Política
PP e União Brasil devem oficializar federação com a maior bancada na Câmara e no Senado nesta terça
19/08/2025

O União Brasil e o PP farão, nesta terça-feira, 18, a primeira convenção da federação entre eles, chamada de União Progressista. O novo grupo é definido por lideranças como “conservador, mas não reacionário”, de “oposição” e “prego no caixão do velório” do PT e do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A cerimônia ocorrerá em Brasília, após reunião interna dos dois partidos.
A federação terá a maior bancada na Câmara dos Deputados, com 109 cadeiras e no Senado Federal, com 15 parlamentares – a senadora Margareth Buzetti (MT) deixará o PSD para ir ao PP na quinta-feira, 21.
Além disso, a federação terá o maior número de governadores, no total são seis, e de prefeitos eleitos em 2024: foram 1.383.
Esse texto foi copiado do Blog do Gustavo Negreiros. Para ter acesso completo a matéria acesse gustavonegreiros.com.br
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Milklei Leite deixa presidência do PV no RN em meio a atrito com deputados estaduais
19/08/2025

Foto: José Aldenir/Agora RN
O ex-vereador de Natal Milklei Leite deixou a presidência do Partido Verde no Rio Grande do Norte (PV-RN). Ele estava no cargo havia quatro anos e tinha acabado de ser reeleito para seguir à frente da legenda. Em nota publicada nas redes sociais, ele afirmou que deixou o comando do partido após ser aceitar uma proposta de acordo oferecida pela direção nacional.
O PV vinha enfrentando uma crise interna nos últimos meses. A bancada do partido na Assembleia Legislativa, formada pelos deputados Eudiane Macedo, Hermano Morais e Vivaldo Costa, questionava a legitimidade da reeleição de Milklei Leite como dirigente. Uma denúncia foi protocolada por Hermano Morais na direção nacional sobre supostas irregularidades no processo eleitoral.
Com o imbróglio, a direção nacional decidiu desfazer a comissão provisória e definir uma nova composição no RN. O acordo consistiu na nomeação do ambientalista Rivaldo Fernandes como novo presidente, tendo Milklei, Eudiane, Hermano e Vivaldo como vice-presidentes estaduais. Apesar de ter havido eleição, por se tratar de comissão provisória, a direção nacional pode desmanchar a direção local. Rivaldo é atualmente superintendente do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) no RN. Ele era presidente do PV antes de Milklei.
De acordo com Milklei, a nova composição da direção do PV vai permanecer até março de 2026 – podendo ser prorrogada ou não.
O PV tem uma federação com o PT e o PCdoB. Em 2022, o grupo elegeu seis deputados, dos quais três foram do PV: Hermano Morais, Eudiane Macedo e George Soares. Com a renúncia de George para assumir uma vaga de conselheiro no Tribunal de Contas do Estado (TCE), a vaga ficou com Vivaldo Costa, também do PV.
Em uma publicação nas redes sociais, o agora vice-presidente do PV disse que vai passar a se dedicar à sua pré-candidatura a deputado estadual nas eleições de 2026. Ele também fez um balanço de sua gestão à frente do PV, destacando o desempenho obtido pela legenda nas eleições de 2022 e 2024 – quando ele foi candidato a vice-prefeito de Natal na chapa de Natália Bonavides (PT). A chapa foi derrotada no 2º turno para Paulinho Freire (União).
“Em 2024, demonstramos nossa força e visão estratégica ao abrir mão de uma candidatura própria para vereador em Natal, colocando-nos à disposição para ocupar a vice-prefeitura, o que gerou grande visibilidade para o partido. No cenário político estadual, elegemos 36 vereadores, um feito que nos posicionou como o quarto estado do Brasil com o maior número de vereadores eleitos pelo PV. Dentre esses, destaco a eleição de 10 mulheres, um número que nos orgulha imensamente e nos coloca como o estado com o maior número de mulheres eleitas pelo partido em todo o País”, escreveu Milklei Leite.
O novo presidente do PV, Rivaldo Fernandes, enalteceu o “gesto” de Milklei de ter deixado o comando do partido em nome da pacificação interna. De acordo com ele, o PV seguirá “sem traumas”. O AGORA RN não conseguiu contato com Eudiane Macedo e Hermano Morais.
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Câmara volta a debater fim da escala 6×1 nesta terça-feira
19/08/2025

