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Rússia ataca Kiev com mísseis e drones após troca de prisioneiros

25/05/2025


 

Um dos ataques mais intensos da guerra voltou a atingir a capital da Ucrânia neste sábado (24). De acordo com o Ministério da Defesa da Ucrânia, a Rússia lançou 14 mísseis balísticos e cerca de 250 drones do tipo Shahed contra Kiev e outras regiões do país. A ofensiva ocorreu poucas horas após uma significativa troca de prisioneiros entre os dois países, na qual 307 pessoas foram libertadas por cada lado.

Segundo a reportagem da CNN Internacional, as defesas aéreas ucranianas conseguiram interceptar a maior parte do ataque — seis mísseis e 245 drones foram derrubados. Mesmo assim, os artefatos que escaparam ao sistema de defesa causaram destruição em diversos pontos da cidade. Pelo menos 12 civis morreram, entre eles crianças, e dezenas de pessoas ficaram feridas. Incêndios foram registrados no distrito de Solomianskyi, e edifícios residenciais sofreram danos graves na região de Obolon.

O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, usou as redes sociais para condenar o ataque, que chamou de “mais uma prova de que a Rússia não está interessada em negociações sérias de paz”. Ele também pediu por sanções mais duras contra Moscou e cobrou uma resposta firme da comunidade internacional.

A troca de prisioneiros, realizada na véspera, havia sido considerada um raro gesto de cooperação entre as duas nações, que estão em guerra desde fevereiro de 2022. O novo ataque, no entanto, levanta dúvidas sobre o compromisso russo com qualquer avanço diplomático.

Líderes europeus também reagiram ao bombardeio, acusando o Kremlin de minar os esforços de paz deliberadamente. A ofensiva acontece em meio a uma escalada de tensão no front e deixa ainda mais incerto o futuro das negociações entre Moscou e Kiev.

 

R7

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Zelensky lamenta nova onda de ataques russos: “Noite difícil"

24/05/2025


 

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou neste sábado (24) que o país enfrentou mais uma noite de intensos ataques russos. Em publicação na rede social X (antigo Twitter), ele lamentou as mortes e destruições provocadas por mísseis e drones em diversas regiões ucranianas.

“Foi uma noite difícil para toda a Ucrânia”, escreveu Zelensky. “Fragmentos de mísseis e drones russos estão sendo removidos em Kiev. As equipes de resgate continuam atuando nos locais dos impactos. Houve muitos incêndios e explosões na cidade durante a noite. Mais uma vez, edifícios residenciais, veículos e empresas foram danificados. Infelizmente, há feridos.”

O presidente destacou que os ataques foram direcionados contra civis e atingiram diferentes partes do país. Ele citou as regiões de Odessa, Kharkiv, Sumi, Vinnystia, Dnipro e Donetsk. De acordo com Zelensky, houve 250 ataques com drones do tipo Shahed, de fabricação iraniana, além de 14 ataques com mísseis balísticos.

 

“Há mortos. Minhas condolências às famílias e entes queridos das vítimas”, declarou.

 

Zelensky também criticou a postura da Rússia diante das tentativas de cessar-fogo. “A Ucrânia propôs várias vezes um cessar-fogo — total e também no espaço aéreo. Mas tudo foi ignorado. Cada novo ataque mostra ao mundo que o prolongamento dessa guerra é responsabilidade de Moscou.”

O líder ucraniano voltou a pedir por sanções mais duras. “É preciso aumentar a pressão sobre a Rússia para alcançar resultados reais e abrir caminho para a diplomacia. Esperamos por novas sanções dos Estados Unidos, da Europa e de nossos parceiros. Apenas medidas adicionais contra setores-chave da economia russa podem forçar Moscou a aceitar um cessar-fogo. Agradeço a todos que nos ajudam e apoiam.”

Os ataques aconteceram na mesma semana em que Rússia e Ucrânia deram início a uma troca histórica de prisioneiros. Na sexta-feira (23), cada país libertou 270 militares e 120 civis. A expectativa é de que a troca envolva cerca de mil pessoas de cada lado e continue ao longo do fim de semana.

O acordo para a troca foi firmado na semana passada durante negociações em Istambul, na Turquia — local que também sediou as primeiras conversas entre Moscou e Kiev no início da invasão russa, em fevereiro de 2022. Após a conclusão dessa troca de prisioneiros, espera-se que os dois países avancem na definição de termos para uma possível resolução do conflito.

A guerra na Ucrânia, iniciada em 24 de fevereiro de 2022, mergulhou a Europa em sua maior crise de segurança desde a Segunda Guerra Mundial.

 

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DROGARIA POUPE JÁ

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Governo Trump descarta sanção contra Lula e prevê derrota do petista em 2026

24/05/2025


    Foto: André Ribeiro/THENEWS2/ESTADÃO CONTEÚDO/Seth Wening/Pool via REUTERS

 

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, não planeja impor sanções ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A Casa Branca avalia que uma ofensiva direta contra o Palácio do Planalto seria desnecessária e contraproducente, uma vez que o cenário mostrado pelas pesquisas é de que o petista deverá perder a eleição em 2026.

As informações são do site Metrópoles. De acordo com fontes de Washington, o governo norte-americano avalia que Lula pode perder “talvez no primeiro turno” e que sanções poderiam fortalecer sua base e atrair apoios fora do núcleo petista. Por isso, a estratégia tem se concentrado no ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes.

A pressão aumentou depois que o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, declarar que há “grande possibilidade” de Moraes ser enquadrado na Lei Magnitsky, que prevê sanções severas.

 

Itamaraty tenta conter crise com Trump

 

Diplomatas do Itamaraty atuam nos bastidores para conter a crise. O objetivo é convencer Trump a recuar das sanções ao magistrado. Até agora, o Ministério das Relações Exteriores não se manifestou oficialmente sobre a fala de Rubio.

