Economia

Economia

Vendas no varejo aumentam 9,3% em março no RN, aponta Secretaria de Tributação

21/04/2023


As vendas no varejo tiveram um aumento de 9,3% no mês de março em comparação com fevereiro no Rio Grande do Norte. O dado está no Boletim Mensal de Atividades Econômicas e foi divulgado nesta quinta-feira (20) pela Secretaria Estadual de Tributação (SET-RN).

O crescimento aconteceu apesar da crise na segurança pública que assolou o estado naquele mês com ataques, atribuídos a uma facção criminosa, a prédio públicos e veículos, o que gerou cancelamento de aulas e atividades presenciais.

Segundo a SET, o comércio varejista do estado tem apresentado bons resultados de vendas desde o início do ano. Com esse resultado em março, o setor lidera em termos de volume de negociações realizadas.

No total, foram mais de 31,7 milhões de operações efetuadas no mês passado, o que equivale a um faturamento de R$ 3,4 bilhões para as empresas do segmento.

O resultado do mês de março é ainda maior no comparativo com o mesmo mês do ano passado: 14% a mais do montante que entrou no caixa desses estabelecimentos.

 

Movimento total

O volume total movimentado pelos setores em atividade no estado chegou a mais de R$ 13 bilhões em março, segundo aponta o boletim.

O atacado foi o segmento com a segunda maior arrecadação, faturando R$ 2,2 bilhões no mês, seguido da indústria de transformação, que movimentou R$ 1,9 bilhão.

Já o setor de comercialização e distribuição de combustíveis aparece na quarta posição com um faturamento mais de R$ 1,7 bilhão. Os combustíveis geralmente ocupam a terceira posição no ranking de faturamento mensal, porém s vendas totais caíram 9,8% em março em relação ao mesmo mês do ano passado.

 

Arrecadação de impostos

Quanto aos impostos, o boletim aponta que foram recolhidos R$ 667 milhões, o que representa um crescimento de 5,4% no comparativo com o mesmo mês do ano passado.

O principal responsável por essa alta foi o recolhimento de ICMS, que registrou aumento nominal de 4,1% no mês, chegando a 615 milhões arrecadados. Considerando a inflação do período, a arrecadação teve alta real inferior a 1%.

Essa publicação é um oferecimento

101 FM

Economia

Conta de energia tem reajuste de 4,26% no RN, anuncia Aneel

20/04/2023


 

A conta de energia no Rio Grande do Norte vai sofrer um reajuste médio de 4,26%. A revisão tarifária periódica foi anunciada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) na terça-feira (18) para os clientes da Neoenergia Cosern.

O aumento na conta passa a valer a partir do próximo sábado (22), de acordo com a Aneel. Ao todo, serão afetados 1,5 milhão de clientes no estado.

De acordo com a Aneel, o reajuste será de 4,45% para clientes de baixa tensão e de 3,65% para clientes de alta tensão, dando a média de 4,26% de reajuste para os usuários do Rio Grande do Norte.

A baixa tensão engloba as classes residencial, tendo a subclasse de baixa renda; a classe rural, tendo as subclasses de agropecuária, cooperativa de eletrificação rural, indústria rural e serviço público de irrigação rural; as classes industrial, comercial, serviços e outras atividades, poder público, serviço público e consumo próprio; e a classe iluminação pública.

De acordo com a Aneel, “os fatores que mais impactaram no cálculo da revisão foram os custos com compra de energia e transporte, além da retirada dos financeiros anteriores”.

A Revisão Tarifária Periódica (RTP) é um processo tarifário previsto no contrato de concessão da Aneel. Nesse processo é definico o custo eficiente da distribuição, as metas de qualidade e de perdas de energia e os componentes do Fator X – mecanismo que permite o compartilhamento com os consumidores dos ganhos de produtividade das distribuidoras – para o ciclo tarifário.

