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Israel diz ter matado comandante veterano do Irã em ataque aéreo

21/06/2025


 

Israel anunciou neste sábado (21) que matou Saeed Izadi, comandante do Corpo Palestino da Força Quds, durante ataques aéreos na cidade de Qom, no Irã. Izadi era acusado de financiar e armar o grupo terrorista Hamas antes do ataque contra Israel em 7 de outubro de 2023. 

Segundo o ministro da Defesa israelense, Israel Katz, a morte do comandante foi uma "grande conquista para a inteligência israelense e a Força Aérea". Autoridades iranianas não mencionaram Izadi, mas relataram a morte de cinco membros da Guarda Revolucionária em ataques a Khorramabad. O conflito, que já dura mais de uma semana, deixou pelo menos 430 mortos no Irã e 24 civis mortos em Israel, segundo autoridades locais.

Enquanto isso, o Irã descartou retomar negociações sobre seu programa nuclear enquanto enfrenta ataques israelenses. Abbas Araqchi, ministro das Relações Exteriores iraniano, afirmou que os bombardeios, com suposto apoio dos Estados Unidos, impossibilitam qualquer diálogo.

"É óbvio que não posso negociar com os EUA quando nosso povo está sob bombardeios", declarou Araqchi em uma reunião da Organização de Cooperação Islâmica (OCI) na Turquia. Israel acusa o Irã de estar próximo de desenvolver armas nucleares, enquanto Teerã insiste que seu programa tem fins pacíficos.

 

Escalada no Conflito

Os bombardeios intensificaram-se após Israel atacar a instalação nuclear de Isfahan e alvos estratégicos relacionados a mísseis balísticos. O Irã relatou ataques a hospitais e ambulâncias, enquanto Israel alega focar em alvos militares. O presidente turco, Tayyip Erdogan, acusou Israel de sabotar negociações nucleares entre Teerã e os EUA, que estavam previstas para começar. O presidente Donald Trump declarou que está "pronto para conversar", mas reforçou o apoio aos ataques israelenses, afirmando que "não permitirá que o Irã desenvolva armas nucleares".

 

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ONU alerta para risco de guerra sair do controle entre Irã e Israel

21/06/2025


                                               Foto: Miki Schauder/Xinhua

 

As Forças Armadas do Irã lançaram um novo ataque com mísseis balísticos contra Israel na tarde desta sexta-feira, 20. Segundo o Exército israelense, ao menos 35 mísseis foram disparados contra as cidades de Haifa, Bersheeva e Tel-Aviv.

Em Nova York, o Conselho de Segurança da ONU também se reuniu nesta sexta para discutir o confronto entre Israel e Irã. Antonio Guterres alertou para o risco de a guerra sair de controle.

“Não estamos caminhando lentamente em direção a uma crise, estamos correndo em direção a ela”, disse o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, ao Conselho de Segurança em Nova York. Ele pediu a Israel e ao Irã que resolvessem suas diferenças pacificamente.

O ataque em Haifa teve como principal alvo a área do porto da cidade, um dos principais em Israel. Grandes colunas de fumaça foram vistas na região, depois de o sistema de defesa aéreo israelense não conseguir interceptar todos os mísseis balísticos iranianos.

Sarit Golan-Steinberg, vice-prefeito de Haifa, disse que edifícios próximos ao principal porto da cidade foram danificados após um míssil iraniano ter caído nas proximidades. “Estamos indo de prédio em prédio para avaliar os danos”, disse. Em resposta, a Força Aérea israelense atacou baterias antiaéreas no sudoeste iraniano.

O Irã atacou ainda instalações militares e centros de apoio operacional em ataques noturnos contra o centro de Israel e a área do Aeroporto Ben Gurion, informou a Guarda Revolucionária Islâmica em um comunicado publicado pela mídia estatal iraniana. O país utilizou drones Shahed-136 e mísseis de propulsão sólida e líquida, segundo o documento.

No início do sábado, as Forças de Defesa de Israel disseram que a força aérea israelense havia iniciado ataques no centro do Irã visando o que disseram ser locais de armazenamento e lançamento de mísseis.

No centro-norte do Irã, em Qom, um ataque israelense atingiu o quarto andar de um prédio, matando um adolescente de 16 anos e ferindo outros dois, que foram transferidos para centros médicos, informou um porta-voz do governo provincial de Qom em um comunicado divulgado pela IRNA, a agência de notícias oficial do Irã.

O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, afirmou que Saeed Izadi, comandante do Corpo Palestino da Força Quds do Irã, também foi morto em um ataque a um apartamento em Qom. Izadi “financiou e armou o Hamas” antes dos ataques de 7 de outubro, disse Katz, chamando o ataque de “uma grande conquista para a inteligência israelense e a Força Aérea”.

O líder da segunda brigada de veículos aéreos não tripulados do IRGC, que estava envolvido em ataques de drones contra Israel a partir do sudoeste do Irã, foi morto nos ataques de sexta-feira, segundo as Forças de Defesa de Israel.

O chefe do exército de Israel, o general Eyal Zamir, alertou para que a população se prepare para uma “guerra longa” contra o Irã. A mensagem foi dada em meio aos ataques do oitavo dia de conflito entre israelenses e iranianos. “Lançamos a campanha mais complexa da nossa história”, disse o general. “Devemos nos preparar para uma campanha prolongada. Apesar dos avanços importantes, dias difíceis nos aguardam.”

Entre os avanços, segundo Zamir, está a redução do arsenal iraniano. Antes da operação, o Irã possuía cerca de 2,5 mil mísseis terra-terra e planejava produzir outros 5,5 mil nos próximos dois anos, e estava promovendo avanços no campo nuclear – que Israel diz, sem apresentar provas, que caminhava para a fabricação de uma bomba atômica, embora Teerã negue que o programa tenha fins militares.

 

Reunião na ONU

 

Vasili Nebenzya, embaixador da Rússia na ONU, acusou os Estados Unidos, a Grã-Bretanha, a França e a Alemanha de espalharem a “invenção infundada” de que o Irã planejava construir armas nucleares.

