrando que a partir dos 45 a gente precisa rastrear, pesquisar e tratar”. Ela explicou que a investigação pode ser feita por meio de pesquisa de sangue oculto nas fezes, realizada anualmente, ou diretamente pela colonoscopia. “Ou a gente faz a pesquisa de sangue nas fezes, mas precisa ser todo ano, e se der positivo você faria a colonoscopia, ou você já faz a colonoscopia, que seria o ideal”. Segundo a médica, a incidência da doença é semelhante entre homens e mulheres.

A especialista também destacou a recomendação para pessoas com histórico familiar. “Se tem na sua família alguém com câncer de intestino, você precisaria fazer 10 anos antes desse familiar mais jovem. Mas se for acima de 60 anos que esse seu familiar teve câncer de intestino, você começaria aos 40 anos”.

Sobre prevenção, Andréa Fonseca explicou que não há como impedir totalmente o surgimento de pólipos, mas hábitos saudáveis podem ajudar a reduzir riscos. “A gente não tem muito como prevenir que eles surjam, mas a gente tem coisas que prevenir. Hábitos saudáveis que eliminam o câncer de uma maneira geral, que é uma boa alimentação, sem ultraprocessados, com fibras, com frutas, evitar o sedentarismo, evitar o cigarro, isso a gente pode fazer para evitar”.

Ela acrescentou que a retirada dessas lesões pode impedir a evolução para câncer. “Mas a gente pode retirar esses pólipos para impedir que eles cresçam e se transformem. É como se fosse um sinalzinho de carne, é uma sementinha que a gente vai retirar para evitar que ela se transforme em uma árvore que seria o câncer”.

A médica explicou que o diagnóstico precoce pode interromper a evolução da doença. “Isso, porque assim, para um pólipo desse, que é uma lesãozinha, se transformar em câncer, ele leva em torno de 10 anos, é um tempo médio. Então se a gente faz uma colonoscopia e tira um pólipo de 3mm, 4mm, 5mm, a gente evita que essa lesão se transforme. Então você interrompeu uma cascata que iria acontecer”.

Durante o mês de conscientização, a entidade promove ações informativas e mutirões de exames em Natal. “O Março Azul é uma campanha que não é só aqui do Rio Grande do Norte, não é só nacional, é uma campanha mundial. O Março Azul é um meio de conscientização ao câncer do intestino. E aqui em Natal, a gente vai fazer além, a gente está conversando aqui, difundindo um pouquinho o conhecimento, a gente vai ter amanhã uma aula na Liga”.

“Se o paciente chega para o médico da saúde da família, ou com anemia, ou perda de peso, alteração do hábito intestinal, esse médico deve solicitar imediatamente uma colonoscopia. Ele vai para a frente da fila”, acrescentou. Segundo ela, após o exame, o acompanhamento depende do resultado. “Uma vez que ele volta para o médico com esse resultado, ou dependendo se essa colonoscopia teve pólipos, o médico vai ver quando ele precisa repetir, mas se já tem um tumor, aí ele vai ser encaminhado para as unidades de referência, para ver se vai ser um tratamento cirúrgico, um tratamento oncológico”.

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Campanha alerta para avanço do câncer do cólon e reto no RN

04/03/2026


 

O câncer do cólon e reto, também chamado de câncer colorretal (CCR), segue avançando no Brasil e já ocupa posição de destaque entre os tumores mais incidentes no país. Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer, são mais de 45 mil novos casos por ano, com tendência de crescimento, inclusive entre pessoas mais jovens. O cenário motiva a mobilização nacional da campanha Março Azul-Marinho, que reforça a importância da informação, da prevenção e do diagnóstico precoce.

No Rio Grande do Norte, a atenção ao tema ganha ainda mais relevância. Pelas estimativas do INCA para 2026, o câncer colorretal será o quarto tipo de câncer mais incidente no estado, com previsão de 580 novos diagnósticos, ficando atrás apenas dos cânceres de pele, mama e próstata.

De acordo com a gastroenterologista Verônica Sousa Vale, presidente da Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva (Sobed/RN), o câncer colorretal está entre os tumores que mais preocupam pela elevada mortalidade. “O CCR é o que tem alta mortalidade, pode acometer pessoas de ambos os sexos na faixa etária acima dos 60 anos, porém cada dia essa tendência está sendo modificada e aumentando em pacientes jovens a partir dos 40 anos”, alerta. No Brasil, segundo ela, a doença já figura como a terceira causa entre todos os tipos de câncer.

Apesar da gravidade, a especialista destaca que se trata de um câncer amplamente prevenível e que as sociedades Americana e Brasileira de Gastroenterologia e de Endoscopia Digestiva preconizam a realização do exame de colonoscopia a partir dos 45 anos. Antes dessa idade, o rastreamento é indicado quando há sinais de alerta. “Sangramento nas fezes, alterações bruscas do hábito intestinal, seja para diarreia ou constipação, dor abdominal, anemia e perda de peso. Há necessidade de procurar um médico para realizar a colonoscopia”, alerta.

A colonoscopia é apontada como o principal exame de prevenção para identificar se existem pólipos, que são pequenos tumores, ou lesões que podem crescer. “Dependendo do tipo, ele pode evoluir para o câncer colorretal”, explica Verônica.

Segundo ela, a grande vantagem do exame é a possibilidade de tratamento imediato. “Se diagnosticado precocemente, a chance de cura é muito grande, porque essas lesões, quando pequenas, podem ser retiradas no momento do exame”, destaca.