 

g1-RN

Essa publicação é um oferecimento

BUGA AQUATICUS PARK

Economia

Pix bate recorde mensal em março, com mais de 3 bilhões de transações, diz BC

19/04/2023


 

O Pix bateu o recorde mensal de transações em março, ultrapassando a marca de 3 bilhões de operações. Segundo o Banco Central, foram 3,003 bilhões de transações no terceiro mês deste ano. O recorde anterior era de dezembro de 2022, de 2,873 bilhões de operações.

Em volume financeiro, o Pix movimentou R$ 1,280 trilhão no mês passado – também o maior valor mensal desde a criação da ferramenta.

Mais cedo, o BC divulgou um estudo que mostra que o Brasil foi o segundo colocado em maior uso de pagamentos instantâneos no mundo em 2022, atrás apenas da Índia.

Segundo a pesquisa Prime Time for Real-Time Report, realizada pela ACI Worldwide (empresa da área de sistema de pagamentos) em parceria com a GlobalData (empresa de análise e consultoria de dados), foram 89,5 bilhões de transações na Índia, contra 29,2 bilhões de transações no Brasil – o que corresponde a 15% do total mundial.

 

Por Thaís Barcellos – Estadão

Essa publicação é um oferecimento

DROGARIA POUPE JÁ

Economia

Preço do aluguel residencial dispara quase 5% no 1º trimestre de 2023

18/04/2023


 

A tentativa de alugar um imóvel no começo de 2023 ganhou a alta dos preços como um entrave para as famílias. Somente no primeiro trimestre, o valor médio das locações residenciais no Brasil saltou 4,63%, segundo dados apresentados nesta terça-feira (18) pelo Índice FipeZap+, que monitora as 25 principais cidades brasileiras.

A variação apresentada é duas vezes maior do que a inflação oficial acumulada para o mesmo período, de 2,09%. Já o IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado), utilizado no reajuste da maioria das locações no Brasil, tem alta de apenas 0,2% nos três primeiros meses deste ano.

Com as oscilações, o preço médio do aluguel de imóveis residenciais foi de R$ 38,35 por metro quadrado em março. Significa dizer que, para locar um "imóvel-padrão" de 65 m² em território nacional, o interessado deve estar disposto a desembolsar, em média, quase R$ 2.500 todos os meses.

Essa publicação é um oferecimento

RÁDIO FAROL - TOUROS

Economia

Montadora anuncia parada de produção e afastamento de mais de mil trabalhadores brasileiros

17/04/2023


 

Trabalhadores da Mercedes-Benz serão afastados por até três meses, conforme projeção inicial da montadora.

Ao todo, cerca de 1,2 mil funcionários da fábrica de São Bernardo do Campo, no ABC paulista, serão atingidos pela medida. Anteriormente, a montadora já havia anunciado férias coletivas para 300 funcionários por um mês.

Agora, a produção de caminhões da empresa será reduzida a um turno por dois a três meses a partir de maio. O intervalo visa, inicialmente, evitar demissões em massa, como já tem acontecido em outras montadoras.

A fábrica da Mercedes-Benz no ABC emprega cerca de 8 mil pessoas, sendo 6 mil no setor de montagem.

Essa publicação é um oferecimento

ATELIÊ DO AÇAÍ

Economia

Gasolina tem alta pela segunda semana seguida nos postos

15/04/2023


 

O preço médio da gasolina comum nos postos de todo o país registrou uma leve alta, pela segunda semana consecutiva. O valor passou de R$ 5,50 para R$ 5,51, elevação de 0,18%, na semana entre os dias 9 e 14 de abril. A informação é do levantamento divulgado nesta sexta-feira (14) pela ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis).

Após a volta da cobrança dos impostos federais PIS/Cofins sobre os valores da gasolina e do etanol nas refinarias, o preço do combustível subiu 8,33% em março e impulsionou a inflação do período, de 0,71%, segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgados nesta semana. Esses tributos são repassados ao consumidor final, na ponta da cadeia de consumo.

