Economia

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Preço do gás de cozinha deve aumentar até R$ 5 no RN em fevereiro, diz Singás

29/01/2024


                                                               Foto: Alex Régis

 

O preço do gás de cozinha terá aumento no mês de fevereiro. De acordo o presidente do Sindicato dos Revendedores de Gás Liquefeito de Petróleo do Rio Grande do Norte (Singás-RN), Francisco Correia, a estimativa inicial é que o valor suba entre R$ 4 e R$ 5 ao consumidor final. Reajuste de impostos e elevação dos custos de logística motivam o acréscimo, segundo o sindicato.

Em nota divulgada nesta segunda-feira (29), o Singás afirmou que foi informado pelas distribuidoras que o Conselho Nacional de Política Fazendária decidiu elevar o ICMS do GLP. O reajuste passará a valer a partir da próxima quinta-feira (1º).

O presidente do Singás afirmou que o comunicado foi repassado ao setor de contabilidade para destrinchar o impacto. Ele adiantou à reportagem da TRIBUNA DO NORTE que o aumento do imposto deve significar um acréscimo de R$ 2 a R$ 3 no valor do produto.

Junto a isso, a retomada da cobrança de impostos federais sobre o óleo diesel gerou aumento de custos na cadeia logística. A alíquota de PIS/Cofins passou a ser de R$ 0,35 por litro, o que representa um aumento de tributo de R$ 0,22. O presidente do Singás informou que o GLP revendido no Rio Grande do Norte é comprado em Fortaleza, no Ceará, e no Porto de Suape, em Pernambuco.

O terceiro fator para o aumento do preço do gás de cozinha, segundo o Singás, é o reajuste do salário mínimo que passará a ser pago aos trabalhadores do setor.

“Somando os três aumentos de custos, o preço do gás de cozinha deve subir de R$ 4 a R$ 5, mais ou menos. Como recebemos o comunicado do reajuste do Confaz hoje, estamos com a nossa equipe de contabilidade trabalhando para ver isso”, disse o presidente Francisco Correia.

Segundo o sindicato, o preço médio do botijão de gás de cozinha vendido hoje no Rio Grande do Norte é de R$ 100.

 

Tribuna do Norte

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DROGARIA POUPE JÁ

Economia

Salário mínimo com valor reajustado passa a ser pago a partir desta semana

29/01/2024


                                               Foto: Rmcarvalho/Getty Images

 

O novo salário mínimo nacional, de R$ 1.412, passa a ser pago a partir desta quinta-feira (1º), embora já estivesse valendo desde o primeiro dia de 2024. Isso ocorre porque o trabalhador recebe a quantia após um mês trabalhado. O novo valor corresponde a um aumento de quase 7% (R$ 92 a mais) em comparação aos R$ 1.320 válidos até dezembro de 2023.

Assim, quem recebe o salário mínimo (ou múltiplos dele) ou benefícios vinculados a esse valor — como o seguro-desemprego e o Benefício de Prestação Continuada (BPC), por exemplo — já recebe o total reajustado no contracheque de fevereiro.

Com o novo valor, é possível comprar quase duas cestas básicas, que hoje custam, em média, R$ 772,51 cada uma.

Neste ano, foi retomada a política de valorização do salário mínimo, que garante aumento real do salário sempre que economia crescer.

O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) estima que 59,3 milhões de pessoas no Brasil têm rendimento ligado ao salário mínimo.

 

g1

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POTIGUAR HONDA - TOUROS/RN

Economia

Aneel mantém conta de luz sem custo adicional em fevereiro

27/01/2024


 

A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) anunciou nesta sexta-feira (26.jan.2024) que o mês de fevereiro terá bandeira tarifária verde. Significa que as contas de energia elétrica dos brasileiros não terão custo adicional.

Desde abril de 2022 a agência aciona a bandeira verde, o que ocorre quando as condições de produção de energia hidrelétrica no país são favoráveis.

O valor para 2024 supera o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), estimado para 3,9%. Em 2023, a agência reguladora disse que a alta seria de 6,8%, mas o aumento efetivo foi de 5,9%.

 

Poder360

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Sextouuuu com as grande ofertas de Verão das Lojas Maré Móveis ,

26/01/2024





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Economia

Municípios com dívidas previdenciárias terão retenção do FPM a partir de fevereiro

26/01/2024


 

FEMURN alerta que gestores devem buscar regularização ou parcelamento de dívidas com Receita Federal até dia 30 de janeiro

O Governo Federal comunicou a estados e municípios que será retomado o procedimento de Retenção no Fundo de Participação dos Municípios e no Fundo de Participação Estados (FPM/FPE) para as obrigações correntes vencidas pelos entes públicos, inclusive daqueles que têm parcelamento em atraso, com cláusula que autoriza o bloqueio.

A informação preocupa gestores que estão em atraso com suas obrigações previdenciárias, já que a retenção da obrigação corrente vencida ocorrerá até o último dia útil do mês do vencimento e pode comprometer o equilíbrio das contas públicas. Ou seja, o repasse feito até o dia 10 do mês subsequente poderá ter bloqueio por parte da União. Além disso, caso o saldo do FPM/FPE seja inferior ao valor devido, a diferença não retida poderá ser incluída em parcelamento.