No entorno de Lula, alguns assessores defendem uma resposta pública e firme, alegando interferência norte-americana na soberania brasileira.

Além de Moraes, a Casa Branca analisa a possibilidade de punir outras autoridades brasileiras envolvidas na derrubada de redes sociais e perfis de usuários.

 

Revista Oeste

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Papa Leão XIV faz apelo para que Israel permita ajuda humanitária em Gaza

21/05/2025


                                             Foto: Reprodução/Vatican Media

 

O papa Leão XIV apelou nesta quarta-feira (21) a Israel para permitir a entrada de ajuda humanitária na Faixa de Gaza, classificando a situação no território palestino como “ainda mais preocupante e triste”.

“Renovo meu apelo… para que permita a entrada de ajuda humanitária justa e ponha fim às hostilidades, cujo alto preço é pago por crianças, idosos e doentes”, disse o pontífice durante sua primeira audiência geral semanal na Praça de São Pedro.

Leão XIV foi recebido por uma multidão enquanto percorria o local da audiência no papamóvel, parando para abençoar bebês.

O pontífice, eleito há duas semanas, é o primeiro líder americano da Igreja Católica.

Ele mencionou a situação em Gaza diversas vezes nas primeiras semanas de seu papado.

Em sua primeira mensagem de domingo, no dia 11 de maio, o novo papa pediu um cessar-fogo imediato e a libertação de todos os reféns israelenses mantidos pelo grupo militante Hamas.

Israel afirmou na segunda-feira (19) que permitiria a entrada de ajuda humanitária em Gaza após um bloqueio de 11 semanas, mas as Nações Unidas informaram que nenhuma ajuda havia sido distribuída até terça-feira (20).

O apelo ocorre um dia após o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, anunciar que seu governo suspendeu as negociações de livre comércio com Israel e convocou o embaixador israelense no Reino Unido para discutir a situação em Gaza.

Israel afirma que planeja intensificar as operações militares contra o Hamas e controlar toda a Faixa de Gaza, devastada por uma guerra aérea e terrestre israelense desde o ataque transfronteiriço do Hamas contra comunidades israelenses em outubro de 2023.

O governo israelense declarou que seu bloqueio visa, em parte, impedir que militantes palestinos desviem e apreendam suprimentos de ajuda humanitária.

 

O Hamas negou ter feito isso.

 

CNN

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RÁDIO FAROL - TOUROS

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Venezuela ignora cobranças do Brasil por acerto de dívida bilionária

18/05/2025


                            Foto: Marcelo Garcia/Presidência da Venezuela/AFP

 

O regime do ditador venezuelano Nicolás Maduro tem ignorado as cobranças do Brasil pelo acerto de dívida bilionária referente aos financiamentos de obras e serviços prestados por empresas brasileiras na Venezuela.

As informações constam em um documento assinado pela secretária de Assuntos Internacionais do Ministério da Fazenda, Tatiana Rosito, em resposta a um requerimento de informação solicitado pelo deputado Nikolas Ferreira (PL-MG).

“A negociação se encontra suspensa em razão da ausência de respostas do governo venezuelano”, diz trecho do documento. “A resolução da questão depende do engajamento da contraparte, não sendo possível assim estimar um prazo para conclusão.”

Segundo o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a cifra atualizada do calote correspondia a US$ 1,74 bilhão (cerca de R$ 10 bilhões) em fevereiro, incluindo os valores indenizados pela União aos bancos financiadores e os juros cobrados pelo atraso da dívida.

“Diante da ausência de resposta das contrapartes venezuelanas, o processo de cobrança foi retomado (…) tanto por meio diplomático quanto por comunicações diretas ao Ministério da Economia venezuelano”, diz o governo no texto.

A equipe econômica informou também que os atrasos têm sido reportados a instituições multilaterais, em especial ao Clube de Paris —organização informal que reúne grandes fornecedores de crédito, como França, Alemanha e Estados Unidos.

Segundo a Fazenda, outras quatro parcelas (se confirmado o não pagamento) serão indenizadas até junho, no valor de cerca de US$ 16 milhões (em torno de R$ 90 milhões). Além disso, haverá cobrança de juros conforme os termos dos contratos de financiamento cedidos à União até a data de quitação dos atrasos.

No passado, o BNDES concedeu financiamento para empreiteiras brasileiras realizarem obras no exterior. Essa modalidade de crédito serviu para bancar projetos de infraestrutura em diversos países, como o metrô de Caracas.

Nesse tipo de operação, o pagamento era feito pelo país onde a empresa brasileira prestava o serviço. Em caso de calote, o banco contava com o FGE (Fundo de Garantia à Exportação), instrumento criado em 1997 e vinculado ao Ministério da Fazenda.

O financiamento de obras e serviços exportados ao exterior nos governos do PT é alvo constante de questionamentos da oposição, principalmente as operações que envolveram Venezuela e Cuba.

O atual governo Lula chegou a reabrir a mesa de negociação da dívida no início de 2023, logo após a visita de Maduro a Brasília. O Ministério da Fazenda fez reuniões preparatórias em busca de uma conciliação, mas o documento enviado ao deputado do PL mostra que os venezuelanos não têm respondido às tentativas de contato.

Apesar de historicamente próximas, as relações entre Lula e o chavismo estão em crise desde que o governo brasileiro vetou a entrada da Venezuela como parceira do Brics (grupo atualmente formado por Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul, Arábia Saudita, Egito, Emirados Árabes Unidos, Etiópia, Indonésia e Irã).

Caracas contava com o apoio da Rússia e da China para entrar na aliança como parceira, um status inferior, mas que lhe permitiria acompanhar algumas reuniões do Brics.

Com o esfriamento das relações diplomáticas, não há perspectiva para a resolução do impasse. A renegociação da dívida bilateral foi tema de conversas telefônicas entre Lula e Maduro em mais de uma ocasião ao longo do terceiro mandato do petista.