 

Na reunião do Conselho de Segurança, ele disse que essas nações e a AIEA, órgão da ONU responsável pela fiscalização nuclear que declarou que o Irã havia violado o tratado de não proliferação, eram “cúmplices” dos ataques israelenses.

 

Negociações em Genebra

 

Os ataques ocorrem em meio a negociações entre diplomatas iranianos e europeus que discutem o programa nuclear iraniano e o futuro do conflito em Genebra, na Suíça.

Apesar da disposição em negociar, os principais líderes iranianos condicionam o sucesso das negociações ao fim das hostilidades de Israel, que lançou um ataque na semana passada com o objetivo de destruir o programa nuclear iraniano.

 

Protestos no Oriente Médio

 

Milhares de pessoas no Iraque, Líbano e Irã – países de maioria xiita – foram às ruas na sexta-feira de preces para protestar contra a guerra.

 

Em Teerã, capital do Irã, multidões saíram das mesquitas e invadiram as praças centrais, pisoteando e queimando bandeiras israelenses e americanas enquanto erguiam retratos do líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei. Gritos de “Morte a Israel” e “Morte aos Estados Unidos” ecoaram da multidão de manifestantes enquanto marchavam no que a mídia estatal iraniana chamou de protestos de “raiva e vitória”.

 

Estadão

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Israel bombardeia áreas nucleares do Irã; Khamenei desafia Trump

18/06/2025


Israel bombardeou nesta quarta-feira (18) centros de produção de centrífugas de urânio no Irã, cujo líder supremo Ali Khamenei respondeu com um tom desafiador à declaração do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de que deseja uma “rendição incondicional”.

“Temos que dar uma reposta forte ao regime sionista terrorista. Não teremos clemência com os sionistas”, escreveu o aiatolá Khamenei em sua conta na rede social X.

Trump também advertiu que seu país poderia matar Khamenei, alimentando as especulações sobre um envolvimento direto de Washington no conflito iniciado por Israel na sexta-feira da semana passada.

“Sabemos exatamente onde se esconde o chamado ‘Líder Supremo’. É um alvo fácil, mas está seguro lá. Não vamos tirá-lo (matá-lo!), pelo menos por enquanto”, escreveu Trump em sua rede Truth Social.

A guerra começou na sexta-feira da semana passada, quando Israel bombardeou o território iraniano, uma ofensiva que justificou pela necessidade de evitar que o Irã desenvolva a bomba atômica, um objetivo repetidamente negado por Teerã.

A ofensiva paralisou as negociações que estavam em curso entre Teerã e Washington para, justamente, limitar o programa nuclear do país islâmico em troca da retirada das sanções econômicas.

O governo dos Estados Unidos garante que não teve envolvimento no ataque inicial e que privilegia uma solução diplomática com o Irã, embora as últimas declarações mais hostis de Trump possam indicar uma mudança de postura.

 

– Mísseis hipersônicos –

O Exército iraniano emitiu um alerta sobre ataques “punitivos” iminentes em Israel e pediu a evacuação das grandes cidades de Tel Aviv e Haifa.

Pouco depois, a Guarda Revolucionária, o exército ideológico iraniano, anunciou na televisão estatal um bombardeio contra o território israelense com o uso de mísseis balísticos hipersônicos Fattah-1.

As Forças Armadas israelenses ativaram temporariamente, durante a noite, as sirenes aéreas após a detecção de 10 mísseis balísticos lançados pelo Irã, que em sua maioria foram interceptados, afirmou uma autoridade militar.

Os sistemas de defesa israelenses também derrubaram dois drones na região do Mar Morto nas primeiras horas da quarta-feira.

O Exército israelense informou nesta quarta-feira que um de seus drones foi derrubado por um míssil terra-ar quando operava no Irã.

Também anunciou um ataque com “mais de 50 aviões” contra um centro de produção de centrífugas de urânio em Teerã e várias unidades de fabricação de armas, incluindo instalações de produção de componentes de mísseis terra-terra.

A agência de notícias iraniana Mehr publicou na madrugada de quarta-feira um vídeo que mostra explosões no céu da capital.

Nenhum país divulgou até o momento um balanço de vítimas ou danos materiais da sexta noite de confrontos.

 

– “Rendição incondicional” –

O conflito direto entre Irã e Israel, que estavam há décadas em uma guerra oculta, levou Trump a abandonar prematuramente a cúpula do G7 e a reunir na terça-feira seu Conselho de Segurança.

Em uma mensagem na rede Truth Social, o republicano afirmou que seu país controla totalmente o espaço aéreo iraniano e exigiu uma “rendição incondicional” de Teerã.

Embora os ataques israelenses tenham fragilizado o comando militar e o programa nuclear de Teerã, apenas os Estados Unidos possuem armamento com capacidade para destruir as instalações nucleares iranianas situadas em grande profundidade, a bomba GBU-57.

Até o momento, Washington reforçou seu “dispositivo de defesa” no Oriente Médio e enviou o porta-aviões Nimitz para a região. Também está preparando uma “força especial” para ajudar seus cidadãos na área.

Na terça-feira, o governo americano anunciou o fechamento de sua embaixada em Jerusalém até sexta-feira por motivos de segurança e pediu aos funcionários e suas famílias que buscassem abrigo.

 

– Retorno –

Israel, Estados Unidos e seus aliados ocidentais suspeitam que o programa nuclear do Irã, com um objetivo apenas civil, segundo Teerã, tem como meta final desenvolver a bomba atômica.

Desde o início dos ataques na sexta-feira, Israel atingiu centenas de instalações militares e nucleares e matou vários comandantes do Exército e cientistas do Irã.

O Exército israelense afirmou na terça-feira que matou Ali Shadmani, apresentado como o chefe do Estado-Maior em tempos de guerra e comandante militar de maior escalão, próximo ao líder supremo do país.

A troca de bombardeios provocou mortes de civis dos dois lados: 224 no Irã, segundo o balanço oficial mais recente, divulgado no domingo, e 24 em Israel, segundo o governo do país.