O etanol também registrou aumento, de 0,52%, tendo passado de R$ 3,88 para R$ 3,90 o litro. Já o litro do diesel S-10 teve nova queda, de 0,17%, de R$ 5,84 para R$ 5,83.

O pico do preço médio da gasolina foi em março, de R$ 5,57 por litro. Assim, após a alta de 9,6% no preço médio do insumo nos primeiros 11 dias de março, o combustível recuou 1,6% nas três semanas seguintes e voltou a subir nos últimos 14 dias.  

O diesel ficou mais barato para o consumidor final porque a Petrobras diminuiu, recentemente, em 23 de março, o preço desse produto em suas refinarias. A estatal implementou uma redução de 4,47% no preço do diesel para as distribuidoras — R$ 0,18 por litro. Os descontos da Petrobras nas refinarias são gradualmente repassados aos preços nas bombas.

Esse foi o terceiro reajuste para baixo no preço do diesel da gestão Jean Paul Prates na Petrobras. Desde que o ex-senador assumiu a companhia, o valor do combustível vendido nas refinarias da estatal caiu 14,6%. Em 1º de março, a Petrobras já havia reduzido o preço do diesel em 1,95%, ou R$ 0,08 por litro. Antes, em 8 de fevereiro, a companhia havia praticado uma primeira redução, de 8,9%, ou R$ 0,40 por litro.

Essa publicação é um oferecimento

DROGARIA POUPE JÁ

Economia

Djailson MG Participa de Feira de Negócios em São Paulo!

13/04/2023




 

O Presidente do grupo mg Djailson Arcanjo,junto com o diretor financeiro Ionaldo arcanjo e o gerente comercial Manoel Darlan,tem uma semana bem corrida em São Paulo.

participando de uma feira de negócios visando novos Horizontes para a Região do Mato grande temos novidades chegando.

Lojas MG em Touros que Foi Inaugurada no Dia 24 de Fevereiro Deste Ano,vem acima das expectativas ao Proprietário e aos Clientes com sua Mega Estrutura.

Trazendo O melhor Produto e o Preço Bem em Conta!

Essa publicação é um oferecimento

RÁDIO FAROL - TOUROS

Economia

Ministério da Fazenda diz que não será criada taxa para compras online

13/04/2023


 

Após a divulgação, pela Receita, de que o governo pretende acabar com a isenção de imposto sobre encomendas internacionais de menos de 50 dólares (cerca de R$ 250), o Ministério da Fazenda publicou uma nota para esclarecer que nunca existiu esse tipo de isenção para compras online do exterior.

O benefício é exclusivo para envios de pessoa física para pessoa física. Segundo a Receita Federal, a dispensa do pagamento do tributo de importação nunca se aplicou ao varejo online e vem sendo usada de maneira fraudulenta por algumas empresas estrangeiras.

Ou seja, esse benefício se aplica somente ao envio de pessoa física para pessoa física. Se, com base nele, empresas estão fracionando as compras e se fazendo passar por pessoas físicas, estão agindo ilegalmente.

"Portanto, não faz sentido afirmar que se pretende acabar com o que não existe. Nada muda para o comprador e para o vendedor online que atua na legalidade", afirma o ministério em nota.

O que a pasta pretende é reforçar a fiscalização. "A partir da Medida Provisória, o exportador vai ter que prestar declaração antecipada com dados do exportador e de quem compra, além do produto", acrescenta o texto.

Essa publicação é um oferecimento

Open Master - Agência de Desenvolvimento Web

Economia

Após queda na ocupação, Turismo do RN pede medidas para recuperar setor

12/04/2023


 

Depois de registrar queda de 13 percentuais na ocupação média da rede hoteleira durante a Semana Santa, em comparação com o ano passado, entidades representativas do setor de turismo do Rio Grande do Norte apresentaram, durante uma audiência pública, nesta terça-feira (11), o cenário atual do setor.

Na ocasião, apontaram medidas que podem impulsionar a cadeia de atividades, levando em consideração a imagem de insegurança associada ao estado com os dez dias de ataques criminosos no mês passado.

