Política
Só 12% dos investimentos anunciados nas viagens de Lula viraram realidade
24/11/2025

Foto: Ricardo Stuckert/PR
Levantamento recente mostra que a maior parte dos investimentos anunciados nas viagens internacionais do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ainda não saiu do papel. Desde o início do governo, foram divulgadas promessas que somam R$ 345,6 bilhões, mas apenas R$ 42 bilhões — cerca de 12% — já foram efetivamente aplicados ou contratados. Mesmo assim, o Palácio do Planalto segue defendendo que os deslocamentos ao exterior fortalecem a imagem do país e abrem portas para novos aportes.
A informação é da coluna da Andreza Matais, do Metrópoles. Os números contrastam com o crescimento expressivo dos gastos do governo com viagens ao exterior. De 2023 até agora, as despesas chegaram a R$ 837,8 milhões, mais que o dobro do registrado nos últimos dois anos da gestão Jair Bolsonaro. Lula já acumulou 43 viagens internacionais, passando por 41 países e mais de 50 cidades, muitas delas em agendas acompanhadas por grandes comitivas.
Embora parte das promessas esteja vinculada a concessões de longo prazo — algumas com execução prevista para até 30 anos — outras foram contabilizadas como “novos investimentos” mesmo já estando contratadas anteriormente. Em nota de 2023, a Secretaria de Comunicação chegou a atribuir às viagens de Lula a responsabilidade direta por 111,5 bilhões em aportes no semestre, o que equivaleria a 75% de todo o investimento estrangeiro no Brasil naquele período, segundo dados do Banco Central — algo considerado improvável por especialistas.
Casos de anúncios que nunca se concretizaram também não são novidade em governos anteriores. Em 2019, Jair Bolsonaro divulgou que a Arábia Saudita investiria R$ 10 bilhões no Brasil, mas o recurso jamais se materializou. Agora, diante da baixa execução dos valores anunciados no atual governo, cresce a pressão por maior transparência e rigor na apresentação desses números, sobretudo diante do aumento expressivo dos gastos públicos com viagens internacionais.
Com informações do Metrópoles
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Pré-candidato ao Senado Coronel Hélio recebe apoio do prefeito e vereadores da maior cidade do Potengi
24/11/2025

O prefeito de São Paulo do Potengi, Pacelli Souto (PL), declarou apoio a pré-candidatura ao Senado ao Coronel Hélio (PL), neste sábado (22), durante entrevista de rádio AM e da TV Campo Grande, em sua cidade, ao lado de vereadores da base aliada. O anúncio tem expressiva representação estadual por ser a maior cidade do Potengi e pelo peso de um líder regional reeleito com mais de 82% dos votos. Tendo uma alta aprovação popular, filiado ao Partido Liberal.
“Essa é a primeira de muitas reuniões que faremos em São Paulo do Potengi e vamos ter a participação maciça da nossa população, porque o povo de São Paulo do Potengi sabe votar e sabe quem está com o coração voltado para o desenvolvimento, para o trabalho, para fazer o melhor pela nossa cidade e região. Sou otimista e hoje estou confiante que se em cada cidade as pessoas conhecerem a sua história, o seu coração, você vai crescer ainda muito mais. Estou confiante. São Paulo do Potengi vai ser exemplo na região do Potengi”, disse o prefeito Pacelli, em sua fala ao lado do pré-candidato Coronel Hélio, recebendo o apoio emocionado.
O Coronel Hélio reiterou sua gratidão. “Agradecer esse momento, esse acolhimento, não é a primeira vez, a amiga Célia Mara, esposa do prefeito Pacelli, aos vereadores, eu sinto aqui a presença de Deus, e onde tem Deus, tem corações abertos, caridosos que pensam no próximo, assim vejo São Paulo do Potengi com o casal Célia Mara e Pacelli. O povo daqui tá feliz e agradeço a vocês por permitir contar a nossa história”, disse o pré-candidato ao Senado pelo PL, que realizará no próximo domingo (30), a partir das 9h, com a presença confirmada de vários lideranças políticas e mais de 1.000 pessoas, o lançamento da plataforma Bora Decolar, com entrada gratuita no hotel Holiday Inn Natal, programa de ideiais para o Senado Federal.
O evento será de esquenta para a manifestação dos movimentos conservadores que ocorrerá no Midway Mall, às 15h, do mesmo dia, (30/11), em virtude de protesto contra a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro.
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Governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União), é internado em SP e deve passar por procedimento cardíaco
23/11/2025