Foto: Agência Brasil
Deputados devem instalar nesta terça-feira (19) uma subcomissão especial para discutir o fim da escala de trabalho 6×1 — seis dias trabalhados para uma folga. Segundo a previsão da pauta, o colegiado apresentará o plano de trabalho ainda nesta primeira reunião.
A subcomissão é vinculada à Comissão de Trabalho da Câmara e será presidida pela deputada Erika Hilton (PSOL-SP) e relatada por Luiz Gastão (PSD-CE). Os congressistas poderão convocar audiências públicas e reuniões com especialistas e sociedade civil.Hilton é uma das parlamentares que patrocinam a pauta, que tem o apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
No início deste ano, após conseguir o apoio de 226 colegas, a deputada protocolou uma PEC (proposta de emenda à Constituição) com propostas de mudança na escala. Eram necessárias 171 assinaturas.
A subcomissão também estudará outros projetos relativos à escala de trabalho, como a PEC do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) e do senador Paulo Paim (PT-RS).
Fonte: CNN Brasil
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Valdemar da Costa Neto projeta crescimento do PL em 2026 e diz que Bolsonaro receberá a liberdade
18/08/2025

O presidente nacional do Partido Liberal (PL), Valdemar da Costa Neto, esteve em Natal neste sábado (16) para participar do seminário da Região Metropolitana do projeto Rota 22, realizado na zona Sul da capital potiguar. Durante seu discurso, Valdemar projetou um crescimento expressivo da legenda nas eleições de 2026 e defendeu o ex-presidente Jair Bolsonaro, que atualmente cumpre prisão domiciliar.
Valdemar afirmou que o PL deve alcançar resultados históricos nas próximas eleições gerais. Segundo ele, a expectativa é conquistar maioria na Câmara dos Deputados, no Senado Federal e, também, a Presidência da República.
“Nós vamos fazer maioria na Câmara, vamos fazer maioria no Senado Federal, Rogério, e vamos fazer o Presidente da República. Não tenho dúvida disso, temos tudo para isso”, declarou, em referência ao senador potiguar Rogério Marinho (PL-RN), líder da legenda no Estado.
O dirigente destacou ainda a possibilidade de crescimento da bancada parlamentar durante a próxima janela partidária, prevista para março de 2026. Ele disse acreditar que deputados e senadores devem migrar para o PL, ampliando a força política da sigla.
Em sua fala, Valdemar também comentou a situação judicial de Jair Bolsonaro. Segundo ele, o ex-presidente, mesmo em prisão domiciliar, conta com respaldo internacional e permanece como referência para a legenda. “Essa história vai mudar. Porque hoje, nós temos o Presidente dos Estados Unidos que se manifesta todo dia a favor do Jair Bolsonaro. Não estamos só com o Senado Federal, difícil a situação, eles têm maioria, mas nós vamos fazer maioria na próxima eleição”, afirmou.
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Michelle Bolsonaro critica Lula e o PT, relembra acusações contra a família e dispara: “Cachaceiro irresponsável”;
17/08/2025

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro esteve em Natal neste sábado (16), onde participou do Seminário Rota 22, evento promovido por lideranças políticas e partidárias do PL. Em discurso marcado por fortes críticas ao Partido dos Trabalhadores (PT) e à atual gestão federal, Michelle falou sobre política, corrupção e relembrou episódios que envolveram sua família durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro.
“Cachaceiro irresponsável, é isso que ele é. Mas não tem problema, porque a lei da semeadura é pra todos. A lei da semeadura é pra todos. E o povo está acordando e o povo vai acordar”, disse Michelle, em referência ao presidente Lula.
A ex-primeira-dama também ironizou antigos eleitores do PT:
“Meus amados, não tem problema você ter votado uma vez no PT, mas votar duas, três já é burrice. Você precisa se libertar dessa burrice política. Ladrão de velhinhos, viram o que está falando aqui.”
Michelle aproveitou para criticar acusações recentes de corrupção no INSS:
“São tão descarados que falaram que a corrupção do INSS começou no governo Bolsonaro. O que o governo Bolsonaro fez foi editar decreto para combater fraudes. Mas quando foi com eles, fizeram a festa toda. Tem até parente dele envolvido. Se fosse com a gente, já estaríamos atrás das grades.”
Durante o discurso, ela também relembrou as acusações que ligaram a família Bolsonaro à morte da vereadora Marielle Franco, assassinada em 2018.
“Nós fomos acusados por anos de termos matado Marielle, difamando e acabando com a gente. Meu respeito aos pais dela, porque nenhum pai merece perder um filho daquela forma. Mas era só Marielle, Marielle, Marielle, até que descobriram os verdadeiros mandantes. Quando isso aconteceu, o assunto acabou”, afirmou.
Encerrando, Michelle classificou a esquerda como “maldita” e acusou o grupo político de manipular a opinião pública:
“Você está vendo como funciona o modo operante dessa esquerda maldita? De entrar na mente das pessoas?”, concluiu.
O evento contou ainda com a presença de lideranças locais e nacionais do PL, entre elas o presidente da sigla, Valdemar Costa Neto.
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STF marca início do julgamento de Bolsonaro e mais sete para 2 de setembro
16/08/2025