Em junho do ano passado, o Palácio do Planalto comunicou que os presidentes dos dois países “discutiram o início de tratativas para a celebração de Acordo de Cooperação e Facilitação de Investimentos e a renegociação da dívida bilateral”.

Propostas para a retomada do pagamento da dívida e medidas para facilitar o comércio entre Brasil e Venezuela também foram discutidas por Lula e Maduro em outubro de 2023.

Na posse de Aloizio Mercadante como presidente do BNDES, em fevereiro de 2023, Lula culpou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pela falta de solução para o caso.

“Os países que não pagaram, seja Cuba, seja Venezuela, é porque o presidente resolveu cortar relação internacional com esses países para não cobrar, para poder ficar nos acusando, deixou de cobrar”, disse.

“Eu tenho certeza que no nosso governo esses países vão pagar, porque são todos países amigos do Brasil, e certamente pagarão a dívida que têm com o BNDES”, declarou à época.

Na ocasião, Lula também afirmou que o BNDES “foi vítima de difamação muito grave durante o último processo eleitoral” e rebateu a acusação feita pelo bolsonarismo de que a instituição teria aberto mão de desenvolver o mercado interno para emprestar dinheiro a obras em outros países e ficado no prejuízo.

 

Folha de S.Paulo

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Lula deve se encontrar com Trump em cúpula do G7 no Canadá

16/05/2025


                          Foto: Ricardo Stuckert/PR e Reprodução/Facebook

 

O G7 convidou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para participar de sua próxima reunião, que será realizada em Kananaskis, cidade da província de Alberta, no Canadá, de 15 a 17 de junho de 2025. O brasileiro ainda não respondeu, pois, quando recebeu o convite, estava em viagem à Rússia e à China.

Se Lula aceitar o convite, será seu 1º encontro com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (republicano). O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, também foi convidado para participar da cúpula que reúne os 7 países mais industrializados do mundo.

O presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, também deve ser convidado já que é o atual presidente do G20, que reúne as maiores economias do mundo. É tradição ter o representante do grupo nas cúpulas do G7. Também participam representantes do FMI (Fundo Monetário Internacional), do Banco Mundial e da OMC (Organização Mundial do Comércio).

 

O G7 é formado por Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido.

 

Um eventual convite para a cúpula já estava no radar dos assessores de Lula, por isso é provável que o petista confirme sua participação. O brasileiro participou das duas últimas reuniões, realizadas no Japão, em 2023, e na Itália, em 2024, sempre como convidado.

O possível encontro de Lula com Trump deverá ser realizado durante os eventos oficiais da cúpula. Por enquanto, seus assessores consideram ser difícil uma reunião bilateral.

Durante a campanha presidencial dos Estados Unidos, em 2024, Lula disse que torcia pela vitória da democrata Kamala Harris (democrata), que era, na época, vice-presidente.

Em entrevista ao jornalista Darius Rochebin, da emissora de televisão TF1, da França, em 1º de novembro de 2024, o petista disse que o modelo democrático dos EUA havia ruído e que o “nazismo e o fascismo” voltaram a aparecer no mundo com outra cara.

“Agora temos o ódio destilado todo santo dia, as mentiras, não apenas nos EUA, na Europa, na América Latina, vários países do mundo. É o fascismo e o nazismo voltando a funcionar com outra cara. Como sou amante da democracia, acho coisa mais sagrada que nós humanos conseguimos construir para bem governar o nosso país, obviamente estou torcendo para Kamala ganhar as eleições”, disse na época.

Trump venceu as eleições em 6 de novembro com 312 votos dos 538 delegados do Colégio Eleitoral. Tomou posse para seu 2º mandato em 20 de janeiro, como 47º presidente dos Estados Unidos. Lula deu os parabéns a Trump no dia e desejou “um mandato exitoso”.

O petista, porém, tem sido crítico à política tarifária deflagrada por Trump que atingiu quase todos os países. O norte-americano determinou uma taxa recíproca de 10% a produtos brasileiros importados. Também subiu para 25% as alíquotas incidentes para alguns produtos específicos, como aço e alumínio.

Lula voltou na 5ª feira (15.mai) da viagem à Rússia e à China. Se falar diretamente com Trump, terá conversado com os 3 principais players no cenário internacional em 2025.

Em Pequim, o brasileiro disse na 3ª feira (13.mai) que “não tem medo de retaliação” dos Estados Unidos depois de fazer diversos discursos alinhados aos chineses durante sua visita ao país.

Na viagem presidencial, Lula fez críticas ao protecionismo norte-americano e repetiu o discurso chinês de que o multilateralismo é o melhor caminho para a economia global, mesmo que nesse contexto o Brasil tenha que competir com produtos dos EUA.

O presidente repetiu a vontade de negociar com os EUA a redução das tarifas norte-americanas aplicadas aos produtos brasileiros, mas declarou que, se um acordo não avançar, o Brasil “buscará seus direitos” na OMC (Organização Mundial do Comércio).

Lula também disse que a relação entre o Brasil e a China “nunca foi tão necessária”. A declaração foi feita ao lado do líder chinês, Xi Jinping (PCCH), durante a cerimônia de assinatura de mais de 30 acordos entre os 2 países.

 

LULA NO G7

 

Lula é o único presidente brasileiro que já participou de cúpulas do G7. Antes do seu 3º mandato, a última participação brasileira em reuniões do grupo havia sido em 2009, quando o petista estava em seu 2º mandato.

Os ex-presidentes Dilma Rousseff (PT) e Michel Temer (MDB) não foram convidados para a reunião em seus respectivos governos.

Em 2020, o então presidente brasileiro, Jair Bolsonaro (PL), disse ter sido convidado por Donald Trump para participar da cúpula, que seria realizada nos Estados Unidos. No entanto, o evento foi cancelado por causa da pandemia. Em 2021, o Reino Unido foi o país-sede e chamou representantes de Austrália, Índia e Coreia do Sul.

