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EUA dizem que vão revogar visto do presidente da Colômbia após falas em ato pró-Palestina

27/09/2025


 Gustavo Petro esteve em Nova York para encontro da Assembleia da ONU — Foto: Reuters/BBC

 

O governo dos Estados Unidos informou que vai revogar o visto do presidente da Colômbia, Gustavo Petro, após o político ter participado de uma manifestação pró-Palestina em Nova York. Na ocasião, ele pediu que soldados norte-americanos desobedecessem às ordens do presidente Donald Trump.

“Vamos revogar o visto de Petro devido às suas ações imprudentes e incendiárias”, publicou o Departamento de Estado em sua conta no X (antigo Twitter).

Durante o protesto, em frente à sede da Organização das Nações Unidas (ONU), Petro defendeu a criação de uma força armada global com a prioridade de libertar os palestinos. “Essa força precisa ser maior do que a dos Estados Unidos”, disse.

 

O presidente colombiano também afirmou:

 

“É por isso que, daqui de Nova York, peço a todos os soldados do exército dos Estados Unidos que não apontem suas armas para o povo. Desobedeçam às ordens de Trump. Obedeçam às ordens da humanidade.”

A agência Reuters não conseguiu confirmar se Petro ainda permanecia em Nova York. Nem o gabinete da Presidência da Colômbia, nem o Ministério das Relações Exteriores responderam aos pedidos de comentário.

 

g1

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Pobreza cai na Argentina e atinge 31,6% no primeiro semestre deste ano

26/09/2025


                                            Foto: Mariana Nedelcu/Reuters

 

Em um dado positivo para a Casa Rosada, a pobreza na Argentina atingiu 31,6% no primeiro semestre de 2025, uma queda de mais de 20 pontos em relação ao mesmo período de 2024, durante o período mais intenso do programa de ajuste de Javier Milei,

Os dados divulgados nesta quinta-feira (25) pelo Indec (Instituto Nacional de Estatística e Censos) apontam que há cerca de 15 milhões de pessoas em situação de pobreza e 3,4 milhões em extrema pobreza em todo o país.

Este é o primeiro dado do ano e atualiza o valor de 38,1% registrado no semestre anterior. A série histórica também mostra que a pobreza era de 52,9% no primeiro semestre do ano passado, período influenciado pela forte desvalorização do peso argentino no início do mandato do presidente.

No primeiro semestre de 2023, ainda durante o governo de Alberto Fernández, esse percentual era de 40,1%

O percentual de lares na pobreza é de 24,1% no primeiro semestre, ante 42,5% no mesmo período de 2024 e mais próximo dos 29,6% do primeiro semestre de 2023.

O número de crianças de 0 a 14 anos que estavam em situação de pobreza no primeiro semestre de 2025 era de 45,4% (era de 51,9% no primeiro semestre do ano passado), o que significa que, atualmente, existem quase 5 milhões de crianças pobres no território argentino.

O conglomerado urbano com maior percentual de pobreza foi Concórdia (Entre Ríos), com incidência de 49,2%, seguido por Resistência (no Chaco, com 48,1%) e Posadas (em Misiones, com 38,1%).

Em termos absolutos, a aglomeração com maior número de pobres foram os distritos da Grande Buenos Aires, com 4,626 milhões.

Para calcular a pobreza, o Indec leva em conta a renda de cada família. Para a pobreza extrema, a referência é a capacidade de adquirir uma cesta básica de alimentos, enquanto que a pobreza considera bens e serviços não alimentares.

Os dados mais recentes disponíveis são de agosto e indicam que, para não ser considerado pobre, uma pessoa deveria ter uma renda mensal de pelo menos 375.657 pesos argentinos (cerca de R$ 1.500).

Javier Milei, que está em viagem nos Estados Unidos, ainda não comentou os números do Indec.

No Brasil, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), de 2022 para 2023, a proporção de pessoas consideradas pobres no país diminuiu de 31,6% para 27,4%. Já a proporção de pessoas consideradas extremamente pobres no Brasil recuou de 5,9% em 2022 para 4,4% em 2023.

Mas as pesquisas dos dois países têm parâmetros diferentes. Na do IBGE, a linha de pobreza considerada é de US$ 6,85 por dia em PPC (paridade de poder de compra) ou R$ 665 por mês; a de extrema pobreza é de US$ 2,15 por dia em PPC ou R$ 209 por mês.

Para tentar criar uma base de comparação entre Brasil e Argentina, o pesquisador Marcelo Neri, diretor do FGV Social, construiu uma série histórica comparando a pobreza nos dois países de 2011 a 2022. Segundo ele, em 2022, a Argentina tinha 10,9% de pobres, enquanto o Brasil tinha 23,5%.

Para fazer a comparação entre os vizinhos, o pesquisador considerou a linha de pobreza equivalente a uma renda mensal abaixo de R$ 666 por pessoa.

 

Folha de S.Paulo

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101 FM

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Mark Zuckerberg confirma fim dos celulares; Ele fala qual será a nova tendência mundial

14/09/2025

 

Mark Zuckerberg, CEO da Meta e um dos nomes mais influentes da tecnologia, afirmou que a era dos smartphones está no fim. A declaração chocante vem acompanhada de uma visão clara: o futuro da conectividade está nos óculos inteligentes, que oferecem uma experiência mais integrada e menos intrusiva.