O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União) foi internado na tarde deste sábado (22) no hospital Vila Nova Star, em São Paulo, após apresentar um quadro de arritmia cardíaca.
Segundo o boletim médico divulgado pela assessoria do governador, ele recebeu atendimento médico e encontra-se estável.
Após ser internado e passar por exames, os médicos identificaram a necessidade da realização de uma intervenção chamada de “ablação”, que serve para corrigir definitivamente o distúrbio do ritmo cardíaco.
O procedimento está programado para ocorrer nas próximas 48 horas, segundo o boletim assinado pela médica Ludhmilla Hajjar.
Ainda em nota, a equipe informou que o governador tem boa evolução clínica, e deve seguir em observação, sob “cuidados especializados até a realização do procedimento”.
CNN Brasil
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Defesa pede que Moraes libere visitas da família a Bolsonaro na PF
23/11/2025

Foto: REUTERS/Mateus Bonomi
A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) aguarda decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF, para que Michelle Bolsonaro e os filhos possam visitá-lo na Superintendência da Polícia Federal em Brasília, onde está preso preventivamente. O pedido foi protocolado após Bolsonaro ser levado para uma cela na PF neste sábado (22), depois de tentar danificar a tornozeleira eletrônica com um ferro de solda.
Na petição, os advogados solicitam autorização formal para as visitas familiares, cumprindo exigência estabelecida na decisão que determinou a prisão preventiva. Michelle Bolsonaro cancelou compromissos do PL Mulher em Fortaleza e retornou imediatamente a Brasília. Os filhos Flávio e Carlos Bolsonaro também se encontram na capital federal.
A prisão preventiva não está ligada diretamente à condenação de 27 anos pela tentativa de golpe de Estado, cujo processo ainda permite recursos. Mesmo assim, Moraes determinou o cancelamento de todas as visitas anteriormente autorizadas no período em que Bolsonaro cumpria prisão domiciliar, afetando agendas de governadores e parlamentares.
Em despachos recentes, o ministro também rejeitou novos pedidos de encontro, além de recusar a solicitação da defesa para que o ex-presidente voltasse ao regime domiciliar por razões humanitárias. Entre os nomes barrados estavam Onyx Lorenzoni, Padre Kelmon, Bia Kicis e Carlos Portinho.
Com informações da CNN
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Justiça mantém exigência de 72 horas para convocação de sessão que pode cassar Brisa Bracchi
21/11/2025

O desembargador Dilermando Mota, do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte, rejeitou embargos de declaração apresentados pela Procuradoria da Câmara Municipal de Natal no processo que trata do pedido de cassação da vereadora Brisa Bracchi (PT).
A decisão, proferida na quarta-feira 19, mantém a exigência de que a Câmara observe o prazo mínimo de 72 horas para convocar sessões de julgamento, como prevê o regimento interno. A Casa tentava reduzir o período para 24 horas.
A Procuradoria argumentou que normas municipais não poderiam estabelecer prazos superiores aos previstos na legislação federal, citando a Súmula Vinculante 46 do Supremo Tribunal Federal. O desembargador rejeitou a tese e afirmou que a competência da União estabelece garantias mínimas que podem ser ampliadas pelos regimentos internos em favor do acusado.
Na decisão, o magistrado ressaltou que o prazo de 72 horas foi adotado pela Câmara em todos os atos anteriores e não pode ser modificado apenas no ato final. Ele classificou os embargos como “tentativa de rediscussão” do mérito, sem omissão, contradição ou obscuridade.
A Procuradoria também questionou se os prazos do processo estariam suspensos durante decisões judiciais e qual prazo deveria prevalecer, mas Mota esclareceu que esses pontos não fazem parte do objeto da ação, que trata exclusivamente da convocação irregular da sessão de julgamento.
A decisão é a quarta relacionada ao caso. A sessão que analisaria a cassação de Brisa Bracchi estava marcada para terça-feira 18, após a presidente da Comissão Especial Processante (CEP), Anne Lagartixa (Solidariedade), encaminhar na segunda-feira 17 o parecer do relator Fúlvio Saulo (Solidariedade) ao presidente da Câmara Municipal, Eriko Jácome (PP).
A sessão foi suspensa pelo desembargador plantonista Cornélio Alves, que considerou irregular a intimação da vereadora por descumprir o prazo mínimo de 72 horas.
Eriko Jácome remarcou o julgamento para quarta-feira 19, mas o juiz da 2ª Vara da Fazenda Pública, Artur Cortez Bonifácio, também reconheceu o descumprimento do prazo mínimo e determinou nova suspensão. Ainda na quarta-feira 19, à noite, Dilermando Mota reforçou que qualquer nova convocação deve observar obrigatoriamente as 72 horas previstas no Regimento Interno e no Código de Processo Civil, apontando que a Câmara havia ignorado a decisão anterior do desembargador Cornélio Alves.
Entenda o caso
Brisa Bracchi é acusada de ter transformado um evento cultural bancado com emenda parlamentar em ato político-partidário. Ela destinou R$ 18 mil para o Rolé Vermelho, realizado em 9 de agosto, e dias antes publicou vídeo nas redes sociais afirmando que o encontro serviria para celebrar a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Para que a vereadora seja cassada, são necessários os votos de 20 de 29 dos vereadores da Casa. Dois vereadores estão impedidos de votar: a própria Brisa e o vereador Matheus Faustino (União), que foi o autor da denúncia. Neste caso, foram convocados os suplentes Júlia Arruda (PCdoB) e Albert Dickson (União). Júlia recusou a convocação – com isso, foi chamado o 2º suplente, Carlos Silvestre (PT).
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Processo de cassação de Brisa Bracchi seguirá assim que houver autorização da Justiça, diz Eriko Jácome
20/11/2025

