Economia

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Governo limita uso do FGTS a 20% do saldo para quitar dívidas

30/04/2026


 

O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, afirmou que o uso de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para pagamento de dívidas no âmbito do programa Desenrola 2 será limitado a 20% do saldo disponível na conta do trabalhador.

A medida integra a nova etapa do programa de renegociação de dívidas, que deverá atender trabalhadores com renda de até cinco salários mínimos, atualmente equivalente a R$ 8.105. Segundo Marinho, o FGTS será utilizado como instrumento para facilitar a quitação dos débitos, mediante autorização do próprio trabalhador.

“A Caixa vai liberar o recurso, na medida que um trabalhador for de uma instituição devedora, fez o seu pacto lá e a instituição que deu o crédito para esse trabalhador faça o ajuste de desconto. E, a partir desse ajuste de desconto, a Caixa faz a transferência liquidando o seu crédito, mediante a autorização do trabalhador, evidentemente”, explicou.

De acordo com o ministro, o valor utilizado será destinado exclusivamente ao pagamento da dívida, sem possibilidade de saque para outros fins. Ele também afirmou que trabalhadores com mais de um débito poderão consolidar as pendências, embora os detalhes dessa operacionalização ainda estejam sendo definidos pelo governo.

Para aqueles que não possuem conta vinculada ao FGTS, o programa deverá oferecer alternativas de parcelamento, ainda em fase de estruturação.

Outro ponto destacado por Marinho é a exigência de descontos mínimos por parte das instituições financeiras. Segundo ele, os abatimentos deverão começar em 40% do valor da dívida e podem chegar a até 90%, conforme as características do débito. “O mínimo é de 40%, abaixo disso não estará autorizado”, afirmou.

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Economia

RN lidera produção de sal e impulsiona economia com R$ 1,5 bilhão ao ano

26/04/2026



 

Com papel estratégico na economia do Rio Grande do Norte, a fabricação de sal marinho se desenvolveu e se modernizou ao longo de séculos de história, em um processo de fortalecimento da atividade que colocou o estado na dianteira da produção nacional. De acordo com o Sindicato das Indústrias de Extração de Sal do RN (Siesal-RN), por ano são produzidas cerca de seis milhões de toneladas do produto, o que garante uma movimentação de R$ 1,5 bilhão na economia potiguar. A mecanização das salinas, concentradas em sete cidades da região da Costa Branca, está entre os principais fatores de expansão do setor no estado.

Segundo Airton Torres, presidente do Siesal RN, o Rio Grande do Norte conta com 35 salinas mecanizadas, que juntas somam uma área de 36 mil hectares, localizadas nos municípios de Areia Branca, Galinhos, Grossos, Guamaré, Macau, Mossoró e Porto do Mangue. Além disso, no distrito de Córrego, em Grossos, uma área com cerca de 70 salinas artesanais integra o ciclo de produção de sal marinho no RN. A exploração gera pelo menos 5 mil empregos diretos no estado e uma arrecadação de aproximadamente R$ 175 milhões em ICMS anualmente, incluindo também atividades como o frete para o transporte do produto.

“É importante lembrar que existe uma operação de logística muito grande, com um contingente de trabalhadores envolvidos que nós não temos quantificado”, explica Torres. O presidente do Siesal projeta, portanto, cerca de outros cinco mil postos de trabalho permanentes em áreas de distribuição, como portos e transporte rodoviário.

Uma das maiores empresas do setor, a Salinor, conta com 630 funcionários em duas das principais unidades: Macau, localizada na cidade homônima, e Francisco Menescal, em Mossoró. Juntamente com a unidade Guanabara, a capacidade de produção da Salinor totaliza 2,5 milhões de toneladas por ano, quase metade de tudo o que é produzido no estado.

“Para a produção em Macau nós contamos com as águas estuarinas do Rio Piranhas-Açu, enquanto que em Mossoró nosso recurso vem do sistema Apodi-Mossoró”, descreve Gilton Cavalcanti, superintendente da Salinor. Aos 81 anos, Cavalcanti está na empresa há 58. Com mais de meio século de experiência, o superintendente é uma espécie de conselheiro, uma vez que ele conhece como ninguém o processo de fabricação do sal e as boas condições para a exploração.

“A principal condição que nós temos aqui é o material para fabricação – o rio Mossoró está ligado ao mar, então, predomina a água salgada. Outra condição é que a região conta com um período de nove meses, em média, sem chuvas (por ano, o índice de chuvas fica em torno de 500 milímetros), ideal para o bombeamento da matéria-prima por causa da evaporação da água. A terceira condição que nos favorece é o solo, bastante argiloso, que não impermeabiliza”, explica Gilton Cavalcanti.