Outro ponto de atenção é o crescimento da incidência da doença em pessoas mais jovens. A médica associa esse movimento a mudanças no estilo de vida. “O aumento nesses pacientes decorre de vários fatores, entre eles o consumo de álcool, tabagismo, incluindo cigarros eletrônicos, sedentarismo, ingestão de alimentos processados, obesidade e doenças inflamatórias intestinais”, afirma. Essas condições, segundo ela, impactam diretamente a microbiota intestinal e aumentam o risco de desenvolvimento do câncer.

A prevenção passa, necessariamente, por mudanças de hábitos. “Recomenda-se alimentação saudável, prática regular de atividade física, retirada do cigarro e redução do consumo excessivo de bebidas alcoólicas”, orienta. Pacientes com doenças inflamatórias intestinais, como retocolite ulcerativa, doença de Crohn e doença celíaca, também precisam de acompanhamento médico contínuo. “Esse seguimento regular é fundamental para prevenir o CCR nesses grupos”, acrescenta.

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Saúde

Sobe para 65 o número de mortes suspeitas após uso de canetas emagrecedoras

21/02/2026


 

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) investiga 65 mortes suspeitas após o uso de canetas emagrecedoras.

As mortes, segundo o órgão, ocorreram no período entre dezembro de 2018 e o mesmo mês de 2025. Esse número supera um balanço anterior, divulgado pela própria Anvisa. Seis mortes eram investigadas até o começo deste mês, além de 225 eventos adversos, número agora atualizado para 2.436.

Segundo a agência, os óbitos ocorreram após o uso de remédios à base de semaglutida (princípio ativo do Ozempic e do Wegovy, ambos da Novo Nordisk), da liraglutida e da tirzepatida — esta última princípio ativo do Mounjaro.

“A Anvisa não investiga óbitos de forma individual. O que faz é a análise das notificações de suspeitas de eventos adversos recebidas como parte do monitoramento de farmacovigilância. O valor das notificações como evidência está no conjunto de dados que, somados e analisados de forma global, podem indicar mudanças no perfil de segurança e eficácia de medicamentos”, disse a agência em nota.

Os casos também resultam de canetas produzidas por farmácias de manipulação e por laboratórios não autorizados. Há canetas que chegam no Brasil por contrabando de outros países da América do Sul e são comercializadas clandestinamente.

As investigações passam por um longo processo clínico e científico, segundo a Anvisa. Isso porque a despeito do uso desses remédios pelos usuários que morreram, não é possível dizer se eles são a causa direta dos óbitos, que podem também estar relacionados à combinação com outros medicamentos e comorbidades.

No dia 9 de fevereiro, a Anvisa emitiu um alerta para os riscos de pancreatite decorrentes do uso de canetas emagrecedoras.

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Saúde

Ministério da Saúde descarta risco do vírus Nipah para o Brasil

31/01/2026


O ministério reforçou que “não há qualquer indicação de risco para a população brasileira”. Foto: Ruslanas Baranauskas/Divulgação

 

O Ministério da Saúde informou nesta sexta-feira (30) que o vírus Nipah não representa ameaça para o Brasil e possui baixo potencial de provocar uma nova pandemia, mesmo após a confirmação de dois casos na província de Bengala Ocidental, na Índia. A avaliação brasileira está alinhada ao posicionamento divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) no mesmo dia.

Segundo a pasta, o último caso confirmado foi diagnosticado em 13 de janeiro, e, desde então, 198 pessoas que tiveram contato com os infectados foram identificadas e monitoradas. Todos os exames realizados nesses contatos apresentaram resultado negativo para a doença.

Em nota, o ministério reforçou que “não há qualquer indicação de risco para a população brasileira” e destacou que as autoridades nacionais seguem em monitoramento permanente, em cooperação com organismos internacionais de saúde.

O governo federal ressaltou ainda que o país mantém protocolos contínuos de vigilância e resposta a agentes altamente patogênicos, com atuação conjunta de instituições como o Instituto Evandro Chagas, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas).

De acordo com a OMS, o vírus Nipah foi identificado pela primeira vez em 1999, durante um surto envolvendo criadores de porcos na Malásia, e desde então tem registros recorrentes em Bangladesh e na Índia, especialmente no Sudeste Asiático.

O infectologista Benedito Fonseca, consultor da Sociedade Brasileira de Infectologia e professor da USP, explicou que a ocorrência da doença na Índia está relacionada à presença de morcegos que funcionam como reservatórios naturais do vírus, o que caracteriza o Nipah como uma zoonose.

Esses morcegos, inexistentes no continente americano, alimentam-se de frutas e de uma seiva doce também consumida por humanos e animais, o que facilita a transmissão. Há ainda relatos de contágio por meio de secreções de pessoas infectadas.

Para o especialista, a ausência desse hospedeiro fora da Ásia reduz significativamente o risco global. “O potencial pandêmico é pequeno, já que o reservatório do vírus não existe nas Américas nem na Europa”, avaliou Fonseca.

 

Com informações da Agência Brasil

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Saúde

Sesap investiga cinco surtos de ciguatera no RN e orienta evitar consumo de peixe arabaiana

24/01/2026


Diante das novas investigações, a Sesap recomendou o não consumo do peixe arabaiana. Foto: Reprodução/Inter TV Cabugi

 

A Secretaria de Estado da Saúde Pública do Rio Grande do Norte (Sesap) informou, nesta sexta-feira (23), que está investigando cinco surtos de ciguatera no estado. Segundo a pasta, os episódios seguem em fase de investigação epidemiológica e atingiram 36 pessoas. Datas e locais das ocorrências não foram divulgados.

A ciguatera é uma intoxicação alimentar provocada pelo consumo de peixes contaminados por toxinas produzidas por microalgas, comuns em recifes de corais tropicais e subtropicais. Os sintomas podem variar de enjoo a alterações neurológicas, e não existe tratamento específico para a condição.