Em nota oficial divulgada nesta quarta-feira (19), o presidente da Câmara Municipal de Natal, Eriko Jácome, reafirmou que o Legislativo natalense cumpre integralmente todas as determinações judiciais e mantém diálogo constante com as autoridades competentes para garantir total conformidade com a lei.
O presidente também ressaltou que a Câmara Municipal de Natal não se responsabiliza por falas, opiniões ou manifestações individuais, sejam de vereadores, servidores ou de cidadãos, uma vez que cada declaração pública é de inteira responsabilidade de quem a profere. A instituição segue comprometida com seu papel institucional.
Nesta quarta-feira (19), o vereador Matheus Faustino falou em “venda de sentença” se referindo ao caso da vereadora Brisa Bracchi, que conseguiu na Justiça estadual decisões impedindo que fosse realizada a sessão que votaria sua cassação. Isso ocorreu porque a Câmara não cumpriu como deveria prazos regimentais.
Eriko Jácome destacou ainda que, assim que houver autorização e concordância da Justiça, a Câmara Municipal seguirá com o processo de julgamento de cassação da vereadora, observando rigorosamente todos os ritos legais e regimentais previstos.
“Estamos obedecendo a todas as orientações da Justiça e tomando todas as medidas para preservar o bom andamento dos trabalhos. A Câmara de Natal segue funcionando normalmente, com responsabilidade e respeito à legalidade”, afirmou Eriko Jácome.
Apesar dos recentes questionamentos externos, o presidente reiterou que as atividades legislativas continuam ocorrendo regularmente, incluindo sessões plenárias, reuniões das comissões e atos administrativos.
A nota encerra reforçando o compromisso da Mesa Diretora com uma gestão transparente, segura e rigorosamente alinhada às determinações legais em todos os seus âmbitos, reafirmando o respeito absoluto às instituições e ao Estado Democrático de Direito.
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Justiça intervém pela 3ª vez em 24h e impede Câmara de votar processo de cassação de Brisa
19/11/2025

A Justiça do RN precisou intervir pela terceira vez em apenas 24 horas para impedir o avanço do processo de cassação da vereadora Brisa Bracchi na Câmara Municipal de Natal. O Tribunal de Justiça (TJRN) considerou que ainda não estavam garantidas as condições necessárias para a realização do julgamento e determinou nova suspensão. As informações são do Blog do BG.
Mais cedo, o juiz Artur Cortez Bonifácio já havia derrubado a sessão marcada para esta quarta-feira (19), classificando a nova convocação como “claro descumprimento” da ordem anterior do próprio TJ. Segundo ele, a notificação entregue às 9h23 para um julgamento no dia seguinte, às 11h, não atendia ao que foi determinado: o respeito integral ao prazo mínimo de convocação previsto no regimento.
O magistrado determinou também que a presidência da Casa fosse intimada com urgência, alertando sobre a possibilidade de sanções caso houvesse nova desobediência.
Horas depois, o desembargador Dilermando Mota reforçou a posição do TJRN ao suspender novamente a sessão, destacando que o Judiciário não poderia permitir que o processo avançasse sem o cumprimento dos requisitos formais.
Para o desembargador, as sucessivas convocações aceleradas geram “risco de prejuízo irreversível” à regularidade do procedimento, motivo pelo qual o tribunal decidiu “congelar qualquer nova votação até a observância integral do rito legal”.
Com as três decisões emitidas em 24 horas, o processo de cassação da petista volta a ficar parado até que o TJRN considere atendidas todas as condições previstas no regimento e na legislação aplicável.
A Câmara aguarda agora os desdobramentos judiciais para definir quando o julgamento poderá ser retomado.
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Câmara aprova texto-base do projeto de lei antifacção
19/11/2025

