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Hamas liberta mais 4 reféns israelenses em acordo de cessar-fogo na Faixa de Gaza

25/01/2025


                                                                Foto: Reuters

 

O grupo terrorista Hamas libertou na manhã deste sábado (25), por volta das 6h, pelo horário de Brasília, quatro reféns israelenses como parte acordo de cessar-fogo de Gaza, informou a agência de notícias Reuters.

Karina Ariev, Daniella Gilboa, Naama Levy e Liri Albag deixaram o território palestino em veículos da Cruz Vermelha.

As quatro militares israelenses foram levadas até um palco na Cidade de Gaza, no meio de uma multidão de palestinos e cercadas por dezenas de homens armados do Hamas. Elas acenaram e sorriram antes de serem levadas para os veículos da Cruz Vermelha. Minutos depois, autoridades israelenses informaram já estar com elas.

A libertação da segunda leva de reféns do grupo terrorista foi anunciada pelo grupo Hamas na segunda-feira (20), confirmando a previsão feita no domingo (19) pelo porta-voz militar de Israel, Daniel Hagari.

Ariev, Gilboa, Levy e Albag foram capturadas na base militar de Nahal Oz, que foi invadida por homens armados do Hamas.

Ainda neste sábado, Israel, em troca, deverá entregar até 250 presos palestinos. O acordo entre as duas partes prevê entre 30 e 50 presos libertados para cada refém devolvido e a interrupção dos bombardeios e incursões militares na Faixa de Gaza.

Nos primeiros 42 dias de acordo de cessar-fogo, a previsão é que três a quatro reféns mantidos em Gaza sejam soltos a cada semana.

 

 

 

G1

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Trump quer discutir redução de quatro armas nucleares com Putin e Xi Jinping

24/01/2025


                             Foto: Reprodução/Instagram @realdonaldtrump

 

 O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, revelou o desejo de discutir a redução de 4rmas nucleares com os líderes da Rússia e China, Vladimir Putin e Xi Jinping. A declaração do mandatário norte-americano aconteceu nesta quinta-feira (23/1), durante participação no Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça.

Apesar do alto número de 4rmas nucleares ao redor do mundo, Trump se mostrou otimista, e disse acreditar que é possível atingir uma desnuclearização completa.

“Queremos ver se podemos desnuclearizar, e acho que isso é bem possível”, disse o presidente dos EUA durante participação no fórum em Davos, por meio de um vídeo.

No seu primeiro mandato, entre 2017 e 2021, as discussões sobre a redução de 4rmas de destruição em massa entre as três principais potências nucleares enfraqueceram. Sob ordens de Trump, os EUA se retiraram de tratados importantes com a Rússia e o Irã.

Apesar disso, o acordo de controle nuclear com a Rússia, o novo tratado Start, permaneceu em vigor até Putin decidir, no início de 2023, suspender a participação do país no pacto.

Rússia, Estados Unidos e China são os países que mais possuem armas nucleares. Segundo dados da Campanha Internacional para a Abolição de 4rmas Nucleares (Ican, na sigla em inglês), mais de US$ 2,8 mil dólares foram gastos por segundo com armas de destruição em massa em 2023.

Nos últimos anos, a retórica nuclear cresceu, o que fez a Organização das Nações Unidas (ONU) a classificar a atual situação como o maior risco de conflito com armas de destruição em massa desde a Guerra Fria.

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Trump ameaça impor novas sanções contra a Rússia e manda recado a Putin: “Pare com esta guerra ridícula”

23/01/2025


 

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou impor novas sanções e tarifas contra a Rússia nesta quarta-feira (22) se a guerra na Ucrânia não for encerrada.

Em publicação nas redes sociais, ele advertiu que “podemos fazer isso do jeito fácil ou do jeito difícil”.

“Se não fizermos um ‘acordo’, e logo, não tenho outra escolha a não ser colocar altos níveis de impostos, tarifas e sanções em qualquer coisa vendida pela Rússia aos Estados Unidos e vários outros países participantes. Vamos acabar com essa guerra, que nunca teria começado se eu fosse presidente!”, escreveu Trump.

O presidente americano também dirigiu-se diretamente a Putin que afirma que acabar com a guerra é benéfico para a Rússia, dado o estado atual da sua economia. “Pare com isso agora e pare com esta guerra ridícula”, finalizou.

 

Com informações de CNN Brasil.

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Mortes em incêndio em estação de esqui na Turquia sobem para 66

21/01/2025


 

Pelo menos 66 pessoas morreram e mais de 50 ficaram feridas em um incêndio no hotel Grand Kartal, localizado em uma estação de esqui na região noroeste da Turquia. O incidente ocorreu na madrugada desta terça-feira (23), por volta das 3h27 no horário local (21h27 no horário de Brasília), no restaurante do hotel de 12 andares, situado no resort Kartalkaya, nas montanhas Koroglu.

O ministro do Interior da Turquia, Ali Yerlikaya, declarou no local: "Nossa dor é imensa". Segundo a emissora NTV, o revestimento em estilo chalé, feito de madeira, pode ter contribuído para a rápida propagação do fogo.

As autoridades enviaram 30 caminhões de bombeiros e 28 ambulâncias para o local, mas o acesso foi dificultado pela localização do hotel, que fica próximo a um penhasco. Por precaução, hotéis vizinhos foram evacuados, e os hóspedes foram realocados para outras acomodações da região.