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Cristiano Zanin, presidente da Primeira Turma, convocou sessões extraordinárias para o julgamento do ex-presidente da República Jair Bolsonaro (PL) e demais integrantes do “núcleo 1” da ação penal sobre a tentativa de golpe em 2022. O julgamento foi marcado para os dias 2, 3, 9, 10 e 12 de setembro.
O julgamento foi liberado na quinta-feira, 14, para pauta pelo relator, Alexandre de Moraes, após o término do prazo para as defesas apresentarem suas alegações finais, na última quarta-feira, 13.
No dia 2, o julgamento será realizado em duas sessões, das 9 horas às 12 horas e depois das 14 horas às 19 horas. No dia 3, será realizada apenas uma sessão das 9 horas às 12 horas.
Na semana seguinte, em 9 de setembro, serão realizadas duas sessões ao longo do dia. No dia 10, haverá apenas uma sessão pela manhã.
No dia 12, data prevista para a conclusão do julgamento, serão realizadas duas sessões: das 9 horas às 12 horas e das 14 horas às 19 horas.
Estadão Conteúdo
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Motta envia pedido para cassar Eduardo Bolsonaro ao Conselho de Ética
16/08/2025

Foto: Lula Marques/ Agência Brasil
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), enviou ao Conselho de Ética, nesta sexta-feira (15), 20 pedidos para abertura de processos por quebra de decoro parlamentar contra 11 deputados, incluindo quatro representações que solicitam a cassação do mandato do deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP).
No mesmo despacho, Motta enviou representações contra outros 10 deputados por quebra de decoro parlamentar: André Janones (Avante-MG); Gustavo Gayer (PL-GO); Lindbergh Farias (PT-RJ); Gilvan da Federal (PL-ES); delegado Éder Mauro (PL-PA); Guilherme Boulos (PSOL-SP); José Medeiros (PL-MT); Sargento Fahur (PSD-PR); Kim Kataguiri (União-SP) e Célia Xakriabá (PSOL-MG).
Filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, Eduardo é investigado por obstrução à Justiça e coação no curso de processo judicial no âmbito do Supremo Tribunal Federal (STF). O parlamentar se licenciou do cargo e foi para os Estados Unidos, de onde passou a defender sanções contra a economia brasileira e autoridades do país.
O filho do ex-presidente é denunciado por atentar contra a soberania do país ao articular “sanções ao Brasil”, em três representações do PT e uma do PSOL.
Fonte: Agência Brasil
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“Estamos há 40 anos discutindo a mesma pessoa. O Brasil não aguenta mais o Lula”, dispara Tarcísio
14/08/2025

O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), de São Paulo, disparou fortes críticas contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quarta (13) afirmando que “o Brasil não aguenta” mais a gestão dele e do PT. O político ainda afirmou que o petista fica gastando energia com “picuinhas”, como a questão das emendas parlamentares.
A crítica de Tarcísio foi feita durante um evento de um banco em São Paulo e teve o coro de governadores aliados a ele, como Ronaldo Caiado (União-GO), de Goiás, Ratinho Jr. (PSD), do Paraná, e Eduardo Leite (PSDB-RS), do Rio Grande do Sul. Para ele, o Brasil está discutindo “a mesma pessoa” há 40 anos.
“O Brasil não aguenta mais excesso de gasto. O Brasil não aguenta mais, não tolera mais aumento de imposto. O Brasil não aguenta mais corrupção. O Brasil não aguenta mais o PT. O Brasil não aguenta mais o Lula”, disparou.
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Rota 22 traz Michelle Bolsonaro e Valdemar Costa Neto à Natal neste sábado (16)
13/08/2025