O projeto prevê penas mais duras para integrantes de facções criminosas e apreensão de bens de investigados. Foto: Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados
Por 370 a 110 votos, a Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (18) o texto-base projeto de lei de combate ao crime organizado (PL 5582/2025). Os deputados acataram o texto apresentado pelo relator, deputado Guilherme Derrite (PP-SP), que alterou trechos da proposta original encaminhada pelo governo federal. O relator apresentou cinco versões.
O projeto prevê penas mais duras para integrantes de facções criminosas e apreensão de bens de investigados.
Derrite defendeu que “o enfrentamento do crime organizado no Brasil exige legislação de guerra em tempo de paz”. Os parlamentares governistas, contrários ao parecer de Derrite, dizem que o projeto Antifacção foi desconfigurado e descapitaliza a Polícia Federal.
Deputados analisam agora os destaques, que podem mudar trechos do texto-base. O projeto segue depois para o Senado.
“Vamos retomar texto original no Senado”
“Nós vamos lutar para retomar esse texto original. Vamos modificar no Senado para recuperar o propósito original do governo de combate à facção criminosa”, disse o deputado Lindbergh Farias (PT-RJ).
O parlamentar destacou que o projeto foi elaborado depois de mais de seis meses de estudo.
A deputada Jandira Feghali (PCdoB -RJ) argumenta que o texto de Derrite acaba protegendo as organizações criminosas.
“O relatório inova com uma ação civil pública que acaba protelando o confisco de bens do crime organizado”, criticou. Para ela, prejudica a investigação da Polícia Federal ao descapitalizar a corporação. No parecer, relator encaminhou “o quinhão cabível à PF ao Fundo Nacional de Segurança Pública”.
Outra crítica do governo federal é que o parecer de Derrite só permitia ao Estado assumir o patrimônio do crime após o término da ação penal, o que poderia levar anos.
O deputado Kim Kataguiri (União Brasil – SP) concordou com o texto do relator de que a ação é necessária para recuperar os bens a serem apreendidos pela PF. “A gente ainda escuta discurso aqui de que nós estamos defendendo corruptos de colarinho branco, de que nós estamos defendendo o banqueiro”, criticou.
O texto aprovado prevê a apreensão prévia de bens do investigado em certas circunstâncias, com a possibilidade de perdimento dos bens antes da decisão final da Justiça.
Penas de 40 anos
O texto aumenta as penas para membros de facção ou milícia para 20 a 40 anos, podendo chegar a 66 anos para os líderes das organizações criminosas.
O substitutivo também aumenta em 85% da pena o tempo necessário para progressão de regime. Fica proibida graça, anistia, indulto ou liberdade condicional para membros dessas organizações.
Autonomia do MP
O texto prevê a participação do Ministério Público nos casos de forças-tarefas que investiguem facções, por meio de Procedimentos Investigatórios Criminais liderados por Grupos de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO).
Organização ultraviolenta
O projeto traz a definição de organização criminosa ultraviolenta, apesar das críticas que apontaram que a criação de um novo tipo criminal poderia gerar um caos jurídico nos processos judiciais que tendem a beneficiar os criminosos.
Sobre audiência de custódia e julgamento de homicídios cometidos por membros de facção criminosa, o projeto prevê que as audiências de custódia sejam realizadas, “em regra, por videoconferência, salvo decisão judicial fundamentada em sentido contrário”.
Os homicídios cometidos por facções serão julgados, no primeiro grau de jurisdição, por um colegiado e não por um tribunal do júri.
Apoio de Motta
Antes da votação, os deputados federais governistas chegaram a solicitar que o Projeto de Lei Antifacção (PL 5582/25) fosse retirado da pauta de votação na Câmara, em vista de que o texto original teria sido “desconfigurado” pelo parecer do relator Guilherme Derrite. No entanto, foi mantida a votação por 316 votos favoráveis contra 110.
O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos -PB), argumentou que o texto seria a resposta “mais dura” da história da Câmara dos Deputados no enfrentamento ao crime organizado.
“Nós estamos dizendo que chefes de facções criminosas agora irão direto para os presídios federais, que os encontros com advogados serão gravados, que não terão visitas íntimas”, exemplificou.
Motta afirmou que o projeto original do governo federal trouxe pontos positivos, mas que foram necessários mais olhares de outros setores e bancadas.
A Câmara denominou o substitutivo como “Marco legal de enfrentamento ao crime organizado”.
Fonte: CNN Brasil
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CONVITE DO CORONEL HÉLIO PRÉ-CANDIDATO A SENADOR
18/11/2025