Durante a audiência, que ocorreu na Assembleia Legislativa, a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH-RN) revelou que a ocupação média durante a semana santa deste ano ficou em 52% (em 2022, a ocupação foi de 65%). No comparativo com o ano de 2019, pré-pandemia da covid-19, o recuo foi ainda maior, com uma diferença de 18 pontos percentuais. Naquele ano a ocupação nos hoteis ficou em 70%.

Os ataques criminosos que ocorreram em março passado no Estado foram apontados como principal causa do desempenho pífio de 2023. “Os atos terroristas e atentados afugentaram os turistas e viajantes. O reflexo está acontecendo agora, exatamente como nós prevíamos. O nosso medo não era de imediato, nossa preocupação sempre foi com as vendas futuras. Como elas estarão?”, questiona Abdon Gosson, presidente da ABIH-RN.

Antes dos ataques, a expectativa da ABIH era positiva. “De acordo com o crescimento da demanda pós pandemia, esperávamos uma ocupação média acima de 75%”, pontuou Gosson.

 

Tribuna do Norte

Essa publicação é um oferecimento

ATELIÊ DO AÇAÍ

Economia

Fundo de Participação dos Municípios (FPM) de abril começa em queda de 11,38%; confira valores por coeficiente

11/04/2023


 

O primeiro decêndio de abril do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) terá queda nominal de 10,11% e de 11,38%, quando considerada a inflação, na comparação com o mesmo período de 2022. Os valores, que entram nas contas das prefeituras na segunda-feira, 10 de abril, somam R$ 5.411.600.475,19, já descontada a retenção do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).

Embora o repasse esteja em queda, a expectativa para o mês, de acordo com dados disponibilizados pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN), é de um crescimento de 12,6% em relação a abril de 2022. Porém, para esse resultado se concretizar, análise da Confederação Nacional de Municípios (CNM) aponta que os dois próximos decêndios devem, juntos, apresentar um crescimento superior a 42%.

No acumulado do ano, o FPM de 2023 está com crescimento real de 3,28% em relação ao mesmo período do ano anterior.

 

Censo

 

Além dos reiterados alertas para cautela na gestão dos recursos do Fundo, a CNM reforça que, com a iminência da divulgação do Censo 2022, que define os coeficientes de distribuição, é preciso estar atento às possibilidades. Com isso, os cuidados com planejamento e execução de despesas devem ser redobrados.

Para evitar mudanças bruscas, a entidade municipalista atua pela aprovação do Projeto de Lei Complementar 139/2022, que propõe uma transição em caso de redução de coeficiente após a edição de cada novo censo demográfico. Além disso, a CNM defende que, considerando o prazo já longo de defasagem na contagem populacional e de muitas discrepâncias, que o novo Censo passe a valer assim que for, de fato, divulgado. A previsão é que isso ocorra ainda em abril.

Essa publicação é um oferecimento

DROGARIA POUPE JÁ

Economia

Após três semanas de queda, gasolina volta a subir e atinge R$ 5,50 nos postos

10/04/2023


 

O preço médio da gasolina comum nos postos de todo o país voltou a subir, após três semanas de leve queda. O valor passou de R$ 5,48 para R$ 5,50, elevação de 0,36%, na semana entre os dias 2 e 8 de abril. A informação é do levantamento divulgado nesta segunda-feira (10) pela ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis). 

Desde o início de março, o preço médio do combustível já aumentou R$ 0,35, variação de 4,76%, após a volta da cobrança dos impostos federais PIS/Cofins sobre os valores da gasolina e do etanol nas refinarias. Esses tributos são repassados ao consumidor final na ponta da cadeia de consumo.

O pico em março foi de R$ 5,57 por litro. Assim, após a alta de 9,6% no preço médio do insumo nos primeiros 11 dias de março, o combustível recuou 1,6% nas três semanas seguintes e voltou a subir nos últimos sete dias.