A próxima parada do Rota 22 será neste sábado, 16 de agosto, em Natal, com o Seminário da Região Metropolitana, a partir das 8h, no Olimpo Recepções, em Candelária. O evento contará com a presença da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, presidente nacional do PL Mulher, como convidada especial, assim como o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto que será um dos palestrantes do evento. O Rota 22 segue mobilizando lideranças e a população do Rio Grande do Norte em torno de debates sobre o futuro do estado e do país.
Se inscreva em www.plrota22.com.br e participe do seminário do Rota 22, iniciativa do Partido Liberal (PL), em parceria com o instituto Álvaro Valle. “A participação da ex-primeira-dama do Brasil, Michelle Bolsonaro, e do presidente do PL no país, Valdemar Costa Neto, reforça a importância do seminário para o fortalecimento da representação feminina e das pautas defendidas pela base conservadora no estado”, avalia Rogério Marinho, líder da oposição no Senado e secretário-geral do PL Nacional.
Costa Neto tem demonstrado esforço em manter a coesão e definir estratégias políticas do PL, buscando influenciar o cenário político atual e para as eleições de 2026. Ele está ativamente envolvido em reuniões com lideranças de partido de Centro e Direita buscando novas lideranças alinhadas ao pensamento político conservador.
Reconhecida por sua atuação em causas sociais e em defesa da família, da vida e da educação, Michelle Bolsonaro tem se destacado por sua liderança em pautas conservadoras e de mobilização comunitária. Com forte vínculo com ações voluntárias e apoio a instituições filantrópicas, ela é uma voz ativa no fortalecimento da base do Partido Liberal (PL), participando de agendas públicas, eventos oficiais e campanhas de engajamento político e social.
O seminário terá como foco os principais desafios enfrentados pelos municípios da Região Metropolitana de Natal, com discussões voltadas para temas como segurança, saúde, educação, infraestrutura, geração de emprego e políticas sociais. Como nas outras edições do projeto, a escuta da população e dos representantes locais é parte essencial da construção coletiva de propostas para o futuro do Rio Grande do Norte.
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‘Perdi tudo por apoiar Lula; está um horror esse governo’, admite ex-governador do Paraná
13/08/2025

Foto: Agência Senado
Durante entrevista, o ex-governador do Paraná, Roberto Requião (PDT), defendeu a necessidade de um projeto de país acima da disputa entre nomes como Lula e Bolsonaro. As falas foram concedidas ao portal Metrópoles.
Segundo ele, a política brasileira foi tomada por um ‘folclore’ que substituiu propostas concretas por celebridades fabricadas pelo domínio da mídia e das redes sociais.
“O que me preocupa é um projeto para o Brasil, não é um nome. O nome é folclórico”, afirmou. Para ele, a centralidade dada a figuras políticas é fruto de um sistema de comunicação concentrado e pouco preocupado com conteúdo. “Precisamos de um projeto de Brasil, um projeto para o Brasil acreditar.”
Embora afirme não ter críticas pessoais a Lula, Requião criticou o atual governo federal por não apresentar um plano claro para o país. Classificou o momento como ‘um horror’ do ponto de vista administrativo.
“Falta um projeto de governo. Não é uma presepada crítica, não é um espetáculo de televisão. É: o que vamos fazer com o petróleo? Com a água? Com a educação?.”
Requião reconheceu ter perdido popularidade no Paraná após apoiar o PT, mesmo sem compartilhar integralmente das diretrizes do partido. “Eu não estava apoiando exatamente o PT nem o Lula. Eu estava dizendo ‘não’ à barbaridade que representava o Bolsonaro.”
Ao mesmo tempo, afirmou que a rejeição ao PT contaminou sua imagem, apesar de considerar que fez o que era necessário diante do páreo eleitoral da época.
Conexão Política
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Moraes autoriza saída de Bolsonaro para ir em hospital fazer exames
13/08/2025