 

Processo de fabricação

 

O processo de fabricação do sal, de acordo com Cavalcanti, começa com a captação de água, responsável pelo abastecimento de todo o ciclo produtivo. Esta fase é considerada o coração da salina. Nela, a água do rio é captada para as salinas por meio de bombas. A etapa seguinte é a evaporação da água, que tem como fontes principais o sol e o vento. Em seguida, vem a cristalização, fase em que começa a precipitação dos cristais de sal. Neste ponto, a chamada salmoura é recebida dos evaporadores, com densidade entre 24,5º e 25,5º para abastecer os cristalizadores (tanques utilizados na última etapa de produção).

O passo seguinte é a colheita, subprocesso responsável por separar o sal grosso do sal comum. “A colheita é feita com os transportadores, que são caminhões capazes de carregar 50 toneladas por vez”, afirma Gilton Cavalcanti. Depois, vem a lavagem, para reduzir a concentração de impurezas como sulfato de cálcio e magnésio, dos cristais de sal. No estágio seguinte, o sal grosso a granel vai para a área de estocagem por meio de esteiras. Na estocagem, o item é empilhado ao ar livre por cerca de 90 dias, onde passa por um período de “cura” para reduzir umidade e sais indesejáveis.

A última fase é o embarque, subprocesso em que o produto é transportado, por via terrestre ou marítima, para distribuição ao cliente. Nesta fase, o produto pode ir a refinamento ou ser transportado em big bags (grandes sacos de mil quilos), no caso do sal grosso. “Em se tratando de embarque por via marítima, são enviadas [pela Salinor] 400 toneladas por hora, por meio de barcaças. Temos quatro embarcações que alimentam o porto com cerca de 4,5 mil toneladas por dia”, aponta Gilton Cavalcanti. O escoamento por mar no RN é feito através do Porto-Ilha, no município de Areia Branca.

No caso do beneficiamento do produto, uma refinaria instalada na unidade de Macau é quem realiza o processo pela Salinor. Nele, um caminhão transporta o sal empilhado para uma moega (estrutura utilizada para armazenar temporariamente e descarregar materiais a granel), onde começa o trabalho de refino, composto por etapas como moagem, secagem e peneira para granulometria.

Em uma sala específica acontece a separação da linha de alimentos (ou seja, do sal que vai para as gôndolas do supermercado). O local conta com rigoroso controle de isolamento em cumprimento à legislação de segurança alimentar. A separação é feita em máquinas empacotadeiras.

A unidade de Macau conta, ainda, com um laboratório que monitora a qualidade do produto. Uma das análises busca identificar se a quantidade de iodo presente no sal atende às normas estabelecidas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que é de 14 a 45 miligramas/quilo.

 

atividade secular

A atividade salineira do Rio Grande do Norte é conhecida desde o século 17, embora os registros de exploração regular remontem, especialmente, ao século 18, quando criadores de gado do estado desenvolveram o processo de industrialização da carne, na tentativa de se libertar da dependência dos senhores.

Com a disponibilidade abundante de salinas naturais no RN, os criadores daqui e do Ceará fundaram as chamadas “oficinas”, que produziam a carne de charque, um item curado com bastante sal.

Com a chegada da Família Real ao Brasil, o acesso ao sal potiguar foi ampliado para outras regiões do País, mas o desconforto apontado por autoridades da província barrou a expansão da indústria salineira do RN à época. Foi somente depois do advento da República, em 1889, que a extração de sal marinho no Rio Grande do Norte registrou um período prolongado de expansão. Ao longo dos séculos, a atividade passou por diversas transformações, sendo a mais notável a mecanização das salinas, após 1965.

Um dos símbolos principais das mudanças é o uso de unidades de medida como o quilo e a tonelada, no lugar do alqueire, este último utilizado até por volta dos anos 1950 nas transações comerciais do setor. O superintendente da Salinor, Gilton Cavcalcanti, e o proprietário da Vita Sal, em Grossos, Francisco Vital, conhecido como Caxico, acompanharam de perto essa mudança.

“Para chegar a um alqueire, eram necessários 180 litros de sal, distribuídos em 36 cuias [as cuias eram recipientes em formato de caixa usados na medição; cada cuia levava cinco litros de sal], ou o equivalente a 160 quilos”, comenta Caxico.

Airton Torres, presidente do Siesal, afirma que em 1862 houve uma determinação legal para que grãos em geral fossem medidos em quilogramas, mas a mudança não foi adotada pelo interior do País, que continuou utilizando a medida volumétrica de alqueire. “Portanto, temos o uso do alqueire no setor até meados do século passado”, apontou.

 

 

TRIBUNA DO NORTE

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Sem ganhador, Mega-Sena acumula e prêmio vai a R$ 115 milhões

26/04/2026


                                                     Foto: Divulgação/Caixa

 

O concurso 3.000 da Mega-Sena terminou sem ganhadores na faixa principal e fez o prêmio acumular para o próximo sorteio, estimado em R$ 115 milhões. O sorteio foi realizado na noite de sábado (25), em São Paulo.