Já o etanol registrou redução de 0,26%, de R$ 3,89 para R$ 3,88 o litro. O diesel S-10 também recuou, 0,34%, de R$ 5,86 para R$ 5,84. Esse combustível está livre da reoneração até 1º de janeiro de 2024, por decisão do governo.

O diesel ficou mais barato para o consumidor final porque a Petrobras diminuiu, recentemente, em 23 de março, o preço desse produto em suas refinarias. A estatal implementou uma redução de 4,47% no preço do diesel para as distribuidoras — R$ 0,18 por litro. Os descontos da Petrobras nas refinarias são gradualmente repassados aos preços nas bombas.

Essa publicação é um oferecimento

BUGA AQUATICUS PARK

Economia

Conta poupança pode ser negada a consumidor endividado?

10/04/2023


 

O endividamento recorde da população coloca em dúvida se os consumidores negativados têm direito a buscar por alternativas de investimento mesmo antes de quitar a dívida. Queridinha da população brasileira, a caderneta de poupança é uma das vias mais buscada e não pode ser negada a quem tem débitos pendentes ou está com o nome inscrito no cadastro de maus pagadores.

Segundo o IDEC (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor), as instituições financeiras até podem restringir a abertura de contas-correntes, mas não existe qualquer especificação que impeçam o ingresso de uma conta poupança.

A avaliação leva em conta as Resoluções 3.695/2009 e 3.972/2011, ambas do BC (Banco Central). "Fica claro que a abertura da conta poupança não pode ser negada a nenhum cidadão", afirma o IDEC. O órgão de defesa cita ainda que a negativa pela abertura da caderneta pode ser considerada onerosa ao consumidor, prática que fere o artigo 39 do CDC (Código de Defesa do Consumidor).

Outro motivo pelo qual as instituições financeiras não podem se negar a abrir conta poupança é o fato de que as instituições só podem impor restrição a negócios que lhe causem prejuízos. "e o cliente tiver dinheiro vivo, não há motivo para o impedimento, até porque isso seria recusar pronto pagamento, prática também vedada pelo CDC.

A poupança foi utilizada por quase um quarto (23%) da população brasileira no ano passado, segundo o Raio X do Investidor, da Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais).

 

R7

Essa publicação é um oferecimento

ATELIÊ DO AÇAÍ

Economia

Em um mês, brasileiros resgatam metade dos mais de R$ 6 bilhões ‘esquecidos’ em instituições financeiras

09/04/2023


 

Os brasileiros com dinheiro esquecido em instituições financeiras resgataram a metade (49,6%) dos mais de R$ 6 bilhões disponibilizados na reabertura do SVR (Sistema de Valores a Receber) até última sexta-feira (7), dia que marca um mês da nova liberação.

Dos R$ 3,012 bilhões recuperados, R$ 2,224 bilhões retornaram para o bolso de pouco mais de 8 milhões de consumidores. Os demais R$ 788,5 milhões foram direcionados para 384.285 empresas, de acordo com dados do BC (Banco Central).

Entre os clientes com valores a receber, o que pode incluir a repetição do número de beneficiários, seis de cada dez (63,7%) têm recursos “esquecidos” nos bancos. Administradoras de consórcio (19,9%), financeiras (6,9%), cooperativas (5,5%) e instituições de pagamento (3,9%) também aparecem na lista.

Em termos de valores monetários, a maior parcela dos esquecimentos (62,6%) não ultrapassa os R$ 10. Resgates disponíveis acima de R$ 1.000, por sua vez, representam apenas 1,4% dos recursos disponibilizados pelo SVR (Sistema de Valores a Receber).

Na primeira fase do programa de devolução dos recursos “esquecidos”, de março a abril de 2022, foram disponibilizados R$ 3,9 bilhões. No entanto, apenas 8,2% (R$ 321 milhões) foram solicitados pela plataforma do BC, sendo R$ 306 milhões por pessoas físicas e R$ 15 milhões por empresas.