Foto: Brenno Carvalho/Agência O Globo
O ministro Alexandre de Moraes do STF (Supremo Tribunal Federal) autorizou nesta terça-feira (12) o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) a deixar a prisão domiciliar para fazer exames médicos em um hospital particular de Brasília.
A defesa do ex-presidente terá até 48 horas após a realização dos exames para apresentar o atestado médico. Os exames estão marcados para o próximo sábado (16), no DF Star, e a liberação deverá ocorrer em, no máximo, oito horas.
O pedido para que Bolsonaro fosse liberado a ir ao hospital foi feito pela defesa do ex-presidente.
Segundo os advogados, os exames são necessários para dar “seguimento de tratamento de medicamentos em curso, da necessidade de reavaliação dos sintomas de refluxo e soluços refratários, bem como da verificação das condições atuais de saúde”.
Em abril deste ano, Bolsonaro passou por mais uma cirurgia por complicações decorrentes da facada que sofreu em 2018. Ele teve alta somente duas semanas depois.
Na mesma decisão, o ministro também autorizou visitas a Bolsonaro nas seguintes datas:
Senador Rogério Marinho (PL-RN), no dia 22 de agosto;
Deputado federal Altineu Côrtes (PL-RJ), no dia 25 de agosto;
Vice-prefeito de São Paulo, Ricardo Augusto (Pl-SP), no dia 26 de agosto;
Deputado estadual, Tomé Abduch (Republicanos-SP), no dia 27 de agosto.
CNN
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Assembleia aprova três projetos de autoria do deputado Ubaldo na CCJ
13/08/2025

Na manhã desta terça-feira (12), a Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ) da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte aprovou três importantes projetos de lei de autoria do deputado estadual Ubaldo Fernandes, todos voltados à valorização cultural, histórica, religiosa e ao fortalecimento da agricultura familiar no estado.
O Projeto de Lei nº 295/2025 reconhece como de utilidade pública estadual a Associação dos Agricultores e Agricultoras Familiares Periurbanos de São José do Campestre – São Domingos. A entidade atua de forma decisiva no desenvolvimento sustentável, na capacitação e no apoio técnico aos produtores rurais, contribuindo para geração de renda, preservação ambiental e fortalecimento da economia local. O reconhecimento amplia as possibilidades de acesso a recursos públicos e parcerias, fortalecendo a agricultura familiar.
O Projeto de Lei nº 331/2025 concederá o título de patrimônio imaterial, cultural, artístico e musical à Banda Feras, da cidade de Parelhas. Fundada em 1979, a banda é considerada a mais antiga banda baile do RN, com mais de 45 anos de trajetória e repertório eclético que atravessa gerações. A história do grupo é marcada por prêmios nacionais, gravações de DVDs e apresentações ao lado de grandes nomes da música brasileira, tornando-se referência de entretenimento e identidade cultural no Seridó.
Já o Projeto de Lei nº 344/2025 reconhece como patrimônio cultural, religioso e histórico a Igreja Matriz da Sagrada Família, no bairro das Rocas, em Natal. Prestes a completar 100 anos, o templo é símbolo de fé, devoção e história para a comunidade da Zona Leste, sendo palco de tradições religiosas, ações sociais e manifestações culturais que marcam gerações de natalenses.
Para o deputado Ubaldo Fernandes, as três matérias representam “o reconhecimento de valores que fortalecem nossa identidade, nossa história e nossa economia, preservando tradições e incentivando o desenvolvimento das comunidades potiguares”. Com a aprovação na CCJ, os projetos seguem agora para apreciação no plenário da Assembleia Legislativa.
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Carla Dickson diz que decisão sobre ida para o PL sairá nos próximos dias
12/08/2025