As dezenas sorteadas foram: 22, 23, 36, 40, 52 e 60. Como nenhuma aposta acertou os seis números, o valor previsto de R$ 103.293.073,68 foi incorporado ao prêmio seguinte.

Na faixa da quina, 65 apostas acertaram cinco dezenas e cada uma receberá R$ 64.627,76. Já a quadra teve 5.255 ganhadores, com prêmio individual de R$ 1.317,67.

O próximo sorteio está marcado para terça-feira (28), às 21h. Com o prêmio acumulado, a expectativa é de aumento no volume de apostas em todo o país.

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ROLETA DE OFERTAS MARÉ MÓVEIS TOUROS

24/04/2026





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Preços da carne e da cerveja sobem acima da inflação em um ano

21/04/2026



 

Os preços da cerveja e da carne, itens essenciais do “kit churrasco”, aumentaram acima da inflação oficial do país entre março de 2025 e março de 2026, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Enquanto o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) subiu 4,14% nesse período, a cerveja ficou 6,06% mais cara e o preço da carne cresceu 5,68% no Brasil. A Associação dos Supermercados do Rio Grande do Norte (Assurn) aponta para um cenário semelhante no estado.

Segundo Gilvan Mikelyson, presidente da entidade, o RN segue o cenário nacional com alta dos preços. Nas cervejas, a alta seguiu o mesmo patamar. Já o preço da carne, diz Mikelyson, subiu até o dobro do IPCA. Diante desse cenário, os potiguares já adaptam seus hábitos de consumo - por meio da troca por itens mais acessíveis – e pesquisam mais na hora de comprar.

“No caso das carnes, há uma mudança no cenário de consumo, tanto pela substituição por cortes menos nobres, mas também pela migração para o consumo de frango e de porco. A carne suína e a carne de aves têm sido opções muito mais em conta do que a carne bovina”, explica Mikelyson.

Esse cenário é refletido nos estabelecimentos da capital potiguar. Vinícius Borges, gerente da Bomfrigo Atacarejo, afirma que os clientes preferem carnes com preço mais baixo, mas de boa qualidade.

“A carne de primeira caiu muito. Sempre procuram essa carne mais acessível, que seja uma qualidade boa, mas com preço menor. Hoje em dia, a carne de segunda está do preço antigo da carne de primeira”, diz.

Segundo o gerente, as variações no mercado apontam para o aumento do preço da arroba da carne bovina, e o custo é repassado ao consumidor.

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REVELAÇÃO: Governo Lula já soma R$ 7,3 bilhões em viagens e R$ 1,2 bilhão segue sob sigilo; veja o que não aparece

21/04/2026


                                                              Foto: Divulgação

 

O governo do presidente Lula (PT) acumulou R$ 7,3 bilhões em despesas com viagens desde 2023, incluindo deslocamentos nacionais e internacionais. Do total, cerca de R$ 1,2 bilhão está sob sigilo, sem detalhamento público, o que levanta questionamentos sobre transparência no uso de recursos federais.

De acordo com dados oficiais, os maiores volumes de gastos estão concentrados nos ministérios da Justiça, Defesa e Educação, que lideram as despesas com deslocamentos de servidores e autoridades, conforme informações do Portal Paulo Mathias.

As viagens internacionais representam quase R$ 1 bilhão dentro desse total, ampliando o montante destinado a agendas fora do país desde o início do atual governo.

Um dos pontos que mais chama atenção, segundo informações disponíveis, é o volume de despesas classificadas como sigilosas. Aproximadamente R$ 1,2 bilhão não possui detalhamento público, o que intensifica o debate sobre transparência.

Especialistas apontam que a ausência de informações completas dificulta o controle social e o acompanhamento dos gastos públicos, tema que costuma gerar forte repercussão política.

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Gasolina e diesel registram primeira queda de preços na Refinaria Clara Camarão desde fevereiro

16/04/2026


 

A refinaria Refinaria Clara Camarão, em Guamaré, reduziu o preço da gasolina nesta quarta-feira (16), após 56 dias sem queda no valor do combustível. A unidade, operada pela Brava Energia, também anunciou redução no preço do diesel, que não registrava baixa há cerca de 70 dias.

De acordo com o novo balanceamento semanal, a gasolina A passou de R$ 3,85 para R$ 3,77, uma redução de R$ 0,08 por litro. Desde fevereiro, o combustível acumulou alta de R$ 1,26, com sucessivos reajustes ao longo de março e início de abril, antes da primeira queda registrada nesta semana.

O diesel A S500 também apresentou redução nas duas modalidades comercializadas pela refinaria. Na modalidade EXA, o valor caiu de R$ 5,77 para R$ 5,31, uma diminuição de R$ 0,46 por litro. Já na modalidade LCT, o preço passou de R$ 5,78 para R$ 5,33, com queda de R$ 0,45.