Amigos, no dia 30 de novembro (DOMINGO), às 9h, no Holiday Inn, eu tenho um encontro marcado com vocês para o lançamento da plataforma "Bora Decolar".
Este é um espaço que eu criei para dividirmos ideias e pensamentos. Eu acredito que, com a nossa união e construção coletiva, podemos fazer o Rio Grande do Norte melhorar, construindo um estado livre e economicamente forte.
Já percorri mais de 100 municípios potiguares, ouvindo de perto as necessidades do nosso povo, e sei que vocês precisam ser ouvidos. Por isso, a plataforma é a forma de unir todas as nossas forças, ideias e sentimentos.
BORA DECOLAR, Rio Grande do Norte ??
#boradecolarrn #riograndedonorte #rn #natal #potiguar #uniao #ideias #plataformacivil #politicarn #pl #plrn #plnatal #coronelhelio #mudarn
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Zenaide não é entrave para unir oposição pois PSD estará contra Lula, avalia Agripino
18/11/2025

O presidente estadual do União Brasil, José Agripino Maia, afirmou que a relação política entre o prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União), e a senadora Zenaide Maia (PSD) não representa impedimento algum para a união da oposição no Rio Grande do Norte nas eleições de 2026.
Em entrevista à Rádio Cidade nesta segunda-feira 17, Agripino registrou que Zenaide integra um partido que, no cenário nacional, tende a apoiar uma candidatura de centro, contra o PT do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “Quem é Zenaide Maia? Qual é o partido dela? É PT? Não, é PSD”, afirmou o ex-senador.
O dirigente disse que, no atual desenho político, o PSD não está alinhado automaticamente ao PT. Ele citou, inclusive, o contexto nacional envolvendo a possibilidade de candidatura de Tarcísio de Freitas (Republicanos) à Presidência da República. “O PSD tem a chefia da Casa Civil do governador Tarcísio de Freitas. O PSD de Zenaide vai apoiar quem? Vai apoiar o candidato do centro, é evidente”.
Ele rechaçou parcela da oposição que vê na aproximação de Allyson com Zenaide um problema para unir o campo de centro-direita. “Se querem impedir um apoio, procurem outro argumento”, enfatizou.
Agripino acrescentou que críticas à presença de Zenaide no entorno político de Allyson não se sustentam, sobretudo porque a senadora ajudou a gestão municipal de Mossoró com recursos e projetos. “Ela fez, pela administração de Allyson, muito, e Allyson é grato muito”, disse. E completou: “Política se faz com reciprocidade e com gratidão. É assim que eu faço”.
Segundo o ex-senador, também não procede a narrativa de que Zenaide estaria vinculada a repasses federais como se fossem moedas de troca do governo lulista. Ela é atualmente vice-líder do Governo Lula no Senado, o que lhe dá benefícios na obtenção de emendas parlamentares. Mas Agripino esclareceu que “verba do governo federal é um direito de todos.” “São recursos da União. São recursos do povo brasileiro”.
ANNA RUTH DANTAS
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TJRN suspende sessão de cassação de Brisa por suposto erro na convocação
18/11/2025

O desembargador Cornélio Alves, do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN), suspendeu a sessão da Câmara Municipal de Natal que votaria, nesta terça-feira (18), a cassação do mandato da vereadora Brisa Bracchi (PT). A decisão atende a um pedido da própria parlamentar.
Segundo o magistrado, houve falha no processo de convocação da sessão, que não teria seguido corretamente o rito previsto no Regimento Interno da Câmara. Para o desembargador, o suposto erro compromete a legalidade do procedimento e impede que a votação avance.
Com a liminar, a sessão fica paralisada até nova análise da Justiça.
A Câmara de Natal ainda não se manifestou sobre o próximo passo nem sobre eventual recurso ao TJRN para tentar reverter a suspensão.
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Comissão aprova parecer pela cassação do mandato de Brisa Bracchi
17/11/2025