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MG ENERGIA SOLAR

Economia

Preço da gasolina sobe R$ 0,15 na refinaria do Rio Grande do Norte

25/01/2024


                                                              Foto: arquivo/TN

 

O preço da gasolina subiu pela segunda semana consecutiva na refinaria Clara Camarão, em Guamaré. A 3R Petroleum aumentou o preço do combustível de R$ 3,008 para R$ 3,153 nesta quinta-feira (25). A petroleira já havia reajustado o preço, também em 15 centavos, na semana passada.

Com isso, o preço praticado na refinaria potiguar está R$ 0,44 mais caro do que na Petrobras, na comparação com o valor cobrado no terminal da estatal em Cabedelo-PB. Na Paraíba, o litro do combustível vendido às distribuidores sai por R$ 2,709.

Diesel

Já o Diesel A S500 permaneceu sem alteração nesta quinta-feira na refinaria Clara Camarão, ao custo de R$ 3,597, o litro.

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Open Master - Agência de Desenvolvimento Web

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Conta de luz deve subir em média 5,6% em 2024, estima Aneel

24/01/2024


 

A conta de luz deve subir, em média, 5,6% em 2024, segundo estimativas da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A projeção está acima do IPCA (principal índice brasileiro de inflação) projetado pelo mercado para o período, de 3,86%, de acordo com o relatório Focus, divulgado pelo Banco Central.

Segundo o diretor-geral da agência reguladora, três fatores influenciam para a projeção de aumento na conta de luz. A primeira delas é a expansão da rede de transmissão, já que os consumidores remuneram as transmissoras de energia via tarifas.

“Essa expansão é necessária para integrar as fontes renováveis, é necessária também para trazer confiabilidade para o atendimento, mais segurança para o atendimento do SIN [Sistema Interligado Nacional] e ligar áreas que ainda estão isoladas”, explicou Feitosa.

O segundo fator que implica a alta neste ano é o aumento de subsídios embutidos na conta de luz via Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), que é rateada entre todos os consumidores. Segundo proposta da Aneel submetida a consulta pública, o orçamento da CDE deste ano deve alcançar R$ 37 bilhões, o que representa um aumento de 6,2% em relação a 2023.

Também pesará para o aumento das contas neste ano o fim da devolução de créditos tributários oriundos da exclusão do ICMS da base de cálculo de PIS/Cofins. Conforme previsto em lei, os recursos cobrados indevidademente estão sendo devolvidos aos consumidores no momento dos reajustes e revisões tarifárias.

“Não teremos os recursos do PIS/Cofins, que foi utilizado muito no ano passado e em 2022 também. Então, esse recurso, em torno de R$ 50 a R$ 60 bilhões, já foi utilizado e temos pouco a ser utilizado ao longo deste ano.”

 

AGORA RN

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MEDICINA INTERATIVA

Economia

Contas de luz devem subir 5,6% em 2024, diz Aneel

23/01/2024


                                                          Foto: Divulgação

 

Os reajustes das contas de luz devem subir 5,6% em 2024, conforme projeções inéditas da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que fez uma estimativa média para as 52 concessionárias de distribuição do país.

A informação foi antecipada pelo diretor-geral da agência, Sandoval Feitosa, em entrevista à CNN. No ano passado, a Aneel previa alta de 6,8% — o aumento efetivamente verificado foi de 5,9%.

A projeção para os reajustes médios deste ano supera tanto as estimativas de mercado para o IGP-M (4,04%) quanto para o IPCA (3,86%) captadas no último boletim Focus, divulgado semanalmente pelo Banco Central.

De acordo com Feitosa, há três razões principais para que a previsão de reajustes médios esteja acima da inflação. Uma é a expansão da rede básica de energia, com leilões de linha de transmissão em 2023 e em 2024 que somam R$ 60 bilhões em novos investimentos. As concessionárias precisam ser remuneradas via tarifa por esses investimentos.

O segundo motivo é o aumento dos subsídios no setor. A Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), que congrega as subvenções nas tarifas de energia e é rateada pelos consumidores de todo o país, deve alcançar R$ 37 bilhões em 2024. No ano passado, foi de R$ 34 bilhões. Desde 2010, houve crescimento de 269% da CDE.

Por fim, Feitosa cita o fim da devolução dos créditos tributários decorrentes da exclusão do ICMS da base de cálculo de PIS/Cofins. Mais de R$ 50 bilhões estão sendo devolvidos aos consumidores por pagamentos indevidos, mas a maioria dos créditos foi usada em 2022 e em 2023. Como resta apenas um valor residual, o alívio nas contas de luz fica menor.

 

 

 

CNN Brasil

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101 FM

Economia

61% dos brasileiros não conseguem poupar dinheiro, aponta pesquisa

23/01/2024


                                               Foto: Arquivo/Agência Brasil

 

De acordo com os resultados da pesquisa Pulso 2023, da Ipsos, 61% dos entrevistados afirmam que não conseguem guardar dinheiro para algum tipo de investimento ou poupança, enquanto 34% declararam que conseguem fazer uma reserva financeira.

Outros 5% dos participantes não souberam ou preferiram não responder a essa questão. Em relação ao otimismo com relação à situação financeira pessoal, 60% dos brasileiros entrevistados dizem estar otimistas que seu padrão de consumo será melhor ou muito melhor nos próximos 12 meses.

Já 85% dizem que, de modo geral, sua vida será melhor ou muito melhor em 2024 do que foi no ano anterior. A pesquisa também mostra que os brasileiros têm uma percepção otimista sobrea capacidade de pagar dívidas em 2024. 77% dos entrevistados se mostraram confiantes de que conseguirão quitar débitos pendentes ao longo deste ano.

 

Radar Econômico – VEJA

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