Mesmo com o recuo, o diesel ainda acumula aumento de R$ 2,03 desde fevereiro, após uma sequência de reajustes registrados principalmente no mês de março. Na semana anterior, o combustível havia atingido o maior patamar do período.

Os valores divulgados referem-se à venda na unidade e podem sofrer variações até chegar ao consumidor final, a depender de fatores como distribuição, impostos e margem dos postos.

 

Confira o detalhamento, semana a semana:

 

Gasolina A:

 

19 de fevereiro - R$ 2,51

26 de fevereiro - R$ 2,59 - Alta de R$ 0,08

5 de março – R$ 2,89 - Alta de R$ 0,30

12 de março – R$ 3,19 – Alta de R$ 0,30

19 de março- R$ 3,82 – Alta de R$ 0,63

26 de março- R$ 3,82 – Valor se manteve

02 de abril - R$ 3,85 - Alta de R$ 0,03

09 de abril - R$ 3,85 - Valor se manteve

16 de abril - R$ 3,77 - Redução de R$ 0,08

 

Total acumulado: R$ 1,26

 

Diesel A S500 – modalidade EXA:

 

05 de fevereiro - R$ 3,28

12 de fevereiro - R$ 3,28 - Valor se manteve

19 de fevereiro - R$ 3,28 - Valor se manteve

26 de fevereiro - R$ 3,32 - Alta de R$ 0,04

5 de março – R$ 4,07 - Alta de R$ 0,75

12 de março – R$ 5,07 – Alta de R$ 1,00

19 de março – R$ 5,52 – Alta de R$ 0,45

26 de março - R$5,62 - Alta de R$ 0,10

02 de abril - R$5,62 - Valor se manteve

09 de abril - R$ 5,77 - Alta de R$ 0,15

16 de abril - R$ 5,31 - Redução de R$ 0,46

 

Total acumulado: R$ 2,03

 

Diesel A S500 – modalidade LCT:

 

05 de fevereiro - R$ 3,30

12 de fevereiro - R$ 3,30 - Valor se manteve

19 de fevereiro - R$ 3,30 - Valor se manteve

26 de fevereiro - R$ 3,33 - Alta de R$ 0,03

5 de março – R$ 4,08 - Alta de R$ 0,75

12 de março – R$ 5,08 – Alta de R$ 1,00

19 de março – R$ 5,53 – Alta de R$ 0,45

26 de março - R$5,63 - Alta de R$0,10

02 de abril - R$5,63 - Valor se manteve

09 de abril - R$ 5,78 - Alta de R$0,15

16 de abril - R$ 5,33 - Redução de R$ 0,45

 

Total acumulado: R$ 2,03

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16/04/2026





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Mais de 30% municípios do RN dependem apenas de transferências para sobreviver

14/04/2026


                                                        Foto: Agência Brasil

 

Pelo menos 55 municípios do Rio Grande do Norte têm dependência extrema de repasses estaduais e federais, com mais de 90% das receitas oriundas de transferências externas. Em alguns casos, esses recursos chegam a representar até 97% da arrecadação total das prefeituras. A reportagem é do portal Novo Notícias

Os dados são das Declarações de Contas Anuais (DCA) enviadas pelos municípios à Secretaria do Tesouro Nacional (STN), com base em informações consolidadas de 2024. O balanço de 2025 ainda não foi finalizado.

O levantamento aponta que mais de 120 cidades potiguares apresentam dependência superior a 80% de transferências externas. Em média, cerca de 85% das receitas municipais têm origem em transferências da União e do Estado.

Apenas três municípios — Natal, Mossoró e São Gonçalo do Amarante — apresentam maior capacidade de arrecadação própria, com até 60% das receitas provenientes de tributos locais.

De acordo com o estudo, o município mais dependente é São Pedro, no Alto Oeste potiguar, com 97,4% dos recursos frutos de transferências. Para cada 1 real arrecadado em impostos, a cidade recebeu outros 37 reais em recursos federais ou estaduais.

No âmbito nacional, 2.190 municípios apresentam o mesmo cenário, o equivalente a cerca de 40% das cidades brasileiras. As principais transferências constitucionais são os denominados Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e Fundo de Participação dos Estados (FPE), constituídos de parcelas arrecadadas do Imposto de Renda (IR) e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Além disso, há divisão do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), que é feita pelos governos estaduais.

O presidente da Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte, José Augusto de Freitas Rêgo, afirmou que a situação está relacionada à distribuição dos recursos tributários no país. “A divisão desse ‘bolo’ historicamente favorece a União Federal e desprestigia os Municípios. A primeira mudança, portanto, é a revisão dessa injusta repartição”, reclamou.

Dados de estudo da Fundação Getulio Vargas indicam que a arrecadação de impostos representa apenas 5,17% das receitas no Nordeste. Em outras regiões, como Sudeste, Sul e Norte, esse percentual chega a cerca de 9,30%. Além disso, a cobrança de taxas municipais responde por apenas 0,34% das receitas na região.