Por anos, os smartphones foram a porta de entrada para a internet e para a conexão global, mudando radicalmente nossa rotina. Eles se tornaram extensões de nossas mãos, moldando a forma como trabalhamos, consumimos e até nos relacionamos.

Contudo, Zuckerberg acredita que o aparelho chegou ao seu limite. A principal falha, segundo ele, é a falta de discrição. Para o CEO, a solução é o uso de óculos inteligentes que proporcionam uma imersão completa na tecnologia sem a necessidade de uma tela na mão.

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Homem preso por matar Charlie Kirk é jovem de 22 anos e confessou o crime, diz polícia

13/09/2025


                                          Foto: Governo do Utah via AP

 

O jovem americano Tyler Robinson, 22, preso por suspeita de assassinar o ativista americano Charlie Kirk em uma universidade de Utah, era estudante e filho de um veterano da polícia.

Tyler é o mais velho de uma família com três filhos homens. Parte da rotina dele era publicada pela mãe, Amber Jones Robinson, nas redes sociais.

Ele morava no condado de Washington, a mais de 400 quilômetros do local do crime. A prisão dele aconteceu na cidade de St.George, no condado de Washington, em Utah.

O jovem estudava na Universidade Estadual de Utah e tinha um bom desempenho escolar, segundo a imprensa americana. Ele estaria na instituição com uma bolsa de estudos, segundo informações preliminares.

Tyler tinha comentado sobre ida de Charlie Kirk a Utah pouco antes do crime. Segundo o governador, familiares afirmaram que, na ocasião, Robinson disse que Kirk era “cheio de ódio e espalhava o ódio”.

Estojo de bala encontrada com a arma usada no crime tinha a frase: “Ei, fascista, pegue isso!”. Segundo o governador de Utah, Spencer Cox, outras duas frases foram encontradas em uma munição não disparada: “Se você está lendo isso, você é gay” e “Bella Ciao”, frase presente em uma canção italiana antifascista.

 

Pai entregou Tyler

 

O suspeito teria confessado o crime ao pai, que é um veterano do Departamento do Xerife do Condado de Washington. O homem o manteve em custódia com ajuda de um pastor até a chegada da polícia.

Pai também reconheceu o filho nas fotos divulgadas pelas autoridades. Segundo a polícia, o pai do possível atirador entrou em contato com um líder religioso, que ajudou na mediação até a entrega de Tyler.

Governador de Utah agradeceu aos pais do suspeito. “Eu quero agradecer aos familiares dele, que fizeram a coisa certa e o entregaram”, afirmou Spencer Cox.

 

Trump quer pena de morte

 

Presidente dos EUA afirmou que “espera pena de morte” para o caso. “Eles têm pena de morte em Utah e há um ótimo governador lá. Ele é bem favorável à pena de morte neste caso”, afirmou Donald Trump.

 

UOL

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Rússia bombardeia pela 1ª vez prédio do governo da Ucrânia em Kiev em maior ataque aéreo da guerra

07/09/2025


                                                           Fotos: Reuters

 

A Rússia lançou neste domingo (7) o maior ataque aéreo desde o início da guerra contra Kiev, capital da Ucrânia. Ao menos cinco pessoas morreram.

Pela primeira vez, um prédio do governo ucraniano em Kiev foi atingido por um bombardeio. Uma coluna de fumaça foi vista saindo do prédio que abriga os gabinetes dos ministros da Ucrânia, localizado no distrito histórico de Pechersky.

“Esses assassinatos agora, quando a diplomacia real já poderia ter começado há muito tempo, são um crime deliberado e um prolongamento da guerra”, disse o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky em uma publicação no X, fazendo um novo apelo aos aliados para reforçarem as defesas aéreas da Ucrânia.

A Rússia confirmou o ataque e afirmou que a ofensiva teve como alvo fábricas de armamentos ucranianas, infraestrutura de transporte utilizada pelo Exército da Ucrânia, aeródromos e arsenais.

Zelensky afirmou também que conversou com o presidente da França, Emmanuel Macron, sobre os ataques deste sábado. “Combinamos os nossos esforços diplomáticos, os próximos passos, e contatamos parceiros para assegurar uma resposta apropriada”, afirmou o ucraniano em uma mensagem transmitida pelo aplicativo de mensagens Telegram.

No X, Macron condenou o ataque e afirmou que a Rússia “está se aprofundando cada vez mais na lógica da guerra e do terror”.

O primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, também manifestou solidariedade à Ucrânia. “Esses ataques covardes mostram que [o presidente russo Vladimir] Putin acredita que pode agir impunemente. Ele não está sério sobre a paz”, afirmou em comunicado.

De acordo com autoridades ucranianas, a Rússia atacou com cerca de 810 drones e 13 mísseis de diferentes tipos. O porta-voz da Força Aérea, Yuriy Ihnat, confirmou à agência de notícias Associated Press que este foi o maior ataque com drones desde a invasão em larga escala.

Ainda segundo Zelensky, a ofensiva também causou danos no norte, sul e leste do país, incluindo as cidades de Zaporizhzhia, Kryvyi Rih e Odesa, além das regiões de Sumy e Chernihiv.

 

g1

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Israel fará primeiro transplante de medula espinhal do mundo e espera que pacientes voltem a andar

05/09/2025


                                                            Foto: Reprodução

 

 Israel se prepara para realizar o primeiro implante de medula espinhal humana do mundo usando células do próprio paciente — um avanço médico que poderá permitir que pacientes paralisados voltem a ficar de pé e andar, anunciou a Universidade de Tel Aviv.