De acordo com as autoridades sanitárias, é considerado surto quando mais de duas pessoas apresentam sintomas após um mesmo episódio de possível contaminação. Ainda neste mês de janeiro, um caso já havia sido investigado no município de Touros.

 

Monitoramento e histórico

A Sesap destaca que o primeiro surto registrado no RN ocorreu em 2022. Desde então, foram 77 casos notificados, entre surtos confirmados e episódios ainda sob apuração, o que, segundo a secretaria, indica a circulação da ciguatera no estado.

Entre fevereiro e maio do ano passado, foram registrados três surtos, com 18 pessoas expostas, associados ao consumo dos peixes arabaiana, bicuda e dourado. O episódio inicial, em 2022, atingiu dez pessoas de uma mesma família, após a ingestão da bicuda (barracuda).

Desde então, houve registros envolvendo diversas espécies, com destaque para bicuda, cioba, guarajuba, arabaiana e dourado, incluindo confirmações laboratoriais da presença de ciguatoxina caribenha em algumas amostras.

 

Leia também: Sesap investiga quatro suspeitas de intoxicação por ciguatera após consumo de peixe em Touros

 

Recomendação oficial

Diante das novas investigações, a Sesap recomendou o não consumo do peixe arabaiana.

 

“Isso se deve à toxina que esse peixe acumula ao longo do tempo”, explicou a coordenadora de Vigilância em Saúde do RN, Diana Rêgo, que também ressaltou o monitoramento contínuo das áreas litorâneas.

 

A secretaria informou ainda que emitiu uma nota técnica para orientar profissionais de saúde, pescadores, comerciantes, serviços de alimentação e a população em geral sobre prevenção e identificação de possíveis casos.

 

Como ocorre a intoxicação

As ciguatoxinas são produzidas por microalgas invisíveis a olho nu. Peixes menores ingerem essas algas e, posteriormente, peixes maiores e carnívoros acumulam a toxina. Ao consumir esses pescados, o ser humano pode desenvolver a intoxicação.

A Sesap reforça que as toxinas são incolores, inodoras e insípidas, e não são eliminadas por cozimento, congelamento, salga ou defumação. As maiores concentrações costumam estar na cabeça, vísceras e ovas dos peixes.

 

Principais sintomas

Os sinais costumam surgir entre 30 minutos e 24 horas após o consumo e incluem:

dor abdominal, náuseas, vômitos, diarreia, dor de cabeça, cãibras, coceira intensa, fraqueza muscular, visão turva e gosto metálico na boca.

Os sintomas podem persistir por semanas ou meses.

 

Orientações à população

A Sesap recomenda:

 

procurar atendimento de saúde imediatamente ao apresentar sintomas, informando o consumo de pescado nas últimas 48 horas;

identificar a espécie consumida e guardar sobras do peixe congeladas para análise da Vigilância Sanitária;

evitar o consumo de peixes associados a relatos de ciguatera, especialmente os de procedência desconhecida.

Em caso de dúvidas, o Centro de Informação e Assistência Toxicológica do RN (CIATOX-RN) funciona em plantão 24 horas pelos telefones 0800 281 7005 ou WhatsApp (84) 98883-9155.

 

 

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Saúde

Anvisa veta canetas emagrecedoras irregulares e alerta para risco grave à saúde

22/01/2026


                                             Foto: Stefamerpik/Freepik

 

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a comercialização de canetas emagrecedoras à base de tirzepatida das marcas Synedica e TG, além da retatrutida, de todos os fabricantes e lotes. A decisão foi publicada nesta quarta-feira (21) no Diário Oficial da União e atinge produtos vendidos ilegalmente no país, conhecidos popularmente como “canetas emagrecedoras do Paraguai”.

Segundo a Anvisa, os medicamentos são fabricados por empresas sem identificação conhecida e comercializados principalmente por meio das redes sociais, sem qualquer tipo de registro, notificação ou autorização do órgão regulador. Por terem origem desconhecida, a agência afirma que não há garantia de qualidade, segurança ou eficácia, o que inviabiliza o uso dos produtos em qualquer circunstância.

A medida ganhou força após o caso da mineira Kellen Oliveira Bretas Antunes, de 42 anos, que ficou em estado grave após utilizar uma dessas canetas sem prescrição médica. Internada desde dezembro em Belo Horizonte, ela foi diagnosticada com síndrome de Guillain-Barré, doença neurológica rara em que o sistema imunológico ataca os nervos periféricos, causando perda severa de movimentos.

A Anvisa reforçou que a venda e o uso de medicamentos falsificados ou irregulares representam risco elevado à saúde e configuram crime no Brasil. Desde junho do ano passado, a compra de substâncias emagrecedoras como semaglutida, liraglutida e tirzepatida exige receita médica em duas vias, com retenção obrigatória na farmácia, numa tentativa de coibir o uso indiscriminado e o mercado ilegal desses produtos.

 

Com informações do Poder360

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Saúde

Anvisa aprova primeiro genérico para tratamento do refluxo e esofagite

20/01/2026


 

O genérico de deslansoprazol recebeu registro da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Trata-se do primeiro medicamento genérico contendo a substância, equivalente ao produto de referência Dexilant. O medicamento está indicado para adultos e adolescentes entre 12 e 17 anos.

O medicamento é indicado, principalmente, para pacientes que necessitam de uso contínuo.

 

manutenção da cicatrização da esofagite;

 

alívio da azia associada à Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE);

 

redução da acidez estomacal.

 

O medicamento é indicado, principalmente, para pacientes que necessitam de uso contínuo.

 

Genérico amplia acesso ao tratamento

A chegada do genérico ao mercado é considerada um avanço importante para os pacientes. Isso porque os medicamentos genéricos possuem preços mais acessíveis, mantendo os mesmos padrões de:

 

qualidade;

 

segurança;

 

eficácia

 

exigidos para os medicamentos de referência.