O Brasil voltou a ser convidado depois de 14 anos da cúpula realizada no Japão em 2023. Foi o único país da América do Sul com representante no encontro.

 

Poder 360

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DROGARIA POUPE JÁ

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Zelensky decide não ir à reunião com Rússia na Turquia com Putin ausente

15/05/2025


                                                  Foto: Getty Images

 

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, optou por não ir à negociação com a Rússia na Turquia após o presidente russo, Vladimir Putin, decidir não comparecer ao evento.

O chefe de Estado ucraniano está na Turquia e se encontrou com o presidente do país. Uma fonte ucraniana havia dito à agência de notícias Reuters na quarta-feira (14) que ele participaria da reunião.

Zelensky disse a repórteres que decidiu nomear seu ministro da Defesa, Rustem Umerov, para chefiar a delegação ucraniana. Umerov fala ucraniano, inglês, turco e russo.

Se a reunião for realizada, esta será a primeira vez que autoridades dos dois países se falarão diretamente desde 2022, ano do início da guerra.

O líder ucraniano pontuou ainda que decidiu enviar uma delegação de alto nível a Istambul, apesar de a Rússia ter enviado uma equipe de nível inferior. Segundo ele, a medida foi tomada “em respeito” ao presidente dos EUA, Donald Trump, e ao presidente turco, Recep Tayyip Erdogan.

“Apesar do nível relativamente baixo da delegação russa, em respeito ao presidente Trump, em respeito ao alto nível da delegação turca e ao presidente Erdogan, ainda queremos tentar dar pelo menos os primeiros passos em direção a um cessar-fogo, então decidi enviar nossa delegação a Istambul agora”, destacou.

“Nem todos estarão lá, é claro; o chefe do Serviço de Segurança e o Chefe do Estado-Maior não estarão. Mas a delegação será liderada pelo Ministro da Defesa. Apesar de seu homólogo não estar lá”, adicionou.

O chefe de Estado também ressaltou espera que mais sanções sejam impostas à Rússia se o Kremlin não tomar medidas para encerrar a guerra.

Os aliados europeus da Ucrânia e Donald Trump ameaçaram aplicar novas sanções à Rússia caso o país não aderisse à proposta de cessar-fogo incondicional de 30 dias, apoiada pelos EUA.

Vários países europeus pontuaram que poderiam impor novas sanções “massivas” à Rússia se ela não interrompesse os combates até segunda-feira. No entanto, esse cronograma mudou depois que ficou claro que os dois lados poderiam se reunir esta semana.

“A Ucrânia estava caminhando para um formato que poderia nos aproximar um pouco mais do fim da guerra. Mas isso não pode ser unilateral, apenas de um lado. E a pressão não pode ser unilateral”, argumentou Zelensky.

“É por isso que realmente queremos ver (pressão) contra a Rússia e Putin. Sanções da Europa, dos Estados Unidos e de outros países. Pelo menos sanções”, concluiu.

 

CNN Brasil

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MARE MOVEIS TOUROS

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China isenta brasileiros de visto para visitas de até 30 dias

15/05/2025


                                                  Foto: Ricardo Stuckert / PR

 

 A partir de 1º de junho, os brasileiros que viajarem à China para turismo, negócios, visita a parentes e amigos, visitas de intercâmbio ou trânsito poderão permanecer no país por até 30 dias, sem necessidade de visto. A medida vale também para argentinos, chilenos, peruanos e uruguaios.

Foi o que anunciou nesta quinta (15) o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Lin Jian, durante entrevista coletiva. Em princípio, a isenção de visto será válida até 31 de maio de 2026, em caráter experimental. Depois disso, Pequim decidirá se prolonga a política.

Na terça-feira, na abertura do Fórum China-Celac (Comunidade de Estados Latino-Americanos e do Caribe), ao lado de Lula e outros chefes de Estado, o líder chinês, Xi Jinping, havia anunciado a medida para cinco países da região, sem dizer quais.

Não foi detalhada a razão de terem sido selecionados esses cinco países. Também estavam presentes na cerimônia com Xi os presidentes Gabriel Boric, do Chile, e Gustavo Petro, da Colômbia, que não entrou na lista. O argentino Javier Milei, que chegou a anunciar que viria ao fórum, enviou um representante.

 

 

Folha de S.Paulo

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Lula telefona para Putin e tenta convencê-lo a participar de reunião com Ucrânia

14/05/2025


 

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva conversou por telefone nesta quarta-feira (14) com o presidente da Rússia, Vladimir Putin, com quem esteve na semana passada. Na ligação, o petista tentou convencer Putin a participar da reunião de negociação pela paz com a Ucrânia, marcada para esta quinta (15), na Turquia.

“O presidente brasileiro estimulou o presidente russo a comparecer à reunião, reconhecendo que a composição das delegações de negociadores é uma prerrogativa soberana dos chefes de Estado”, informou o governo brasileiro, em nota.

Por enquanto, não há confirmação da ida de Putin ao encontro. A expectativa é que a Rússia envie um grupo de representantes do Kremlin. No entanto, o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou que só vai negociar o fim do conflito com a presença de Putin.

Moscou tem apresentado disposição para dialogar. Nos últimos dias, o presidente russo sugeriu retomar negociações “sem pré-condições” com a Ucrânia e sinalizou abertura para um acordo de cessar-fogo. Zelensky considerou a proposta um “sinal positivo”, mas reforçou que uma trégua imediata e total é condição para iniciar qualquer tratativa.

Lula está em deslocamento de volta ao Brasil, após ida à China e à Rússia. O brasileiro deve pousar em Brasília na madrugada desta quinta (15).

Em coletiva de imprensa na China nessa terça (13), o presidente tinha sinalizado que iria falar com Putin sobre o encontro previsto para esta quinta e que iria encorajá-lo a participar do evento.