O procedimento da Universidade de Tel Aviv visa substituir a parte danificada por uma medula espinhal cultivada em laboratório que se funde com o tecido saudável acima e abaixo da lesão.

Estudos preliminares em ratos demonstraram resultados notáveis, com os animais recuperando a capacidade de andar normalmente.

O projeto inovador, liderado por Tal Dvir, começou há cerca de três anos, quando o laboratório do professor fez a projeção de uma medula espinhal humana tridimensional personalizada em laboratório.

As descobertas, publicadas na revista Advanced Science, apontaram que camundongos com paralisia crônica recuperaram a mobilidade após receber os implantes projetados.

O procedimento começa com células sanguíneas do paciente, que são reprogramadas em células semelhantes a células-tronco — estas, capazes de se transformar em qualquer tipo de célula.

O tecido adiposo também é coletado para criar uma estrutura de hidrogel personalizada, na qual as células-tronco se desenvolvem em uma estrutura da medula espinhal. Esse tecido modificado é então implantado, substituindo as áreas cicatrizadas e reconectando o sistema nervoso.

A cirurgia está prevista para os próximos meses e representa um marco histórico na medicina regenerativa.

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 15 milhões de pessoas no mundo todo vivem com lesões na medula espinhal, sendo a maioria resultante de causas traumáticas, como quedas, acidentes de trânsito e violência.

 

 

 

Eumedicina

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101 FM

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Putin convida Zelensky para reunião de alto nível em Moscou

05/09/2025


 

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, disse estar pronto para se reunir com a Ucrânia e convidou o presidente Volodymyr Zelensky a Moscou, onde prometeu que a Rússia forneceria “segurança”.

“Escutem, o lado ucraniano quer esta reunião e a está propondo”, disse Putin em um fórum econômico no Extremo Oriente da Rússia na sexta-feira (5).

“Estamos prontos para reuniões do mais alto nível… Estou pronto, por favor, venham. Definitivamente, forneceremos condições de trabalho e segurança. Garantia de cem por cento”, afirmou ele.

“Repito mais uma vez, se alguém realmente quiser se reunir conosco, estamos prontos. O melhor lugar para isso é a capital da Federação Russa, a cidade heroica de Moscou”, acrescentou o líder russo.

Putin também disse que não há razão para tropas da Otan estarem na Ucrânia e que sua potencial adesão à aliança política e militar é completamente inaceitável para a Rússia.

“Se alguma tropa aparecer lá, especialmente durante as hostilidades em andamento, presumimos que serão alvos legítimos para derrota”, acrescentou.

“E se forem tomadas decisões que levem a uma paz duradoura, então simplesmente não vejo razão para a presença deles em território ucraniano. Só isso.”

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Trump acusa Xi, Putin e Kim Jong-un de ‘conspirar contra os EUA’

03/09/2025


 

O presidente dos Estados Unidos Donald Trump voltou a provocar tensão no cenário internacional ao afirmar nesta terça-feira 2 que o presidente da Rússia, Vladimir Putin, o líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, e o presidente da China, Xi Jinping, estariam conspirando contra os norte-americanos. A declaração foi feita em meio ao maior desfile militar da história da China, realizado em Pequim.

O Kremlin reagiu rapidamente e negou qualquer articulação. “Espero que tenha sido ironia [de Trump]. Não há conspirações, ninguém está tramando nada. Nenhum desses três líderes sequer teve tal ideia. Todos compreendem o papel que os EUA, o governo Trump e o próprio presidente desempenham nos atuais assuntos internacionais”, afirmou Yuri Ushakov, assessor de Putin.

O desfile militar marcou os 80 anos da derrota do Japão na Segunda Guerra Mundial e contou com a presença de Putin e Kim Jong-un. O evento exibiu tropas em marcha, sobrevoos de caças e armamentos de última geração, incluindo mísseis hipersônicos, drones e tanques modernos.

Durante o discurso, Xi Jinping defendeu o compromisso da China com a paz e pediu que as nações evitem a “repetição de tragédias históricas”. Para ele, o mundo vive hoje uma escolha entre “paz ou guerra”.

Trump, por sua vez, usou sua rede Truth Social para criticar a cerimônia e cobrar o reconhecimento do papel dos EUA no apoio à China durante a Segunda Guerra Mundial. “Muitos americanos morreram na busca da China pela Vitória e Glória. Espero que sejam justamente homenageados e lembrados por sua coragem e sacrifício”, escreveu.

Em seguida, ironizou a presença de Putin e Kim ao lado de Xi: “Por favor, transmita meus mais calorosos cumprimentos a Vladimir Putin e Kim Jong Un, enquanto vocês conspiram contra os Estados Unidos da América”.

O episódio ocorre em um momento de tensões globais, marcado pela guerra na Ucrânia e pelo fortalecimento das relações entre Rússia e China. Xi Jinping tem defendido uma nova ordem mundial contra o “hegemonismo” — numa crítica indireta a Washington. Trump, embora tenha afirmado recentemente estar “muito decepcionado” com Putin, mantém o tom provocativo e disse não temer a aproximação entre os dois países, reforçando que os EUA permanecem militarmente superiores.