Na terça-feira, longas filas foram registradas em postos de gasolina e padarias em Teerã. Os moradores buscam desesperadamente obter combustível e alimentos nos poucos estabelecimentos que permanecem abertos.

Israel anunciou o retorno ao país nesta quarta-feira de um primeiro grupo de cidadãos que ficaram bloqueados no exterior pelo fechamento do espaço aéreo no início da guerra com o Irã.

O Ministério dos Transportes informou que entre 100.000 e 150.000 israelenses ficaram retidos no exterior e serão repatriados nos próximos dias.

 

© Agence France-Presse

 

 

R7

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Justiça da Argentina concede prisão domiciliar para Cristina Kirchner

18/06/2025


 

A Justiça da Argentina concedeu nesta terça-feira (17) prisão domiciliar para a ex-presidente Cristina Kirchner. Ela terá que usar tornozeleira eletrônica.

Além disso, Kirchner deverá “abster-se de qualquer comportamento que possa perturbar a tranquilidade do bairro e/ou perturbar a convivência pacífica de seus moradores”.

Outra determinação da Justiça é que a ex-presidente apresente, em até “48 horas úteis”, uma lista com nomes de familiares, policiais, profissionais médicos que a atendem regularmente e advogados que a representam para que possam acessar a residência dela enquanto cumpre a pena.

“Qualquer acesso de qualquer outra pessoa não incluída nessa lista deverá ser solicitado e justificado”, alerta o documento.

O advogado de defesa da ex-presidente, Carlos Beraldi, pontuou que o presidente Luis Inácio Lula da Silva (PT) não deve ser impedido de visitá-la.

Cristina Kirchner foi condenada por um esquema de corrupção envolvendo 51 licitações de obras rodoviárias no sul argentino durante os governos da peronista. Ela deveria se apresentar às autoridades nesta quarta-feira (18) para ser presa, assim como outros condenados.

Porém, com a concessão da prisão domiciliar, a ex-presidente não precisará ir até o tribunal nesta quarta.

A pena foi confirmada pela Suprema Corte da Argentina no dia 10 de junho. Desde então, apoiadores da líder peronista têm feito vigílias em frente à casa dela em Buenos Aires.

A defesa de Kirchner afirma que ela foi condenada por um ato do qual não participou e alega proscrição política, já que ela também foi proibida de ocupar cargos públicos de forma vitalícia.

 

Com informações de CNN Brasil.

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Israel afirma ter matado o chefe do Estado-Maior iraniano

17/06/2025


                                                             Foto: Reuters

 

Israel afirmou que seus ataques noturnos mataram o chefe do Estado-Maior do Irã “em tempo de guerra”, Ali Shadmani, poucos dias após ele ter sido nomeado para substituir um comandante morto em ataques anteriores.

Após “informações precisas” recebidas pelas Forças de Defesa de Israel (IDF) e “uma oportunidade repentina nesta terça-feira (17), a Força Aérea Israelense (IAF) atacou um centro de comando com efetivo no coração de Teerã e eliminou Ali Shadmani”, afirmou a IDF em um comunicado.

 

O Irã ainda não se pronunciou sobre as alegações de Israel sobre a morte de Shadmani.

 

Ele assumiu o cargo na sexta-feira (13), após os ataques iniciais de Israel ao Irã terem matado vários comandantes de alto escalão, incluindo seu antecessor, o Tenente-General Gholam Ali Rashid.

Rashid e Shadmani lideravam o Quartel-General Central Khatam al-Anbiya, uma entidade que coordena o exército regular e a Guarda Revolucionária do Irã.

A declaração da IDF disse que “em suas várias funções, [Shadmani] influenciou diretamente os planos operacionais do Irã visando o Estado de Israel”.

 

CNN

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Israel diz ter destruído um terço dos lançadores de mísseis do Irã

16/06/2025


     Israel diz ter destruído um terço dos lançadores de mísseis do Irã - Foto: Reprodução/X

 

As Forças de Defesa de Israel (FDI) afirmaram ter destruído mais de 120 lançadores de mísseis do Irã, o que, segundo elas, representa um terço do total, ao longo de quatro dias de conflito no Oriente Médio.

A Força Aérea israelense destruiu mais de 20 mísseis terra-terra na noite de domingo (15), antes de serem lançados em direção ao território israelense, informou a porta-voz das FDI, Effie Defrin, nesta segunda-feira (16).

Defrin afirmou que a Força Aérea utilizou cerca de 50 caças e aeronaves para atingir cerca de 100 alvos militares em Isfahan, no centro do Irã.

“Nesses ataques, mais de 20 mísseis foram atingidos simultaneamente, minutos antes de serem lançados em direção ao território do Estado de Israel”, disse o porta-voz.

 

Fonte: CNN

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Donald Trump apoia ataque de Israel ao Irã: “Foi excelente”

13/06/2025


      Donald Trump apoia ataque de Israel ao Irã: “Foi excelente” - Foto: Reprodução

 

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, apoiou o ataque israelense ao Irã e disse, nesta sexta-feira 13, que o bombardeio foi “excelente”. Trump alertou, ainda, que há muito mais por vir. As afirmações foram feitas em uma entrevista à ABC News.

“Acho que foi excelente. Demos a eles uma chance e não aproveitaram. Eles foram atingidos com força, muita força. E há mais por vir. Muito mais”, disse o presidente, citado por um repórter da ABC News no X.

O presidente dos Estados Unidos ainda pressionou o Irã, horas após o ataque, a estabelecer um acordo sobre o programa nuclear que a capital do Irã, Teerã possui, além de fazer ameaças ao dizer que o regime do país “tem que fazer um acordo antes que não sobre mais nada”.

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Em visita a Israel, secretário municipal de Natal se refugia em bunker após bombardeio ao Irã

13/06/2025


 

O secretário municipal de Planejamento de Natal, Vagner Araújo, passou parte da madrugada desta sexta-feira (13) em um bunker, um abrigo contra ataques aéreos, após Is

rael bombardear a capital do Irã, Teerã.