reprodução
A Comissão Especial da Câmara Municipal de Natal aprovou, nesta segunda-feira (17), por dois votos a um, o parecer do relator Fúlvio Saulo (SD) que recomenda a cassação do mandato da vereadora Brisa Bracchi (PT). O colegiado foi criado após o plenário da Casa decidir, em agosto, pelo recebimento da denúncia apresentada pelo vereador Matheus Faustino (União), que acusa Brisa de empregar recursos de emenda parlamentar em um evento de caráter político-partidário, o “Rolê Vermelho”.
Relator do processo, Fúlvio Saulo afirmou que a análise comprovou o uso de recursos públicos em um ato com conteúdo político. Segundo ele, a vereadora extrapolou suas atribuições ao convocar a população para um evento que, na avaliação do relator, teve conotação político-ideológica. “O evento passou a ter cunho político. Mesmo que o pagamento aos artistas tenha sido cancelado, o ilícito aconteceu quando houve convite para ato político e destinação dos recursos."
O vereador Daniel Valença (PT) apresentou voto divergente e disse que a denúncia fez interpretação diferente do que a legislação versa sobre a destinação de recursos públicos. Ele afirmou que pareceres técnicos respaldaram a legalidade da atividade. “Ao longo do processo ficou nítido que não houve nada de partidário nessa atividade. Vamos trabalhar para que parte da bancada governista tenha um mínimo de senso de justiça, de retidão, de ética e negue esse parecer", frisou.
Mas a presidente da comissão, vereadora Anne Lagartixa (SD), acompanhou o parecer do relator, dando maioria à cassação. Ela considerou que as oitivas e documentos apresentados à comissão comprovaram que o evento tinha motivação política. “A Casa precisa agir com transparência, com compromisso, seriedade. Eu espero que os vereadores ajam conforme a orientação do relator”, afirmou.
Com a aprovação na comissão, o parecer segue agora para o presidente da Câmara, Eriko Jácome (PP), que deve marcar a votação final em plenário até a quarta-feira (19), quando, regimentalmente, completam-se os 90 dias para encerramento do processo.
ANNA RUTH DANTAS
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Recurso negado no STF deixa Bolsonaro diante de quatro possíveis locais de prisão
17/11/2025

Reprodução
Após a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitar por unanimidade o recurso da defesa, o processo que condenou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) por liderar um plano golpista caminha para o trânsito em julgado. Com isso, aproxima-se a fase de definição sobre onde ele deverá cumprir a pena de 27 anos e três meses de prisão.
A decisão final caberá ao ministro Alexandre de Moraes, relator do caso. Segundo juristas e fontes políticas que acompanham o processo, quatro cenários são considerados para a execução da pena em Brasília.
Prisão domiciliar
É a possibilidade hoje mais provável devido ao quadro de saúde de Bolsonaro. Ele cumpre prisão domiciliar desde 4 de agosto, situação em que já precisou deixar a residência três vezes para atendimento médico. A defesa pode alegar questões clínicas para manter o regime.
Casos semelhantes já ocorreram com outros ex-presidentes, como Fernando Collor, que deixou o presídio e passou a cumprir a pena em casa por recomendação médica.
Sala de Estado-Maior
Outra alternativa é a permanência em uma sala especial em unidade da Polícia Federal ou em instalação militar. A legislação prevê esse tipo de espaço para autoridades e militares de alta patente, garantindo segurança e preservação da integridade física.
Situação parecida ocorreu com Lula, entre 2018 e 2019, quando ficou preso na Superintendência da PF em Curitiba por 580 dias.
Presídio comum — Complexo da Papuda
Bolsonaro também pode ser enviado ao Complexo Penitenciário da Papuda, hipótese vista por aliados como um gesto forte do STF em relação ao cumprimento da sentença. Apesar disso, há preocupação com segurança e impacto político do encarceramento em massa.
Unidade militar
Por ser capitão reformado do Exército, há ainda a possibilidade de cumprimento da pena em instalação das Forças Armadas. O modelo já é aplicado ao general Braga Netto, que cumpre prisão preventiva no Comando da 1ª Divisão de Exército, no Rio de Janeiro.
Recurso rejeitado
Na última sexta-feira (7), a Primeira Turma do STF rejeitou, de forma unânime, o primeiro recurso apresentado pela defesa do ex-presidente. Com o trânsito em julgado, não haverá mais possibilidade de contestação dos pontos da condenação.
Agora, caberá a Alexandre de Moraes determinar, oficialmente, qual será o local de cumprimento da pena de Bolsonaro e dos demais condenados do núcleo 1 da trama golpista.
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Álvaro Dias alerta: “O que aconteceu em Natal em 2024 pode se repetir no RN em 2026”
14/11/2025