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Maduro se diz pronto para ‘luta armada’ se Venezuela for invadida pelos EUA

01/09/2025


 

O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, assegurou, nesta segunda-feira (1º), que está preparado para passar à “luta armada” caso seu país seja invadido pelos Estados Unidos, após a mobilização militar anunciada por Washington nas águas do Caribe, que a Venezuela considera uma “ameaça”.

“Nós estamos em um período especial de preparação máxima. E em qualquer circunstância, vamos garantir o funcionamento do país”, disse Maduro a jornalistas.

O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, assegurou, nesta segunda-feira (1º), que está preparado para passar à “luta armada” caso seu país seja invadido pelos Estados Unidos, após a mobilização militar anunciada por Washington nas águas do Caribe, que a Venezuela considera uma “ameaça”.

“Nós estamos em um período especial de preparação máxima. E em qualquer circunstância, vamos garantir o funcionamento do país”, disse Maduro a jornalistas.

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“Nunca me senti melhor na vida”, diz Trump após boatos sobre morte

01/09/2025


 

O presidente dos Estados Unidos Donald Trump falou sobre a saúde dele neste domingo (31) após boatos falsos de que teria morrido.

 

Em uma postagem na rede social Truth Social, o republicano disparou: “Nunca me senti melhor na minha vida”.

 

Trump ainda escreveu que “(Washington) DC é uma zona livre de crime”.

 

Fim de semana de folga jogando golfe

 

Trump viajou da Casa Branca neste domingo (31) para seu clube de golfe na Virgínia pelo segundo dia consecutivo.

 

No sábado (30), o republicano foi alvo de uma onda de boatos nas redes sociais que diziam que ele teria morrido.

 

De acordo com dados do Google Trends, tanto no Brasil quanto nos EUA, o termo “Trump” e buscas relacionadas como, por exemplo, “Donald Trump morreu?” registraram aumento de 1000% nas últimas 11 horas e lideram em volume de pesquisa. Os termos também apareceram entre os “Assuntos do Momento” na rede social X.

 

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101 FM

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Atirador mata duas crianças em ataque a escola nos EUA; 17 pessoas ficaram feridas

28/08/2025


 

Um ataque a tiros deixou duas crianças mortas na Escola Católica Anunciação, em Minneapolis, no estado de Minnesota (EUA), nesta quarta-feira 27. As vítimas tinham 8 e 10 anos de idade.

De acordo com o chefe de polícia local, Brian O’Hara, outras duas crianças estão em estado crítico. No total, 17 pessoas ficaram feridas — 14 crianças e três adultos. Após o crime, o atirador tirou a própria vida.

As investigações iniciais apontam que o agressor utilizou três armas: um rifle, uma espingarda e uma pistola, realizando dezenas de disparos.

O governador de Minnesota, Tim Walz, lamentou o ataque e afirmou que o Departamento de Apreensão Criminal e a Patrulha Estadual foram mobilizados. “Estou rezando por nossos filhos e professores, cuja primeira semana de aula foi marcada por esse horrível ato de violência”, declarou.

O prefeito de Minneapolis, Jacob Frey, também se pronunciou, dizendo que acompanha a situação e acionou a equipe de resposta a emergências.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, escreveu em sua rede Truth Social que foi informado sobre o caso. Ele pediu orações para as vítimas e familiares e disse que a Casa Branca seguirá monitorando o episódio.

Pais e familiares foram vistos em comoção na área de reunificação, onde aguardavam para reencontrar os filhos. Muitos se abraçavam, choravam e rezavam em meio à incerteza.

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101 FM

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Israel rebaixa relações com o Brasil e ficará sem embaixador no país

26/08/2025


                                                          Foto: Arte/Metrópoles

 

Israel decidiu rebaixar as relações diplomáticas com o Brasil, após o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não aprovar a nomeação de um novo embaixador israelense em Brasília. A decisão aconteceu nesta segunda-feira (25).

Segundo nota da chancelaria israelense, divulgada pelo jornal The Times of Israel, Tel Aviv decidiu retirar o pedido de agrément do embaixador Gali Dagan, após Brasília ignorá-lo por meses.

“Após o Brasil, excepcionalmente, se abster de responder ao pedido de agrément do embaixador Dagan, Israel retirou o pedido, e as relações entre os países agora são conduzidas em um nível diplomático inferior”, disse o Ministério das Relações Exteriores de Israel.

Desde o último dia 12 de agosto, a representação diplomática israelense no Brasil está sem diplomata. O cargo está vago após o embaixador Daniel Zonshine, que ocupou o posto desde 2021, se aposentar.

 

Indicação

 

Em janeiro deste ano, o ex-embaixador de Israel na Colômbia, Gali Dagan, foi indicado pelo governo israelense para assumir a chefia da embaixada no Brasil.

O governo brasileiro, no entanto, não aprovou a indicação em meio ao distanciamento diplomático entre Brasil e Israel — e as críticas do presidente Lula sobre a violência contra palestinos na Faixa de Gaza.

Até o momento, o Itamaraty ainda não se manifestou sobre a decisão de Israel.

 

Metrópoles

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China revoluciona a medicina com rim artificial que poderá salvar milhões de vidas

21/08/2025


 

Pesquisadores chineses anunciaram a criação do primeiro rim de laboratório capaz de filtrar sangue, produzir urina e reagir a hormônios como um rim humano real. Desenvolvido a partir de células-tronco, o órgão representa um avanço histórico na medicina regenerativa e pode transformar o futuro dos transplantes.