 

Araújo está em Israel junto com uma comitiva de representantes de cidades brasileiras e de outros países da América Latina, a convite do governo local, para conhecer sistemas de tecnologia em diversas áreas de segurança, de educação, e de cidades inteligentes.

De acordo com ele, por volta das 3h da madrugada no horário local, cerca de 21h da quinta-feira (12) no horário de Brasília, todos os membros do grupo receberam um alerta nos telefones determinando que se dirigissem a um abrigo.

O grupo chegou a Israel no dia 9 de junho e está na cidade de Kfar Saba, na região central de Israel. A princípio, a viagem se encerraria no dia 20.

"Nós recebemos um alerta bastante barulhento no telefone, nos telefones de todo mundo, dizendo para a gente se dirigir imediatamente a um abrigo antiaéreo que tem em vários lugares, inclusive nesse lugar onde a gente está hospedado aqui, que é um uma espécie de um campus universitário. Nós então nos nos dirigimos para lá e ficamos aguardando notícias. Há nesse momento uma expectativa de que haja uma é, vamos dizer assim, um retorno do Irã. Um ataque de volta contra Israel", afirmou o secretário.

De acordo com o secretário, o prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena, que faz parte da comitiva, ligou para o presidente da Câmara, Hugo Mota, relatando a situação e pedindo apoio do governo brasileiro para uma possível retirada da delegação brasileira de Israel.

Vagner explicou que o espaço aéreo do país foi fechado por 48 horas, mas ele acredita que esse tempo deve se estender.

"Quando isso acontece, as companhias aéreas internacionais não operam voos. Mesmo que o espaço seja reaberto, as companhias levam um certo tempo, talvez uma semana, para voltar a operar no país. Dentro das circunstâncias, da gravidade, da tensão que se estabeleceu com esse ataque contra um país com como o Irã - são dois países importantes, com grande capacidade militar e com toda a complexidade que a gente sabe - nós não acreditamos na possibilidade de operação de voos de companhias internacionais nos próximos dias", pontuou.

Apesar da tensão que se estabeleceu no país, o secretário afirmou que a comitiva está tranquila, especialmente porque o grupo não está em uma região central como Tel Aviv, que tem mais propensão a receber ataques.

"É uma região que fica um pouco afastada e isso é um fator de segurança, um fator que nos dá um pouco mais de tranquilidade porque tem menor risco de se tornar alvo de algum ataque", pontuou.

 

O ataque de Israel ao Irã

As Forças de Defesa de Israel realizaram um ataque no Irã na madrugada de sexta-feira (13), noite de quinta-feira (12) no horário de Brasília. O bombardeio mirou infraestruturas nucleares iranianas. Teerã prometeu responder ao ataque.

A TV estatal do Irã disse que o chefe da Guarda Revolucionária, Hossein Salami, e o chefe das Forças Armadas do país, Mohammad Bagheri, morreram nos ataques. Dois cientistas nucleares também foram mortos.

Israel afirmou que o Irã lançou mais de 100 drones contra o território isralense. A população foi orientada a permanecer próxima de abrigos e evitar áreas abertas.

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Trump faz alerta para Irã fechar acordo nuclear “antes que seja tarde”

13/06/2025


                                                      Foto: Reprodução

 

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, instou o Irã na sexta-feira a fechar um acordo sobre seu programa nuclear, afirmando que ainda há tempo para o país evitar novos conflitos com Israel.

“Já houve muita morte e destruição, mas ainda há tempo para pôr fim a esse massacre, com os próximos ataques já planejados sendo ainda mais brutais”, escreveu Trump em uma publicação no Truth Social.

Israel lançou ataques contra o Irã nesta sexta-feira (13), afirmando ter atingido instalações nucleares, fábricas de mísseis balísticos e comandantes militares durante o início de uma operação para impedir que Teerã construísse uma arma nuclear.

 

CNN

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Não há sobreviventes entre as 242 pessoas a bordo de avião que caiu na Índia, segundo autoridades

12/06/2025


                                                         Foto: Reprodução

 

O acidente aéreo ocorrido na Índia, na manhã desta quarta-feira (12), não deixou sobreviventes, segundo autoridades do país. Estavam a bordo do Boeing 787-8 Dreamliner, da Air India, 242 pessoas — 169 indianos, 53 britânicos, sete portugueses e um canadense.

Oficiais da Índia afirmam que há possibilidade de vítimas em solo, já que a aeronave atingiu um alojamento de estudantes de medicina localizado em uma área residencial na cidade de Ahmedabad. A queda do avião, que tinha como destino Londres, na Inglaterra, aconteceu pouco depois da decolagem do Aeroporto Internacional Sardar Vallabhbhai Patel.

 

R7

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Avião com mais de 240 pessoas a bordo cai perto de aeroporto na Índia

12/06/2025


 

Um avião com 242 pessoas a bordo caiu na Índia nesta quinta-feira (12). O incidente ocorreu próximo ao aeroporto da cidade de Ahmedabad, no oeste da Índia, no início da manhã, no horário de Brasília, início da tarde no horário local.

O voo era operado pela Air India e tinha como destino o aeroporto de Gatwick, em Londres, no Reino Unido. Mais de 50 britânicos estavam a bordo. A linha aérea indiana e o aeroporto britânico confirmaram a queda.

Até a última atualização desta reportagem, não havia sido divulgado o número de mortos e de feridos.

Segundo autoridades indianas de aviação, havia um total de 242 pessoas a bordo do avião, 232 passageiros, e 10 membros da tripulação. Entre os passageiros, 169 eram indianos, 53 britânicos, sete portugueses e um canadense, confirmaram a Air India e a agência de notícias Reuters.

Um ex-ministro indiano da região de Gujarat estava na aeronave, segundo o jornal “India Today”.

 

Fonte: g1

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Pré-candidato da direita à presidência da Colômbia sofre atentado a tiros e leva vários disparos na nuca

08/06/2025


 

O senador colombiano Miguel Uribe, pré-candidato à presidência da direita nas eleições de 2026, foi alvo de um atentado a tiros neste sábado (7) durante um evento de campanha no distrito de Fontibón, em Bogotá.