O hotel, com 161 quartos, estava com cerca de 80% a 90% de ocupação devido ao período de férias escolares, abrigando mais de 230 hóspedes. Testemunhas relataram que o sistema de detecção de incêndio não funcionou. "Minha esposa sentiu cheiro de fumaça, mas o alarme não disparou", disse Atakan Yelkovan, um hóspede do terceiro andar, à agência IHA. "Tentamos subir, mas havia chamas. Descemos correndo e saímos do prédio. Levou cerca de uma hora para os bombeiros chegarem", contou.

O ministro da Justiça da Turquia, Yilmaz Tunc, designou seis promotores para liderar a investigação sobre o incidente, cuja causa ainda é desconhecida. Ministros da Saúde, Interior e Cultura eram esperados no local ainda nesta terça-feira.

 

 

R7

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101 FM

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Infiel: Barack Obama e Jennifer Aniston estariam vivendo romance; Ex-presidente deve anunciar o divórcio a Michelle

21/01/2025

 

Michelle e Barack Obama, um dos casais mais icônicos dos últimos tempos, tornaram-se centro de especulações sobre uma possível separação. Rumores surgiram após Michelle não acompanhar o ex-presidente americano no funeral de Jimmy Carter e anunciar que não compareceria à posse de Donald Trump. A situação ganhou ainda mais atenção quando fontes anônimas sugeriram um suposto envolvimento de Barack com Jennifer Aniston, atriz da famosa série “Friends”.

A jornalista Jessica Reed Kraus, em sua coluna no Substack, compartilhou uma mensagem direta que recebeu, alegando que Barack e Jennifer estariam juntos. Segundo a fonte, o ex-presidente e a atriz foram apresentados por um amigo em comum e o romance não seria segredo entre os mais próximos de Aniston. “Definitivamente, não é segredo entre seus amigos mais próximos”, revelou a fonte. A notícia se espalhou rapidamente, ganhando espaço na mídia internacional e intensificando as especulações sobre o estado do casamento dos Obamas.

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ATELIÊ DO AÇAÍ

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Brasileiros “precisam mais de nós; nós não precisamos deles”, diz Trump

21/01/2025


                                                                 Reprodução

 

 O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), disse nesta 2ª feira (20.jan.2025) que o país não precisa do Brasil, mas que a relação com o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) “deve ser ótima”.

A declaração foi feita enquanto Trump assinava os primeiros decretos do governo no Salão Oval, na Casa Branca, após tomar posse. O republicano foi questionado sobre as relações com o Brasil e com a América Latina. Há a expectativa de que o governo Trump volte a taxar produtos brasileiros e cerceie as intenções do Brics de criar uma moeda própria para fazer comércio sem o dólar.

“Ótima, deve ser ótima. Eles precisam da gente mais do que nós deles. Nós não precisamos deles. Todos precisam da gente”, declarou o presidente dos EUA.

Trump também foi questionado sobre o papel do governo Lula nas tratativas para encerrar a guerra na Ucrânia. Lula buscou se consolidar como um mediador do conflito em 2023, mas passou a ser visto por Kiev como um ator pró-Rússia.

“Isso é bom. Estou pronto. [Mas] Como o Brasil se envolveu nisso? É novo para mim, não sei como o Brasil ficou envolvido”, disse a jornalistas.

 

RELAÇÃO COM LULA

 

Mais cedo, Lula disse em publicação nas redes sociais que deseja sucesso ao republicano. Afirmou que as relações entre ambos países são “marcadas por uma trajetória de cooperação, fundamentada no respeito mútuo e em uma amizade histórica”.

Em novembro do ano passado, no entanto, o petista disse que torcia por Kamala Harris (Partido Democrata), vice de Joe Biden e adversária de Trump. Na época, também afirmou que a vitória do republicano seria a volta de um “nazismo e fascismo com outra cara”.

Durante a reunião ministerial, Lula disse que quer eleger um governo, em 2026, que mantenha o Brasil em um processo democrático e defendeu que é preciso deixar essa vontade em “alto e bom som” para não “entregar” o país “de volta ao neofascismo, ao neonazismo e ao autoritarismo”. Deu as declarações depois de citar Trump.

Em 2024, o Brasil exportou US$ 40,3 bilhões em mercadorias aos Estados Unidos, segundo a Amcham Brasil (Câmara Americana de Comércio). Trata-se do maior valor já registrado. O país é o 2º maior parceiro comercial do Brasil, ficando atrás apenas da China.

 

Poder 360

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Donald Trump presta juramento e toma posse como 47º presidente dos EUA

20/01/2025


                                                   Foto: reprodução/CNN

 

Donald Trump tomou posse nesta segunda-feira (20) como presidente dos Estados Unidos. Ao entrar na rotunda do Capitólio, ele cumprimentou o presidente Joe Biden.

O juramento foi administrado pelo presidente da Suprema Corte dos EUA, John Roberts, na rotunda do Capitólio, a sede do Congresso dos Estados Unidos.

Trump usou a mesma Bíblia que Abraham Lincoln utilizou na posse de 1861, além de uma Bíblia pessoal.

A cerimônia foi adaptada devido ao frio extremo – as temperaturas podem chegar a -12 °C em Washington nesta segunda –, sendo transferida para a parte interna do Capitólio. A última vez que isso aconteceu foi em 1985, na segunda posse de Ronald Reagan.