O objetivo é fabricar rins personalizados, eliminando filas de espera, rejeição imunológica e a dependência de doadores. A inovação promete salvar milhões de vidas e inaugura uma nova era na bioengenharia de órgãos humanos.

 

Revista do Ceará

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Governo Trump diz que vai usar toda ‘toda a força’ contra Maduro na Venezuela

20/08/2025


         Presidente dos EUA, Donald Trump. Foto: Official White House Photo by Daniel Torok

 

A porta-voz do governo Trump, dos EUA, Karoline Leavitt, disse nesta terça-feira (19) que vai usar “toda a força” contra o regime de Nicolás Maduro, na Venezuela.

“Maduro não é um presidente legítimo. Ele é um fugitivo e chefe de um cartel narcoterrorista acusado nos EUA de tráfico de drogas. Trump está preparado para usar toda a força americana para deter o tráfico de drogas”, disse Leavitt, a jornalistas, na Casa Branca.

 

O termo em inglês usado por Leavitt, “power”, pode ser traduzido como “força” ou “poder”.

 

Nesta semana, os EUA deslocaram três navios de guerra para o sul do Caribe, perto da costa da Venezuela, sob a alegação de conter ameaças de cartéis de tráfico de drogas. O presidente Trump afirmou que iria usar forças militares para perseguir o tráfico organizado, cujos grupos foram designados como organizações terroristas globais por Washington.

De acordo com a Reuters e a AP, os navios deslocados são destróiers com sistemas de mísseis guiados Aegis: USS Gravely, USS Jason Dunham e USS Sampson. As agências dizem que mais de 4.000 militares serão posicionados na região.

O governo da Venezuela, em nota, chamou a acusação americana de cumplicidade com o narcotráfico de “ameaças”, as quais “não só afetam a Venezuela, mas colocam em risco a paz e a estabilidade na região”.

Sem se referir aos navios de guerra, o presidente venezuelano disse na segunda-feira (18), em um discurso, que a Venezuela “defenderá nossos mares, nossos céus e nossas terras”. Ele aludiu ao que chamou de “a ameaça bizarra e absurda de um império em declínio”.

 

Recompensa

No último dia 7, os EUA anunciaram que irão pagar até US$ 50 milhões (cerca de R$ 270 milhões) por informações que levem à prisão ou condenação de Maduro. O valor é maior do que o oferecido por detalhes do paradeiro de Osama Bin Laden após os atentados terroristas de 11 de setembro de 2001.

Segundo a procuradora-geral dos EUA, Pam Bondi, Maduro é um dos “maiores narcotraficantes do mundo” e representa uma ameaça à segurança nacional dos Estados Unidos.

 

Acusação formal sob Trump

Os EUA acusam formalmente Maduro de narcoterrorismo desde março de 2020, durante o primeiro mandato de Donald Trump. Na época, o governo passou a oferecer uma recompensa de US$ 15 milhões (cerca de R$ 75 milhões).

 

Esse valor foi aumentado para US$ 25 milhões em janeiro de 2025, já sob o governo de Joe Biden, como retaliação à posse de Maduro para um novo mandato como presidente. Agora, a recompensa foi dobrada e chegou a US$ 50 milhões.

O novo montante ultrapassa o valor oferecido pelos EUA por Osama Bin Laden logo após os atentados de 11 de setembro. À época, o governo americano anunciou uma recompensa de US$ 25 milhões pelo líder da Al-Qaeda, e ele passou a ser o homem mais procurado do planeta.

O Senado dos EUA chegou a aprovar a elevação desse valor para US$ 50 milhões, em 2007, mas não há registros de que a mudança tenha sido oficializada. Registros do Departamento de Estado indicam que a recompensa ficou em US$ 25 milhões.

Bin Laden foi morto em maio de 2011, durante uma operação da Marinha dos EUA no Paquistão. Segundo a imprensa americana, nenhuma recompensa foi paga, já que o líder da Al-Qaeda foi localizado por meio de dados da inteligência norte-americana.

Antes mesmo da morte de Bin Laden, em 2003, os Estados Unidos já haviam pagado uma recompensa superior — mas referente a dois alvos. Na ocasião, um homem recebeu US$ 30 milhões por fornecer informações sobre o paradeiro de Uday e Qusay Hussein, filhos do então ditador iraquiano Saddam Hussein.

 

Buscas por Maduro

Segundo o Departamento de Justiça dos EUA, Nicolás Maduro é acusado de envolvimento em conspiração com o narcoterrorismo, tráfico de drogas, importação de cocaína e uso de armas em apoio a crimes relacionados ao tráfico.

Maduro também é apontado pelo governo americano como líder do suposto Cartel de los Soles, grupo classificado recentemente pelos EUA como organização terrorista internacional.

Ao anunciar a recompensa de US$ 50 milhões, o governo americano afirmou que já apreendeu mais de US$ 700 milhões em bens ligados ao venezuelano, incluindo dois jatos particulares e nove veículos.

Ainda de acordo com o governo, as autoridades interceptaram 30 toneladas de cocaína ligadas a Maduro e seus aliados — quase 7 toneladas diretamente relacionadas ao presidente.

Apesar disso, a recompensa oferecida pelos EUA tem efeito prático limitado e é vista como gesto político. Maduro segue no comando da Venezuela, e a medida não equivale a um pedido internacional de prisão.