Segundo o jornal El Espectador, Uribe foi atingido por cinco ou seis disparos na região da nuca e se encontra em estado de saúde considerado delicado.

O prefeito de Bogotá, Carlos Fernando Galán, confirmou que o autor dos disparos foi capturado pela polícia local. “O senador Miguel Uribe está recebendo atendimento de emergência após ser vítima de um ataque esta tarde em Fontibón. O atirador foi capturado. Toda a rede hospitalar de Bogotá está em alerta caso ele precise ser transferido”, declarou Galán em publicação na plataforma X/Twitter.

Em nota oficial, o governo da Colômbia condenou o atentado. “O Governo Nacional condena de forma categórica e veemente o ataque que recentemente visou o Senador Miguel Uribe Turbay. Este ato de violência constitui um atentado não apenas à integridade pessoal do senador, mas também à democracia, à liberdade de pensamento e ao exercício legítimo da política na Colômbia”, diz o comunicado.

Uribe, que atualmente integra a oposição ao presidente Gustavo Petro, é um dos principais nomes do campo liberal-conservador na disputa presidencial.

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101 FM

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Trump abre processo contra Moraes por censura na Justiça dos EUA

06/06/2025


Trump abre processo contra Moraes por censura na Justiça dos EUA - Foto: Casa Branca e Agência Brasil

 

A Trump Media, empresa ligada ao ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump, entrou com uma ação judicial nesta sexta-feira (6) no Distrito Central da Flórida contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), alegando que o magistrado teria promovido censura a cidadãos e empresas americanas. A petição foi apresentada pela plataforma Rumble, controlada pela Trump Media, e acusa Moraes de violar a Primeira Emenda da Constituição dos EUA, que protege a liberdade de expressão.

Com 62 páginas, o documento alega que Moraes emitiu “ordens secretas de censura extraterritorial” com base em investigações conduzidas no Brasil, incluindo o inquérito das fake news e uma apuração recente envolvendo o deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que atualmente reside nos Estados Unidos. Segundo a ação, as determinações do ministro teriam forçado empresas como a Rumble a remover conteúdos e bloquear usuários sediados em território americano.

Os advogados da Trump Media argumentam que as ações do ministro seriam ilegais por aplicarem leis brasileiras fora do Brasil, e pedem que a Justiça dos EUA reconheça a impossibilidade de executar essas ordens em solo americano. Além disso, solicitam medidas como:

 

Declaração de que as ordens de Moraes são inexequíveis nos EUA por violarem a Primeira Emenda e leis locais;

Concessão de liminar que impeça a aplicação dessas ordens nos Estados Unidos;

Proibição de que o ministro acione empresas como Apple e Google para remover o aplicativo Rumble de suas lojas;

Indenizações por supostos danos comerciais, reputacionais e à liberdade de expressão;

Reconhecimento da responsabilidade pessoal de Moraes pelas alegadas violações;

Outras medidas que o tribunal considerar cabíveis.

A petição afirma ainda que o ministro teria tentado obrigar a Rumble a aceitar notificações judiciais brasileiras e a nomear um representante legal no Brasil, embora a empresa não possua operação direta no país. Segundo a Trump Media, isso configuraria uma atuação “ultra vires”, ou seja, além da autoridade legal de Moraes.

Procurado pela CNN, o Supremo Tribunal Federal não se pronunciou sobre o caso até o momento.

Interlocutores da empresa americana afirmaram ao veículo que o processo representa um “teste histórico” sobre os limites da atuação de autoridades estrangeiras frente às garantias constitucionais dos Estados Unidos.

 

A Justiça americana ainda não decidiu se aceitará ou não julgar o caso.

 

Fonte: CNN

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MARE MOVEIS TOUROS

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Presidente mandou me matar, diz Evo Morales , foragido no meio da mata boliviana

04/06/2025


 

As horas que antecederam a viagem foram tensas. Após quatro tentativas frustradas, surgiu enfim uma chance real de entrevistar Evo Morales. Hoje com 65 anos, ele foi presidente da Bolívia por três mandatos consecutivos, de 2006 a 2019.

Foragido após receber uma ordem de prisão por suposto estupro, que ele nega, Morales estava escondido em uma comunidade indígena no estado de Cochabamba, protegido por apoiadores que barravam até militares. Com o prazo das eleições de 2025 se encerrando, e ele decidido a concorrer, tentei mais uma vez. E funcionou.

Patricia Castillo, prestigiada jornalista da Rede Uno de TV em La Paz e amiga de vários anos e coberturas, apresentou-me um importante sindicalista e braço-direito de Evo Morales. Após duas semanas de contatos na madrugada, veio a resposta: na segunda, 12 de maio, a entrevista foi autorizada.

 

As incertezas persistiam: ele nos receberia? Seria preso antes? Onde seria o encontro?

 

Na quinta, dia 15, defini a equipe: o repórter de vídeo Fabio Mengatti, o cinegrafista Juarez Rossi de Oliveira e o auxiliar Alberes dos Santos.

 

Segunda-feira, 19 – A viagem

Saímos de São Paulo e chegamos a Cochabamba à noite, sem saber onde seria o encontro com Morales. Suspeitávamos de Lauca Ñ, no Chapare (o que se confirmou depois). No aeroporto, alertas: se a candidatura de Morales fosse rejeitada, haveria protestos. A crise de combustíveis era grave. Do hotel, acompanhei as notícias. À meia-noite, Morales estava fora das eleições e sem partido legalizado; algo inédito em 24 anos.

 

Terça-feira, 20 – Rumo ao Chapare

Às duas da madrugada, uma ligação da minha fonte confirmava nossa entrevista. Pela manhã, ele disse temer “um banho de sangue”, mas garantiu que Morales não convocaria confrontos. Nosso guia nos levou até Villa Tunari. Foram mais de sete horas por estradas precárias, ladeadas por penhascos, floresta e bonecos enforcados com ameaças a ladrões.

 

A crise de combustível era visível. Longas filas e revenda clandestina em garrafas. Na ida, a caminhonete perdeu os freios. Na volta, tivemos que sair da estrada e parar com o freio de mão.