Ainda nesta segunda, Trump e JD Vance, que tomou posse como vice-presidente dos Estados Unidos, devem assistir a um desfile presidencial, que também foi adaptado e será realizado na arena Capital One.

Outros eventos programados são bailes, nos quais o presidente dos EUA deve dançar com a primeira-dama Melania Trump. Há a expectativa que ele também discurse.

Chefes de Estado e empresários comparecem à posse de Trump

Além de Joe Biden, ex-presidentes dos Estados Unidos estão presentes na cerimônia de posse de Donald Trump, incluindo Barack Obama e Bill Clinton.

Javier Milei, presidente da Argentina, e Giorgia Meloni, também compareceram. Trump os convidou, apesar de não ser costume chamar chefes de Estado para a posse presidencial nos EUA.

Atrás dos familiares do republicano estão empresários do ramo da tecnologia, como Elon Musk, dono do X, Mark Zuckerberg, CEO da Meta, Sundar Pichai, CEO do Google, e Jeff Bezos, fundador e presidente executivo da Amazon.

 

CNN Brasil

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Trump assume presidência dos Estados Unidos nesta segunda-feira 20

20/01/2025


 

Nesta segunda-feira 20, o presidente eleito Donald Trump assume a presidência dos Estados Unidos pela segunda vez. A cerimônia deve começar às 8h (horário de Brasília), com apresentações musicais por volta das 11h30.

Devido um tempo frio em Washington D.C., a cerimônia de posse precisou ser transferida para um local fechado e o desfile deve ser em uma arena esportiva.

Donald Trump venceu as eleições em 6 novembro de 2024 com 77.303.573 votos (49.9% dos votos). O republicano tinha como principal adversária a democrata Kamala Harris, que teve 75.019.257 votos (48.4% dos votos).

O discurso de posse de Donald Trump pode fornecer um indicativo do tom que ele pretende adotar em seu novo mandato, especialmente após recentes declarações. Nos últimos dias, o ex-presidente provocou reações ao sugerir a possibilidade de os Estados Unidos assumirem o controle da Groenlândia e do Canal do Panamá, além de afirmar que o Canadá poderia se tornar um estado americano.

 

Com informações da Agência Brasil/Reuters e Lusa

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Com 11 bilionários, gabinete de Trump vale mais do que o PIB de 154 países

19/01/2025


                                                    Foto: Jim Watson / AFP

 

O presidente dos EUA Donald Trump selecionou, até o momento, onze bilionários para compor seu próximo governo. A renda conjunta dos indicados é de pelo menos 452,8 bilhões de dólares, pouco mais que R$ 2,7 trilhões.

Bilionários são 0,00024% da população americana, mas 12,5% dos indicados por Trump. Dos 80 indicados pelo presidente eleito para seu governo, dez são bilionários e ao menos cinco outros são multimilionários.

Governo vale mais que PIB de 154 países. A fortuna dos indicados por Donald Trump vale mais que a produção anual de nações como Dinamarca, Chile, Portugal, Peru, Grécia, África do Sul, Colômbia, Iraque e Venezuela.

Caso aprovado nas sabatinas, gabinete de Trump valerá 3.837 vezes mais que o de Biden. Os membros do atual governo valem juntos cerca de 118 milhões de dólares. Não havia bilionários nos cargos apontados por Biden.

Fortuna de Elon Musk representa 94,4% do valor do governo. Entretanto, se o homem mais rico do mundo não fosse um dos indicados, o gabinete ainda seria o mais valioso da história americana, com fortuna conjunta de pelo menos 25 bilhões de dólares — 211 vezes mais valioso que o governo atual.

Os bilionários vão gerir a vida de milhões de habitantes dos EUA, e terão controle sobre a educação, comércio, pequenos negócios e recursos naturais. Além disso, Musk e Ramaswamy tomarão conta da redução de custos do governo.

 

UOL

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Presidente da Coreia do Sul, Yoon Suk Yeol é preso por tentativa de golpe

15/01/2025

 

O presidente deposto da Coreia do Sul, Yoon Suk Yeol, foi preso na manhã de quarta-feira, 15 (noite de terça-feira em Brasília) pela imposição da lei marcial em dezembro, anunciou a equipe conjunta que o investiga por suposta insurreição. A prisão ocorreu horas depois que centenas de investigadores e policiais da agência chegaram ao seu complexo presidencial para prendê-lo.

“O Escritório Conjunto de Investigação executou um mandado de prisão para o presidente Yoon Suk Yeol hoje às 10h33”, disse o escritório em um comunicado.

Em uma mensagem de vídeo gravada antes de ser escoltado para a sede de uma agência anticorrupção, Yoon lamentou que o “estado de direito tenha entrado em colapso total neste país”, mas disse que estava cumprindo o mandado de prisão para evitar confrontos entre autoridades policiais e o serviço de segurança presidencial.

Durante interrogatório, após a detenção, Yoon se recusou a responder às perguntas dos investigadores.

Yoon, que foi afastado em um processo de impeachment e acusado de insurreição por seu esforço de curta duração para impor a lei marcial em dezembro, torna-se assim o primeiro presidente ainda no cargo a ser preso na história do país asiático.

Cerca de três horas antes, centenas de agentes da lei entraram no complexo residencial do mandatário e enfrentaram resistência de forças de segurança. Uma primeira tentativa de prisão fracassou no início de janeiro por conta do serviço de segurança presidencial.