Essa publicação é um oferecimento

ATELIÊ DO AÇAÍ

Economia

Preço da gasolina sobe 8,2% em março

08/04/2023


 

A gasolina comum no Brasil teve aumento médio de 8,2% em março na comparação com fevereiro. No acumulado de 2023, a alta é de 12,2% em relação ao 1º trimestre de 2022.

Os dados são da edição de abril do Panorama Veloe de Indicadores de Mobilidade, realizado pela Veloe, hub de mobilidade e logística, em parceria com a Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas).

Segundo o levantamento, em março, o preço médio da gasolina comum ficou em R$ 5,57 por litro nos postos do Brasil. Em fevereiro, a média foi de R$ 5,12.

No mês passado, a região Norte teve a gasolina mais cara do país: R$ 5,92 o litro –aumento de 10,8% em relação a fevereiro. O Amazonas (R$ 6,51) lidera entre os Estados. Roraima (R$ 6,16) e Acre (R$ 6,05) vêm na sequência. O Amapá foi o Estado com a gasolina mais barata, a R$ 5,26.

Na região Sudeste, o preço médio de R$ 5,43 foi o menor no país. São Paulo aparece como o 2º estado com a menor média, com R$ 5,35.

A gasolina aditivada acompanhou o movimento de alta. Em março, a média do combustível subiu 7,9%. No acumulado do ano, a alta foi de 10,9%.

 

Poder360

Essa publicação é um oferecimento

Open Master - Agência de Desenvolvimento Web

Economia

Após ataques, rede hoteleira prevê ocupação de 47% no RN

07/04/2023


 

As perspectivas da ocupação hoteleira do Rio Grande do Norte para o feriado de Semana Santa é de 47%, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis do RN (ABIH-RN). O número é 27% inferior ao que foi registrado pela associação no ano de 2022, quando houve 65% da ocupação média da rede hoteleira potiguar. Para se ter noção, em 2019, no período pré-pandemia no RN, a ocupação média foi de 69.8%.

Por conta da pandemia e as limitações impostas pelo vírus, o setor operou no vermelho, com cerca de 50% do funcionamento. A recuperação ocorreu no ano passado. De acordo com o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hoteis (ABIH), Abdon Gosson, o regresso a um patamar abaixo do esperado coincide com a situação de insegurança no estado.

“Normalmente, na semana santa a ocupação é muito alta. Estamos com dificuldades de vender bem. O brasileiro já se acostumou a fazer viagem no Brasil. Então durante os acontecimentos que ocorreram no Estado ao invés dos turistas estarem comprando, começou aqueles atos terroristas, os atentados. Aquilo afugentou os turistas e viajantes”, lamentou o presidente.

A onda de ataques do Rio Grande do Norte começou no dia 14 de março e durou dez dias, gerando um efeito negativo para o setor do turismo. Cerca de 45% a 50% de potenciais turistas cancelaram suas reservas já planejadas e marcadas com antecedência.

 

Tribuna do Norte

Essa publicação é um oferecimento

DROGARIA POUPE JÁ

Economia

23% dos brasileiros afirmam que comida em casa é insuficiente

05/04/2023


 

O percentual de famílias com comida insuficiente em casa atingiu em março o menor patamar da série do Datafolha, desde maio de 2021. A falta de alimentos na mesa foi uma realidade sentida por 23% dos entrevistados, oscilando negativamente na comparação com o dado anterior, de outubro de 2022 (24%).

Em julho de 2022, 33% afirmaram ter menos alimentos em casa do que a família necessitava.

Na pesquisa, 62% disseram contar com quantidade suficiente de comida (eram 56% em outubro), e apenas 15% consideravam essa quantidade mais do que suficiente (há cinco meses, eram 20%).

O Datafolha ouviu 2.028 pessoas com 16 anos ou mais em 126 cidades, em 29 e 30 de março. Para os entrevistados que dizem receber Bolsa Família, a margem de erro é de quatro pontos para mais ou menos; para os que não recebem, a margem é de três pontos.