 

A expectativa é de que o novo produto amplie o acesso ao tratamento, especialmente para pessoas com doenças crônicas.

 

Avaliação rigorosa garantiu equivalência terapêutica

Segundo a Anvisa, o genérico de deslansoprazol passou por avaliação técnica rigorosa antes de receber o registro. O processo comprovou a equivalência terapêutica em relação ao medicamento de referência. Com isso, o produto poderá ser comercializado no país com a garantia de mesmo efeito clínico.

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Saúde

Café quente pode liberar milhões de microplásticos no copo, diz estudo

19/01/2026

 

Beber café quente em copos descartáveis pode significar ingerir muito mais do que cafeína. Um novo estudo científico revelou que o calor aumenta significativamente a liberação de microplásticos de copos usados para bebidas quentes, levantando alertas sobre um hábito cotidiano comum em cafeterias ao redor do mundo.

A pesquisa, publicada no Journal of Hazardous Materials: Plastics, analisou como diferentes tipos de copos se comportam quando entram em contato com líquidos aquecidos. O resultado foi direto: quanto maior a temperatura da bebida, maior a quantidade de microplásticos liberados e o tipo de material do copo faz toda a diferença.

 

O que são microplásticos

Microplásticos são fragmentos extremamente pequenos de plástico, que variam de partículas microscópicas até tamanhos visíveis a olho nu. Eles podem ser liberados durante o uso normal de produtos plásticos e acabam no meio ambiente, nos alimentos e, potencialmente, no corpo humano.

Embora ainda não existam dados conclusivos sobre os impactos de longo prazo dessas partículas na saúde, pesquisadores destacam que o tema exige atenção e mais estudos.

 

Detalhes do estudo

Para entender o problema fora do laboratório, os cientistas coletaram cerca de 400 copos de café em Brisbane, comparando copos totalmente de plástico com copos de papel revestidos internamente por uma fina camada plástica. Os testes foram feitos com líquidos a 5 °C e a 60 °C, simulando café gelado e café quente.

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101 FM

Saúde

Municípios do RN recebem R$ 4,47 milhões para ações contra HIV/Aids e turbeculose; veja lista

15/01/2026


 

Municípios do Rio Grande do Norte vão receber R$ 4,47 milhões em recursos federais para ações de prevenção, controle e enfrentamento de infecções sexualmente transmissíveis (ISTs), HIV/Aids, das hepatites virais e da tuberculose.

Ao todo, 19 cidades potiguares, além da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), foram contempladas com os repasses previstos em portaria do Ministério da Saúde publicada no Diário Oficial da União.

Do total destinado ao Estado, R$ 2,8 milhões são voltados para ações de ISTs, HIV/Aids e hepatites virais, enquanto R$ 1,67 milhão será aplicado especificamente no enfrentamento da tuberculose. Os valores correspondem ao repasse anual, com transferências mensais regulares aos entes federativos.

De acordo com a portaria do Ministério da Saúde, os recursos têm como objetivo fortalecer a vigilância epidemiológica, ampliar a testagem, garantir o diagnóstico precoce, qualificar a assistência e reforçar ações de prevenção e cuidado no âmbito do SUS, especialmente em municípios com maior demanda assistencial.

 

Municípios contemplados

 

Município / EnteISTs, HIV/Aids e Hepatites (anual)Tuberculose (anual)Total (anual)

Sesap (Estado)R$ 1.008.048,62R$ 601.560,00R$ 1.609.608,62

AssúR$ 0,00R$ 20.451,43R$ 20.451,43

Areia BrancaR$ 0,00R$ 7.486,08R$ 7.486,08

CaicóR$ 129.398,59R$ 25.844,24R$ 155.242,83

CanguaretamaR$ 0,00R$ 8.838,31R$ 8.838,31

Ceará-MirimR$ 0,00R$ 70.820,53R$ 70.820,53

ExtremozR$ 52.253,15R$ 22.611,86R$ 74.865,01

MacaíbaR$ 69.729,37R$ 31.855,28R$ 101.584,65

MacauR$ 0,00R$ 23.118,27R$ 23.118,27

MossoróR$ 224.304,08R$ 144.782,88R$ 369.086,96

NatalR$ 636.939,94R$ 416.415,59R$ 1.053.355,53

Nísia FlorestaR$ 0,00R$ 116.464,61R$ 116.464,61

Nova CruzR$ 0,00R$ 21.450,53R$ 21.450,53

ParnamirimR$ 214.248,52R$ 82.163,72R$ 296.412,24

Pau dos FerrosR$ 80.439,60R$ 14.122,46R$ 94.562,06

Santa CruzR$ 74.473,36R$ 0,00R$ 74.473,36

São Gonçalo do AmaranteR$ 98.205,57R$ 41.886,60R$ 140.092,17

São José de MipibuR$ 178.408,30R$ 9.624,96R$ 188.033,26

São Paulo do PotengiR$ 33.550,90R$ 0,00R$ 33.550,90

TourosR$ 0,00R$ 11.502,65R$ 11.502,65

TotalR$ 2.800.000R$ 1.671.000R$ 4.471.000

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Saúde

Ministério da Saúde decide não incorporar vacina do herpes zóster ao SUS

14/01/2026


                                                         Foto: Reprodução

 

O Ministério da Saúde decidiu não incorporar a vacina para a prevenção de herpes zóster ao SUS (Sistema Único de Saúde). A decisão está em portaria publicada no DOU (Diário Oficial da União).

De acordo com relatório divulgado pela Conitec (Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde), disponível online, a vacina foi considerada cara diante do impacto que poderia ter em relação ao combate a doença.