Após um impasse de horas no portão do complexo, investigadores anticorrupção e policiais foram vistos subindo o complexo montanhoso. Alguns usaram escadas para escalar fileiras de ônibus colocados pelo serviço de segurança presidencial perto da entrada.

 

Estadão

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Guerra da Ucrânia já matou cerca de 300 soldados de Kim Jong-un

13/01/2025


 

Cerca de 300 soldados norte-coreanos morreram na guerra da Rússia com a Ucrânia e outros 2,7 mil ficaram feridos, disse o parlamentar sul-coreano, Lee Seong-kweun, após participar da apresentação de um relatório de inteligência de Seul nesta segunda-feira (13).

A divulgação do relatório ocorre em meio a acusações da Ucrânia, Estados Unidos e Coreia do Sul de que a Coreia do Norte enviou mais de 10 mil soldados para ajudar a Rússia na guerra contra a Ucrânia.

Em novembro de 2024, em Pyongyang, capital da Coreia do Norte, Putin e Kim Jong-un assinaram pactos de defesa mútua. Desde o encontro, os líderes aprofundaram parcerias estratégicas e tratados militares.

No mês passado, o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky disse que 3 mil soldados norte-coreanos foram mortos ou feridos no conflito. Seul apresentou números distintos, afirmando que 1 mil soldados da Coreia do Norte haviam sido removidos do conflito.

No sábado (11), Zelensky afirmou que dois soldados norte-coreanos foram capturados na região russa de Kursk e estavam sendo interrogados em Kiev. Assessores do Kremlin e de Kim Jong-un não reconheceram que tropas norte-coreanas foram enviadas à guerra para combater as forças ucranianas.

“O NIS (Serviço Nacional de Inteligência da Coreia do Sul), por meio de cooperação em tempo real com a agência de inteligência da Ucrânia (SBU), confirmou que o exército ucraniano capturou dois soldados norte-coreanos no dia 9 de janeiro no campo de batalha de Kursk, na Rússia”, disse a inteligência sul-coreana.

No dia da captura, a SBU divulgou um vídeo mostrando dois homens em macas de hospital, um com as mãos enfaixadas e o outro com a mandíbula imobilizada. Um médico do centro de detenção disse que um deles também tinha uma perna quebrada. A SBU afirmou que os homens disseram aos interrogadores que eram soldados do exército norte-coreano.

Kiev, no entanto, não apresentou provas concretas de que os homens capturados fossem norte-coreanos. Agências internacionais de notícias também não conseguiram verificar a nacionalidade dos combatentes capturados.

O suposto envolvimento de um exército estrangeiro no conflito representa uma escalada significativa na invasão russa à Ucrânia, que começou há quase três anos.

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou no domingo (12) que está disposto a entregar à Coreia do Norte os dois supostos soldados de Pyongyang, em uma troca por militares ucranianos presos na Rússia.

“A Ucrânia está disposta a entregar a Kim Jong-un seus soldados, se ele puder organizar uma troca por nossos combatentes detidos na Rússia”, escreveu Zelensky na rede social X, antigo Twitter. “Para os soldados norte-coreanos que não desejam retornar, pode haver outras opções disponíveis. Em particular, aqueles que expressarem o desejo de trazer a paz para mais perto, espalhando a verdade sobre esta guerra em coreano, terão essa oportunidade”.

 

Reação internacional

O chefe da diplomacia dos Estados Unidos, Antony Blinken, declarou neste mês que Washington acredita que a Rússia está ampliando sua cooperação espacial com a Coreia do Norte em troca de tropas para lutar na Ucrânia.

“A República Democrática da Coreia está recebendo equipamentos e treinamento militar russos. Agora temos razões para acreditar que Moscou pretende compartilhar tecnologia espacial e de satélites avançada com Pyongyang”, declarou Blinken durante visita à Seul.

Blinken, assim como a embaixadora dos EUA na ONU, Linda Thomas-Greenfield, afirmou que os Estados Unidos acreditam que a Rússia “poderia estar próxima” de reconhecer formalmente o status da Coreia do Norte como potência nuclear.

Em uma carta de Ano Novo, o líder norte-coreano Kim Jong-un elogiou o presidente russo Vladimir Putin e fez uma possível referência à guerra na Ucrânia. O líder norte-coreano afirmou que 2025 seria o ano “em que o exército e o povo russos derrotarão o neonazismo e alcançarão uma grande vitória”.

 

R7

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G-7 denuncia falta de legitimidade em posse de Nicolás Maduro na Venezuela

13/01/2025


 

Os ministros de relações exteriores dos países integrantes do G-7 (Canadá, França, Alemanha, Itália, Japão, Reino Unido e Estados Unidos) assinaram uma nota conjunta denunciando falta de legitimidade na posse de Nicolás Maduro como presidente da Venezuela.

“Rejeitamos a contínua e repressiva pressão de Maduro sobre o poder às custas do povo venezuelano, que votou pela mudança pacificamente e em grande número em 28 de julho de 2024, de acordo com observadores independentes e registros eleitorais disponíveis publicamente”, diz o texto.

Além disso, o G-7 condenou a repressão contra membros de partidos contrários ao governo Maduro, citando a líder da oposição, María Corina Machado. A nota afirma ainda que Edmundo González Urrutia recebeu uma “maioria de votos significativa, de acordo com relatos confiáveis”, e foi forçado a sair do país após a eleição.