Álvaro Dias – Foto: Moisés Araújo
Álvaro Dias fala com experiência de quem já viveu o que prevê. O ex-prefeito de Natal conhece bem o peso de uma eleição marcada pela polarização e, por isso, suas declarações sobre o cenário de 2026 no Rio Grande do Norte ganharam repercussão. Álvaro lembrou que, em 2024, o então favorito Carlos Eduardo Alves (PSD) despencou na disputa pela Prefeitura de Natal, sendo engolido pela disputa entre os polos de Jair Bolsonaro (PL) e Lula (PT).
Agora, o ex-prefeito acredita que a história poderá se repetir no próximo pleito estadual, com o prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União Brasil), vivendo o mesmo desgaste diante de uma eventual reedição do embate entre bolsonarismo e petismo. Experiente, Álvaro fala com propriedade — afinal, viu de perto como a força das bolhas ideológicas pode atropelar favoritismos nas urnas.
Do Xerife
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Coronel Hélio cresce nas pesquisas e vira nova aposta da direita ao Senado
13/11/2025

O pré-candidato ao Senado Coronel Hélio (PL) foi o nome que mais cresceu nas intenções de voto em Parnamirim nos últimos três meses. É o que aponta comparativo entre as pesquisas do Instituto Consult (agosto) e do Instituto Média/O Potengi (novembro). Parnamirim é o 3ª maior município do Rio Grande do Norte, com 141 mil eleitores cadastrados.
Na Consult de agosto, Hélio tinha 0,8% no 1º voto estimulado para o Senado. No Instituto Média, passou para 5%. O aumento foi superior a 500%. Já considerando os dois votos para o Senado, o líder da direita tinha 4,2% e agora aparece com 13,7%, mais do que triplicando suas intenções de votos em menos de três meses.
Com o desempenho, Hélio teve a maior taxa de crescimento proporcional entre todos os pré-candidatos ao Senado. O resultado expressivo sinaliza o avanço do pré-candidato especialmente entre o eleitorado conservador e bolsonarista da Grande Natal, além de conquistar eleitores que buscam renovação e independência política. Em 2022, Parnamirim deu a Jair Bolsonaro (PL) maioria de votos na disputa presidencial.
Hélio é o único pré-candidato na disputa que nunca ocupou cargo eletivo. Ele é uma das principais lideranças da direita potiguar, tendo participado dos principais movimentos bolsonaristas no Estado nos últimos anos.
Nas eleições de 2026, cada eleitor poderá votar em dois candidatos ao Senado. O senador Styvenson Valentim (PSDB) tem liderado a corrida pela reeleição. Neste cenário, Coronel Hélio tem despontado como nome competitivo para o eleitor de direita, que busca um segundo voto coerente.
A pesquisa do Instituto Consult foi realizada em 2 de agosto, com 500 entrevistas no município de Parnamirim. A margem de erro é de 4,3 pontos percentuais para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.
Já o levantamento do Instituto Média ouviu 800 eleitores de todas as regiões do município entre os dias 3 e 5 de novembro. O intervalo de confiança é de 95%, com margem de erro de 3 pontos percentuais.
AGORA RN
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Vereadora Brisa Bracchi entrega defesa final em processo de cassação na Câmara de Natal
12/11/2025

Foto: Divulgação/Assessoria
A vereadora Brisa Bracchi (PT) entrega, nesta quarta-feira (12), as alegações finais de sua defesa no processo de cassação que tramita na Câmara Municipal de Natal (CMN). O documento será apresentado à Comissão Especial que analisa a denúncia de uso indevido de uma emenda parlamentar no valor de R$ 18 mil, supostamente aplicada em um ato político-partidário.
A denúncia foi apresentada pelo vereador Matheus Faustino (União Brasil) e resultou na abertura do processo em 18 de agosto. A entrega da defesa está prevista para acontecer às 14h desta quarta-feira, de acordo com a assessoria da vereadora.
Brisa Bracchi convocou apoiadores e militantes do Partido dos Trabalhadores (PT) a se manterem mobilizados nos próximos dias. “A rede de solidariedade que se formou em defesa do nosso mandato tem sido essencial até aqui”, declarou.
O relator do processo na Comissão Especial, vereador Fúlvio Saulo (Solidariedade), deve apresentar o parecer final na próxima semana. Em vídeo divulgado nas redes sociais, Brisa afirmou que “a qualquer momento” o caso pode ser levado ao plenário para votação e classificou o processo como “uma perseguição política”.
PORTAL DA TROPICAL
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Ex-assessor, Tagliaferro protocola no Senado pedido de impeachment de Moraes
12/11/2025