A vacina recombinante adjuvada para prevenção do herpes zóster é voltada para idosos com idade maior ou igual a 80 anos e indivíduos imunocomprometidos com idade maior ou igual a 18 anos

“O Comitê de Medicamentos reconheceu a importância da vacina para a prevenção do herpes zóster, mas destacou que considerações adicionais sobre a oferta de preço precisam ser negociadas, de modo a alcançar um valor com impacto orçamentário sustentável para o SUS”, afirma o relatório.

O relatório apresenta também um cálculo dos custos em relação à população que seria beneficiada pelo imunizante. “Ao vacinar 1,5 milhão de pacientes por ano, o custo seria de R$ 1,2 bilhão por ano e, no quinto ano, a vacinação dos 471 mil pacientes restantes com um custo de R$ 380 milhões. Ao final de cinco anos, o investimento total seria de R$ 5,2 bilhões. Dessa forma, a vacina foi considerada não custo efetiva”, diz o texto publicado.

 

CNN

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Saúde

Sesap lança campanha Verão Protegido 2026 contra a dengue

13/01/2026


 

A Secretaria de Estado da Saúde Pública do Rio Grande do Norte (Sesap) lança, no próximo sábado (17), a campanha Verão Protegido 2026, com o objetivo de ampliar a vacinação e reforçar a proteção da população potiguar contra a dengue e outras doenças sazonais.

A abertura da campanha será marcada por um Dia D de mobilização, com a participação de todos os municípios do estado. As ações seguem até após o período do Carnaval, com encerramento previsto para 27 de fevereiro.

 

Ações de vacinação e educação em saúde

A Sesap orienta que os municípios adotem estratégias diferenciadas, como a instalação de postos volantes de vacinação em praias, parques e praças, locais de grande circulação durante o verão.

O foco da campanha inclui a aplicação de vacinas contra Covid-19, Influenza, HPV e dengue, além da realização de ações educativas voltadas à importância da imunização e à prevenção da dengue, da Zika e da Chikungunya.

Também está prevista a divulgação de orientações sobre o risco de Doenças de Transmissão Hídrica e Alimentar (DTHA), comuns em períodos de altas temperaturas.

 

Combate ao mosquito da dengue

De acordo com a Sesap, o reforço das ações ocorre devido ao aumento do risco de transmissão da dengue durante o verão. Por isso, a secretaria recomenda que as gestões municipais intensifiquem visitas domiciliares, inspeções em prédios públicos e a eliminação de possíveis criadouros do mosquito Aedes aegypti.

A campanha também prevê a articulação com outras secretarias e órgãos municipais, com o objetivo de ampliar as medidas de proteção em áreas de maior vulnerabilidade.

 

 

PONTA NEGRA NEWS

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Saúde

Saúde barra produção de vacina contra dengue da Takeda; País avança com imunizante do Butantan

12/01/2026


 

O Ministério da Saúde reprovou a proposta de Parceria para o Desenvolvimento Produtivo (PDP) apresentada pela Fiocruz, em conjunto com a farmacêutica Takeda Pharma, para a produção nacional da vacina Qdenga, contra a dengue. A vacina já é utilizada pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em jovens de 10 a 14 anos, com esquema de duas doses. A expectativa era de que a eventual produção nacional ampliasse o volume disponível, podendo avançar para outras faixas etárias.

Em nota, o Ministério da Saúde afirma que o projeto não cumpriu os requisitos mínimos exigidos para participação no programa.

Segundo a pasta, não houve apresentação de recurso contra a decisão. “O projeto não assegurava o acesso integral ao conhecimento de produção do Insumo Farmacêutico Ativo (IFA), impossibilitando a produção nacional do produto, sendo esse o principal pilar do programa do Governo Federal, descrito na Portaria GM/MS nº 4.472/2024.”

 

Estratégia de imunização

 

Além da Qdenga, o País incluiu recentemente em seu plano vacinal contra a dengue a Butantan-DV, imunizante de dose única desenvolvido pelo Instituto Butantan e aprovado pela Anvisa há cerca de um mês.

A nova vacina começará a ser aplicada a partir do próximo domingo, 18. Ainda em dezembro, segundo o Ministério da Saúde, havia cerca de 1,3 milhão de doses já fabricadas.

O público inicial será os maiores de 59 anos, com expansão gradual para outras faixas etárias até alcançar o público a partir de 15 anos.

 

Estadão Conteúdo

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Saúde

Homem morre por intoxicação por metanol no interior da Bahia

04/01/2026


 

Morreu na sexta-feira 2 Vinícius Oliveira Vieira, de 31 anos, uma das vítimas de intoxicação por metanol na cidade de Ribeira do Pombal, no nordeste da Bahia. O homem estava internado no Hospital Couto Maia, em Salvador, e não resistiu às complicações. A informação foi confirmada pela Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab).Homem morre por intoxicação por metanol no interior da Bahia - Agora RNHomem morre por intoxicação por metanol no interior da Bahia - Agora RN

Ao todo, sete pessoas foram intoxicadas após o consumo de bebidas alcoólicas contaminadas com metanol. Segundo a Sesab, quatro pacientes que estavam internados no Hospital Geral Santa Tereza tiveram alta médica após evolução clínica favorável. Três vítimas foram transferidas para Salvador; duas permanecem internadas.

As investigações apontam que seis das vítimas consumiram drinks à base de vodca durante uma festa de noivado. Vinícius não participou do evento, porém teria comprado bebida alcoólica no mesmo depósito no dia anterior e foi a primeira pessoa a apresentar sintomas de intoxicação.

Em nota, a Sesab informou que a rápida assistência às vítimas, em parceria com o Ministério da Saúde e a prefeitura, além da disponibilidade do antídoto, contribuiu para a recuperação dos pacientes que receberam alta.