O ditador venezuelano tomou posse na última sexta-feira, 10, para um mandato de seis anos em uma cerimônia esvaziada de chefes de Estado e governo, expondo seu isolamento político. O Brasil enviou a embaixadora Glivânia Maria de Oliveira para a cerimônia. Outros países de esquerda da região, como o México e a Colômbia, também enviaram embaixadores. O Chile não enviou ninguém.

Maduro diz ter vencido as eleições de julho, em meio a denúncias de fraude. Atas de colégios eleitorais reunidas pela oposição e verificadas por centros de monitoramento e por órgãos de imprensa internacional indicaram a vitória de González por ampla margem.

Na nota conjunta, os chanceleres de Canadá, França, Alemanha, Itália, Japão, Reino Unido e Estados Unidos, além do alto representante da União Europeia, reforçaram o compromisso de trabalhar com os cidadãos venezuelanos e a comunidade internacional para assegurar a democracia do país da América Latina, como expressada na eleição de julho de 2024, com uma transição de poder pacífica.

Um dia antes da posse de Maduro, a líder opositora da Venezuela, María Corina Machado, foi detida após ser interceptada ao deixar o protesto em Caracas contra o ditador. O Comando Nacional da Venezuela, que havia inicialmente anunciado a interceptação, afirmou que Corina Machado foi liberada após algumas horas. O regime chavista negou a denúncia.

Diante das críticas, os governos dos Estados Unidos e do Reino Unido ampliaram a pressão e aplicaram novas sanções contra a ditadura de Nicolás Maduro. Os americanos incluíram oito lideranças do regime na sua lista de congelamento de ativos e proibição de viagens. O presidente Joe Biden também aumentou a recompensa pela captura de Maduro de US$ 15 milhões para US$ 25 milhões. Os britânicos, por sua vez, anunciaram sanções contra 15 funcionários de alto escalão do regime venezuelano, o qual chamou de “fraudulento”.

 

Estadão Conteúdo

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Trump vai assumir presidência dos EUA com ameaça de morte vinda do Irã

12/01/2025


                                              Alex Wong/Getty Images

 

Mesmo que quase cinco anos tenham se passado, o assassinato de um dos homens mais poderosos do Irã ainda é um assunto indigesto na história do país, que desde então ameaça vingança pelo episódio. Um dos principais alvos do regime liderado pelo aiatolá Ali Khamenei é Donald Trump, que assume a presidência dos Estados Unidos em janeiro de 2025 com um alvo desenhado na testa.

Aos 62 anos, Qassem Soleimani foi morto em 3 de janeiro de 2020, durante um ataque aéreo norte-americano em Bagdá, no Iraque, a mando de Trump. O ex-major-general da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) era apontado como a mente por trás da estratégia militar do Irã e acusado de participar de ataques contra instalações norte-americanas no Oriente Médio.

Desde que Trump ordenou a ação, sob a justificativa de que a morte de Soleimani iria deter planos de futuros ataques do Irã contra os EUA, autoridades do país persa sempre reforçam a retórica de vingança contra o bilionário republicano.

Em 2023, um general da nação comandada pelo aiatolá Ali Khamenei chegou a afirmar que o Irã ainda quer matar Trump, assim como Mike Pompeo e Frank McKenzie, duas importantes figuras militares no primeiro mandato de Trump.

 

Plano recente

 

Em meio a campanha presidencial dos EUA, o FBI identificou um suposto plano iraniano que tinha como objetivo o assassinato de cidadãos dos EUA, incluindo Trump.

Na época, três suspeitos de participar da trama foram identificados pelo FBI: Farhad Shakeri, Jonathon Loadholt e Carlisle Rivera.

 

 

Metrópoles

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Trump acumula conquistas na Justiça após vitória na eleição dos EUA

11/01/2025


                                   Kevin Lamarque/4.dez.19/Reuters

 

Prestes a tomar posse, Donald Trump conseguiu algumas vitórias na Justiça, como era esperado depois de ele vencer a eleição para a Presidência dos Estados Unidos.

Logo após o pleito, Trump se defendia de dois processos criminais, litigava um terceiro e aguardava a definição da sentença de um quarto. Mais de dois meses depois e a dez dias da posse, ele já viu o arquivamento de dois casos, vê o terceiro patinar e escapou de punição de um quarto.

Ainda assim se tornará o primeiro presidente dos Estados Unidos condenado criminalmente a assumir a Casa Branca.

Nesta sexta (10), Trump ouviu o desfecho de um dos casos, o processo na Justiça de Nova York envolvendo a atriz pornô Stormy Daniels, pelo qual ele já foi considerado culpado por 34 acusações, em maio do ano passado. Trump não conseguiu evitar que sua condenação fosse confirmada pela Justiça, como queria, mas não precisará cumprir pena.

Trump já afirmou que vai demitir “em dois segundos” Jack Smith, procurador do Departamento de Justiça responsável pela acusação nos dois processos que tramitam na esfera federal. Smith avisou, porém, que deve deixar o cargo antes que Trump tome posse.

Nos EUA não há Ministério Público, e a instituição mais semelhante, responsável pela aplicação da lei a nível federal, é o Departamento de Justiça —que, embora tenha um grau de independência por convenção, está subordinado ao presidente. Dessa forma, uma vez no poder, Trump teria autoridade para demitir Smith.