A pesquisa sugere alternativas para melhorar a arrecadação. Entre elas, o envio de lembretes aos contribuintes para evitar atrasos no pagamento de tributos e a realização de auditorias aleatórias. As medidas têm impacto limitado, mas são consideradas de baixo custo e aplicáveis à gestão municipal.

Ainda de acordo com o presidente da Femurn, a perda de recursos do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) também tem pressionado prefeituras a buscar melhorias na cobrança de tributos locais. José Augusto de Freitas Rêgo defende a revisão do modelo de repartição e a adoção de medidas como combate à sonegação, modernização administrativa e preparação para a transição da reforma tributária entre 2026 e 2033.

“Este novo momento exigirá forte modernização e digitalização das administrações tributárias locais. A Femurn está tentando atuar em todas essas frentes, inclusive apoiando os Municípios diante de nossos novos desafios”, detalhou.

 

Fonte: Novo Notícias

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Mega-Sena 2995: loteria acumula e pode pagar R$ 45 milhões na terça (14)

12/04/2026


O prêmio máximo acumula e a Sena pode pagar R$ 45 milhões na terça-feira (14) - Foto: Reprodução

 

O concurso 2995 da Mega-Sena paga R$ 40 milhões na noite deste sábado (11).

Os números sorteados foram:

 

08 – 29 – 42 – 49 – 50 – 58

 

Sem acertadores das seis dezenas, o prêmio máximo acumula e a Sena pode pagar R$ 45 milhões na terça-feira (14).

Mas nem todo mundo saiu de mãos abanando. Quase 3 mil apostas garantiram premiações parciais, sendo:

5 acertos (quina): 54 apostas ganhadoras, com prêmios de R$ 42.308,07 cada;

4 acertos (quadra): 2.889 apostas ganhadoras, R$ 1.303,52.

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Economia

Preço do diesel no Brasil cai pela primeira vez desde o início do conflito no Oriente Médio

11/04/2026


 

O preço médio do diesel na bomba recuou 0,2% e ficou em R$ 7,43, segundo dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Essa é a primeira redução desde o começo do conflito entre Estados Unidos e Israel contra o Irã.

A matéria é do g1. Ainda de acordo com o levantamento, a gasolina teve redução de apenas R$ 0,01 no preço médio, ficando em R$ 6,77. O etanol também registrou queda, para R$ 4,69.

Desde que os bombardeios começaram, na madrugada de 28 de fevereiro, as incertezas sobre a duração e a intensidade do conflito fizeram o preço do barril do petróleo subir de forma acentuada.

Desde então, os preços do Brent, referência internacional, chegaram a disparar mais de 60%, alcançando o patamar de US$ 118,32 por barril. Na última sexta-feira (11), os preços do petróleo tipo Brent fecharam cotados a US$ 94,33, queda de 1,66% em relação ao dia anterior.

As oscilações do petróleo no mercado internacional também se refletiram no Brasil. Na primeira semana de março, o preço do diesel ao consumidor subiu R$ 0,05, para R$ 6,08, segundo a ANP. No dia 14 do mesmo mês, o valor já havia alcançado R$ 6,80.

O avanço dos preços acendeu o alerta no governo federal, que vem, desde então, anunciando medidas para tentar frear o aumento do diesel — entre elas a proposta de subsídios e a isenção de impostos federais.

 

Fiscalização ajuda, diz entidade

 

Segundo Rodrigo Zingales, diretor da Associação Brasileira de Revendedores de Combustíveis Independentes e Livres (Abrilivre), ainda é cedo para sentir os efeitos das medidas do governo nas bombas.

“Acredito que o aumento da fiscalização sobre os preços praticados pelas distribuidoras seja a razão dessa estabilidade”, diz Zingales.

Nas últimas semanas, a ANP e a Polícia Federal têm realizado operações para fiscalizar distribuidoras e postos. O objetivo é coibir a prática de preços abusivos, inclusive na venda do gás de cozinha.

A ANP também criou um novo canal para denúncias de irregularidades.

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Setor de bares e restaurantes no RN amarga início de ano difícil: 33% operam no prejuízo

10/04/2026


 

O setor de alimentação fora do lar no Rio Grande do Norte enfrenta forte pressão financeira em 2026. Segundo pesquisa da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes no RN (Abrasel no RN), 33% dos estabelecimentos registraram prejuízo em fevereiro, um sinal preocupante para o segmento.

O desempenho fraco acompanha um início de ano já desafiador. Em janeiro, levantamento anterior da entidade mostrava que um em cada quatro bares e restaurantes (25%) já havia operado no prejuízo, enquanto 45% dos empresários relataram queda na receita em comparação com dezembro de 2025.