Como estratégia, para se blindar, Maduro continua mantendo relações diplomáticas com aliados estratégicos como Rússia, China e Irã.

 

Fonte: g1

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Governo Trump diz que vai usar ‘toda a força’ contra Maduro na Venezuela; EUA deslocam navios de guerra para a costa do país

19/08/2025


                                Foto: Federico PARRA, KAMIL KRZACZYNSKI/AFP

 

A porta-voz do governo Trump, dos EUA, Karoline Leavitt, disse nesta terça-feira (19) que vai usar “toda a força” contra o regime de Nicolás Maduro, na Venezuela.

“Maduro não é um presidente legítimo. Ele é um fugitivo e chefe de um cartel narcoterrorista acusado nos EUA de tráfico de drogas. Trump está preparado para usar toda a força americana para deter o tráfico de drogas”, disse Leavitt, a jornalistas, na Casa Branca.

 

Foto: Federico PARRA, KAMIL KRZACZYNSKI/AFP

 

A porta-voz do governo Trump, dos EUA, Karoline Leavitt, disse nesta terça-feira (19) que vai usar “toda a força” contra o regime de Nicolás Maduro, na Venezuela.

“Maduro não é um presidente legítimo. Ele é um fugitivo e chefe de um cartel narcoterrorista acusado nos EUA de tráfico de drogas. Trump está preparado para usar toda a força americana para deter o tráfico de drogas”, disse Leavitt, a jornalistas, na Casa Branca.

 

O termo em inglês usado por Leavitt, “power”, pode ser traduzido como “força” ou “poder”.

Nesta semana, os EUA deslocaram três navios de guerra para o sul do Caribe, perto da costa da Venezuela, sob a alegação de conter ameaças de cartéis de tráfico de drogas. O presidente Trump afirmou que iria usar forças militares para perseguir o tráfico organizado, cujos grupos foram designados como organizações terroristas globais por Washington.

De acordo com a Reuters, os navios deslocados são destróiers com sistemas de mísseis guiados Aegis: USS Gravely, USS Jason Dunham e USS Sampson. A agência diz que mais de 4.000 militares serão posicionados na região.

O Ministério das Comunicações da Venezuela não respondeu imediatamente a um pedido de comentário da Reuters. Sem se referir aos navios de guerra, o presidente venezuelano disse na segunda-feira (18), em um discurso, que a Venezuela “defenderá nossos mares, nossos céus e nossas terras”. Ele aludiu ao que chamou de “a ameaça bizarra e absurda de um império em declínio”.

 

Recompensa

 

No último dia 7, os EUA anunciaram que irão pagar até US$ 50 milhões (cerca de R$ 270 milhões) por informações que levem à prisão ou condenação de Maduro. O valor é maior do que o oferecido por detalhes do paradeiro de Osama Bin Laden após os atentados terroristas de 11 de setembro de 2001.

 

Segundo a procuradora-geral dos EUA, Pam Bondi, Maduro é um dos “maiores narcotraficantes do mundo” e representa uma ameaça à segurança nacional dos Estados Unidos.

 

Acusação formal sob Trump

 

Os EUA acusam formalmente Maduro de narcoterrorismo desde março de 2020, durante o primeiro mandato de Donald Trump. Na época, o governo passou a oferecer uma recompensa de US$ 15 milhões (cerca de R$ 75 milhões).

Esse valor foi aumentado para US$ 25 milhões em janeiro de 2025, já sob o governo de Joe Biden, como retaliação à posse de Maduro para um novo mandato como presidente. Agora, a recompensa foi dobrada e chegou a US$ 50 milhões.

O novo montante ultrapassa o valor oferecido pelos EUA por Osama Bin Laden logo após os atentados de 11 de setembro. À época, o governo americano anunciou uma recompensa de US$ 25 milhões pelo líder da Al-Qaeda, e ele passou a ser o homem mais procurado do planeta.

O Senado dos EUA chegou a aprovar a elevação desse valor para US$ 50 milhões, em 2007, mas não há registros de que a mudança tenha sido oficializada. Registros do Departamento de Estado indicam que a recompensa ficou em US$ 25 milhões.

Bin Laden foi morto em maio de 2011, durante uma operação da Marinha dos EUA no Paquistão. Segundo a imprensa americana, nenhuma recompensa foi paga, já que o líder da Al-Qaeda foi localizado por meio de dados da inteligência norte-americana.

Antes mesmo da morte de Bin Laden, em 2003, os Estados Unidos já haviam pagado uma recompensa superior — mas referente a dois alvos. Na ocasião, um homem recebeu US$ 30 milhões por fornecer informações sobre o paradeiro de Uday e Qusay Hussein, filhos do então ditador iraquiano Saddam Hussein.

 

Buscas por Maduro

 

Segundo o Departamento de Justiça dos EUA, Nicolás Maduro é acusado de envolvimento em conspiração com o narcoterrorismo, tráfico de drogas, importação de cocaína e uso de armas em apoio a crimes relacionados ao tráfico.

Maduro também é apontado pelo governo americano como líder do suposto Cartel de los Soles, grupo classificado recentemente pelos EUA como organização terrorista internacional.

Ao anunciar a recompensa de US$ 50 milhões, o governo americano afirmou que já apreendeu mais de US$ 700 milhões em bens ligados ao venezuelano, incluindo dois jatos particulares e nove veículos.