“O meu ministro Mauro Vieira [Relações Exteriores] tinha recebido um telefonema do chanceler da Ucrânia [Andrii Sybiha], dizendo que o Zelensky gostaria que eu pedisse para o Putin, para saber se o Putin estava disposto a fazer um acordo de paz, uma trégua de 30 dias. Tive a oportunidade de jantar ao lado do Putin [na semana passada] e foi a primeira coisa que perguntei. E o Putin disse textualmente que ‘eu topo discutir isso a partir do acordo que estávamos fazendo em Istambul, em 2022′. Eu não conheço [o acordo]. Quando eu parar em Moscou [em escala de voo na volta ao Brasil], eu vou tentar falar com o Putin. Não me custa nada falar: ‘Olha, companheiro Putin, vá até Istambul negociar’”, declarou Lula, ao ser questionado sobre o tema.

Na ligação desta quarta, o brasileiro também relatou a Putin a reunião que teve com o presidente da China, Xi Jinping. Na declaração conjunta Brasil-China, emitida após o encontro, os dois países voltaram a citar o Grupo de Amigos da Paz — lançado em setembro de 2024, por iniciativa de Brasil e China — e destacaram a disposição das nações do chamado Sul Global em cooperar para o fim da guerra.

 

R7

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Morre Pepe Mujica, ex-presidente do Uruguai, aos 89 anos

13/05/2025


                                    Foto: JOSÉ CRUZ/AGÊNCIA BRASIL

 

José “Pepe” Mujica, ex-presidente do Uruguai, morreu nesta terça-feira (13), aos 89 anos. A informação foi confirmada pelo atual presidente uruguaio, Yamandú Orsi. Entretanto, a causa da morte ainda não foi divulgada.

José “Pepe” Mujica, ex-presidente do Uruguai, morreu nesta terça-feira (13), aos 89 anos. A informação foi confirmada pelo atual presidente uruguaio, Yamandú Orsi. Entretanto, a causa da morte ainda não foi divulgada.

 

Quem foi Pepe Mujica?

Pepe Mujica nasceu em 1935, em Montevidéu, onde morou ao longo de toda a vida. Começou na política no Partido Nacional, um dos mais tradicionais do Uruguai, onde foi secretário-geral da Juventude.

Fundador do principal grupo guerrilheiro do Uruguai, ficou preso mais de uma década, foi torturado pela ditadura e acabou chegando ao poder décadas depois.

Mujica se tornou o um dos presidentes mais queridos internacionalmente e colocou o Uruguai, o segundo menor país da América do Sul, na lupa mundial.

 

CNN 

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EUA e China fecham acordo para suspender maior parte de tarifas por 90 dias

12/05/2025


 

Autoridades dos Estados Unidos e da China anunciaram nesta segunda-feira, 12, que chegaram a um acordo para reduzir a maioria das tarifas recentes e estabelecer uma trégua de 90 dias em sua guerra comercial, a fim de permitir novas negociações.

Os mercados de ações subiram significativamente, à medida que as duas maiores potências econômicas do mundo recuaram de um confronto que vinha abalando a economia global.

Jamieson Greer, representante de Comércio dos EUA, afirmou que os EUA concordaram em reduzir sua tarifa de 145% sobre produtos chineses em 115 pontos porcentuais, para 30%, enquanto a China concordou em fazer o mesmo com suas tarifas sobre produtos americanos, reduzindo para 10%.

Greer e o Secretário do Tesouro, Scott Bessent, anunciaram as reduções tarifárias em uma entrevista coletiva em Genebra.

Os dois adotaram um tom positivo ao afirmar que os países estabeleceram consultas para continuar discutindo as questões comerciais.

Bessent disse, após dois dias de conversas, que os níveis tarifários tão altos representavam praticamente um bloqueio total às mercadorias de ambos os lados – algo que nenhum dos países deseja.

“O consenso de ambas as delegações neste fim de semana é que nenhum dos lados quer um desacoplamento,” afirmou Bessent. “E o que estava ocorrendo com essas tarifas muito altas… era um embargo, o equivalente a um embargo. E nenhum dos lados quer isso. Queremos comércio. Queremos um comércio mais equilibrado. E acredito que ambos os lados estão comprometidos com isso.”

 

‘Interesses comuns do mundo’

 

O Ministério do Comércio da China classificou o acordo como um passo importante para a resolução das divergências entre os dois países e disse que ele estabelece as bases para uma cooperação futura.

“Essa iniciativa está alinhada com as expectativas de produtores e consumidores de ambos os países e serve aos interesses de ambas as nações, assim como aos interesses comuns do mundo”, afirmou o ministério chinês em nota.

O comunicado acrescentou que a China espera que os EUA deixem de lado “a prática errônea de aumentos tarifários unilaterais” e colaborem com a China para proteger o desenvolvimento das relações econômicas e comerciais, trazendo mais certeza e estabilidade à economia global.

O impacto total das tarifas e penalidades comerciais aplicadas por Washington e Pequim ainda é incerto. Muito dependerá de as duas partes conseguirem superar as diferenças históricas durante a suspensão de 90 dias.

Mas o fato de as maiores economias do mundo recuarem de medidas que poderiam causar grandes perturbações no comércio global animou os investidores.

Os futuros do S&P 500 subiram 2,6% e os do Dow Jones, 2%. O preço do petróleo disparou mais de US$ 1,60 por barril, e o dólar americano ganhou força frente ao euro e ao iene japonês.

Jens Eskelund, presidente da Câmara de Comércio da União Europeia na China, comemorou a notícia, mas alertou para a cautela. Segundo ele, as tarifas foram apenas suspensas por 90 dias, e há grande incerteza sobre o que pode acontecer depois.