O combate à fome é uma das bandeiras do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e o encarecimento da comida é uma das causas da falta de alimentos em casa. Em fevereiro, a inflação acelerou para 0,84%, sendo de 0,16% no grupo de alimentos e bebidas.

O mês registrou queda de alimentos que tinham ficado mais caros no ano passado, como as carnes (-1,22%). Com a redução mais intensa em 15 meses, a batata-inglesa (-11,57%) e o tomate (-9,81%).

Para 2023, há uma expectativa de queda dos preços dos alimentos, o que deve dar um alívio ao orçamento doméstico.

Segundo o Datafolha, a falta de alimentos em quantidade suficiente ocorre mais entre as mulheres (27%), os moradores da região Nordeste (30%), os que votaram em Lula (27%) e os beneficiários do Bolsa Família (23%).

A pesquisa também mostra que 26% diziam receber o benefício em março, enquanto 7% recebiam o Auxílio Gás do governo federal.

O programa de transferência de renda, que havia sido renomeado de Auxílio Brasil pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), foi relançado como Bolsa Família no início de março.

O presidente também prometeu combater irregularidades, como o aumento artificial das famílias com uma só pessoa que ocorreu durante o último ano do governo Bolsonaro, para fazer com que o programa chegue a quem precisa.

Pelo Datafolha, 32% dos contemplados com o Bolsa Família afirmaram que a situação econômica do país melhorou nos últimos meses, e 60% dizem crer que ela irá melhorar no futuro próximo.

Entre os que não recebem o benefício, esses percentuais são de 20% e 41%, respectivamente.

Os que recebem Bolsa Família acreditam menos em um aumento da inflação do que os que não recebem. São 46% os que dizem crer que ela irá aumentar (entre os que não são beneficiários, 57%).

Além disso, 21% dos beneficiários do Bolsa Família dizem acreditar em uma perda do poder de compra dos salários nos próximos meses, ante 35% dos demais.

 

AGORA RN

Essa publicação é um oferecimento

BUGA AQUATICUS PARK

Economia

Preço da casa própria sobe menos do que a inflação no 1º trimestre

04/04/2023


 

Depois de encerrar 2022 com a maior alta anual desde 2014, o preço da casa própria avançou 1,1% no primeiro trimestre de 2023, como mostram os dados divulgados nesta terça-feira (4) pelo Índice FipeZap+.

A variação acumulada dos três primeiros meses do ano corresponde a um resultado inferior à inflação ao consumidor no período (+2,07%), conforme estimativas do mercado financeiro para o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo).

O movimento eleva para R$ 8.400 o valor médio do metro quadrado disponível para venda dos imóveis residenciais nas 50 cidades brasileiras pesquisadas pelo Índice FipeZap+.

Isso significa dizer que, para pôr as mãos nas chaves de um apartamento-padrão, com 65m² e até dois dormitórios, é necessário desembolsar, em média, cerca de R$ 546 mil.

Só em março, o índice subiu 0,42%, após alta de 0,38% em fevereiro. No acumulado dos últimos 12 meses encerrados em março, o preço dos imóveis construídos avançou 5,66%.

 

R7

Essa publicação é um oferecimento

ATELIÊ DO AÇAÍ

Economia

Alimentos típicos da Páscoa ficam mais caros, e preços aumentam três vezes mais do que a inflação

04/04/2023


 

Faltando menos de uma semana para a reunião da família para o almoço de Páscoa, os brasileiros que ainda não foram às compras vão amargar um preço mais salgado quando decidirem procurar os produtos típicos para a data.

De acordo com cálculos da FGV (Fundação Getulo Vargas), a cesta de consumo tradicional para a Páscoa ficou 12% mais cara do ano passado para cá, patamar quase três vezes superior à inflação do mesmo período (4,8%).

Entre os alimentos que mais subiram no acumulado dos últimos 12 meses, destacam-se os ovos de galinha (27,3%), a cebola (22,8%) e alguns itens industrializados, como o bolo pronto (14,5%), o atum (13%), a sardinha em conserva (11,5%) e o bacalhau (10,9%).