Para o presidente da Abrasel no RN, Thiago Machado, os números evidenciam um contexto difícil, embora haja espaço para cauteloso otimismo. “Não é um bom início de ano para o setor. Os primeiros meses historicamente apresentam movimento mais fraco, o que se soma às pressões de custo e à mudança no comportamento do consumidor. Ainda assim, há expectativa de alguma recuperação ao longo do ano”, afirma ele.

Um dos fatores que têm comprimido as contas dos empresários é a inflação sobre insumos e custos operacionais. Grande parte dos estabelecimentos enfrenta dificuldades para repassar integralmente esses aumentos ao consumidor, seja pelo receio de perder clientela em um mercado competitivo, seja pelas limitações no poder de compra do público.

Segundo a pesquisa, 48% dos negócios conseguiram reajustar preços apenas em linha com a inflação ou abaixo dela nos últimos 12 meses, enquanto 47% não realizaram qualquer reajuste. Esse cenário reduz as margens de lucro e contribui para a persistência dos prejuízos.

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Economia

Cesta básica avança 5,99% em Natal e comprime renda das famílias no RN

09/04/2026


 

O custo da cesta básica em Natal registrou alta de 5,99% entre fevereiro e março de 2026, colocando a capital potiguar na sétima posição entre as maiores variações do país no período, segundo levantamento do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

O avanço reflete uma pressão inflacionária concentrada nos itens alimentícios, com impacto direto sobre a renda disponível das famílias e potencial efeito contracionista sobre o consumo no curto prazo. No ranking nacional, Natal ficou atrás de capitais como Manaus (7,42%), Salvador (7,15%) e Recife (6,97%), mas apresentou variação superior a cidades como Fortaleza (5,04%) e João Pessoa (5,53%).

A elevação da cesta básica ocorre em um contexto de choques de oferta em diversos itens essenciais, o que amplia a difusão da inflação alimentar. Produtos como feijão, tomate, carne bovina e leite registraram aumentos generalizados em praticamente todas as capitais.

O feijão apresentou alta em todo o País, com pressões associadas à redução de área plantada, dificuldades na colheita e perspectiva de menor produção na segunda safra. O tomate, por sua vez, teve aumentos expressivos, sustentados por perdas de safra e menor oferta, decorrentes de condições climáticas adversas.

A carne bovina também contribuiu para o avanço dos preços, impulsionada pela demanda interna aquecida, crescimento das exportações e restrições na reposição do rebanho. Já o leite integral foi pressionado pela entressafra e pela recomposição da demanda.

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Reajuste no gás de cozinha pressiona inflação e deve reduzir consumo das famílias

09/04/2026


 

O novo reajuste no preço do gás liquefeito de petróleo (GLP) já começou a ser repassado às distribuidoras e deve chegar ao consumidor final nos próximos dias, com impacto estimado entre R$ 8 e R$ 9 por botijão. O aumento médio na cadeia foi de R$ 7,11, refletindo pressões tanto no custo do produto quanto na logística de distribuição.

A expectativa do setor é que o efeito seja percebido de forma mais ampla a partir desta quinta-feira 9, à medida que os estoques antigos forem sendo substituídos por novas cargas com preços reajustados. No mercado, a projeção é de que o botijão passe a ser comercializado na faixa entre R$ 120 e R$ 125, a depender da região e da estrutura de distribuição.

O movimento de alta ocorre em um contexto de elevação dos custos energéticos e logísticos, com destaque para o encarecimento do diesel, insumo essencial para o transporte do produto. Como toda a cadeia de distribuição depende de frete rodoviário, o aumento do combustível amplia o custo marginal e pressiona o repasse ao consumidor final.

Além disso, fatores externos, como tensões geopolíticas que impactam o mercado internacional de energia, contribuem para a volatilidade dos preços e reforçam o viés de alta no curto prazo.

A elevação do preço do GLP tende a afetar diretamente o consumo das famílias, sobretudo nas faixas de renda mais baixa, onde o item representa parcela relevante do orçamento doméstico. A expectativa no setor é de retração da demanda, em linha com a redução do poder de compra em um ambiente de custos elevados.

Há indícios de desaceleração nas vendas em algumas regiões, com aumento de estoques e menor giro nos pontos de distribuição, refletindo a elasticidade da demanda diante do avanço dos preços.

Do lado da oferta, a capacidade de repasse integral do aumento é limitada pela sensibilidade do consumidor ao preço, o que tem comprimido margens das revendas. Parte dos distribuidores absorve parcialmente os custos para evitar perda de clientes, o que reduz a rentabilidade do setor.

Esse cenário também levanta dúvidas sobre a sustentabilidade de programas de subsídio ao gás, como iniciativas voltadas a consumidores de baixa renda. Com o aumento dos custos, agentes do mercado avaliam a possibilidade de revisão ou descontinuidade dessas políticas, caso não haja recomposição dos valores pagos.

Em mercados com menor escala de distribuição e maior dependência logística, o impacto tende a ser mais pronunciado, elevando a dispersão de preços entre regiões.