 

 

Quarta-feira – O exército popular

Pela manhã, seguimos para Lauca Ñ. Enfrentamos estradas de terra e barricadas. Em cada uma, nossos guias se identificavam. Chegamos à Rádio Kawsachun Coca, protegida por indígenas com lanças e escudos. Cada grupo se identifica pela cor da lança. Revezam-se em turnos e controlam o acesso com corredores humanos. A entrada foi autorizada após alguns minutos. Estávamos dentro.

 

 

R7

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vulcão entra em erupção na Itália, e turistas correm para escapar

02/06/2025


 

A prefeita de Parnamirim, Nilda Cruz, nomeou na manhã desta segunda (2) 55 novos agentes da Guarda Municipal de Parnamirim. A nomeação foi publicada no Diário Oficial do Município da última quinta-feira (29), em edição extra. A partir desse ato, os convocados têm até 30 dias para se apresentarem ao município para tomar posse e, posteriormente, começarem a servir à sociedade parnamirinense.

A Prefeitura de Parnamirim realizou uma cerimônia de posse, no Parque Aristófanes Fernandes, aberta aos futuros agentes da Guarda Municipal e seus familiares, para celebrar o momento marcante na vida de cada convocado. A convocação dos aprovados é um compromisso da prefeita Nilda com o fortalecimento da segurança pública na cidade. “Estamos muito felizes em poder contar com o reforço desta nova turma da Guarda Municipal. Estou certa de que eles farão um grande trabalho em reforço à segurança em Parnamirim, que já vem obtendo números bem positivos neste ano de 2025″ concluiu a Prefeita Nilda.

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Mundo

Rússia e Ucrânia negociam paz nesta segunda (2) em meio à piora da guerra

02/06/2025


               Foto: Serviço de Emergência de Estado da Ucrânia/Handout via Reuters

 

Delegações de Rússia e Ucrânia se reúnem nesta segunda-feira (2) em Istambul, na Turquia, para uma nova rodada de negociações de paz.

Após dias de incerteza sobre se a Ucrânia participaria ou não, o presidente Volodymyr Zelensky anunciou que o ministro da Defesa Rustem Umerov estará presente.

As conversas, propostas pelo presidente russo, Vladimir Putin, renderam até o momento a maior troca de prisioneiros da guerra, mas nenhum consenso sobre como interromper os combates.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, exigiu que os dois países façam um acordo e ameaçou se retirar das negociações caso não o fizessem.

Se isso acontecer, a responsabilidade de apoiar a Ucrânia cairia quase que totalmente sobre as potências europeias — que têm muito menos dinheiro e estoques de armas muito menores do que os Estados Unidos.

Trump chamou Putin de “louco” e repreendeu Zelensky em público no Salão Oval da Casa Branca neste ano, mas o presidente dos EUA também disse que acha que a paz é alcançável e que, se o líder russo estiver boicotando as negociações, ele poderá impor sanções duras à Rússia.

 

Roteiro para a paz

 

De acordo com Keith Kellogg, enviado de Trump, os dois lados apresentarão na Turquia seus respectivos documentos descrevendo suas ideias para os termos de paz, embora esteja claro que, após três anos de guerra intensa, Rússia e Ucrânia continuam com muitas divergências.

Os negociadores ucranianos apresentarão ao lado russo um roteiro proposto para alcançar um acordo de paz duradouro, de acordo com uma cópia do documento vista pela Reuters.

De acordo com o texto, não haverá restrições à força militar da Ucrânia depois que um acordo de paz for fechado, nenhum reconhecimento internacional da soberania russa sobre partes da Ucrânia tomadas pelas forças de Moscou e reparações para o país comandado por Zelensky.

O documento também afirma que a localização atual da linha de frente será o ponto de partida para as negociações sobre o território.

Atualmente, a Rússia controla um pouco menos de um quinto da Ucrânia, ou cerca de 113.100 quilômetros quadrados.

Em junho do ano passado, Putin estabeleceu seus termos iniciais para um fim imediato da guerra: A Ucrânia deve abandonar suas ambições na Otan, a aliança militar ocidental, e retirar todas as suas tropas de todo o território de quatro regiões ucranianas reivindicadas e controladas principalmente pela Rússia.

 

Os Estados Unidos dizem que mais de 1,2 milhão de pessoas foram mortas e feridas na guerra desde 2022.

 

Intensificação da guerra

 

Na véspera das negociações de paz, a Ucrânia e a Rússia aumentaram drasticamente a guerra com uma das maiores batalhas de drones do conflito e um ambicioso ataque a bombardeiros com capacidade nuclear na Sibéria.

A Ucrânia atacou bombardeiros russos de longo alcance com capacidade nuclear em uma base militar na Sibéria, o primeiro ataque desse tipo até agora a partir das linhas de frente, a mais de 4.300 km de distância.

Um funcionário da inteligência ucraniana disse que 40 aviões de guerra russos foram atingidos e que o prejuízo estimado passa de US$ 7 bilhões.

Antes disso, a Rússia lançou 472 drones contra a Ucrânia durante a madrugada de domingo, segundo a força aérea ucraniana, a maior ofensiva noturna da guerra até o momento. Também foram lançados sete mísseis, de acordo com a força aérea.

A Rússia pontuou que avançou ainda mais na região de Sumy, na Ucrânia, e mapas pró-ucranianos de fonte aberta mostraram que o Exército de Vladimir Putin tomou 450 quilômetros quadrados de terras ucranianas em maio, o avanço mensal mais rápido em pelo menos seis meses.

Além desses acontecimentos, pelo menos sete pessoas morreram e 69 ficaram feridas quando uma ponte rodoviária na região russa de Bryansk, vizinha da Ucrânia, foi explodida sobre um trem de passageiros que ia para Moscou com 388 pessoas a bordo, segundo a Rússia.

 

Ninguém reivindicou a responsabilidade sobre esse caso.