As duas mais graves ações movidas pelo procurador foram arquivadas. Uma delas tem como base a acusação contra o empresário de tentar reverter sua derrota na eleição de 2020. Ainda em 2024, o andamento dos processos foi paralisado após a decisão da Suprema Corte que reconheceu imunidade parcial a presidentes. Esta posição do tribunal também pôs em suspenso o processo no qual ele é acusado de envolvimento na invasão do Capitólio por seus apoiadores, em 6 de janeiro de 2021.

A decisão foi tomada em julho do ano passado, quando a maioria conservadora dos juízes acatou parcialmente a tese da imunidade que havia sido apresentada pela defesa de Trump. A Suprema Corte decidiu que ela se aplica para atos oficiais do presidente, mas não para atos “não oficiais”, sem especificar em qual categoria se encaixariam as ações de Trump em questão.

 

A outra ação movida por Jack Smith trata de suposta posse ilegal de documentos sigilosos. O Departamento de Justiça acusa Trump de remover documentos confidenciais da Casa Branca e guardá-los na sua mansão em Mar-a-Lago, na Flórida. A investigação chegou a render uma operação do FBI contra o imóvel, mas a juíza responsável pelo caso, indicada ao cargo por Trump, acatou uma tese considerada pouco ortodoxa da defesa do ex-presidente e arquivou a acusação. A decisão foi alvo de recurso da Procuradoria.

 

Os dois processos já foram arquivados pela posição do Departamento de Justiça de não atuar em casos cujo alvo seja o presidente.

 

Em relação ao processo em que é acusado de tentar interferir na eleição da Geórgia, o caso está parado.

 

O caso diz respeito à tentativa do republicano, logo após a derrota em 2020 para Joe Biden, de alterar o resultado no estado —o republicano pressionou autoridades da Geórgia para que “encontrassem votos” que dessem a ele a vitória por lá. Em 2024, Trump venceu o estado por dois pontos percentuais, pouco mais de 100 mil votos.

Advogados de Trump argumentaram que uma ação contra um presidente não pode tramitar na Justiça estadual —seria uma competência exclusiva do nível federal. Além disso, alegaram que ele tem imunidade relativa a crimes cometidos no cargo.

Dificilmente haverá um julgamento antes de Trump tomar posse no dia 20 de janeiro. Depois, à frente da Casa Branca, ele não pode mais ser processado.

 

Leia mais

 

Folha de São Paulo

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Donald Trump convida Jair Bolsonaro para ir à posse em Washington

08/01/2025


                                                 Foto: Alan Santos / PR

 

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) recebeu o convite do presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, para ir à posse dele neste mês.

A defesa de Jair Bolsonaro solicitou ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, a liberação do passaporte do ex-presidente que está retido na Polícia Federal desde o ano passado.

Nos bastidores, aliados de Jair Bolsonaro falam que, se houver a negativa do ministro Alexandre de Moraes ao liberar o passaporte, pode haver uma escalada de uma crise diplomática entre o Supremo Tribunal Federal e o governo de Donald Trump.

Em abril de 2024, o STF incluiu o nome do empresário Elon Musk, dono da plataforma X, no inquérito das milícias digitais. Trump anunciou em novembro que empresário irá liderar o Departamento de Eficiência do Governo Trump.

 

A posse de Donald Trump será dia 20 de janeiro.

 

Fonte: Portal 98Fm

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Chile rompe relações diplomáticas com a Venezuela

08/01/2025


                       Foto: Pedro Rances Mattey/Anadolu via Getty Images

 

O governo do Chile anunciou a retirada de seu embaixador na Venezuela e o rompimento das relações diplomáticas com Caracas. O regime de Gabriel Boric acusou Nicolás Maduro de praticar “fraude eleitoral” nas últimas eleições do país. A informação foi divulgada nesta terça-feira (7/1) pela chancelaria do Chile.

Segundo o Ministério das Relações Exteriores do Chile, a medida é uma resposta aos acontecimentos envolvendo Caracas e Santiago desde as eleições presidenciais venezuelanas, realizadas em julho do último ano.

“Esta medida responde à evolução dos acontecimentos desde as eleições presidenciais de 28 de julho de 2024 na Venezuela, após as quais Nicolás Maduro garantiu que continuará a ser o Presidente daquele país a partir de 10 de janeiro, em consequência da fraude eleitoral perpetrada por seu regime”, disse um trecho do comunicado divulgado pela diplomacia chilena.

Após o pleito, e as diversas críticas internacionais quanto à legitimidade da vitória de Maduro, o líder chavista ordenou a expulsão de corpo diplomático de oito países que contestaram sua reeleição. Entre eles, o Chile. O embaixador chileno Jaime Gazmuri, no entanto, ainda continuou no território venezuelano.

Para o governo chileno, o ato fez com que a falta de abertura para diálogo aumentasse. “Depois da expulsão do pessoal diplomático chileno de Caracas, em agosto passado, a falta de abertura aumentou, o que, juntamente com o agravamento da crise que surgiu, impediu o desenvolvimento de um diálogo bilateral eficaz”, disse o Ministério das Relações Exteriores do Chile.