O ex-assessor do TSE Eduardo Tagliaferro protocolou no Senado Federal um pedido de impeachment contra o ministro Alexandre de Moraes (STF). A representação, datada de 11 de novembro de 2025 e assinada pelo advogado Paulo César Rodrigues de Faria, alega que o ministro teria atuado em processos dos quais seria “suspeito e impedido”, configurando, segundo o documento, crime de responsabilidade. As informações são do Metropoles.
Tagliaferro afirma que Moraes “é vítima, acusado e juiz” em ações que o envolvem. No texto, o denunciante sustenta que o ministro “determinou de ofício sua prisão e extradição junto à Justiça italiana”, além de “proferir julgamento quando, por lei, é suspeito na causa”.
“Alexandre de Moraes é o acusado das denúncias de práticas criminosas, a suposta vítima, o julgador, o inquisidor e o acusador”, diz um dos trechos.
De acordo com a petição, a atuação do ministro viola os princípios constitucionais do devido processo legal, da ampla defesa e da imparcialidade judicial.
“A imparcialidade é o alicerce da jurisdição. O juiz que figura simultaneamente como interessado nos fatos e julgador do denunciado que o acusa compromete a neutralidade e invalida a própria essência da prestação jurisdicional”, diz o texto.
A defesa cita ainda precedentes do próprio STF para embasar a tese de suspeição. Um deles é o HC 164.493/PR, relatado pelo ministro Edson Fachin, no qual se reconhece a perda de imparcialidade de um magistrado.
O documento reproduz parte da decisão: “A imparcialidade judicial é consagrada como uma das bases da garantia do devido processo legal. Imparcial é aquele que não é parte, que não adere aos interesses de qualquer dos envolvidos no processo.”
No item final, Tagliaferro solicita que o Senado abra processo de afastamento das funções de Moraes, “pela prática consumada do crime de responsabilidade”, e afirma que o ministro “vem conduzindo processos com cunho pessoal, persecutório e vingativo”.
O pedido de impeachment foi encaminhado ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil), para leitura e eventual tramitação conforme o rito previsto na legislação.
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Outros nomes da direita podem surgir — mas não antes de Bolsonaro ficar livre”, diz Coronel Hélio
12/11/2025

Foto: cedida assessoria
O Coronel Hélio, presidente do PL Natal e pré candidato ao senado, afirmou em entrevista que, embora novas lideranças conservadoras possam surgir para disputar a presidência, nenhuma conseguirá ocupar o espaço simbólico e político de Jair Bolsonaro enquanto o ex-presidente não estiver livre para atuar plenamente.
“A direita tem nomes fortes, pessoas sérias e preparadas. Mas todos sabem que o movimento nasceu de um sentimento que tem rosto, voz e história. E esse nome é Jair Bolsonaro. Qualquer candidato à presidente de direita que se lance agora pode acabar se tornando conivente de um sistema que foi aparelhado para perseguir opositores políticos.”, declarou o Coronel.
Hélio destacou que Bolsonaro representa mais do que uma figura política, sendo a personificação de valores que reacenderam o patriotismo, a fé e o orgulho de ser brasileiro.
Segundo ele, o movimento que o ex-presidente inspirou segue vivo, apesar das tentativas de enfraquecimento e censura.
“Bolsonaro devolveu ao povo a vontade de participar, de opinar, de fiscalizar. Ele despertou algo que vai muito além de partidos. É um sentimento de pertencimento ao país — e isso não se apaga com perseguição judicial ou com o medo imposto a quem pensa diferente”, afirmou.
Para o Coronel Hélio, o debate sobre anistia é uma pauta legítima e se faz urgente no atual momento político.
Segundo ele, a anistia não é um favor, mas uma reparação diante dos excessos e das injustiças cometidas contra cidadãos e lideranças que apenas exerceram o direito de se manifestar.
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PARANÁ PESQUISAS: governo Lula é desaprovado por 50,9%
12/11/2025

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é desaprovado por 50,9% dos brasileiros e aprovado por 45,9%, segundo o levantamento divulgado pelo instituto Paraná Pesquisas nesta terça-feira (11).
Não sabe ou não opinaram somam 3,2%.
Ao todo, 2.020 eleitores foram ouvidos entre os dias 6 e 10 de novembro de 2025. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos.

Foto: Paraná Pesquisas/CNN
Em relação ao último mês, a aprovação da gestão oscilou dois pontos percentuais, saindo de 47,9% para 45,9%.
Já a desaprovação oscilou para cima, indo de 49,2% para 50,9%.
Avaliação
Também foi testada a avaliação do governo Lula.
São 32,1% os que acham ótimo ou bom. Outros 23,2% consideram regular e 43,3% ruim ou péssimo. Não sabe ou não opinaram, 1,4%.
Com informações da CNN
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O sorriso que conquista o Vale do Açu: Coronel Hélio ganha cada vez mais apoio popular
10/11/2025
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