 

CNN

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Mundo

“Não estou usando drogas!”, diz Elon Musk após reportagem do NYT

01/06/2025


                                         Foto: Reprodução/ Redes Sociais

 

Elon Musk negou neste sábado, 31, ter feito uso frequente de drogas em 2024, como apontou reportagem do New York Times. Segundo o jornal, o bilionário teria consumido cetamina, ecstasy, cogumelos alucinógenos e outras substâncias enquanto atuava na campanha de Donald Trump à Presidência dos Estados Unidos.

A publicação afirma que Musk fez uso tão intenso de cetamina — um anestésico potente — que teria desenvolvido problemas de bexiga. Também teria viajado com uma caixa contendo cerca de 20 pílulas, algumas com marcações do estimulante Adderall. Ainda segundo o Times, não está claro se ele consumia drogas enquanto chefiava o Departamento de Eficiência Governamental (Doge), responsável pelos cortes de gastos do governo Trump.

 

Em publicação no X, empresário rebateu a reportagem:

 

“Para ser claro, NÃO estou consumindo drogas! O New York Times estava mentindo descaradamente”, escreveu.

 

“Experimentei cetamina ‘prescrita’ há alguns anos e falei disso no X, então isso nem sequer é notícia. Ajuda a sair de buracos mentais obscuros, mas não a tomei desde então”, acrescentou.

 

Salão Oval

 

Na sexta-feira, 30, Musk apareceu ao lado de Trump no Salão Oval durante sua despedida formal do Doge. Com um hematoma visível no rosto, o bilionário evitou responder perguntas sobre o suposto uso de drogas. A lesão chamou atenção por ter ocorrido no mesmo dia em que a reportagem foi publicada.

Musk alegou que o ferimento ocorreu durante uma brincadeira com o filho de cinco anos, chamado X. Segundo ele, teria pedido ao menino que o acertasse no rosto.

Ainda na sexta, ao ser questionado por um repórter se estava ciente do “consumo regular de drogas” por Musk, Trump respondeu:

 

“Eu não estava”, e acrescentou: “Acho que Elon é um cara fantástico”.

 

Reportagem do New York Times

 

De acordo com o New York Times, o uso de substâncias por Musk teria se intensificado em 2024, enquanto ele organizava comícios para Trump.

Pessoas próximas relataram mudanças no comportamento do empresário, incluindo oscilações de humor, atitudes erráticas, insultos a autoridades e gestos considerados extremistas.

A reportagem também menciona conflitos pessoais e familiares. Musk estaria envolvido em disputas judiciais com ex-parceiras pelo controle de seus filhos. A artista Claire Boucher, conhecida como Grimes, trava uma batalha legal em relação ao filho X, que já acompanhou o pai em reuniões de alto nível na Casa Branca.

A Casa Branca não comentou se Musk foi submetido a testes de drogas durante sua atuação no governo. A SpaceX, empresa de Musk que possui contratos com o governo federal, realiza testes aleatórios com seus funcionários. Fontes ouvidas pelo jornal disseram que o empresário era previamente avisado sobre os testes.

 

O Antagonista

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Mundo

Elon Musk anuncia saída do governo Trump

29/05/2025


                                Foto: Divulgação/Casa Branca (via Flickr)

 

O empresário Elon Musk anunciou, por meio de sua conta oficial na rede social X, o encerramento de sua atuação como funcionário especial do governo dos Estados Unidos. A mensagem foi publicada na noite desta quarta-feira, 28, com um agradecimento direto ao presidente Donald Trump.

Na publicação, Musk declarou: “Conforme meu período programado como funcionário especial do governo chega ao fim, eu gostaria de agradecer ao presidente Trump pela oportunidade de reduzir gastos desnecessários”.

O cargo de funcionário especial do governo é uma função temporária prevista na legislação federal norte-americana. É destinada a profissionais externos convocados para prestar apoio técnico ou estratégico em áreas específicas, sem vínculo permanente com o Estado.

Musk também mencionou o Departamento de Eficiência Governamental (Doge), iniciativa do segundo mandato de Trump com o objetivo declarado de modernizar a tecnologia da informação, maximizar a produtividade e eficiência, e cortar gastos desnecessários. “A missão Doge apenas se fortalecerá com o tempo à medida que se torne um modo de vida em todo o governo.”

 

Saída de Musk já era especulada no governo

 

A saída de Musk do governo já era objeto de especulação dentro da administração norte-americana desde o começo de abril. Na primeira semana daquele mês, o site norte-americano Politico noticiou que Trump teria comunicado a auxiliares próximos e membros do gabinete que o empresário deixaria o governo e a política “nas semanas seguintes”.

Segundo a reportagem, Trump afirmou estar satisfeito com o trabalho de Musk à frente do Doge, mas ambos teriam concordado que o momento era apropriado para o empresário sul-africano retornar à condução de seus negócios privados.

A legislação federal dos EUA prevê um limite de até 130 dias para o exercício da função de “funcionário especial do governo” — o que, segundo a apuração, se encerraria no final de maio ou início de junho.

Apesar da saída formal, membros do alto escalão da Casa Branca afirmam que Musk poderá manter uma atuação informal no governo. Um representante ouvido sob condição de anonimato afirmou que “qualquer um que pense que Musk desaparecerá completamente da órbita governamental está enganando a si mesmo”.

Na ocasião, a notícia teve reflexos imediatos no mercado financeiro. Com a expectativa de que Musk voltasse a se dedicar integralmente aos seus negócios, a Tesla — uma das principais empresas sob sua direção — registrou valorização expressiva.

As ações da montadora de veículos elétricos subiram 4,50% na Bolsa de Valores de Nova York no mesmo dia da divulgação da reportagem, revertendo parte das perdas superiores a 6% acumuladas no início da sessão, causadas por uma queda nas vendas no primeiro trimestre.

Além da Tesla, Musk é dono da rede social X. Ele também é o principal executivo da empresa de transporte aeroespacial SpaceX e da Neuralink, do ramo de neurotecnologia.

 

Revista Oeste

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Trump diz que Putin está ‘brincando com fogo’; Rússia reage e cita risco de 3ª Guerra Mundial

28/05/2025


 

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira (27) que o presidente russo, Vladimir Putin, está “brincando com fogo” em relação à guerra na Ucrânia.