O rompimento entre Santiago e Caracas acontece três dias antes da posse presidencial na Venezuela, agendada para a próxima sexta-feira (10/1). Mesmo sob pressão da comunidade internacional, Maduro diz que iniciará seu terceiro mandato seguido. Por sua vez, o líder da oposição, Edmundo González, promete retornar do exílio para assumir o Palácio de Miraflores na mesma data.

 

 

 

Fonte: Metrópoles

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101 FM

Mundo

Venezuela rompe com Paraguai e acusa Argentina de desestabilizar país

07/01/2025


                               Foto: © Reuters/Maxwell Briceno/Reprodução proibida.

 

O governo da Venezuela determinou a retirada dos seus representantes diplomáticos do Paraguai após o presidente do país, Santiago Peña, declarar que Edmundo González foi o vencedor da eleição do ano passado, defendendo a posse do opositor no próximo 10 de janeiro.

Há poucos dias da posse do presidente Nicolás Maduro para um terceiro mandato (2025-2031), o chefe do Executivo, em Caracas, acusou o governo da Argentina de articular ações de desestabilizações no país, o que incluiria a tentativa de assassinato a vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez.

Enquanto isso, o opositor Edmundo González, que alega ser o vencedor da eleição presidencial de 2024, se reuniu com autoridades em Washington, incluindo o presidente dos Estados Unidos (EUA), Joe Biden, e o assessor de Segurança Nacional do presidente eleito Donald Trump, Mike Waltz.

Já o México reforçou que enviará representante para posse de Maduro. “Nossa postura é o que está na Constituição, com todos os governos do mundo, a auto determinação dos povos. No caso da Venezuela, irá um representante na posse e não vemos porque não deva ser assim. E isso corresponde aos venezuelanos e não ao México definir”, afirmou a presidente Cláudia Sheibaum nessa segunda-feira (6).

Apesar de não terem reconhecido a vitória de Maduro por causa da não publicação dos dados eleitorais detalhados, a Colômbia e o Brasil devem enviar representantes para a posse. No caso do Brasil, o envio da embaixadora em Caracas, Glivânia Maria de Oliveira, depende de convite por parte do governo venezuelano.

De acordo com Caracas, mais de dois mil convidados internacionais já estão no país para acompanhar a posse de Maduro entre representantes de governos, movimentos socais e culturais. 

 

Paraguai

Em relação ao Paraguai, o rompimento das relações ocorreu após o presidente Santiago Peña defender a posse do opositor. O Ministério das Relações Exteriores da Venezuela defendeu que a posição de Peña viola o princípio do direito internacional de não intervenção nos assuntos internos de outras nações.

“É lamentável que governos como o do Paraguai continuem a subordinar sua política externa aos interesses de potências estrangeiras, promovendo agendas que visam minar os princípios democráticos e a vontade dos povos livres”, afirmou o ministério venezuelano.

Em nota, o governo paraguaio reforçou sua posição a favor de González e exigiu a retirada do embaixador de Caracas do país em 48 horas. “[O governo do Paraguai] reconhece o senhor Edmundo González Urrutia como presidente eleito da República Bolivariana de Venezuela”, diz a nota oficial de Assunção.

 

Argentina

O governo Maduro acusou o governo Argentino de estar por atrás de ações de desestabilização política da Venezuela, incluindo um suposto plano para assassinar a vice-presidente do país, Delcy Rodriguez.

Maduro afirmou que os serviços de inteligência venezuelano identificaram as ameaças contra o país que ocorrem desde o ano passado. “Nesse período, a inteligência popular, policial e militar capturou 125 mercenários de quase 15 nacionalidades que vinham fazer atividades terroristas em Venezuela”, disse o presidente venezuelano, posteriormente corrigido de que os mercenários seriam oriundos de 25 nacionalidades.

Ainda segundo Maduro, a Argentina está por trás de planos para desestabilizar o país. “O governo argentino está envolvido nos planos violentos de atentar contra a paz da Venezuela. Assim eu denuncio. Todos os processos estão judicializados e em altíssimo nível de investigação”, afirmou.

O governo de Javier Milei não comentou as acusações até a publicação desta reportagem. O governo argentino tem sido um dos principais críticos do governo venezuelano e tem dado amplo apoio ao opositor Edmundo González. No último sábado (4), Milei recebeu González em Buenos Aires.

 

Estados Unidos

Nos Estados Unidos, Edmundo González recebeu o apoio do presidente Joe Biden, que o chamou de “presidente eleito da Venezuela”. O presidente dos EUA defendeu “uma transferência pacífica de poder para o verdadeiro vencedor da eleição presidencial”.

A chancelaria venezuelana repudiou a posição oficial dos EUA. “É grotesco que um governo de saída, como o de Joe Biden, mergulhado no descrédito político e marcado por um legado de fracassos nacionais e internacionais, insista em apoiar um projeto violento que já foi derrotado pelo voto popular e pela democracia revolucionária do povo venezuelano”, afirmou o governo de Caracas.

Após se reunir com o assessor de Trump, Mike Waltz, González informou que conversaram sobre os protestos que a oposição tem convocado para a próxima quinta-feira (9), um dia antes da posse de Maduro. “Ele nos garantiu que os Estados Unidos, e o mundo, estarão alerta sobre o que suceda em nosso país”, afirmou em uma rede social.