A confirmação da intoxicação ocorreu na quarta-feira 31, após laudo do Departamento de Polícia Técnica (DPT) identificar a presença de metanol em bebidas apreendidas em um depósito da cidade e em amostras de sangue dos pacientes atendidos.

Após a divulgação do laudo, a prefeitura de Ribeira do Pombal decretou a proibição temporária da comercialização, distribuição, fornecimento e consumo de bebidas alcoólicas destiladas em todo o município. A medida vale de 31 de dezembro de 2025 a 5 de janeiro de 2026 e abrange estabelecimentos comerciais, bares, restaurantes, eventos públicos e privados, comércio ambulante e a distribuição gratuita ou promocional.

Segundo a prefeitura, a decisão tem caráter excepcional e temporário, baseada no princípio da precaução e na proteção da saúde pública. A fiscalização ficará sob responsabilidade da Vigilância Sanitária Municipal, com apoio da Guarda Civil Municipal e de outros órgãos competentes.

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Saúde

RIO DO FOGO: NOTÍCIA BOA PARA NOSSAS GESTANTES

30/12/2025


 

A vacina contra o vírus da bronquiolite já está disponível para nossas gestantes que estejam com 28 semanas.

É mais segurança para que os bebês nasçam saudáveis.

Procurem as Unidades Básicas e vacinem-se mamães!

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MARE MOVEIS TOUROS

Saúde

Ministério da Saúde amplia prazo para jovens de 15 a 19 anos receberem imunizante contra HPV

30/12/2025


 

O Ministério da Saúde estendeu o prazo para que jovens de 15 a 19 anos que não foram vacinados recebam a proteção contra o vírus HPV, causador de diversos tipos de câncer, como de colo de útero e de pênis. O período, que se encerraria neste mês, foi prorrogado até a próxima Campanha de Vacinação nas Escolas, que ocorre geralmente em abril.

O objetivo da pasta é alcançar cerca de 7 milhões de jovens nessa faixa etária que estão desprotegidos. Até dezembro de 2025, foram aplicadas 208,7 mil doses da vacina dentro dessa estratégia de resgate, sendo 91 mil em meninas e 117,7 mil em meninos.

— Ao ampliar o prazo da estratégia de resgate, o Ministério da Saúde possibilita que adolescentes e jovens que perderam a oportunidade de se vacinar entre os 9 e 14 anos garantam sua proteção individual e contribuam para a redução da circulação do vírus na população — afirma o diretor do Programa Nacional de Imunizações (PNI), Eder Gatti.

A estratégia de resgate abrange todos os 5,5 mil municípios brasileiros e está disponível nas Unidades Básicas de Saúde (UBS), além de em ações extramuros em escolas, universidades, ginásios esportivos e shoppings.

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DROGARIA POUPE JÁ

Saúde

Anvisa alerta para riscos de canetas emagrecedoras manipuladas

21/12/2025


As canetas emagrecedoras, como Mounjaro e Ozempic, vêm sendo cada vez mais buscadas por pessoas que desejam emagrecer de forma rápida. Foto: Freepik

 

Popularizadas por influenciadores e celebridades, as chamadas canetas emagrecedoras, como Mounjaro e Ozempic, vêm sendo cada vez mais buscadas por pessoas que desejam emagrecer de forma rápida, muitas vezes sem orientação médica e sem nenhum critério.

Diante da procura desenfreada, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) emitiu um alerta sobre a compra e consumo desses medicamentos. Segundo a Anvisa, a venda e o uso de canetas emagrecedoras falsas representam um sério risco à saúde e é considerado um crime hediondo no país.

A farmacêutica Natally Rosa esclarece que o uso de versões manipuladas ou de origem desconhecida é uma prática perigosa.

“Uma pessoa que ela se submete, que ela é exposta ao uso de um medicamento fora dessas regulamentações, os riscos dela, com certeza, estão exacerbados. Desde a ausência de uma resposta ideal, como as contaminantes.”

 

A farmacêutica destaca o que observar na embalagem e no produto para conferir sua autenticidade:

 

“Temos alguns sinais. A própria embalagem já chama a atenção, já que as bulas são de fácil acesso na internet. Então, qual é a apresentação física dessa embalagem? De que forma que ela se apresenta? Como está o rótulo? O rótulo está no idioma do Brasil? Do nosso idioma aqui? Não deve estar em outras línguas, por exemplo. Existe lote e validade de fácil acesso? Você consegue identificar? A leitura, a descrição do medicamento, o princípio ativo, ela precisa estar bem legível. Todas as informações precisam estar bem claras.”

Ela também chama a atenção para valores: preços muito abaixo do praticado no mercado são sinal de alerta grave. O medicamento só é vendido com apresentação e retenção da receita médica.

 

Fonte: Agência Brasil

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Saúde

Mutirão do SUS realiza mais de 1,4 mil atendimentos no RN

20/12/2025


No contexto nacional, o programa alcançou a marca de 127,1 mil atendimentos ofertados em mutirões realizados ao longo deste ano | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

 

O Rio Grande do Norte registrou 1.433 atendimentos durante os mutirões do programa Agora Tem Especialistas, iniciativa do Ministério da Saúde voltada à ampliação do acesso a consultas, exames e cirurgias na rede pública. Os dados incluem procedimentos realizados no último fim de semana (13 e 14).

No contexto nacional, o programa alcançou a marca de 127,1 mil atendimentos ofertados em mutirões realizados ao longo deste ano. Apenas na ação mais recente, considerada a maior da história do SUS, foram realizados 59,3 mil procedimentos em todos os estados e no Distrito Federal, envolvendo pacientes previamente agendados. O esforço conjunto mobilizou quase 200 estabelecimentos de saúde, entre hospitais universitários, unidades federais e Santas Casas.