Ainda de acordo com o governo, as autoridades interceptaram 30 toneladas de cocaína ligadas a Maduro e seus aliados — quase 7 toneladas diretamente relacionadas ao presidente.

Apesar disso, a recompensa oferecida pelos EUA tem efeito prático limitado e é vista como gesto político. Maduro segue no comando da Venezuela, e a medida não equivale a um pedido internacional de prisão.

Como estratégia, para se blindar, Maduro continua mantendo relações diplomáticas com aliados estratégicos como Rússia, China e Irã.

 

g1

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Zelensky se reúne com Trump no Salão Oval para discutir paz na Ucrânia; após conversa, presidentes encontrarão líderes europeus para nova reunião

18/08/2025


                                                      Foto: Reprodução

 

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, participa de uma reunião com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, no Salão Oval da Casa Branca, nesta segunda-feira (18) para discutir um acordo de paz que leve ao fim da guerra com a Rússia.

Após a conversa com o líder ucraniano, Trump receberá os líderes do Reino Unido, Alemanha, França, Itália, Finlândia, União Europeia e Otan para uma reunião conjunta na Sala Leste da Casa Branca.

Os europeus esperam apoiar Zelensky em um momento diplomático crucial da guerra e evitar qualquer repetição do encontro mal-humorado entre Trump e o líder ucraniano no Salão Oval em fevereiro.

 

CNN Brasil

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Mundo

Direita vence eleições presidenciais na Bolívia e dois candidatos vão ao segundo turno

18/08/2025


                                                                 Reprodução

 

Dois candidatos de direita disputarão o segundo turno das eleições presidenciais na Bolívia, marcando o fim de 20 anos de domínio da esquerda no país.

O senador Rodrigo Paz, de centro-direita e filho do ex-presidente Jaime Paz Zamora, liderou o primeiro turno com 32% dos votos. Em segundo lugar ficou o ex-presidente Jorge “Tuto” Quiroga, da direita conservadora, com 26%. O milionário Samuel Doria Medina, apontado como favorito nas pesquisas até uma semana atrás, ficou em terceiro lugar, com 20%, e declarou apoio a Rodrigo Paz.

Rodrigo Paz afirmou que o resultado reflete a vontade dos bolivianos de mudar o sistema político do país. A Bolívia enfrenta grave crise econômica, com inflação anual de cerca de 25%, falta de combustíveis e escassez de dólares. O país ainda lida com a influência política de Evo Morales, ex-presidente indígena que governou entre 2006 e 2019. Impedido de concorrer, Morales defendeu o voto nulo, alegando que o pleito não era legítimo.

O atual presidente, Luis Arce, eleito em 2020 pelo partido de Morales, o Movimento ao Socialismo, rompeu com o ex-líder. Até o momento, o governo brasileiro não se manifestou sobre a guinada à direita na Bolívia, país com o qual o Brasil compartilha a maior fronteira internacional, de mais de 3.423 km, atravessando áreas como o Pantanal e a Amazônia.

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Bolívia vota neste domingo em eleição que pode encerrar mais de 20 anos de governo de esquerda

17/08/2025


 

Mais de 7,5 milhões de bolivianos vão às urnas, neste domingo 17, para escolher o próximo presidente e vice do país, além de 36 senadores e 130 deputados, em um pleito que pode encerrar mais de 20 anos de governo do Movimento ao Socialismo (MAS). A disputa ocorre com a esquerda dividida e os principais candidatos tradicionais da direita liderando as pesquisas de intenção de voto.

O ex-presidente Evo Morales, que governou o país por quase 14 anos, não foi autorizado pela Justiça a concorrer a uma nova reeleição. O atual presidente Luis Arce, que chegou ao poder pelo MAS em 2020 mas rompeu com Morales durante o governo, também optou por não disputar.

A sigla oficialista apresenta como candidatos Andrónico Rodríguez, presidente do Senado, e Eduardo del Castillo, ex-ministro de Governo, enquanto Morales defende que a população anule o voto.

Segundo levantamento do instituto Ipsos-Ciesmori para a emissora Unitel, o candidato com maior intenção de votos é o empresário Samuel Doria Medina, da coalizão Alianza Unidad, com cerca de 21%, seguido pelo ex-presidente Jorge “Tuto” Quiroga, com 20%. Rodrigo Paz Pereira e Manfred Reyes aparecem na sequência, com 8,3% e 7,7%, respectivamente.

 

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Na mesma pesquisa, os candidatos de esquerda Andrónico Rodríguez e Eduardo del Castillo registram 5,5% e 1,5%. Outro levantamento da Atlas/Intel aponta Quiroga em primeiro com 22,3%, Doria Medina com 18% e Eduardo del Castillo com 8,1%.

As eleições bolivianas utilizam votação em papel, com o eleitor marcando seus candidatos a presidente, vice e legisladores em uma grande cédula que é depositada em urnas de papelão com abertura plástica frontal.

 

Eleição na Bolívia é apurada manualmente

A apuração é manual, feita pelos mesários, e as atas fotográficas são enviadas ao Tribunal Supremo Eleitoral (TSE) para divulgação preliminar no mesmo dia. O resultado oficial será proclamado somente após revisão de cada ata pelo TSE.

O MAS está no poder quase continuamente desde 2006, exceto entre 2019 e 2020, quando Morales renunciou após eleições contestadas e pressão das Forças Armadas, dando lugar à interina Jeanine Áñez, que posteriormente foi condenada a 10 anos de prisão pelo episódio, considerado golpe pelo governo.