Foto: Kayo Magalhães / Câmara
A deputada federal Carla Dicksonafirmou que deve definir ainda nesta semana se permanecerá no União Brasil ou se migrará para o PL. Ela disse estar desconfortável com a atual legenda, especialmente após o senador Ciro Nogueira, presidente do PP, partido que integra uma federação com o União Brasil, se manifestar a favor de punição aos deputados que participaram de obstrução na Câmara na semana passada.
“Algo que me deixou muito desconfortável foi o posicionamento de Ciro Nogueira, que não assinou o impeachment [do ministro do STF Alexandre de Moraes] e foi a favor da nossa punição. Como é que um dirigente partidário de que eu faço parte é a favor da nossa punição? Fiquei bem decepcionada”, afirmou a parlamentar, em entrevista à rádio Cidade nesta segunda-feira 11. “Já está bem desconfortável o negócio”, resumiu.
Carla revelou que mantém conversas com lideranças do PL, como o senador Rogério Marinho, e com o presidente nacional da legenda, Valdemar Costa Neto, além de dialogar com o ex-senador José Agripino (União Brasil). “Primeiro caminho é União Brasil. Ou PL. Outra alternativa não tem”, disse, ressaltando que a mudança dependerá das conversas com as lideranças nacional e estadual do seu partido atual.
Ela disse que, no União Brasil, o cenário para disputar a reeleição para a Câmara é difícil, diante de adversários com forte estrutura política. Citou como exemplo o nome da secretária de Assistência Social de Natal, Nina Souza, que é mulher do prefeito Paulinho Freire. “Para mim fica mais difícil ainda, porque é outra mulher, forte, inteligentíssima e com a máquina da Prefeitura”, avaliou.
Além de Nina Souza, outros nomes considerados mais competitivos do que Carla Dickson na federação União Progressista são: Benes Leocádio, pelo União Brasil, além de João Maia e Robinson Faria, pelo PP. No PL, ela teria como principais concorrentes os deputados General Girão e Sargento Gonçalves, que vão disputar a reeleição. Em 2022, Carla Dickson foi a 3ª mais votada do União Brasil e só virou deputada após a renúncia de Paulinho Freire, que hoje é prefeito de Natal. “Eu quero ter chance de concorrer”, complementou.
A deputada também comentou sobre a sucessão ao Governo do Rio Grande do Norte e avaliou três nomes como potenciais candidatos do campo de centro-direita: o prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União), o senador Rogério Marinho (PL) e o ex-prefeito de Natal Álvaro Dias (Republicanos).
Segundo Carla, Allyson se colocou à disposição para disputar o cargo e até para deixar a prefeitura antes do prazo legal, caso o grupo o escolha. Ele disse que vai caminhar com o grupo. Se colocou à disposição, inclusive, de desincompatibilizar antes do tempo mesmo. Porque não é fácil você pleitear uma cadeira de Executivo estadual. Tem que ter tempo. Ele é muito conhecido naquela região lá do Alto Oeste. Ele precisa vir para cá para conquistar os votos”, contou. O prazo final para que Allyson renuncie à Prefeitura de Mossoró, caso queira disputar o Governo do Estado, é o início de abril de 2026.
Ela defendeu a união do grupo de oposição para enfrentar a esquerda em 2026, que atualmente tem a pré-candidatura de Cadu Xavier (PT) ao Governo do Estado. “Se a gente não fizer isso, vai ser muito difícil conquistar a cadeira de governador. Podemos ter mais um período de PT ou de esquerda no comando do Estado”, afirmou.
Fonte: Agora RN
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Styvenson lidera para o Senado, e Coronel Hélio cresce como opção para o 2º voto, diz EXATUS
09/08/2025

Levantamento realizado em Natal pelo Instituto Exatus, que integra o GRUPO AGORA RN, traz números atualizados da corrida para o Senado. Em 2026, terá duas vagas em disputa e Styvenson Valentim (PSDB) aparece como o nome mais forte. Ele é o mais citado nas intenções tanto para o primeiro quanto para o segundo voto. Vale lembrar que, nesse tipo de eleição, são eleitos os mais votados somadas as duas votações.
Na primeira opção de voto, Styvenson Valentim tem 42,49% das menções. Na sequência aparecem Fátima Bezerra (PT), com 15,26%; a senadora Zenaide Maia (PSD), com 12,09%; e o presidente do PL em Natal, Coronel Hélio, com 6,35%. Outros 17,46% disseram que não votariam em nenhum e 6,35% não souberam responder.
Em maio, Styvenson tinha 33,9%; Fátima Bezerra, 14,69%; Zenaide Maia, 13,1%; e Coronel Hélio, 4,16%. Ou seja: apenas os dois candidatos de direita tiveram crescimento acima da margem de erro nesta pesquisa. Fátima Bezerra teve uma queda nas intenções de voto e Zenaide Maia oscilou para cima, mas apenas 1 ponto.
Segundo voto
Para o segundo voto, Styvenson também lidera, agora com 13,80%. Lembrando que o eleitor não pode votar duas vezes no mesmo candidato. A surpresa está na segunda colocação: Coronel Hélio tem 12,45%, o que indica que ele tem sido considerado como uma opção de candidato de direita por eleitores que já votarão em Styvenson na primeira opção de voto. Depois de Hélio, aparecem Zenaide Maia (10,87%) e Fátima Bezerra (8,06%). Nesta pergunta, 45,18% declararam que não escolheriam ninguém e 9,65% não souberam.
Em maio, Styvenson tinha 16,03%. Zenaide era a segunda colocada, com 10,28%, seguida de Fátima Bezerra, com 9,06%. Naquela pesquisa, Coronel Hélio era apenas o quarto colocado, com 8,2%.
Dados da pesquisa
A pesquisa ouviu 819 eleitores entre os dias 29 e 30 de julho na capital potiguar. Tem margem de erro de 3,43 pontos percentuais e nível de confiança de 95%.
A pesquisa de maio foi realizada entre os dias 13 e 15 daquele mês, ouvindo 817 eleitores em Natal. A margem de erro também era de 3,43 pontos percentuais, para mais ou menos, com intervalo de confiança de 95%.
AGORA RN
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Lula desiste de tentar apoio de evangélicos após aumento de rejeição
09/08/2025