“As empresas precisam de previsibilidade para manter operações normais e tomar decisões de investimento. A Câmara espera, portanto, que ambos os lados continuem o diálogo para resolver as diferenças e evitar medidas que prejudiquem o comércio global e causem danos colaterais a terceiros”, disse Eskelund em comunicado.

 

Histórico

 

No mês passado, o presidente norte-americano, Donald Trump, elevou as tarifas dos EUA sobre a China para um total de 145%, e a China respondeu com uma tarifa de 125% sobre produtos americanos. Tarifas tão altas equivalem, na prática, a um boicote mútuo, interrompendo um comércio bilateral que no ano passado superou os US$ 660 bilhões.

O anúncio dos EUA e da China impulsionou as bolsas, com futuros americanos subindo mais de 2%. O índice Hang Seng, de Hong Kong, subiu quase 3%, e os principais índices da Alemanha e da França registraram alta de 0,7%.

 

O governo Trump impôs tarifas a diversos países, mas o confronto com a China tem sido o mais intenso.

 

Fonte: Estadão Conteúdo

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Putin propõe negociações de paz com a Ucrânia após três anos de guerra

11/05/2025


                                                 Foto: Liu Kai/Xinhua

 

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, propôs neste domingo (11) a realização de negociações diretas com a Ucrânia no dia 15 de maio, na Turquia. O objetivo, segundo ele, é alcançar uma paz duradoura — uma iniciativa que foi bem recebida pelo presidente dos EUA, Donald Trump.

O líder russo, que até agora ofereceu poucas concessões para encerrar o conflito, afirmou que as conversas, previstas para ocorrer na cidade turca de Istambul, devem focar em eliminar as causas profundas da guerra e restaurar uma “paz duradoura e estável” — não apenas uma pausa para rearmamento.

“Estamos propondo que Kiev retome as negociações diretas sem qualquer pré-condição”, disse Putin do Kremlin, nas primeiras horas de domingo. “Oferecemos às autoridades de Kiev que retomem as negociações já na quinta-feira, em Istambul”.

Putin afirmou que conversará ainda no domingo com o presidente turco, Tayyip Erdogan, para viabilizar as conversas, que poderiam levar a um cessar-fogo.

“Nossa proposta, como se diz, está sobre a mesa. A decisão agora cabe às autoridades ucranianas e seus curadores, que parecem estar guiados por ambições políticas pessoais, e não pelos interesses de seus povos”.

O gabinete do presidente ucraniano, VolodymyrZelensky, e o ministério das Relações Exteriores da Ucrânia não responderam de imediato ao pedido de comentário da Reuters.

Em mensagem na rede social Truth Social, Trump celebrou a proposta de Putin como um passo positivo para o fim da guerra.

“Um dia potencialmente grandioso para a Rússia e a Ucrânia!”, escreveu Trump. “Pensem nas centenas de milhares de vidas que serão salvas se esse ‘banho de sangue’ interminável finalmente tiver um fim.”

 

Nenhum cessar-fogo?

 

A proposta de Putin ocorreu poucas horas após potências europeias exigirem em Kiev, no sábado (10), que o presidente russo concorde com um cessar-fogo incondicional de 30 dias, sob pena de enfrentar novas e “massivas” sanções.

 

Putin rejeitou o que chamou de tentativas de algumas potências europeias de impor “ultimatos”.

 

Segundo ele, a Rússia já havia proposto diversos cessar-fogos, incluindo uma moratória sobre ataques a instalações energéticas, uma trégua durante a Páscoa e, mais recentemente, uma pausa de 72 horas para as celebrações dos 80 anos da vitória na Segunda Guerra Mundial.

Rússia e Ucrânia se acusaram mutuamente de violar essas tréguas temporárias, incluindo o cessar-fogo de 8 a 10 de maio.

Apesar do apelo de Putin por conversas de paz, a Rússia lançou no domingo um ataque com drones contra Kiev e outras regiões da Ucrânia, ferindo uma pessoa nos arredores da capital e danificando várias residências, segundo autoridades ucranianas.

Putin afirmou que não descarta que, durante as conversas propostas na Turquia, as partes concordem com “novas tréguas, um novo cessar-fogo”, o que poderia ser o primeiro passo rumo a uma paz sustentável.

Após anúncio, Rússia lança ataque aéreo contra Kiev, diz prefeito da cidade

Unidades de defesa aérea da Ucrânia estavam tentando repelir um ataque aéreo russo contra Kiev, segundo informou o prefeito da capital. Testemunhas da Reuters relataram explosões semelhantes às provocadas por unidades de defesa aérea em operação.

O ataque ocorreu poucas horas depois de Vladimir Putin, propor negociações diretas com a Ucrânia em 15 de maio, em Istambul.

 

Folhapress

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Mundo

Trump deve anunciar “grande acordo comercial” nesta quinta-feira (8)

08/05/2025


                                             Foto: REUTERS/Kevin Lamarque

 

O presidente dos EUA, Donald Trump, deu a entender que um anúncio comercial importante será feito nesta quinta-feira (8). Uma fonte familiarizada com os planos do governo disse à CNN que o acordo será com o Reino Unido.

É mais um sinal de um possível alívio das tarifas historicamente altas que ameaçam causar sérios danos às economias dos EUA e do mundo.

“Grande coletiva de imprensa amanhã de manhã, às 10h, no Salão Oval, sobre um GRANDE ACORDO COMERCIAL COM REPRESENTANTES DE UM PAÍS GRANDE E ALTAMENTE RESPEITADO. O PRIMEIRO DE MUITOS!!!”, publicou Trump na noite de quarta-feira (7), no Truth Social.

Na publicação, Trump não especificou qual país, mas seu governo sugeriu que está em negociações ativas com a Índia, o Reino Unido, Coreia do Sul e o Japão.

O principal assessor comercial de Trump, Peter Navarro, disse à CNN na terça-feira (6) que suspeita que o Reino Unido possa ser o primeiro país a assinar um acordo comercial com os Estados Unidos.