 

 

AGORA RN

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‘Uma partida de xadrez’: Putin e Trump travam o primeiro cara a cara desde o início da guerra da Ucrânia sob desconfiança

15/08/2025


                                       “Será como uma partida de xadrez”.

 

A frase, dita pelo presidente EUA, Donald Trump, na quinta-feira (14), resume o clima com o qual Estados Unidos e Rússia chegam para a primeira cúpula entre os dois países desde o início da guerra na Ucrânia, em fevereiro de 2022.

Donald Trump e Vladimir Putin, os dois grandes atores do tabuleiro atual da geopolítica mundial, voltarão a ficar cara a cara nesta sexta-feira (15) em um encontro com potencial de “selar a paz mundial”, como disse esperar Putin. Mas que, com apenas um movimento errado, pode também minar as chances de um fim próximo de uma das guerras mais longas dos últimos anos.

A reunião, que ocorrerá a partir das 16h pelo horário de Brasília em uma base militar do Alasca que já foi usada para espionagem à ex-União Soviética — em território norte-americano, portanto — não terá a presença do presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky. Segundo a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, a exclusão de Zelensky ocorreu porque partiu de Putin a ideia do encontro com Trump.

Será também o primeiro encontro a sós entre os dois líderes desde 2018. Na ocasião, quando a cúpula bilateral tratou de acusações de interferência russa nas eleições dos EUA, Putin conseguiu convencer Trump, que ainda saiu do encontro defendendo a versão do Kremlin e contradizendo a própria CIA, que dizia ter provas de que Moscou interferiu no pleito norte-americano.

A avaliação da imprensa norte-americana é que, desta vez, um Trump mais autoritário e experiente pode bater de frente com o homólogo russo.Mas, como disse o próprio Trump, “nada está garantido”.

Embora tenham trocado críticas e ameaças nos últimos meses, tanto Trump como Putin sinalizaram, na véspera da reunião, estar esperançosos que será um bom encontro.O líder russo elogiou os “esforços sinceros” de Washington para solucionar a guerra na Ucrânia e disse achar que o cara a cara com Trump pode selar a “paz mundial”.

Mas ponderou que isso só ocorrerá caso haja um acordo para restringir o uso de armas estratégicas, incluindo as nucleares, já sugerindo uma tentativa de barganhar algo em troca de um cessar-fogo na Ucrânia.Trump também enviou mensagens dúbias nos últimos dias: se mostrou esperançoso e disse que “acho que ele (Putin) fará um acordo”, mas admitiu que “nada está garantido. Será como uma partida de xadrez”.

E, mesmo munido de autoconfiança como negociador, o líder norte-americano e seu governo foram baixando as expectativas ao longo dos últimos dias.

Ele afirmou ter calculado em 25% as chances de o encontro “terminar mal” e já fala na necessidade de uma segunda reunião com o mandatário russo antes mesmo da a primeira acontecer.

Seu secretário de Estado, Marco Rubio, também afirmou que, embora esperançoso, “em última instância, caberá à Ucrânia e à Rússia concordar pela paz”.

 

Territórios

Uma certeza que ambos os lados apontam é que o debate pelas regiões ucranianas atualmente ocupados por tropas russas será o ponto central das negociações. Segundo o Instituto para o Estado da Guerra (ISW, na sigla em inglês),

Moscou controla militarmente cerca de 20% de todo o território ucraniano.E nenhum dos lados sinalizou querer abrir mão dessas regiões.No início ano, quando Trump ensaia uma aproximação com Putin, os EUA já chegaram a mencionar que a única solução para o fim da guerra que já dura três anos e meio, a Ucrânia teria de abdicar desse território.

Depois, voltou atrás e disse que negociaria essas áreas com o Kremlin. Nesta semana, o líder ucraniano, Volodymyr Zelensky, voltou a dizer que não quer nem pode ceder as áreas ocupadas.

Ao longo da semana, Zelensky, já ciente de que estava excluído do encontro, se reuniu com uma série de líderes europeus, com quem também telefonou para Trump.

Do líder norte-americano, conseguiram a garantia de que nenhum acordo para um cessar-fogo seria fechado sem o conhecimento e autorização de Kiev.

 

Fonte: g1

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Mundo

EUA afirmam ter apreendido US$ 700 milhões em bens de Maduro

15/08/2025


                                   Foto: Gaby Oraa/Bloomberg/Getty Images

 

A embaixada dos Estados Unidos em Caracas anunciou na quarta-feira, 13, que, segundo a procuradora-geral do país, Pam Bondi, foram apreendidos US$ 700 milhões (quase R$ 3,8 bilhões) em bens do presidente venezuelano, Nicolás Maduro.

Segundo ela, a ação se justifica pela operação contínua do “crime organizado” do regime chavista. “Isso é crime organizado. Não é diferente da máfia, e os bens relacionados a Maduro somam mais de US$ 700 milhões que já apreendemos; no entanto, seu reinado de terror continua”, explicou.

“Esses bens (de Maduro) incluem dois aviões multimilionários, várias casas, uma mansão na República Dominicana, várias casas multimilionárias na Flórida, uma fazenda de cavalos, automóveis — nove veículos, acredito — milhões de dólares em joias e dinheiro”, afirmou Bondi.

 

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