O novo reajuste reforça a sensibilidade do gás de cozinha a choques de custos e à dinâmica internacional de energia, com efeitos diretos sobre inflação, consumo e bem-estar das famílias.

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Economia

FPM: 2° decêndio sobe 13% e municípios recebem mais de R$ 6 bi, nesta sexta-feira (10)

08/04/2026


                                                           Imagem: Brasil 61

 

Os municípios brasileiros receberão, nesta sexta-feira (10), a primeira parcela de abril do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). O valor total a ser distribuído é de R$ 6,4 bilhões, montante que representa um aumento de 13% em comparação ao mesmo período do ano passado, quando foram repassados cerca de R$ 5,6 bilhões.

Entre os estados, São Paulo concentra a maior fatia dos recursos neste decêndio, com aproximadamente R$ 788 milhões destinados aos seus municípios. Cidades como Americana, Botucatu e Carapicuíba estão entre as beneficiadas. 

Em contrapartida, Roraima apresenta o menor volume de repasses, somando R$ 4,7 milhões. No estado, os maiores valores são destinados a municípios como Cantá, Alto Alegre e Caracaraí, cada um com cerca de R$ 386 mil.

O crescimento observado nos repasses reflete uma recuperação em relação às quedas registradas anteriormente, o que gera expectativa positiva entre especialistas da área fiscal. No entanto, ainda há atenção quanto aos possíveis impactos de mudanças na arrecadação federal, especialmente no que diz respeito ao Imposto de Renda.

“Nós temos um resultado bom em relação ao ano passado, uma quebra daquela questão de decréscimos de valores. Vamos esperar que isso seja um bom resultado do Imposto de Renda e que o novo formato de isenção e as novas alíquotas aplicadas ao Imposto de Renda não impactem negativamente nos valores do FPM. Esperamos que esses valores continuem em uma tendência de alta”, destaca Cesar Lima, especialista em orçamento público.

 

Fonte: Brasil 61

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Economia

Brasil tem recorde de famílias endividadas e mais contas em atraso, revela pesquisa da CNC

07/04/2026


                                          Foto: Marcello Casal JrAgência Brasil

Brasil 61

 

O percentual de famílias brasileiras com algum tipo de dívida — como cartão de crédito, cheque especial, carnês de loja, crédito consignado e financiamentos — chegou a 80,2% em fevereiro, o maior nível da série histórica. O resultado representa um aumento de 3,8 pontos percentuais em relação ao mesmo período do ano anterior.

Na mesma direção, caiu para 19,7% o total de consumidores que afirmaram não possuir dívidas desse tipo, também o menor patamar já registrado pela pesquisa. Os dados constam em pesquisa divulgada recentemente pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo.

A percepção de endividamento, no entanto, é subjetiva e reflete a avaliação individual dos entrevistados sobre o peso de suas dívidas. Portanto, o indicador não caracteriza necessariamente um quadro de superendividamento, mas sim a forma como os consumidores enxergam sua situação financeira, influenciada por fatores culturais.

Outro dado que acende alerta é o avanço da inadimplência, que, após três meses consecutivos de queda, voltou a subir em fevereiro, atingindo 29,6% das famílias — o maior índice desde novembro do ano passado (30,0%). Já o percentual de famílias que declararam não ter condições de quitar dívidas em atraso recuou levemente para 12,6%, embora permaneça acima do observado em 2025.

O tempo médio de atraso das dívidas também aumentou, chegando a 65,1 meses, próximo do recorde recente registrado em dezembro de 2024 (65,2 meses). Esse movimento está associado ao crescimento da parcela de inadimplentes com débitos em atraso há mais de 90 dias, que alcançou 49,5%, indicando maior persistência das dificuldades financeiras.

 

Comprometimento da renda

Em relação ao comprometimento da renda, 19,5% dos consumidores afirmaram destinar mais da metade dos ganhos ao pagamento de dívidas, percentual estável após dois meses de alta. A maior parte das famílias (56,1%) compromete entre 11% e 50% da renda. No total, o comprometimento médio ficou em 29,7% em fevereiro, ligeiramente abaixo do registrado no mesmo mês do ano anterior (29,9%).

Por outro lado, cresceu pelo sexto mês consecutivo o percentual de famílias com dívidas de longo prazo (superiores a um ano), atingindo 32,9%. Embora inferior ao patamar de 35,2% observado no ano passado, o resultado é o maior desde abril de 2025 e indica um alongamento dos prazos, o que pode aliviar a pressão imediata sobre o orçamento das famílias.

 

Fonte: Brasil 61

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DROGARIA POUPE JÁ

Economia

Banco Central prepara novidades para o Pix em meio à polêmica entre Brasil e EUA

06/04/2026


 

O Banco Central prepara novidades para o Pix. O meio de pagamento, que já faz parte do dia a dia dos brasileiros, está no centro de uma polêmica internacional entre os governos do Brasil e dos Estados Unidos.