“Não sei se será o Reino Unido ou a Índia primeiro, é… temos uma pequena reviravolta na história da Índia, então isso pode atrasar as coisas por lá, mas posso garantir ao povo americano que haverá acordos, e serão acordos muito bons para o povo americano”, disse Navarro.

O Financial Times noticiou na terça-feira que um acordo comercial com o Reino Unido poderia ser assinado esta semana e poderia isentar os Estados Unidos de algumas barreiras comerciais não tarifárias, incluindo o imposto de 2% sobre serviços digitais cobrado do Reino Unido às empresas de tecnologia americanas.

Em troca, os EUA podem aliviar a carga tarifária sobre o Reino Unido, talvez reduzindo ou isentando o país de tarifas de 25% sobre alumínio, aço e automóveis, informou o Financial Times.

Há semanas, autoridades de Trump dizem que estão conversando com mais de uma dúzia de países e que estão perto de um acordo, mas nenhum foi anunciado até agora.

Trump tem dito frequentemente que não tem pressa em assinar um acordo, alegando que os países vêm “roubando” os Estados Unidos há anos e as altas tarifas impostas pelos Estados Unidos ajudarão a equilibrar o comércio.

 

CNN

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Mundo

Dono da Coca-Cola anuncia aposentadoria aos 94 anos e receberá R$ 12 milhões por dia

05/05/2025


 

Warren Buffett, de 94 anos, anunciou sua aposentadoria depois de 6 décadas à frente da Berkshire Hathaway, conglomerado que possui participações em diversas empresas e é a maior acionista da Coca-Cola. Esse investimento está avaliado em cerca de R$ 150 bilhões, tornando-se a maior participação no portfólio da Berkshire.

Desde o início do investimento em 1988, a Coca-Cola tem sido uma fonte significativa de dividendos para a Berkshire Hathaway. Em 2024, por exemplo, a empresa recebeu aproximadamente R$ 2 bilhões em dividendos da Coca-Cola, o que equivale a cerca de R$ 12 milhões por dia.

A relação de Buffett com a Coca-Cola vai além dos números. Ele é conhecido por seu apreço pessoal pela marca, consumindo o refrigerante regularmente. Essa afinidade reflete sua filosofia de investimento: adquirir empresas com marcas fortes, produtos consistentes e potencial de crescimento a longo prazo. Será que dá pra aproveitar o resto da vida com R$ 12 milhões por dia?

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101 FM

Mundo

Cardeais esperam conclave rápido para escolher novo papa

03/05/2025


                                       Foto: Vatican Pool/ Getty Images

 

Se os cardeais da Igreja Católica Romana não tiverem escolhido um novo papa até o terceiro dia do conclave da próxima semana, então as coisas não estarão indo como planejado.

Conclaves curtos, encerrados em poucos dias, projetam uma imagem de unidade, e a última coisa que os cardeais de vestes vermelhas querem é dar a impressão de que estão divididos e que a Igreja está à deriva após a morte do papa Francisco no mês passado.

“No máximo três dias”, previu com confiança o cardeal salvadorenho Gregorio Rosa Chávez esta semana, antes da votação secreta, que começará na Capela Sistina em 7 de maio.

A duração média dos últimos 10 conclaves foi de 3,2 dias e nenhum durou mais de cinco. As duas últimas eleições — em 2005 com o papa Bento 16 e em 2013 com Francisco — foram concluídas em apenas dois dias.

O conclave é realizado em quantas rodadas de votação forem necessárias até que um candidato obtenha a maioria de dois terços, desencadeando a fumaça branca que informa ao mundo que aguarda o início de um novo papado.

“É evidente que quanto mais cédulas houver, mais difícil será o processo. Mas os sinais são de que eles querem prosseguir rapidamente”, disse Giovanni Vian, professor de história cristã na Universidade Ca’ Foscari de Veneza.

Alguns dos 133 cardeais que deverão entrar na Capela Sistina na quarta-feira já são possíveis papas há anos. Outros só se destacarão durante as atuais reuniões diárias, conhecidas como congregações gerais, onde os cardeais discutem o futuro da Igreja.

Quando Francisco morreu, a maioria dos observadores do Vaticano via o cardeal italiano Pietro Parolin e o prelado filipino Luis Antonio Tagle como os favoritos óbvios, com uma infinidade de outros possíveis candidatos seguindo seu rastro.

 

Escolhas sérias

 

A votação inicial, na tarde em que o conclave começa, geralmente serve como uma caixa de ressonância informal na qual vários nomes são amplamente divulgados.

Alguns desses votos são simbólicos, oferecidos como gestos de respeito ou amizade antes do início da votação séria no dia seguinte, quando a força dos favoritos pode ser avaliada.

A partir do segundo dia, são realizadas duas votações pela manhã e duas à tarde. De acordo com os regulamentos do conclave, se ninguém for escolhido após os três primeiros dias, os cardeais devem fazer uma “pausa de oração” de um dia antes de continuar.

Em breve fica claro se há um candidato viável ou se será necessário um candidato de compromisso.

“Se não conseguirmos um novo papa rapidamente, isso mostrará que o impulso para os favoritos se esgotou muito rapidamente”, disse o rev. Thomas Reese, padre jesuíta e comentarista do Vaticano.

“Isso também reforçará o fato de que há muitos cardeais lá dentro e eles simplesmente não se conhecem muito bem”, acrescentou.

O papa Francisco nomeou cerca de 80% dos cardeais eleitores, muitos deles em dioceses distantes, enquanto buscava fortalecer a Igreja em áreas onde antes tinha alcance limitado.