“O que Vladimir Putin não entende é que, se não fosse por mim, muitas coisas realmente ruins já teriam acontecido com a Rússia — e quero dizer REALMENTE RUINS. Ele está brincando com fogo!”, escreveu Trump.

Horas depois, a Rússia reagiu. Em uma rede social, o principal responsável pela segurança do Kremlin, Dmitry Medvedev, mencionou diretamente o risco de uma Terceira Guerra Mundial.

“Sobre as palavras de Trump, dizendo que Putin está ‘brincando com fogo’ e que ‘coisas realmente ruins’ podem acontecer à Rússia, eu só conheço uma COISA REALMENTE RUIM — a Terceira Guerra Mundial. Espero que Trump entenda isso!”, afirmou.

As trocas de ameaças ocorrem após a Rússia lançar, entre domingo (25) e segunda-feira (26), os maiores ataques aéreos desde o início da guerra.No domingo, foram disparados 367 drones e mísseis; no dia seguinte, o número chegou a 355 apenas com drones.

 

Trump endurece discurso

 

No fim de semana, Trump já havia chamado Putin de “louco”, dizendo que conhece o líder russo, mas que “algo aconteceu com ele”. Em abril, o presidente americano já havia feito uma cobrança direta a Moscou: “Vladimir, PARE!”.

As falas mais recentes evidenciam o desalinhamento entre Trump e as ações do Kremlin. Durante a campanha e desde que voltou à Casa Branca, Trump prometeu “encerrar a guerra em 24 horas” — algo que ainda não se concretizou.

 

Rússia acusa Ucrânia

 

Também nesta terça, o Kremlin acusou a Ucrânia de provocar uma escalada do conflito para envolver diretamente a Europa.

Para justificar as alegações, os russos disseram que os ucranianos intensificaram bombardeios no território russo, chamando-os de “provocativos”, e que os ataques aéreos contra a Ucrânia seriam uma “resposta”.

O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, afirmou que os ataques ucranianos contrastam com o desejo pela paz e não contribuem para as negociações. Peskov disse ainda que a Europa “participa indiretamente” do conflito com o fornecimento de armas a Kiev, segundo a agência estatal RIA Novosti.

“Vemos que a Europa participa de forma indireta, com o fornecimento contínuo de armamentos — os mais diversos sistemas de armas e munições — e isso constitui uma participação indireta na guerra contra a Rússia”, disse Peskov a jornalistas.

Na segunda-feira, aliados europeus autorizaram a Ucrânia a usar mísseis de longo alcance para atingir alvos dentro do território russo, segundo o chanceler alemão, Friedrich Merz. EUA e Reino Unido já haviam dado sinal verde para o uso limitado desse tipo de armamento no final de 2024.

 

Fonte: g1

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Trump diz que Putin enlouqueceu após ataque contra a Ucrânia

26/05/2025


                                                         Foto: Reprodução

 

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse neste domingo (27) que o líder russo, Vladimir Putin, “ficou completamente louco” e que ele “não está feliz com o que Putin está fazendo” depois que Moscou lançou o maior ataque aéreo em três anos de guerra contra a Ucrânia.

“Sempre tive um ótimo relacionamento com Vladimir Putin, da Rússia, mas algo aconteceu com ele. Ele ficou completamente LOUCO! Ele está matando muita gente desnecessariamente, e não estou falando apenas de soldados. Mísseis e drones estão sendo disparados contra cidades na Ucrânia, sem motivo algum”

O post foi feito horas depois de Trump dizer a repórteres: “Não estou satisfeito com o que Putin está fazendo. Ele está matando muita gente, e não sei o que aconteceu com Putin”.

O presidente americano, em sua postagem, voltou a fazer críticas ao presidente ucraniano Volodymyr Zelensky, que disse na manhã de domingo que “o silêncio da América” ??encoraja Putin a continuar seu ataque.

“Da mesma forma, o presidente Zelensky não está fazendo nenhum favor ao seu país ao falar do jeito que fala”, escreveu Trump.

“Tudo o que sai da boca dele causa problemas, eu não gosto disso e é melhor parar”, completou.

Pelo menos 12 pessoas foram mortas nos ataques na Ucrânia, incluindo crianças, disseram autoridades, e dezenas de outras pessoas ficaram feridas.

A Rússia vem intensificando seus bombardeios aéreos na Ucrânia à medida que aumenta a pressão internacional para que Putin aceite a proposta de cessar-fogo.

“O mundo pode sair de férias, mas a guerra continua, apesar dos fins de semana e dos dias úteis. Isso não pode ser ignorado. O silêncio dos Estados Unidos e de outros países no mundo só encoraja Putin”, disse Zelensky na manhã de domingo.

Trump também disse a repórteres no domingo que está “absolutamente” considerando sanções adicionais contra a Rússia, algo que Zelensky tem defendido.

O presidente dos EUA disse anteriormente que não adotaria nenhuma nova sanção porque acreditava que “havia uma chance” de progresso, mas observou que poderia mudar.

Trump disse que ficou “muito surpreso” com o ataque aéreo, embora apenas uma semana atrás a Rússia tenha lançado seu maior ataque de drones contra a Ucrânia — um dia antes de Putin e Trump falarem ao telefone.

“Estamos conversando, e ele está disparando foguetes contra Kiev e outras cidades”, disse Trump a repórteres em Nova Jersey, a caminho de Washington.

Trump, que frequentemente afirma ter um bom relacionamento com Putin, conversou com o líder russo na segunda-feira (19), numa tentativa de negociar um cessar-fogo de 30 dias entre a Rússia e a Ucrânia.

Após a ligação com Putin e ligações subsequentes com Zelensky e outros aliados europeus, Trump anunciou que “Rússia e Ucrânia iniciarão imediatamente negociações para um cessar-fogo e, mais importante, um FIM para a guerra”.

Trump acrescentou que as condições “serão negociadas entre as duas partes, como só pode ser, porque elas conhecem detalhes de uma negociação dos quais ninguém mais teria conhecimento”.

 

CNN

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