No Rio Grande do Norte, os atendimentos contemplaram cirurgias, consultas e exames, integrando áreas consideradas prioritárias para o SUS, como oncologia, ginecologia, ortopedia, cardiologia, oftalmologia e otorrinolaringologia. A ampliação da oferta faz parte da estratégia do governo federal para acelerar o acesso a serviços especializados, especialmente para pacientes que aguardavam há meses por procedimentos na rede pública.

Somados os mutirões realizados em julho e no último fim de semana, o programa ampliou em 375% a oferta de atendimentos especializados no país. Em julho, haviam sido ofertados 12,5 mil procedimentos; em setembro, 34,3 mil; e, em dezembro, com a adesão de novos parceiros, o número saltou para mais de 59 mil atendimentos em um único fim de semana. Nesse período, também foram realizados cerca de 21 mil atendimentos em mutirões dentro de aldeias indígenas.

A atuação no Rio Grande do Norte contou com a participação de Santas Casas, hospitais filantrópicos e unidades vinculadas à rede federal e universitária, que, pela primeira vez, atuaram de forma integrada em larga escala com os hospitais da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares. No total, 134 Santas Casas e nove hospitais e institutos federais passaram a integrar o programa, ampliando a capilaridade da ação em estados do Nordeste, Sudeste, Sul, Norte e Centro-Oeste.

De acordo com o Ministério da Saúde, entre os procedimentos realizados nos mutirões estão cirurgias de média e alta complexidade, além de exames como ultrassonografia, tomografia, endoscopia e ressonância magnética. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destacou que a iniciativa reforça o caráter universal e gratuito do SUS, ao garantir acesso a serviços especializados sem custos para a população.

Ao longo de 2025, o Agora Tem Especialistas vem se consolidando como uma das principais políticas públicas do governo federal na área da saúde. Além dos mutirões, o programa prevê ações como a utilização de carretas de atendimento, a ampliação do horário de funcionamento das unidades de saúde, a formação e o provimento de especialistas em regiões com maior carência de profissionais e parcerias com hospitais privados para atendimento complementar ao SUS. No Rio Grande do Norte, a expectativa é de que novas edições contribuam para reduzir a demanda reprimida e fortalecer a rede pública de saúde no estado.

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Saúde

Estudo liga álcool a maior risco de câncer mesmo em níveis moderados

19/12/2025


 

Um copo “só para brindar” pode parecer inofensivo, mas uma revisão liderada por pesquisadores da Florida Atlantic University (FAU) reforça que até o consumo moderado de álcool aparece associado a maior risco de vários tipos de câncer. A frequência e a quantidade dos brindes fazem diferença nessa conta. A informação é do g1.

O trabalho, conduzido por cientistas da Charles E. Schmidt College of Medicine, analisou 62 estudos com amostras que variaram de 80 a quase 100 milhões de participantes e encontrou associações mais consistentes para tumores como mama, colorretal, fígado e cavidade oral, além de laringe, esôfago e estômago.

 

O que o estudo encontrou?

 

A revisão, publicada na revista científica “Cancer Epidemiology”, conclui que não é apenas o volume total que importa: beber com mais frequência também aparece ligado a maior risco em diferentes desfechos oncológicos.

Um dos recados centrais, segundo os autores, é que existe um padrão de risco que cresce conforme aumenta o consumo. A pesquisadora Lea Sacca, da FAU, resume assim:

“Em 50 estudos analisados em nossa revisão, um maior consumo de álcool elevou de forma consistente o risco de câncer, com o risco aumentando à medida que a ingestão cresce. Fatores como o tipo de bebida alcoólica, a idade da primeira exposição, gênero, raça, tabagismo, histórico familiar e genética influenciam esse risco. Alguns grupos — como idosos, pessoas em situação socioeconômica desfavorável e indivíduos com comorbidades — são especialmente vulneráveis. O consumo pesado, diário ou episódico excessivo está fortemente associado a múltiplos tipos de câncer, o que reforça a importância da moderação e do seguimento das diretrizes de prevenção do câncer.”

Por que causa câncer? Os autores listam mecanismos biológicos já discutidos na literatura para explicar por que o álcool pode aumentar risco oncológico.

 

“Do ponto de vista biológico, o álcool pode danificar o DNA por meio do acetaldeído, alterar os níveis hormonais, desencadear estresse oxidativo, suprimir o sistema imunológico e aumentar a absorção de agentes carcinogênicos. Esses efeitos são potencializados por condições de saúde pré-existentes, escolhas de estilo de vida e predisposições genéticas, fatores que podem acelerar o desenvolvimento do câncer”, resume Lewis S. Nelson, coautor, reitor e chefe de assuntos de saúde da Schmidt College of Medicine.

 

Grupos mais vulneráveis: quando o mesmo copo pesa mais

Os pesquisadores destacam que o risco não se comporta de forma uniforme entre todos. A revisão aponta maior vulnerabilidade — mesmo com consumo semelhante — em recortes como idosos, pessoas com obesidade ou diabetes e populações em desvantagem socioeconômica, além de diferenças observadas por raça/etnia em parte da literatura analisada.

O trabalho também descreve que fatores como tabagismo podem amplificar o risco associado ao álcool (com variações por sexo e padrão de consumo), e cita outros elementos frequentemente envolvidos nos estudos, como nível de atividade física, dieta e algumas infecções.

 

Tipo de bebida e diferenças entre homens e mulheres

 

Em alguns estudos, o tipo de bebida apareceu associado a diferenças no risco para determinados cânceres: a revisão cita que cerveja ou vinho branco foram ligados a maior risco em alguns desfechos, enquanto destilados não mostraram o mesmo padrão em certas análises — um ponto que os autores tratam com cautela.