O gesto já é automático: para pagar o cafezinho ou fechar um negócio, o brasileiro faz um Pix. Em cinco anos, a ferramenta revolucionou a economia e, no ano passado, atingiu a marca de R$ 35 trilhões movimentados.

O sucesso gerou críticas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que afirmou que o sistema prejudica empresas de cartões. Em resposta, o presidente Lula disse que o Brasil não vai recuar.

 

Novidades

 

Mesmo com a disputa, o Banco Central trabalha em melhorias. Ainda este ano, o “Pix cobrança”, que une QR Code ao boleto, se tornará obrigatório. Outra novidade é a “duplicata”, que permitirá a empresários antecipar recebíveis com custos menores.

Até o fim do ano, o sistema deve ganhar o “split”, que divide automaticamente impostos no momento da compra. Também estão em estudo o Pix internacional, pagamentos por aproximação, uso sem internet, Pix em garantia e o parcelamento, com expectativa de ampliar a concorrência e reduzir juros.

 

R7

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Economia

Abril terá bandeira verde com conta de luz sem cobrança extra

30/03/2026


 

Abril começa sem cobrança adicional na conta de energia elétrica para os consumidores brasileiros. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) confirmou que a bandeira tarifária do mês será a verde, mesma classificação mantida desde janeiro deste ano.

Com a bandeira verde, não há acréscimo no valor da tarifa, já que as condições de geração de energia seguem favoráveis. De acordo com a Aneel, o volume de chuvas registrado em março contribuiu para manter os reservatórios das hidrelétricas em níveis satisfatórios.

Esse cenário reduz a necessidade de acionamento das usinas termelétricas, que possuem custo de geração mais elevado e costumam pressionar a conta de luz quando entram em operação.

Apesar do quadro positivo, a orientação é que os consumidores mantenham o uso consciente de energia, já que o valor final da fatura continua diretamente ligado ao consumo de cada residência.

 

 

TRIBUNA DO NORTE

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Economia

Remédios podem ficar até 3,81% mais caros a partir de abril

30/03/2026


                                      FOTO: Matheus Oliveira/ Agência Saúde DF

 

Os preços dos medicamentos no Brasil poderão ter reajuste entre 1,13% e 3,81% a partir desta terça-feira (1º de abril), conforme definição da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos. O aumento médio estimado é de 1,95%, abaixo da inflação acumulada de 3,81% medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo nos últimos 12 meses.

O reajuste anual ainda depende de autorização do governo federal para entrar em vigor e, mesmo após a liberação, não será aplicado de forma automática ou imediata nas farmácias.

De acordo com estimativas do setor farmacêutico, os medicamentos com maior concorrência poderão ter aumento máximo de até 3,81%. Já os produtos com nível intermediário de concorrência devem registrar reajuste de até 2,47%, enquanto aqueles com menor concorrência poderão ter alta limitada a 1,13%.

A definição dos percentuais segue critérios estabelecidos pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos, órgão vinculado à Agência Nacional de Vigilância Sanitária, que regula o mercado e considera fatores como inflação, produtividade da indústria e grau de concorrência.

Segundo a legislação vigente, alguns tipos de medicamentos não são obrigados a seguir o reajuste anual, como fitoterápicos, homeopáticos e aqueles isentos de prescrição com alta concorrência.

Apesar da autorização para aumento, especialistas do setor destacam que os preços podem variar conforme a dinâmica do mercado. A concorrência entre fabricantes, a reposição de estoques e as estratégias comerciais das farmácias influenciam diretamente o valor final ao consumidor.

A estimativa é que o reajuste impacte cerca de 13 mil medicamentos em todo o país. Ainda assim, o consumidor pode encontrar diferenças significativas de preços entre estabelecimentos, sendo recomendada a pesquisa antes da compra.

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Open Master - Agência de Desenvolvimento Web

Economia

Feirão Limpa Nome com descontos de até 99% para renegociar dívidas vai até 1º de abril

30/03/2026


 

O Serasa realiza, até 1º de abril, mais uma edição do Feirão Limpa Nome, com descontos de até 99% para renegociação de dívidas. O mutirão reúne mais de 2.200 empresas de diversos setores.

As negociações podem ser feitas de forma online — pelo site, aplicativo ou WhatsApp oficial —, por telefone ou presencialmente em mais de 7 mil agências dos Correios em todo o país. Segundo a empresa, as condições são as mesmas em todos os canais.

O Brasil encerrou 2025 com 81,2 milhões de inadimplentes, o equivalente a 49,7% da população adulta, de acordo com a Serasa.

Durante o feirão, consumidores podem obter descontos de até 99%, além de opções de parcelamento a partir de R$ 9,90. Em alguns casos, o pagamento via PIX permite a regularização imediata do nome.

As negociações envolvem dívidas com bancos, varejistas, operadoras de telefonia, concessionárias de serviços e instituições de ensino.

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