No período, os preços dos bombons e chocolates também tiveram aumento expressivo, de 9,6%. Segundo a FGV, nenhum dos itens da cesta recuou nos últimos 12 meses, e apenas dois subiram menos do que a inflação geral: a batata inglesa e a couve, ambos com alta de 2,23%.

Matheus Peçanha, pesquisador responsável pelo estudo, avalia que o resultado reflete as adversidades que atingiram a economia nacional nos últimos anos. Ele recorda que a última “entressafra” do leite foi danosa para a inflação do produto, matéria-prima importante dos chocolates.

 

R7

Essa publicação é um oferecimento

DROGARIA POUPE JÁ

Economia

Mais aumento: Correios reajustam tarifas em 5,5%

03/04/2023


As tarifas no preço dos serviços postais prestados pelos Correios vão sofrer um reajuste de quase 5,5%. A revisão foi publicada no Diário Oficial da União (DOU)nesta segunda-feira, 3, através da portaria assinada pelo ministro das Comunicações, Juscelino Filho.

 

Enviar cartas e telegramas nacionais e internacionais, entre outros serviços, vai custar mais caro. Isso pode ser medido pela variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de janeiro a dezembro de 2022, descontado o Fator de Produtividade — o porcentual de tempo que um funcionário passa fazendo alguma atividade para a qual foi contratado. Essas informações foram avaliadas pelo Instituto Nacional de Geografia e Estatística (IBGE).

 

A variação dos preços para o envio de carta e aerograma nacional passam a custar de R$ 2,45 a R$ 13,25, a depender do peso, que pode ir a até 500 gramas.

 

Para os telegramas nacionais, os preços variam de R$ 10,29 a R$ 14,90, de acordo com o meio utilizado (internet, telefone ou agência). O último reajuste dos Correios havia sido realizado em maio de 2022.

 

O Ministério das Comunicações ainda indicou uma nova lista de países para a precificação do envio de correspondências internacionais.

 

Revista Oeste

Essa publicação é um oferecimento

ATELIÊ DO AÇAÍ

Economia

Mercado de trabalho: 62% das vagas criadas empregam pessoas com ensino médio completo

03/04/2023


 

Das 1,950 milhão de admissões para vagas de trabalho formal realizadas em fevereiro no país, 1,214 milhão foram contratações de pessoas cujo grau de instrução é ensino médio completo, o que corresponde a 62,2% do total. Os dados são do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), divulgado nesta semana pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

A diferença entre o número de contratações de pessoas com esse nível de escolaridade para o que ficou em segundo lugar, que foi o ensino superior completo, é de quase um milhão de empregos: em fevereiro, foram admitidos 212.312 brasileiros ou estrangeiros autorizados a trabalhar no país formados em algum curso superior, número cerca de 4,5 vezes menor que o de trabalhadores que concluíram o ensino médio. 

O terceiro grupo com maior aproveitamento das vagas abertas no mês, segundo o grau de instrução, foi o dos que têm ensino médio incompleto, com 149.162 novos contratos de trabalho. 

 

Tipo de atividade, faixa etária e gênero

Quanto ao tipo de atividade econômica, a maioria das admissões em fevereiro foi de trabalhadores dos serviços, vendedores do comércio em lojas e mercados, que totalizou 569.687. Desses, 359.396 foram contratados para atuar nos serviços, e 210.291 para trabalhar como vendedores e prestadores de serviços do comércio.   

A faixa etária predominante nas admissões foi a dos 18 aos 24 anos, com 163.354 novos empregos. Em segundo lugar, preenchendo 140.185 vagas, ficou a população com idades entre 30 e 39 anos. A faixa entre essas duas, dos 25 aos 29 anos, ocupou 95.317 postos de trabalhos vagos, menos que as pessoas com mais de 40 anos e menos de 50, contratadas para 100.634 vagas em fevereiro.

 

R7

Essa publicação é um oferecimento

ATELIÊ DO AÇAÍ

Primeira páginaAnterior Próxima Última página