Aliados que conversaram nos últimos dias com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disseram que ele desistiu de vez de conquistar o apoio dos evangélicos. A postura do petista preocupa o Palácio do Planalto porque tem aumentado a rejeição ao governo nesse segmento da população, mais identificado com o bolsonarismo. E a tendência é que o voto religioso tenha peso considerável nas eleições de 2026.
Neste terceiro mandato, Lula é descrito com frequência como um líder que cansou de fazer política. Aos 79 anos, o presidente já não tem a mesma disposição que tinha quando governou o País de 2003 a 2010. A única ponte que o Executivo tem hoje com os evangélicos é o ministro da Advocacia-Geral da União (AGU), Jorge Messias, mas a avaliação é de que ele, sozinho, não conseguirá reverter a visão negativa sobre Lula.
A avaliação negativa dos evangélicos sobre o presidente cresceu de 50% para 55% entre junho e julho, de acordo com a mais recente pesquisa DataFolha. Esse resultado reforça a percepção de Lula de que é inviável uma aproximação entre Planalto e essas denominações religiosas.
Esse texto foi copiado do Blog do Gustavo Negreiros. Para ter acesso completo a matéria acesse gustavonegreiros.com.br
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Carla Dickson deve deixar o União Brasil: permanência no partido ameaça sua reeleição
08/08/2025

A deputada federal Carla Dickson (União Brasil) já avalia como inevitável sua saída do partido. Nos próximos dias, ela deve se reunir com o presidente nacional da sigla, Antônio Rueda, para discutir o cenário. A janela partidária só abre em março, mas para Carla, a decisão precisa ser tomada com antecedência: continuar no União Brasil pode significar o fim de sua carreira política.
Hoje, dentro da federação União Brasil-PP, a leitura interna é de que Carla estaria apenas como quinta força na disputa por uma vaga na Câmara Federal em 2026. Na frente dela, aparecem nomes com maior estrutura partidária e visibilidade: Benes Leocádio e Nina Souza (União Brasil), além de João Maia e Robinson Faria (PP).
Com poucas chances de renovação nesse cenário, a deputada avalia que deixar o partido é questão de sobrevivência política. A missão agora é encontrar uma nova legenda que garanta viabilidade eleitoral diante de um ambiente cada vez mais competitivo dentro da própria base. Carla já entendeu que, se quiser continuar em Brasília, o caminho não será mais pelo União Brasil.
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Senado aprova isenção de IR para quem ganha até dois salários-mínimos
08/08/2025

Foto: Andressa Anholete/Agência Senado
O Plenário do Senado aprovou nesta quinta-feira (7) a isenção do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) para quem recebe até dois salários mínimos, o equivalente a R$ 3.036. O Projeto de Lei (PL) 2.692/2025 segue para a sanção presidencial. A isenção valerá a partir do mês de maio do ano-calendário 2025.
Apresentada pelo líder do governo na Câmara, deputado José Guimarães (PT-CE), a proposta repetiu o teor da medida provisória (MP) 1.294/2025, cuja validade termina na próxima segunda-feira (11). O relator no Senado foi o líder do governo, senador Jaques Wagner (PT-BA), que construiu um acordo para a aprovação do texto sem alterações.
Ele rejeitou algumas emendas, a exemplo da que pedia a extensão da isenção do IRPF para quem recebe até R$ 7,3 mil. Jaques argumentou que qualquer modificação agora levaria o texto a voltar para a Câmara dos Deputados, inviabilizando a mudança antes do fim do prazo da medida provisória. O senador ponderou que o assunto já é tratado em um projeto de lei em análise na Câmara, sob relatoria do deputado Arthur Lira (PP-AL).
Fonte: Agência Senado
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Alcolumbre diz que ‘nem com 81 assinaturas pauto o impeachment de ministro do STF’
08/08/2025