Também houve diferenças por sexo: o texto descreve que beber com frequência se associou a maior risco em homens, enquanto episódios de consumo pesado episódico se relacionaram a maior risco em mulheres.

 

Metodologia: pontos fortes e ressalvas

Os pesquisadores da Florida Atlantic University, no Charles E. Schmidt College of Medicine, fizeram uma revisão sistemática de 62 estudos sobre álcool e risco de câncer em adultos dos EUA, incluindo trabalhos com amostras de 80 a quase 100 milhões de participantes.

O ponto forte é juntar um grande volume de evidências e comparar padrões de consumo (quantidade e frequência), além de discutir subgrupos e comorbidades.

A principal ressalva é que a maior parte das evidências vem de estudos observacionais e com medidas de consumo frequentemente autorreferidas — isso torna difícil separar completamente o efeito do álcool de outros fatores associados (como tabagismo, dieta e condições de saúde), e impede conclusões de causa e efeito com o mesmo grau de certeza de um ensaio clínico.

 

E o que eu faço com essa informação?

A revisão reforça a ideia de que “moderação” não é uma blindagem automática: para algumas pessoas, o risco pode ser maior por causa do conjunto de fatores individuais (saúde, hábitos e contexto).

Na prática, o recado é usar a evidência para decisões mais informadas — e para políticas públicas que deixem mais claro o vínculo entre álcool e câncer, como defendem os autores.

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Saúde

Vacinação contra bronquiolite tem 2 mil doses aplicadas no RN

19/12/2025


O Rio Grande do Norte recebeu 10,3 mil doses da vacina contra o vírus sincicial respiratório (VSR), responsável pela bronquiolite em recém-nascidos. Em uma semana de vacinação, cerca de 2 mil doses foram aplicadas em gestantes que passaram de 28 semanas, em todo o estado. Todas as regionais de saúde já receberam a vacina, conforme a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sesap).

Conforme a coordenadora do Programa Estadual de Imunização, Laiane Graziela, a estratégia de imunização é fundamental para proteger as crianças contra a bronquiolite e reduzir o número de hospitalizações devido a problemas respiratórios. “A nova vacina oferece proteção imediata aos recém-nascidos, pois os anticorpos gerados na gestante durante a gravidez são transferidos pela placenta para o bebê”, explica Graziela.

A vacinação contra a bronquiolite tem gerado grande procura nas unidades de saúde de Natal, capital do estado. Veruska Ramos, chefe do Núcleo de Agravos Imunopreveníveis (NAI) da Secretaria Municipal de Saúde de Natal (SMS), destacou que as doses estão sendo bem recebidas nas unidades de saúde da cidade.

“Está bem procurada, mas ainda não chegou a faltar. Natal recebeu 2.440 doses, sendo suficiente para iniciar a vacinação, já que a gestante precisa ter completado as 28 semanas de gestação para poder receber a dose”, afirmou Ramos. Até o momento, foram aplicadas 440 doses no município.

Em 2025, Natal registrou cerca de 795 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG); destes, 110 foram atribuídos ao VSR. Gestantes que já cumpriram o tempo necessário para a imunização demonstram entusiasmo com a chegada da vacina ao SUS. Na Unidade Básica de Saúde (UBS) São João, todos os dias chegavam mães em busca de atendimento.

Nadine Rebouças, que está grávida de 28 semanas, estava aguardando o momento em que completaria o tempo de gestação para poder se vacinar. “Espero que a procura esteja grande, porque o índice de internação, devido à bronquiolite, está muito grande, superlotam os hospitais, então é uma maravilha que essa vacina chegou ao SUS. Estou muito feliz de estar sendo contemplada, de poder estar me vacinando”, disse Nadine, com alívio.

Maria da Conceição Silva está grávida de 16 semanas e aguarda completar o tempo necessário para a vacinação. “Assim que eu completar, corro para tomar a vacina, porque eu sei que é muito importante prevenir essa doença”, afirmou Maria.

A vacina contra o VSR é aplicada em dose única em gestantes de qualquer faixa etária, devendo ser administrada em cada nova gestação.

Para receber a vacina, a gestante deve apresentar um documento de identificação, o cartão de vacinação e um comprovante da idade gestacional (como o cartão da gestante, laudo de ultrassonografia ou declaração médica) em uma das UBS. Em Natal, as UBSs funcionam de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h às 15h.

 

30% das internações pediátricas no RN

 

A vacinação das gestantes tem como objetivo reduzir de forma substancial o risco de hospitalizações, que hoje representam cerca de 30% das internações pediátricas no RN. Segundo Graziela, até o início deste mês, o vírus sincicial respiratório (VSR) foi responsável por 270 casos de síndrome respiratória aguda grave entre crianças de 0 a 4 anos no estado, sendo que 243 desses casos ocorreram em menores de 2 anos, além de três óbitos.

“Essa estratégia reduz significativamente o risco de hospitalizações por problemas respiratórios”, complementa a coordenadora sobre a vacina.

A bronquiolite é uma infecção viral que provoca a inflamação nos bronquíolos que são pequenos tubos responsáveis por conduzir o ar até os pulmões. Essa inflamação faz com que eles inchem e se acumulem com muco.

Os primeiros sinais da bronquiolite em bebês geralmente se assemelham aos de um resfriado comum, com coriza, tosse leve e febre baixa.

No entanto, com o tempo, os sintomas se intensificam, levando à dificuldade para respirar, respiração rápida e com chiado no peito, além de nariz congestionado, irritabilidade, cansaço e falta de apetite, com recusa para mamar ou se alimentar.

 

 

TRIBUNA DO NORTE

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