Edmundo González tem defendido a ação de militares da Venezuela contra o governo e promete regressar ao país antes do dia da posse, marcado para sexta-feira (10). Até então, o político estava exilado na Espanha. Por sua vez, o governo Maduro promete prender González caso regresse ao país.

 

Entenda

A oposição da Venezuela e parte da comunidade internacional, como Estados Unidos e a União Europeia, além de organismos internacionais e eleitorais, têm apontado que a eleição venezuelana descumpriu as regras do país ao não realizar auditorias previstas e não divulgar os dados por mesa eleitoral, como sempre ocorreu. 

Os atos que contestaram o resultado eleitoral após o dia 28 de julho de 2024 levaram a dezenas de mortes e mais de dois mil presos. Nas últimas semanas, a justiça venezuelana liberou mais de mil detidos nas manifestações.

Por sua vez, o governo defende que as eleições foram ratificadas pelas instituições do país, tanto o Conselho Nacional Eleitoral (CNE), quanto o Tribunal Supremo de Justiça (TSJ). Com isso, tem exigido que a oposição respeite a decisão dos tribunais e que os governos estrangeiros não interfiram nas questões internas da Venezuela. 

 

Agência Brasil.

 

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MARE MOVEIS TOUROS

Mundo

Vitória de Trump será certificada hoje no Congresso com segurança reforçada

06/01/2025


                                          REUTERS/Cheney Orr • REUTERS

 

A Câmara e o Senado dos Estados Unidos realizam uma sessão conjunta nesta segunda-feira (6) para certificar a vitória de Donald Trump nas eleições presidenciais do país, realizadas em novembro de 2024.

A cerimônia acontece no Capitólio, sede do Congresso americano, em Washington D.C., a partir das 15h, no horário de Brasília. A segurança ao redor do local foi reforçada, por exemplo, com cercas no perímetro do edifício.

O Secretário de Segurança Interna dos EUA determinou que esse é um Evento Nacional de Segurança Especial — essa é a primeira vez que essa designação é concedida para a certificação, seguindo uma solicitação do prefeito de D.C..

Essa é a última etapa do processo eleitoral dos EUA antes da posse de Trump, que está marcada para o dia 20 de janeiro, também em Washington D.C..

A certificação será comandada por Kamala Harris, vice-presidente do país e candidata democrata derrotada pelo republicano no pleito.

 

 

CNN Brasil

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Mundo

Morre Tomiko Itooka, a pessoa mais velha do mundo, aos 116 anos

05/01/2025

 

A japonesa Tomiko Itooka, reconhecida como a pessoa mais velha do mundo, faleceu no dia 29 de dezembro de 2024, aos 116 anos, na cidade de Ashiya, no Japão. Nascida em 23 de maio de 1908, em Osaka, Itooka marcou sua longa trajetória com histórias de resiliência, fé e vitalidade.

Durante a Segunda Guerra Mundial, Itooka assumiu a gestão da fábrica têxtil de sua família enquanto criava seus quatro filhos. Após a morte de seu marido, em 1979, ela se dedicou a atividades físicas e espirituais, destacando-se por subir o Monte Ontake duas vezes e completar a tradicional peregrinação Saigoku Kannon, visitando 33 templos budistas no Japão.

Em setembro de 2024, Itooka recebeu o título oficial do Guinness World Records como a pessoa viva mais velha do mundo, após o falecimento da espanhola María Branyas Morera. O reconhecimento veio como uma celebração de sua longevidade e de sua contribuição ao inspirar gerações com sua determinação.

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Mundo

Brasil aguarda convite da Venezuela e escala embaixadora para posse de Maduro

03/01/2025

 

Após questionamentos ao processo eleitoral da Venezuela, o Brasil trabalha com a estratégia de uma representação diplomática na cerimônia de posse do presidente Nicolás Maduro, prevista para o próximo 10 de janeiro.

Conforme apurou o R7, a decisão ainda depende de um convite formal do governo venezuelano, não confirmada até a noite desta quinta-feira (2). Com o próximo passo, a previsão é de indicar a embaixadora Gilvânia Oliveira, atual representante brasileira em Caracas, para ir à cerimônia.

Essa decisão afasta a possibilidade de que o presidente Lula compareça ao evento, assim como o chanceler Mauro Vieira ou o assessor especial da Presidência, Celso Amorim, que acompanhou as eleições do país.

À época, Amorim cobrou a publicação de atas do processo eleitoral venezuelano, que não foram divulgadas. A vitória de Maduro foi confirmada com a apuração dos votos e pelo Supremo Tribunal de Justiça da Venezuela, sob duras críticas da oposição.

Partidos que se colocaram contra o atual mandatário questionaram interferência em candidaturas e rejeitaram a vitória do presidente.

Apesar das posições, o venezuelano seguirá no comando do país por mais seis anos. Ele está no cargo desde 2013.

A expectativa, conforme reiteraram representantes brasileiros, é de que o país mantenha as relações com a Venezuela. Em novembro, o ministro Mauro Vieira disse que o Brasil não romperá relações com a Venezuela.

“Ainda que as circunstâncias imponham uma inevitável diminuição do dinamismo do relacionamento bilateral, isso não significa de forma alguma que o Brasil deva romper relações ou algo dessa natureza com a Venezuela. Pelo contrário, diálogo e negociação e não isolamento são a chave para a construção de qualquer solução pacífica e duradoura na Venezuela”, avaliou, durante audiência na Câmara dos Deputados.

 

 

R7

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