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), afirmou que não irá dar andamento ao pedido de impeachment do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, mesmo que conte com o apoio de todos os senadores. A declaração foi feita durante reunião com líderes partidários da base do governo e da oposição, nesta quinta-feira 7.
“Nem se tiver 81 assinaturas, ainda assim não pauto impeachment de ministro do STF para votar”, disse Alcolumbre, de acordo com relatos publicados pela Coluna do Estadão. A Casa possui 81 senadores.
Estavam presentes no encontro os líderes governistas e os senadores Rogério Marinho (PL-RN), Tereza Cristina (PP-MS) e Marcos Rogério (PL-RO). Segundo relatos, Alcolumbre falou em tom elevado e incluiu-se na contagem de votos para enfatizar que não levará o pedido adiante.
A afirmação ocorreu no mesmo dia em que parlamentares da oposição anunciaram ter reunido 41 assinaturas em apoio ao pedido de impeachment do ministro Moraes, número necessário para admissibilidade do processo, caso o presidente do Senado decida pautá-lo.
“Um processo de impeachment não é fruto de vontade do presidente da Casa. É um movimento de maturação e tempo. O ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha, também não ia votar o impeachment de Dilma Rousseff. Mas uma hora o vento muda”, declarou o senador Carlos Portinho (PL-RJ). “Uma coisa de cada vez. Agora tem 41 assinaturas. Depois conseguiremos apoio para ter 54 votos. Vamos comemorar a vitória de hoje”, completou.
Segundo o regimento do Senado, cabe ao presidente da Casa aceitar ou arquivar o pedido. Se aceito, a denúncia é lida no plenário na sessão seguinte e, na sequência, é criada uma comissão especial composta por 21 senadores, com prazo de dez dias para decidir se o processo segue ou não.
Caso o colegiado emita parecer favorável, o pedido é submetido à votação no plenário do Senado. São necessários 41 votos para que o processo prossiga. Se aprovado, inicia-se o processo formal de impeachment, que requer, ao final, o apoio de dois terços da Casa (54 senadores) para que o ministro seja afastado.
Desde a fundação do STF, há 134 anos, nunca ocorreu o impeachment de um ministro da Corte. O único episódio semelhante foi em 1894, quando o Senado rejeitou a indicação de Cândido Barata Ribeiro por avaliar que ele não possuía o “notório saber” exigido pela Constituição para o cargo.
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Com 41 assinaturas, Davi Alcolumbre é obrigado a pautar impeachment de Alexandre de Moraes
07/08/2025

Após semanas de articulação e enfrentando intimidações dentro do próprio Congresso, deputados e senadores da oposição conseguiram as 41 assinaturas necessárias para protocolar o pedido de impeachment do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal.
O movimento representa um marco: é a primeira vez que um pedido contra Moraes atinge o número mínimo exigido para ser levado formalmente ao presidente do Senado. Agora, a responsabilidade está nas mãos de Davi Alcolumbre, que resiste em pautar qualquer proposta que desagrade o STF ou o governo Lula, mesmo diante da pressão popular e parlamentar.
A base bolsonarista e conservadora afirma que o ministro vem agindo fora das quatro linhas da Constituição, cometendo abusos de autoridade, perseguindo parlamentares, censurando veículos de imprensa, violando imunidade parlamentar e impondo medidas autoritárias sem denúncia formal do Ministério Público.
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Oposição no Senado reúne maioria para impeachment de Alexandre de Moraes, diz Nikolas Ferreira
07/08/2025

Apesar disso, a abertura oficial do processo depende do presidente do Senado, Davi Alcolumbre. Foto: Agência Brasil
Em publicação nas redes sociais nesta quinta-feira (7), o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) informou que a oposição conseguiu reunir 41 senadores favoráveis ao impeachment do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.
Apesar disso, a abertura oficial do processo depende do presidente do Senado, Davi Alcolumbre. Para que o ministro seja efetivamente afastado, será necessário o apoio de pelo menos 54 senadores.
O procedimento para o impeachment segue os seguintes passos:
O presidente do Senado lê a denúncia.
É instalada uma Comissão Especial para analisar o caso.
A comissão emite um parecer preliminar sobre a continuidade da denúncia, que precisa ser aprovado pela maioria simples (41 votos).
O ministro tem até 10 dias para apresentar sua defesa.
A comissão então divulga o parecer final, que também deve contar com a maioria simples.
Se a comissão aprovar o parecer final, o ministro será afastado imediatamente.
A decisão definitiva cabe ao Plenário do Senado, que precisa da aprovação de dois terços dos senadores para concluir o impeachment.
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