 

CNN

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DROGARIA POUPE JÁ

Mundo

Tremor de magnitude 7,4 atinge Argentina e Chile e gera alerta de tsunami; moradores do litoral chileno foram deslocados

02/05/2025


 Moradores de Punta Arenas, no Chile, deixam suas casas após alerta de tsunami | Foto: Reprodução    @ESPECIGEST via X (Twitter)

 

Um terremoto de magnitude 7,4 atingiu a Argentina e o Chile nesta sexta-feira, 2, informou o Serviço Geológico dos Estados Unidos.

As autoridades chilenas citaram a possibilidade de tsunami e emitiram um alerta de deslocamento para a população na região costeira do Estreito de Magalhães, extremo sul do país. Também foi solicitado que as pessoas deixassem todas as áreas de praia no território antártico chileno.

O Serviço Geológico dos EUA afirmou que o epicentro do terremoto foi sob o oceano, 219 quilômetros ao sul da cidade argentina de Ushuaia.

O presidente do Chile, Gabriel Boric, usou sua conta no X, antigo Twitter, para dizer que “todos os recursos estão disponíveis” para responder a possíveis emergências. “Pedimos o deslocamento do litoral em toda a região de Magalhães. Neste momento, nosso dever é nos prevenirmos e ouvir as autoridades”, disse o presidente.

O terremoto ocorreu às 8h58, horário local (9h58 de Brasília), e as cidades mais próximas são Ushuaia, na Argentina, a 219 quilômetros do epicentro, e, no lado do Chile, a cidade portuária de Punta Arenas, a cerca de 440 quilômetros de distância.

O Serviço Nacional de Prevenção e Resposta a Desastres do Chile informou que enviou pessoal à área para avaliar os danos, embora até o momento não tenha havido relatos de vítimas ou danos materiais, disse Miguel Ortiz, vice-diretor de gestão da agência na região, em uma entrevista coletiva. “Pedimos à população de Magalhães que permaneça em áreas seguras”, pois “são esperados tremores secundários”, disse ele.

 

 

Estadão

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Mundo

Chaminé da fumaça que anuncia escolha do papa é instalada

02/05/2025

 
 
 
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RÁDIO FAROL - TOUROS

Mundo

Apagão em Portugal e Espanha foi causado por fenômeno atmosférico raro

28/04/2025


                                                                 Foto: Reuters

 

A REN, Redes Energéticas Nacionais, operadora elétrica de Portugal, declarou que a queda no fornecimento de energia do país foi resultado de uma falha na rede espanhola, relacionada a um fenômeno atmosférico raro conhecido como “vibração atmosférica induzida”.

“Devido às variações extremas de temperatura no interior da Espanha, houve oscilações anômalas nas linhas de muito alta tensão (400 KV)”, informou a REN. Segundo a operadora, a restauração completa da rede elétrica do país pode levar até uma semana.

 

Veja nota da empresa:

“A REN tem todos os seus recursos empenhados na recuperação da rede de abastecimento de energia a todo o país, em colaboração com as empresas produtoras e e de distribuição e com a Rede Elétrica de Espanha. Os dois países ibéricos são afetados por um corte maciço no fornecimento de energia. A retomada do sistema elétrico nacional será feita gradualmente, com o acoplamento faseado dos diversos grupos eletroprodutores. […] Neste momento é ainda impossível prever quando estará normalizada a situação. As autoridades e as empresas responsáveis pelo transporte de eletricidade de ambos os lados da fronteira continuam entretanto a analisar as causas do incidente desta manhã”

No entanto, o primeiro-ministro de Portugal, Luís Montenegro, disse que a expectativa é que o problema seja resolvido ainda hoje. Em entrevista à CNN, ele reforçou que a origem do apagão não foi em Portugal.

 

A operadora espanhola ainda não se pronunciou sobre a declaração da REN.

CNN

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DROGARIA POUPE JÁ

Mundo

Carro invade festival, atropela multidão e deixa ao menos nove mortos no Canadá

27/04/2025


                                          Foto: reprodução/redes sociais

 

Um motorista dirigiu contra uma multidão em um festival de rua que celebrava a herança filipina em Vancouver, Canadá, na noite de sábado (26), matando ao menos nove pessoas e ferindo diversas, informaram autoridades.

Alguns dos presentes no evento ajudaram a prender o suspeito no local. Ele é um homem de 30 anos da própria cidade, segundo comunicado da polícia.

Nenhum motivo foi divulgado até o momento, embora a polícia tenha afirmado estar “confiante” de que não se tratou de um ato de terrorismo.

Autoridades canadenses investigam se problemas de saúde mental podem ter influenciado o crime, explicou uma fonte policial informada sobre a investigação à CNN.

“Por volta das 20h14 do dia 26 de abril, um homem atropelou uma grande multidão que participava do Festival do Dia de Lapu Lapu, perto da Avenida 43 Leste e da Rua Fraser. Um suspeito de 30 anos, homem de Vancouver, foi preso no local”, informou um comunicado da polícia.

O suspeito era conhecido da polícia “em certas circunstâncias”, relatou o chefe interino da Polícia de Vancouver, Steve Rai, a repórteres em uma coletiva de imprensa neste domingo (27).

Ele se recusou a dar mais detalhes, como se o homem tinha antecedentes criminais. No entanto, a autoridade afirmou que o suspeito agiu sozinho, confirmando que havia “um suspeito, um veículo”.

 

CNN Brasil

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RÁDIO FAROL - TOUROS

Mundo

Vaticano cogita aumentar hora de visitação ao corpo do papa por conta do elevado número de fiéis

23/04/2025

 

O Vaticano pode estender o horário para que os fiéis visitem o corpo do papa Francisco na Basílica de São Pedro até depois da meia-noite em Roma, devido ao grande número de visitantes, afirmou em um comunicado nesta quarta-feira (23).

Francisco, que faleceu aos 88 anos na segunda-feira, está em velório público por três dias.

O Vaticano havia planejado originalmente encerrar as visitas à meia-noite de quarta e quinta-feira, e às 19h, horário local, na sexta-feira.

 

g1

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